História Harry Potter: Mundo bruxo pós-guerra - Capítulo 102


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Categorias Harry Potter
Personagens Alvo Potter, Andromeda Tonks, Angelina Johnson, Arthur Weasley, Carlinhos Weasley, Cho Chang, Dino Thomas, Dominique Weasley, Duda Dursley, Fleur Delacour, Fred Weasley, Fred Weasley Ii, Gina Weasley, Gui Weasley, Harry Potter, Hermione Granger, Jorge Weasley, Lílian L. Potter, Lino Jordan, Lorcan Scamander, Lord Voldemort, Louis Weasley, Lucy Weasley, Luna Lovegood, Lysander Scamander, Merlin, Minerva Mcgonagall, Molly Weasley, Molly Weasley II, Neville Longbottom, Nymphadora Tonks, Olívio Wood, Percy Weasley, Personagens Originais, Remo Lupin, Rúbeo Hagrid, Severo Snape, Simas Finnigan, Ted Lupin, Tiago S. Potter, Victoire Weasley
Tags Drastoria, Georgelina, Hanville, Hinny, Jily, Pos-guerra, Remadora, Romione, Rona, Tedorie
Visualizações 71
Palavras 2.583
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Famí­lia, Fantasia, Ficção, Ficção Adolescente, Magia, Mistério, Romance e Novela, Saga
Avisos: Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Spoilers
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Oiê! Me perdoem a demora, passei muito mal ultimamente, mas tô aqui com mais um capítulo!
Espero que gostem!
PS: não revisei!!

Capítulo 102 - Missão


Pov Gina:

- Estamos em um banheiro, o que você pode fazer? - Kiera perguntou a Hermione, sorrindo e dando de ombros. 

- Eu posso fazer isso, vaca. - Falei, dando um tapa estalado no rosto de Kiera. 

- Você vai se arrepender por isso, vagabunda. - Ela gritou, me agarrando pelos ombros. 

Mas Hermione foi mais rápida. Antes que a gente começasse a se matar ali, ela me protegeu com um feitiço, deixando Kiera sem ação. E tirou a varinha de Kiera, fazendo ela estar vulnerável. 

- Me SOLTA! - A mulher urrava, enquanto eu me olhava no espelho e arrumava uma mecha do meu cabelo que caiu. 

- Não. Gina, você não acha que merece saber toda a verdade? - Hermione me perguntou. - Ela tá querendo roubar seu homem. E além disso, ameaçou você muitas vezes.

- Tem razão. 

- Ruiva... Eu sou mais forte que você. - Kiera disse, com ódio nos olhos.

- Minha amada Kiera... Vamos lá, talvez eu te deixe ficar com o Harry... Com uma condição. Me conta tudo. 

- Contar o quê? 

- A história de amor de vocês... - Falei, arrumando meu vestido e fechado a porta com um feitiço.  

- Bom... Eu estava no Beco Diagonal. Vários bruxos começaram a fazer um levante... E Harry veio como um cavalheiro numa armadura branca. Ele viu que eu estava no meio daquilo e aparatou comigo, me deixando no Esquadrão... Ele me olhou com paixão, com amor. Você não entenderia. - Ela disse, dando de ombros. - Mas você usa até hoje poções de amor na comida dele, o que não ajuda em nada.

- Um romance trágico... - Hermione falou, rindo. - Mas por quê você ameaçou os dois? 

- Bom... Eles não cederiam. Não com a família perfeita que eles tem. Meu primeiro plano era acabar com as crianças, depois com eles. 

- VOCÊ NÃO VAI TOCAR NOS MEUS FILHOS. - Falei, a postura ameaçadora novamente. 

- É mesmo? 

- Tenta. - Eu e Mione falamos juntas.

- Vocês podiam me soltar, né? - Ela disse, tentando se livrar das amarras.

- Não antes de você confessar que nos ameaçou. 

- Tá, tá legal. Eu ameacei os Potter. Com ligações, cartas, até os visitei. Mas ela roubou o que era meu! 

- O Harry era seu? - Perguntei-lhe, querendo voar no pescoço dela. 

- Era. Fomos destinados a ficar juntos. Mas você entrou no caminho. 

- Interessante. - Falei, retocando o batom vermelho e sorrindo cinicamente. - Vou deixar o caminho livre, então.

- Você não se renderia tão fácil assim... - Ela disse. 

- E não vou. Mas temo que você consiga. Não posso deixar você solta por aí. 

- Você não tem a quem chamar. Ninguém sabe o que está acontecendo aqui. Nem o que aconteceu. 

