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História Haru Haru (Dia após dia) - Itachi - Capítulo 10


Escrita por:


Notas do Autor


Oii, como fiquei muito empolgada com esse capitulo, eu não consegui não postar hoje!
Relevem os erros, eu editei, mas tenho certeza que deixei algo passar.
Boa leitura
Bjsss!

Capítulo 10 - Deleite


Fanfic / Fanfiction Haru Haru (Dia após dia) - Itachi - Capítulo 10 - Deleite

Capitulo 10: Deleite

            - Eu quero que você relaxe. – O seu sussurro rouco no pé do meu ouvido foi suficiente para fazer todo o meu corpo despertar mesmo sem o seu toque. – Não se preocupe, eu vou cuidar bem de você. – Continuou, antes de me deixar por um momento sozinha.
            A poucas luzes o quarto da casa recém-invadida parecia compactuar com a nossa intenção. A cama grande no centro de tudo no cômodo com poucos móveis, coberta por um lençol de seda vermelho parecia esperar por nós.  Diante da personificação das minhas vontades a ficha parecia finalmente cair, não tive tempo de me questionar de quem era aquela casa, Itachi tinha aceitado o meu convite e aquilo ia mesmo acontecer.
            Me vi encarando meu reflexo no espelho do banheiro respirando profundamente em uma tentativa de acalmar os meus nervos.  Precisaria de um tempinho, mesmo que tivesse sido ideia minha, a ansiedade estava comprimindo meu estômago.
            Ainda assim quando percebi que Itachi havia voltado, criei coragem e saí. Escorei-me na porta e observei meu companheiro de invasão caminhar até a cômoda e acender as velas que ali estavam, dando um ar sensual ao quarto. Admirei seus cabelos soltos sob as costas e me deliciei com a visão de sua blusa aberta, exibindo seu abdômen com músculos perfeitos e firmes, a calça um pouco baixa destacava a linha da virilha deixando a imaginação fluir, acabei indo até ele:
            - Ninguém vai chegar até o amanhecer. – Itachi disse, envolvendo seus braços ao redor de mim, me fazendo sentir o seu corpo no meu, na verdade desde que não fossemos interrompidos dessa vez, eu não me importava.
            Concordei com a cabeça, afundando meus dedos em seu cabelo e o beijando com um apetite arrebatador, sentindo suas mãos deslizarem pelo tecido das minhas costas enquanto minhas mãos passeavam pelo seu abdômen.
            Itachi me ergueu em seu colo, colocando me na cama. Eu me pus a observa-lo tirar sua camisa e abandona-la no chão, logo suas mãos foram até as minhas sandálias uma a uma tiveram o mesmo destino de sua peça. Ele voltou a vir para cima de mim, distribuindo beijos pelo meu pescoço e colo, arrancando-me suspiros baixos e contidos.
            Afundei meu rosto em seu pescoço, mordiscando aquele pedaço de pele sentindo seu perfume entranhado em sua pele, enquanto minhas mãos deslizavam pelas suas costas. Minhas pernas enrolaram a sua cintura, minha intimidade roçou em seu membro de maneira involuntária, provocando uma fricção delirante mesmo sob o tecido:
            - Arrg... – O gemido rouco escapou pelos lábios e aquilo me excitou tanto quanto o sorriso malicioso que surgiu em seu rosto.
            Suas mãos puxaram meu vestido para baixo com urgência, me livrando dele com um pouco de dificuldade de tanto que parecia colado ao meu corpo. Usei minhas mãos em um ato débil de esconder os meus seios, Itachi pareceu achar divertido, eu virei meu rosto para o lado não conseguindo fita-lo pela vergonha:
            - Isso foi uma tentativa de impedir de tocar aqui?! – Eu não consegui responder, ele afastou as minhas mãos substituindo pelas dele, acabei comprimindo os gemidos ao senti-lo juntar os meus seios e usar o polegar para acariciar as aréolas deixando meus mamilos enrijecidos com a sensação suave do seu toque na minha pele vulnerável.
