História Harrys disorder - Capítulo 15


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Categorias 5 Seconds Of Summer, Harry Styles, Liam Payne, Louis Tomlinson, Niall Horan, One Direction, Zayn Malik
Personagens Harry Styles, Liam Payne, Louis Tomlinson, Luke Hemmings, Michael Clifford, Niall Horan, Zayn Malik
Tags 5sos, Amizade, Ana(anorexia), Bulinismo, Bullying, Harry, Lana(lâmina), Liam, Lottie, Louis, Luke, Mia(bulimia), Mike, Niall, One Direction, School, Zayn
Visualizações 20
Palavras 960
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Crossover, Drama (Tragédia), Esporte, Famí­lia, Festa, Ficção, Ficção Adolescente, LGBT, Luta, Romance e Novela, Violência, Yaoi (Gay)
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Drogas, Estupro, Heterossexualidade, Homossexualidade, Incesto, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Pansexualidade, Sexo, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Capítulo 15 - O - Corpo indefeso


A noite no cinema tinha sido muito boa, Harry por um momento havia esquecido quem era e deixado sua mente relaxar e se divertir.

 

Bobby e Trisha haviam levado e buscado os meninos no cinema de rua que eles escolheram ir, alegando que seria tarde demais para eles ficarem sozinhos pela cidade.

 

Quando deixaram o cacheado na casa dele, perceberam como o mesmo parecia triste pelo dia ter chego ao fim, mas Trisha disse que ele era bem vindo sempre, o coração de Harry se aqueceu com isso.

 

Trisha virou o corpo em direção ao banco de trás assim que Harry deixou o carro.

 

— O que vocês sabem, meninos?

 

— Sobre o que mãe?

 

— Niall James e Zayn Javadd... Tem algo muito sério sobre o amigo de vocês que eu acho que deveriam ter compartilhado comigo, como mãe e psicóloga! Foi esse garoto que vocês passavam aquele dia no hospital? Ele tentou se matar na escola algo assim ou...

 

— MÃE! — Disseram os garotos em uníssono ambos meio paralisados com a possibilidade de Harry tentar algo assim.

 

Zayn, olhando para o irmão, resolveu explicar. O pai dos garotos continuava na direção do carro em silêncio, apenas escutando.

 

— Ele não faria isso. Eu acho, na verdade. Não sabemos muito sobre ele. 

 

— Explique. Pelo que percebi algo muito sério pode estar acontecendo com esse garoto. — Ela responde com os olhos regados de terror ao lembrar-se das marcas arroxeadas mas direções das pernas.

 

— Começamos a andar com ele no dia que ele precisou ir ao hospital... Ele não tinha amigos e uns garotos bateram nele por nada. Quando os médicos começaram a o examinar, tiveram que tirar suas roupas, ele estava usando muitas, como devem ter visto hoje e ele estava péssimo. Foi horrível.- Zayn se pôs a derramar algumas lágrimas e sendo afagado por Niall. — Além dos machucados daquele dia, haviam outros, e pelo que parecia, ele mesmo havia feito uma das marcas antigas e estava tão magro...

 

— Mas e a família? Quando levaram ele devem ter os alertado.

 

— O pai dele não mora aqui e talvez faça pouco caso do filho, a mãe estava viajando; ainda está, eu acho; e não parecia alarmada pelo filho no hospital, e o irmão dele... George. Talvez lembrem dele quando ainda estava no time da escola. Ele foi frio e o Hazz não pareceu melhorar nada.

 

Zayn estava abatido por segurar esse sentimento a dias. 

 

Querendo ou não, se importava com o cacheado como se importava com Niall, de certa forma.

 

— Foi aí que nós resolvemos que tentaríamos pelo menos livrar ele um pouco da dor, ficar do de olho nele na escola para não apanhar mais... — Niall completa. — E tentar, não sei, conversar sobre o possível transtorno alimentar —Ele estava confuso. — O médico falou tanta coisa...

 

— Calma... — Trisha parecia chocada. — É muita carga para garotos assim carregarem sozinhos, deviam ter contado para nós, seus pais...

 

— Desculpa, mas é algo pessoal do Harry e não sabíamos se podíamos.

 

— Sempre podem Niall. Olhem, eu tenho uma ideia, posso ajudá-los em alguma coisa. Provavelmente o médico disse algo sobre acompanhamento psicológico, que obviamente o menino não está fazendo. Conversem com ele e quando acharem uma brecha falem que eu darei consultas de graça para ele, não posso falar isso a ele, paciente e psicólogo não podem se conhecer para não alterar no tratamento. Mas creio que não terá problemas eu ser mãe de vocês e atendê-lo, ele não pode fazer consultas sem os pais autorizarem, porém... — Da um meio sorriso a Bobby. — Como a situação é séria e o pai de vocês é um excelente advogado... Acho que dará certo.

 

Quando o carro para, eles abraçam a mãe e o pai entra no meio do abraço coletivo.

 

Era uma forma pura de demonstrarem o quão aliviados estavam por tirarem esse peso das costas, e poder enfim ajudar Harry.

 

Trisha estava melhor agora também, mas não iria se esquecer do estado que viu o garoto.

 

»

 

Harry entra em casa e toma um susto.

 

George estava sentado na sala com várias garrafas de bebidas alcoólicas o cercando. 

 

Quando percebeu o caçula parado na porta, começou a olhá-lo meio irritado, mas não parecia ser ele o motivo.

 

— Sabe que alguém lá na faculdade espalhou para todos um boato... — Deu um gole em algo que estava em sua mão e continuou falando meio arrastado. — Que sou agressivo demais no sexo?

 

Harry sente um arrepio na espinha, um arrepio ruim e era como se seus machucados começassem a arder.

 

— Claro que não é verdade né? — Ele se levanta e meio cambaleante vai em direção ao irmão. — Você adora... Mas pelo visto as garotas estão me evitando, vou matar a desgraçada que falou isso. — Cospe no rosto magro e assustado do irmão. 

 

Ele nem conseguia se mexer de medo, não queria que seu dia incrível fosse estragado com isso.

 

O mais velho prensa ele na parede e aperta sua bunda.

 

— Você que fica me provocando, rebolando quando anda... Pensa que não sei que é uma puta!

 

Ele sabia que o irmão tinha problemas com o corpo, depois do “vexame” de o fazer ir ao hospital e ter que ouvir coisas do médico da qual não ligava e as noites que usou do corpo indefeso, percebeu como era fácil manipula-lo utilizando peso e aparência.

 

O sexo era como bater em um saco de ossos de tão debilitado que o corpo estava, mas era melhor que uma boneca inflável ou ter que pagar para obter sexo.

 

Os boquetes não eram bons o suficiente e as lágrimas de Harry o irritavam, mas de certa forma ele gostava de como tinha total controle sobre o mesmo, e de como poderia continuar com esse passa tempo o tempo que quisesse, pelo resto da vida...

 

George era realmente alguém desprezível.



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