Hermione chegou ao meu lado, sorrindo. Ela disse:

- Bom... Eu tenho sim. Gravei toda a conversa aqui. 

- E além disso, o ministro sabe de tudo. Harry contou. Bem na frente do seu nariz. - Falei, sorrindo.

Kiera gritou. Ela estava com muito ódio de nós. Abri a porta e sai, falando:

- Mione... Vou chamar o ministro e o Harry. Acho que o Ron também. Fica de olho nela.

- É óbvio. 

Eu estava nervosa. Qualquer um que estivesse na minha situação estaria. Mas não deixei transparecer. Andei calmamente, indo até Harry. Ele sorriu e segurou minha mão, falando:

- Nossa... Como você tá gelada. Tá com frio?

- Não, Harry. A Kiera tá no banheiro.

- É o quê? - Ele disse meio alto, e as pessoas olharam para nós.

- Tem como ser mais discreto? - Falei, beliscando seu braço. - Vou falar com o Rony. Fala com o ministro, a Hermione tá lá com ela.

- E ela tá bem? A Mione, quero dizer... 

- Tá ótima. A Kiera tá presa. 

- Beleza. Se cuida. - Ele disse, beijando minha testa. 

- O que aconteceu, filha? - Minha mãe me perguntou, chegando mais perto. 

- A história é longa demais, mãe. Cadê o Ronald?

- Tá com seus irmãos. Você vai me contar tudo, mocinha. 

- Vou. Mas não agora. 

Sai atrás de Rony, que estava perto de Jorge e Gui. O puxei pelo braço, falando:

- A Kiera tá na banheiro. Bem comigo.

- Quê? Como assim...? - Ele perguntou enquanto eu o puxava, indo em direção ao banheiro.

- Longa história. Entra.

- Esse é o banheiro feminino. 

- E daí? - Falei, abrindo a porta. - Cheguei.

- Estava me cansando de ficar sozinha com ela já. - Hermione disse, saindo de cima da pia e abraçando Ronald. 

- Eu estou perdido. - Meu irmão disse, olhando para Kiera. 

- Claro que está. - Minha cunhada falou, rindo. - Depois eu conto a história toda. 

- Então é você que está abalando as estruturas do casal Potter? - O ministro Kingsley disse, entrando no banheiro com dois aurores e Harry. 

- É ela que está. Eu devia ser Potter. - Kiera disse, apontando para mim.

- Eu acho que não. - Harry disse, pegando minha mão e enlaçando nossos dedos. 

- Vamos lá, amor... - Falei, rindo. - Eu é que coloco poção do amor na sua refeição. 

- Claro... - Meu marido disse, balançando a cabeça negativamente.

- Vamos levá-la. - Kingsley disse, analisando eu e Hermione. - Vocês estão bem?

- Sim... Melhor do que nunca. 

- E ministro... - Hermione falou, entrando a ele as provas. - Nesse gravador tem a confissão dela. 

- Ótimo. Sempre dois pés na frente, Granger-Weasley. - Ele disse, sorrindo, vendo os aurores prenderem Kiera. - Estão livres, a partir de agora. Garanto que ela não vai se meter mais c vocês. 

- Obrigada. - Eu e Harry falamos juntos. 

**

Pov Gina:

O relógio despertou e demorou cerca de dois segundos pra eu poder acordar e me lembrar do que estava acontecendo. Dormimos abraçados, mesmo num calor infernal, abraçados. Eu estava sobre seu peito e desse jeito dava para sentir a paz que ele emanava. Tínhamos menos de uma hora e meia pra podermos acordar, arrumar tudo o que tínhamos para arrumar e poder sair. Pulei da cama e quase tropecei na mala que Harry tinha deixado na parede ao lado esquerdo do abajur. Eu corri para o banheiro enquanto ainda dava tempo, liguei o chuveiro e tomei um banho muito, muito rápido, pois sabia que se eu demorasse um minuto a mais do que eu podia, ou a menos, logo eu teria companhia. Assim que saí do chuveiro sequei os cabelos e, por incrível que pareça, consegui me aprontar sem que ele acordasse.

Acordar muito cedo nunca era uma tarefa difícil quando se vive com alguém como Harry. E, sem dúvidas, quando ele não estava em casa meu dia era um tédio. Ter que ir para o escritório sem seu bom dia se tornava praticamente sacrificante.

Eu literalmente me joguei na cama, já estava arrumada e sabia que me renderia roupas amassadas – se não estivéssemos atrasados, claro!–, mas o fiz assim mesmo. Passei a mão nos seus cabelos e fui descendo até seu pescoço, pude sentir sua resposta ao meu toque.