            Itachi observava a minha reação com atenção e soltou um sorriso que eu desconfiei, me fazendo voltar a olha-lo enquanto mordia o meu lábio inferior:
            - Hum... Você está tão quieta. – Ele falou em um tom cínico, retirando a minha calcinha. – Se continuar tão tímida, vou começar a encarar isso como um desafio!
            - O que você... – Eu quase consegui me sentar, mas sua mão deslizou pela minha barriga e entre os seios me forçando a deitar novamente com as pernas abertas para ele. Sua mão deslizou na parte interna da minha coxa, impedindo-me de fecha-las novamente ele colocou seu rosto entre elas.
             Agarrei com vontade o lençol da cama, arqueando as costas e erguendo o pescoço enquanto sentia sua boca habilidosa sugando a minha vagina daquela forma tão pungente.  Não importava o quanto eu mordesse os lábios ou quão envergonhada eu pudesse estar os gemidos deleitosos escorregavam pela minha garganta, eu não era capaz de controlar, eu ansiava por mais.
            Meu corpo inteiro estava em um estado febril reagindo com sensibilidade aos estímulos que sua língua me proporcionava. Meu quadril se projetava para frente querendo um pouco mais, começando a se mover em busca de algo que era desconhecido, quando sua boca se afastou com um sorriso vitorioso, eu havia feito mais do que gemer, tinha praticamente enlouquecido com aquela forma nova de prazer e Itachi sabia muito bem disso. Como se para me provocar um pouco mais seus dedos tocaram meu clitóris e meu corpo inteiro se contraiu:
            - Itachi! – Gritei, quase brava e manhosa, quando ele parou de me tocar, ele deu uma risada sensual que me fez arrepiar.
            - Não posso deixar você terminar isso assim. – Disse com experiência passando o polegar nos cantos dos lábios antes de suga-los mostrando que não queria desperdiçar nadinha enquanto mantinha seus olhos negros em mim.  Ele se aproximou e me deu um selinho antes de pé em frente a cama. – Vem cá. – Ele me chamou, engatinhei até ele totalmente viciada e disposta fazer o que ele quisesse, afinal era o que eu queria também.
            Itachi baixou sua calça juntou com a cueca, seu pênis rígido saltou em meu campo de visão, olhei em sua direção de forma insegura:
            - Abra a boca. – Mandou, naquele momento percebi o quanto o meu desejo era latente por isso também, obedeci.
            Ele sorriu como se apreciasse meu jeito tímido, me dando confiança, antes de fazer seu pênis deslizar para dentro da minha boca com cuidado e lentidão. De repente foi como se eu sempre soubesse o que fazer, tomei a liberdade de segura-lo ao abocanhar a sua glande com vontade, sentindo o gosto salgado da sua pele e o seu cheiro natural.
            Suas mãos foram aos meus cabelos e enquanto eu tentava avidamente preencher a minha boca com o máximo possível de sua extensão. Seus dedos enrolavam-se em meu cabelo mediante a urgência que eu sugava seu pênis sem puder nenhum. Ouvir a sua respiração falhando enquanto soltava gemidos, me deixava completamente excitada, encorajando-me a chupa-lo com o máximo de entusiasmo. 
            Eu estava tão envolvida e dedicada que foi uma surpresa ouvir a sua voz:
            - Por mais que eu esteja amando isso... – Ele me interrompeu, fechando os olhos por um momento, eu quase não obedeci eu havia gostado de fazer aquilo ainda mais ao ver sua expressão delirante. – Você gosta de dificultar as coisas para mim. – Comentou e isso me fez dar um sorriso travesso. - Eu não quero mais esperar. – Ele disse me fazendo deitar novamente na cama, meu coração jovem batia acelerado com a expectativa.
