História Harry Potter:Uma História Wolfstar - Capítulo 25


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Categorias Harry Potter
Personagens Aberforth Dumbledore, Alastor Moody, Alecto Carrow, Alice Longbottom, Alvo Dumbledore, Amycus Carrow, Andromeda Tonks, Angelina Johnson, Argo Filch, Ariana Dumbledore, Armando Dippet, Arthur Weasley, Astoria Greengrass, Augusta Longbottom, Augustus Rookwood, Avery (Marauder-era), Avery (Riddle-era), Barão Sangrento, Bellatrix Lestrange, Blásio Zabini, Carlinhos Weasley, Cassandra Trelawney, Cedrico Diggory, Cho Chang, Colin Creevey, Córmaco Mclaggen, Cornélio Fudge, Cuthbert Binns, Dama Cinzenta, Daphne Greengrass, Dênis Creevey, Dino Thomas, Dobby, Dolores Umbridge, Draco Malfoy, Ernesto Macmillan, Fenrir Greyback, Fílio Flitwick, Fineus Nigellus, Fleur Delacour, Fred Weasley, Frei Gorducho, Gabrielle Delacour, Gilderoy Lockhart, Gina Weasley, Godric Gryffindor, Gregory Goyle, Grope, Gui Weasley, Harry Potter, Helena Ravenclaw, Helga Hufflepuff, Hermione Granger, Hestia Carrow, Horácio Slughorn, Jorge Weasley, Katie Bell, Kingsley Shacklebolt, Lilá Brown, Lílian Evans, Lino Jordan, Lord Voldemort, Lucius Malfoy, Luna Lovegood, Marcus Flint, Merope Gaunt, Minerva Mcgonagall, Molly Weasley, Mundungo Fletcher, Murta Que Geme, Narcissa Black Malfoy, Neville Longbottom, Nick Quase Sem-Cabeça, Nicolau Flamel, Nymphadora Tonks, Olívio Wood, Padma Patil, Pansy Parkinson, Parvati Patil, Pedro Pettigrew, Percy Weasley, Pirraça, Pomona Sprout, Poppy Pomfrey (Madame Pomfrey), Quirinus Quirrell, Regulus Black, Remo Lupin, Rita Skeeter, Rodolfo Lestrange, Rolanda Hooch, Ronald Weasley, Rowena Ravenclaw, Rúbeo Hagrid, Salazar Slytherin, Severo Snape, Sibila Trelawney, Simas Finnigan, Sirius Black, Sra. Cole, Ted Lupin, Theodore Nott, Tiago Potter, Tom Riddle Jr., Tom Riddle Sr., Viktor Krum, Vincent Crabbe, Walburga Black, Wilhelmina Grubbly-Plank, Zacharias Smith
Tags Harmione, Wolfstar
Visualizações 53
Palavras 2.164
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Comédia, Drama (Tragédia), Famí­lia, Fantasia, Ficção, Magia, Romance e Novela
Avisos: Homossexualidade
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Capítulo 25 - O retorno a Hogwarts


Fanfic / Fanfiction Harry Potter:Uma História Wolfstar - Capítulo 25 - O retorno a Hogwarts

— E lá vamos nós 

Após dar partida e andar um pouco Harry apertou em um pequeno butão vermelho e a moto se tornou invisivel para os trouxas,segundos depois eles estavam no ar sobrevoando Londres 

— Segure firme! — berrou Harry e pisou fundo no acelerador; eles dispararam em linha reta para dentro de nuvens baixas e repolhudas e tudo ficou cinzento e enevoado.

— E agora? — perguntou Ron, piscando diante da camada sólida de nuvens que os comprimia de todos os lados.

— Temos que ver o trem para saber que direção vamos tomar — disse Harry.

— Mergulhe outra vez... Depressa.

Eles baixaram até ficar sob as nuvens e se viraram no banco, tentando ver o solo.

— Estou vendo! — gritou Harry. — Bem na nossa frente, lá.

O Expresso de Hogwarts ia correndo embaixo deles como uma cobra vermelha.

— Rumo ao norte — disse Harry, verificando a bússola no painel. — Tudo bem, só vamos precisar verificar de meia em meia hora mais ou menos, segure firme... — E eles dispararam para o alto, furando as nuvens. Um minuto depois, saíram numa camada banhada de sol.