— Pequeno, bom dia! Acorda, só que rápido, por favor. Tenho uma notícia boa e uma… Amor? Você tá ouvindo?

Ele se virou pra mim e riu, tive certeza que ele já estava acordado, mas continuou na cama pra seguir nosso roteiro e fazer o que sempre fazíamos.

— Amor, vem aqui. Hoje é terça-feira, você lembra? — Sorrindo me disse.

— Lembro, amor. E eu não sei se você lembra, mas você tem compromisso e agora você tem menos de 30 minutos pra se arrumar.

Ele levantou meio atordoado, me deu um beijo e entrou no banheiro. Merda, eu tive certeza que íamos nos atrasar!

Eu sabia que Harry já tinha separado as camisas que queria, o que eu precisava fazer era arrumar tudo o que ele queria, como sempre fazia. Eu entrei no banheiro e Harry estava terminando de se barbear e eu precisei lembra-lo de novo que não tínhamos muito tempo. Fiz sua mala e peguei a única coisa que Harry nunca levava as quais queria, e por incrível que pareça eu realmente detestava quando ele usava tudo o que eu mais gostava longe de mim. Terminei de separar as cuecas mas não fechei sua mala, ele colocaria seu perfume, os relógios, dois ou três bonés – que ele não usaria – e todo o resto.

Corri para a cozinha, liguei a cafeteira e fiz um expresso, era a única coisa que eu ingeria de manhã no desjejum. Deixei a torradeira ligada caso ele quisesse comer alguma outra coisa, corri para o escritório e peguei os documentos que Harry precisaria. Não sabia se ele queria ir com o carro ou não, então deixei as suas chaves separadas.

Foi tempo suficiente para Harry terminar de se arrumar e entrar na cozinha. Ele veio andando na minha direção com aquele sorriso irresistível. – Era bem difícil qualquer um dos nossos amigos o cumprimentarem de cara fechada. Olhar para aquele sorriso e não sorrir era impossível –. Ele me deu um abraço de urso e, ainda me segurando se encostou na pia. Encostou os lábios no meu pescoço e quando eu fui protestar porque tínhamos menos de dez minutos, ele me beijava intensamente.

Nós dois tínhamos uma dificuldade enorme em nos separarmos. Principalmente porque dessa vez ele ficaria quase uma semana fora e era tempo o suficiente pra eu querer entrar no próximo vôo e ir pra onde ele estivesse indo. 

Assim que Harry me deu bom dia, tomou seu café, pegou sua mala na porta da cozinha e fomos para a garagem. Peguei minha bolsa e a pasta de documentos e coloquei no banco da frente de seu carro, ele ia dirigindo.

Nossa casa sempre foi meu pequeno paraíso. Conquistamos juntos e realizamos um sonho que vinha de quando namorávamos. Nossa vida foi acontecendo aos poucos, passamos por muitas coisas e hoje conseguimos viver como esperávamos, posso até dizer que é bem melhor que pensávamos. Viver com Harry é maravilhoso, uma caixinha de surpresas.

Assim que coloquei minha bolsa no carro, fui até onde Harry estava e o abracei. Já estávamos bem atrasados, qualquer minuto a mais ou a menos não faria diferença. Desde quando acordamos nossa vontade era ficarmos juntos, sem nem sair da cama.

Eu olhei pra ele e ele sabia que eu não queria ficar tão longe por tanto tempo. Ele sabia exatamente o que eu queria. Ele me abraçou e no segundo seguinte nós já não sabíamos qual respiração era dele e qual era a minha.

Merda! Seria uma semana impossível sem ele!

- Você tem mesmo que ir? - Perguntei, fazendo biquinho.

- Amor... É só uma semana.

- Mas é lá nos Estados Unidos! - Falei, abraçando ele mais forte. - Vou morrer de saudade.

- É só eu terminar de resolver as coisas no Macusa. Precisamos que Kiera tenha o que merece. 

- Por que ela tem que ser julgada lá?

- Porque ela é de lá. Mas não se preocupe, volto correndo. 

- Então recapitulando: você vai de carro até a Mione, ela dirige até o aeroporto e você pega um avião para os EUA. Isso?

- Só esqueceu a parte que eu vou sentir saudades de você. 

- Vai logo... Antes que eu não deixe você ir. 

Ele sorriu e entrou no carro, dando um tchau para mim. Entrei novamente em casa, fechando a porta.

- Monstro... Vou ter que ir ao ministério hoje. Vou levar o Teddy na casa da Andrômeda, o James e o Alvo vão ficar na mamãe. Você pode dar uma geral nos quartos das crianças?