            Eu senti o peso do seu corpo contra o meu, acabei abrindo mais as pernas quando senti seu quadril se encaixar entre elas. Seus olhos negros e firmes encontraram os meus, sua mão desceu posicionando seu pênis no lugar certo e eu me contorci de prazer quando o senti roçar em minha vagina umedecida antes de sentir a sua invasão lenta e dolorosa, fechei os olhos com força sentindo-o abrir um caminho apertado:
            - Ah...aí! – Não consegui conter o gemido de dor fazendo um careta pelo desconforto, Itachi não se mexeu imediatamente, eu agradeci mentalmente por isso.
            - Vai passar... – Ele falou para mim, respirando fundo antes de beijar novamente, instigando-me a exercer a confiança que eu tinha nele. Concordei com a cabeça decidida a continuar, que entendeu o recado e terminou de se acomodar por inteiro dentro de mim, acabei gravando minhas unhas nas suas costas em uma tentativa de aguentar sem gemer de dor novamente. – Está tudo bem. – Ele disse de forma carinhosa.
             Meus olhos lacrimejaram por um momento, mas Itachi era paciente e terno, quando assenti novamente ele voltou a movimentar seu pênis em um ritmo vagaroso, meu corpo parecia estar cedendo finalmente. Ao passo que ele aumentava as suas investidas a dor se tornava um incomodo distante:
            - Itachi? – Gemi em seu ouvido sem saber direito o que eu estava pedindo, mas ele entendeu, intensificou as estocadas arrancando de mim suspiros tímidos de quem começava a entender o motivo das pessoas gostarem tanto daquilo.
            - Sim... – Ele sussurrou como se tivesse lido os meus pensamentos, comecei a mover meu quadril acompanhando seu embalo de maneira extintiva. – Porra... – Ele deixou escapar surpreso, deixando a cabeça pender por um momento, aquilo me excitou, não me incomodava, eu continuei fazendo não conseguindo me manter pacifica diante do meu próprio prazer, aos poucos afrouxei o aperto em suas costas, deixando-o me guiar. – Isso Mina... Está uma delícia! – Sussurrava em um tom baixo com uma expressão maliciosa que me desmantelava.
            Eu estava completamente refém do som viciante que a fricção de nossos corpos emitia, os suspiros, os gemidos e o prazer me deixaram sem a noção de quanto tempo havia se passado. Arqueava as costas, roçava a minha perna na dele, entrando naquele transe delirante e intenso de prazer.
             Naquele instante gravei novamente minhas unhas em suas costas, ergui meu quadril movendo-me na busca pela captura daquela sensação afrodisíaca. Revirei os olhos sentindo-me a beira do ápice do meu prazer, meu corpo inteiro estremecia. Itachi soltou um gemido alto seguido de uma investida profunda demais, meus olhos observaram sua expressão de regozijo tendo o cuidado de sair de mim antes de gozar.  Confesso, que eu queria saber o que eu sentiria se tivesse feito isso dentro.
            Eu fiquei em silêncio absorvendo todas aquelas sensações tentando regularizar a minha respiração. Ele permitiu seu corpo cair ao meu lado, com os olhos fechados como se ainda desfrutasse o momento que havíamos acabado de ter. Tomei a liberdade de me aproximar, já que Itachi não tinha feito, sendo bem recebida pelos seus braços, deixei a minha mão vagar pelo seu abdômen.
            Quando ergui o rosto, Itachi olhava para mim, provavelmente pensando naquele bando de coisas que jamais diria nem mesmo sob tortura. Naquele silêncio compartilhado, eu não precisava mais que ele me contasse, eu já sabia:
            - Você é meu. – Ele me olhou surpreso e apreensivo. - Para o meu deleite completei em pensamento, mas não disse, ao invés disso sentindo-me incrivelmente leve, deitei a cabeça em seu peito e fui dormir, deixando-o lutar contra seus demônios.  Quanto mais rápido aceitasse, melhor seria.


Notas Finais


As coisas estão tão boas, seria uma pena se no próximo capitulo algo acontecesse....


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