Era um mundo diferente. Os pneus da moto roçavam de leve o mar de nuvens fofas, o céu um azul forte e infinito sob um sol claro de cegar.

— Agora só temos que nos preocupar com os aviões — disse Rony.

Eles se entreolharam e caíram na gargalhada; durante algum tempo não conseguiram parar.

Era como se tivessem mergulhado num sonho fabuloso. Isto, pensou Harry, era sem dúvida o único modo de viajar – deixando para trás os redemoinhos e as torrinhas de nuvens branquíssimas, em um carro inundado pela luz quente e clara do sol, com um pacotão de caramelos no porta-luvas, e a perspectiva de ver as caras invejosas de Fred e Jorge quando eles aterrissassem, suave e espetacularmente, no vasto gramado diante do castelo de Hogwarts.

Eles verificavam regularmente a posição do trem durante o voo que os levava cada vez mais para o norte, e em cada mergulho abaixo das nuvens, descortinavam uma paisagem diferente. Londres não tardou a ficar muito para trás, substituída por campos verdes e geométricos que, por sua vez, cederam lugar a grandes extensões de terra roxa, pantanosa, uma metrópole que pululava de carros que lembravam formigas multicoloridas, cidadezinhas com igrejas de brinquedo.

Várias horas tranquilas depois, no entanto, Harry teve que admitir que o divertimento estava começando a cansar. Os caramelos tinham deixado os dois cheios de sede e não havia nada para beber. Ele e Rony tinham despido os suéteres, mas a camiseta de Harry estava grudando no encosto do banco, e seus óculos não paravam de escorregar pela ponta do nariz suado. Ele deixara de reparar nas formas fantásticas das nuvens e agora pensava com saudades no trem, quilômetros abaixo, onde podia comprar suco de abóbora bem gelado em um carrinho empurrado por uma bruxa gorducha. Porque não tinham podido chegar à plataforma 9 e ½?

— Não pode faltar muito mais, não é? — perguntou Rony rouco, horas depois, quando o sol começou a afundar pelo chão de nuvens, tingindo-o de rosa forte.

— Pronto para verificar outra vez a posição do trem?

O trem continuava embaixo deles, contornando uma montanha de pico nevado. Escurecera bastante sob a abóbada de nuvens. Harry pisou fundo no acelerador e fez o carro subir outra vez

— Falta pouco — disse Rony, mais para a moto do que para Harry — falta pouco agora — e deu umas palmadinhas no painel.

Quando voltaram a voar sob as nuvens um pouco mais tarde, tiveram que apurar a vista na escuridão para encontrar um marco que conhecessem.

— Ali! — gritou Harry, sobressaltando Rony e Edwiges. — Bem em frente!

Recortado no horizonte escuro, no alto do penhasco sobre o lago, estavam as torres e torrinhas do castelo de Hogwarts..

— Vamos — disse Rony — quase chegamos.

— Vamos descer — Harry disse e logo a moto se inclinou para baixo — A cerimônia já começou,vamos direto para sala comunal

Eles pousaram ao lado da cabana de Hagrid,Harry abriu o compartimento onde estava a bagagen, tirou tudo e com um balanço da varinha a bagagem foi voando até o castelo 

— Mandei pra sala comunal — Disse Harry,mais derrepente a moto ligou sozinha e logo foi andando até a floresta proibida

— Harry a moto — Exclamou Ron

— Ela vai voltar — Disse Harry dando tchau para moto que deu uma buzinada de despedida — Agora vamos log...

Ao olhar para trás toda sua alegria se esvaiu instantâneamente,a prof°Minerva estava atrás deles com um olhar que Harry não sabia se era de raiva ou decepção 

— Me sigam — Ela disse seca,eles nem questionaram e a seguiram,ela os levou a sala de Snape nas masmorras onde Severus e Filch os esperavam

— Ora,ora se o grande Harry Potter não vai se expulso — Ao disser a palavra "expulso" Snape deu um sorriso maléfico,Harry queria voar no pescoço daquele idiota

Ela ergueu a varinha no momento em que entrou. Os dois, Harry e Rony se encolheram, mas ela meramente a apontou para a lareira apagada, onde as chamas irromperam instantaneamente.