- Claro minha senhora. - O elfo disse. - Senti falta de vocês aqui em Londres.

- Eu também senti falta de você, Monstro. Você não sabe o quanto. 

Ele corou e eu subi até o terceiro andar - onde ficava os quartos das crianças. 

Fui até o primeiro quarto - o de Teddy. Abri as cortinas e o pequeno sentou na cama, coçando os olhos.

- Bom dia... 

- Bom dia, Teddy. - Falei, vendo uma roupa para ele. - Sabe o que fazer já. 

- Escovar os dentes, cabelo e lavar o rosto.

- Esse é o meu garoto.

Ele sorriu e logo voltou, colocando a calça jeans, a blusa amarela e o casaco preto. 

- Meu Deus... Eu tô tão velha assim? - Falei, eu e Teddy nos olhando no espelho.

- Tá. - Ele disse, rindo. Olhei chocada a ele, que saiu correndo.

- Vem aqui, eu não tô velha! 

- Não tá... - Ele disse, um tom de ironia na voz. 

- Você tá abusado hoje. Vamos, acorde James. 

- Tudooooo bem. - Ele disse, entrando no quarto de James e vendo o pequeno acordado, sentadinho no chão. - Bom dia. 

- TEDDY! MAMÃE! 

- Oi amor. - Falei, pegando ele no colo. 

- Vamos ver uma roupa igual a minha para Jay usar. - Teddy disse, procurando nos armários. 

Coloquei as mesmas peças de roupa em James, tentando e falhando ao arrumar o seu cabelo. 

- Você é igual o seu pai. Nem pente dá pra passar. 

**

- Bom dia! - Falei quando cheguei ao escritório no ministério, deixando minha bolsa na minha mesa. 

- Bom dia, Gina! - Meus colegas falaram juntos, me abraçando. 

- Que ano novo o seu, né? - Arthur me disse, rindo.

- Nem parece que foi há dois dias. 

- É duro trabalhar na primeira semana do ano... - Ele falou, lançando um olhar brincalhão a Luna. - Mas a gente faz o que a chefe manda, né.

- O jornal não para. - Minha amiga me disse, abraçando-me fortemente. 

- Nem você. - Ele disse, fazemos Luna rir. 

- De jornalista a entrevistada, tô nervosa e ansiosa. - Falei, me sentando na minha mesa. 

- Só precisamos saber o que aconteceu de verdade. - Marilla falou, trazendo um gravador de voz e um pergaminho. 

- Jornalistas. Qual a principal premissa de um jornalista para fazer uma entrevista? Saber tudo sobre o entrevistado. Se ele está lançando um livro, ler o livro, se está lançando um filme, ver o filme, se é sobre um blog, coleção de roupas etc, ver o produto, analisar, pesquisar absolutamente tudo sobre o assunto. Informação nunca é demais e quanto mais, melhor. É ou não é a primeira coisa que a gente aprende na faculdade de jornalismo. 

- E o que eu devo fazer para descobrir tudo sobre você? - Marilla me perguntou, escrevendo tudo que eu falava.

- Bom... Ter uma psicopata atrás de sua família. 

Ela arregalou os olhos e eu contei toda a história, desde o início. Essa seria a capa do jornal, pois foi o grande ápice da festa do ministério.

- O ministro não ficou chateado com o show que nós demos na festa? - Perguntei a Luna, que estava vendo eu passar ao papel minhas redações.

- Não. Ele ficou aliviado. Estava preocupado com a segurança de vocês. 

- Imagino. Mas agora ela tá presa, Harry voando para os Estados Unidos e eu aqui. 

- Ele tá lá por causa do julgamento da Kiera?

- Sim. Uma semana longe de mim. 

- Que droga. - Luna falou, suspirando, mas logo depois olhando-me intensamente. - Poderíamos ver o seu vestido!

- Mas tá tão longe... O casamento vai demorar ainda!

- Mas mesmo assim, poderíamos se basear no seu vestido para a decoração. 

- Tá legal, me convenceu. Chama as meninas, temos uma nova missão.


Notas Finais


E aí, curtiram??
Essa semana eu passei mal, fui parar até no hospital e não pude postar... Além disso, o Spirit bugou e meu cel também, fazendo eu perder tudo o que eu tinha escrito. Enfim, tinha uns 15 capítulos escritos e agora não tenho nada.
Devido a isso, talvez eu demore para voltar...
Espero que me perdoem!! Vigilância constante e XOXO 💙🤩


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