— Sentem-se — disse, e os dois recuaram e se sentaram em cadeiras junto à lareira. — Expliquem-se — disse, os óculos brilhando agourentos.

Rony saiu contando a história a começar pela barreira da estação que se recusara a deixá-los passar.

—... Então não tivemos outra escolha, professora, não podíamos embarcar no trem,e se enviasemos uma coruja ela so chegaria amanhã 

Ouviu-se uma batida na porta da sala, e Snape, agora com a cara mais feliz que nunca, abriu-a. Parado à porta achava-se o diretor, o Prof. Dumbledore.

O corpo de Harry inteiro ficou insensível. Dumbledore parecia anormalmente sério. Olhou por cima daquele nariz curvo dele, e Harry, subitamente, viu-se desejando que ele e Rony ainda estivessem apanhando do Salgueiro Lutador.

Fez-se um longo silêncio. Então Dumbledore disse:

— Por favor, expliquem por que fizeram isso.

Teria sido melhor se tivesse gritado. Harry detestou o desapontamento que havia na voz dele. Por alguma razão, não conseguiu encarar Dumbledore nos olhos e, em vez disso, falou para os próprios joelhos. Contou a Dumbledore tudo.

— Vamos buscar as nossas coisas — disse Rony com a desesperança na voz.

— De que é que está falando, Weasley? — vociferou a Profª. McGonagall.

— Bem, os senhores vão nos expulsar, não é? — disse Rony.

Harry olhou rapidamente para Dumbledore.

— Hoje não, Sr. Weasley — disse Dumbledore. — Mas preciso incutir em vocês a gravidade do que fizeram. Vou escrever às duas famílias hoje à noite. Devo também preveni-los de que se fizerem isto de novo, não terei escolha se não expulsar os dois.

Snape fez cara de quem acaba de ouvir que o Natal foi cancelado. Pigarreou e disse:

— Prof. Dumbledore, esses garotos zombaram da lei que restringe o uso de magia por menores... Com certeza atos desta natureza...

— Severo,você podera implicar com os dois pelo resto do ano,deixo os por está noite.A Profª. McGonagall é quem decidira sobre o castigo dos meninos, Severo — disse Dumbledore calmamente. — Fazem parte da Casa dela e, portanto são responsabilidade dela. — E se virou para a professora: — Preciso voltar para a festa, Minerva, tenho que dar alguns avisos. Vamos Severo, tem uma torta de abóbora deliciosa que quero provar.

Snape lançou um olhar de puro veneno a Harry e Rony ao se deixar levar embora da sala, deixando-os sozinhos com a Profª. McGonagall, que ainda os observava como uma águia atenta.

— Professora, eu queria ver a minha irmã ser selecionada...

— A cerimônia da Seleção já terminou — respondeu ela. — Sua irmã também ficou na Grifinória.

— Ah, que bom.

— E por falar na Grifinória... — disse McGonagall muito ríspida, mas Harry a interrompeu.

— Professora, quando apanhamos a moto, o ano letivo não tinha começado, por isso... Por isso Grifinória não deve perder pontos, deve? — terminou ele, observando-a ansioso.

A Profª. McGonagall lançou-lhe um olhar penetrante e ele teve certeza de que ela quase sorrira. Pelo menos ficara menos contraída.

— Não vou tirar pontos da Grifinória — e Harry sentiu o chão muito mais leve. — Mas os dois vão receber uma detenção.

A Profª. McGonagall ergueu novamente a varinha e apontou-a para a escrivaninha de Snape. Um grande prato de sanduíches, duas taças de prata e uma jarra de suco de abóbora gelado apareceram com um estalo.

— Vocês vão comer aqui e depois vão direto para o dormitório — disse ela. — Eu também preciso voltar à festa.

Quando a porta se fechou, Rony deixou escapar um assobio baixo e longo.

— Achei que estávamos ferrados — disse ele, agarrando o sanduíche.

— Eu também — disse Harry, servindo-se.

— Mas vamos ter que nos cuidar daqui para frente — disse, tomando um grande gole do suco de abóbora, cheio de gratidão. — Gostaria de termos podido ir à festa...

— Ela não queria que fôssemos nos exibir — disse Rony ajuizadamente. — Não quer que as pessoas pensem que somos sabidos, porque chegamos de moto voadora.

Quando acabaram de comer tudo o que puderam (o prato sempre tornava a se encher sozinho) eles se levantaram e deixaram a sala, tomando o caminho familiar para a Torre da Grifinória. O castelo estava silencioso; parecia que a festa havia acabado. Os dois passaram pelos quadros que resmungavam e as armaduras que rangiam e subiram a estreita escada de pedra, até chegarem, finalmente, à passagem onde se escondia a entrada secreta para a Grifinória, atrás do retrato a óleo de uma mulher muito gorda, de vestido de seda rosa.

— Senha? — perguntou ela quando os dois se aproximaram.

— Ããã... — murmurou Harry.

Eles não sabiam a senha do novo ano, ainda não tinham encontrado o monitor da Grifinória, mas o socorro chegou quase imediatamente; ouviram um tropel de passos às costas e quando se viraram deram com Hermione, que corria ao encontro deles.

— Aí estão vocês! Onde se meteram? Os boatos mais ridículos... Alguém disse que vocês foram expulsos por terem batido com uma moto voadora.

— Bem, não fomos expulsos — garantiu-lhe Harry.

— Vocês não vão me dizer que realmente chegaram aqui voando? — disse Hermione, em tom quase tão severo quanto o da Profª. McGonagall.

— Pode poupar o sermão — disse Rony impaciente — e nos dizer qual é a nova senha.

— É “maçarico” — respondeu Hermione impaciente — mas não é isto que está em questão...

Suas palavras, porém, foram interrompidas, pois o retrato da mulher gorda se abriu em meio a uma repentina tempestade de aplausos. Parecia que todos os alunos da Grifinória ainda estavam acordados, espremidos na sala comunal redonda, trepados nas mesas fora de esquadro e nas poltronas que afundavam, esperando os dois chegarem.

Braços passaram pela abertura do retrato para puxar Harry e Rony para dentro, deixando Hermione subir depois e sozinha.

— Genial! — berrou Lino Jordan. — Um achado! Que entrada! Chegar de moto voadora

“Parabéns”, disse um quintanista com que Harry nunca falara antes; alguém dava palmadinhas em suas costas como se ele tivesse acabado de ganhar uma maratona; Fred e Jorge abriram caminho por entre os colegas aglomerados e perguntaram ao mesmo tempo:

— Por que não viemos no carro, hein?

Rony estava com a cara vermelha e sorria constrangido, mas Harry acabava de ver uma pessoa que não parecia nada feliz.

Percy era visível por cima das cabeças de uns alunos de primeira série animados, e parecia estar querendo se aproximar o suficiente para começar a ralhar com eles. Harry cutucou Rony nas costelas e fez sinal em direção a Percy. Rony entendeu na mesma hora.

— Temos que subir... Um pouco cansados — disse ele, e os dois começaram a abrir caminho em direção à porta do lado oposto da sala, que levava à escada circular e aos dormitórios.

— Noite — Harry falou por cima do ombro para Hermione, que estava com uma cara tão feia quanto Percy.

Os garotos conseguiram chegar ao outro lado da sala comunal, ainda recebendo palmadinhas nas costas, e alcançaram a paz das escadas. Subiram a escada correndo, direto para cima e, finalmente, chegaram à porta do antigo dormitório, que agora tinha um letreiro que dizia ALUNOS DA SEGUNDA SÉRIE. Entraram no quarto circular que já conheciam, com camas de quatro colunas e cortinas de veludo vermelho, e suas janelas altas e estreitas. Seus malões tinham sido trazidos até o quarto e colocados aos pés das camas.

Rony sorriu com ar de culpa para Harry.

— Sei que não devia ter curtido isso nem nada, mas...

A porta do dormitório se escancarou e por ela entraram os outros segundanistas da Grifinória, Simas Finnigan, Dino Thomas e Neville Longbottom.

— Inacreditável! — exclamou Simas, radiante.

— Legal — disse Dino.

— Um assombro! — acrescentou um Neville atônito.

Harry não conseguiu se controlar e sorriu também.




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