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História Haru Haru (Dia após dia) - Itachi - Capítulo 8


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Notas do Autor


Oii leitores,
Eu quero dizer que estou muito feliz com a interação de vocês, e se tiverem ideias, sugestões, opiniões pode deixar nos comentários que eu vou amar saber.
Bjs!!

Capítulo 8 - O real significado do desejo


Fanfic / Fanfiction Haru Haru (Dia após dia) - Itachi - Capítulo 8 - O real significado do desejo

A sombra em minha porta simplesmente se afastou, junto com o som dos passos se distanciando de mim. A confusão durou alguns segundos na minha cabeça antes de um suspiro de frustração escapar entre meus lábios.
            Itachi se recusara a me ver.
            Talvez eu o tivesse julgado mal, eu nunca fora capaz de compreendê-lo completamente. Talvez eu apenas o tenha surpreendido no hospital e assim de alguma forma ele se deixou levar pela emoção por um momento. Talvez ele não sentisse por mim, o mesmo que eu sentia por ele.
            Não adiantava criar teorias na minha cabeça, Itachi era alguém difícil de se ler e se antecipar, eu estava sempre errada. De qualquer forma tinha uma missão válida para tratar com ele. Engoli em seco o meu orgulho e deixei o meu quarto, seguindo na direção ao dele.
            Cheguei a colocar a mão na porta para tentar abrir antes de bater, mas notei  que ele não estava sozinho:
            - Você estava tão estranho hoje que eu me perguntei o que tinha de errado. – Uma voz feminina ressoou no quarto. – Olha, eu não invadiria seu espaço assim se eu não tivesse certeza. - Eu deveria ir embora, agora mesmo, mas queria ouvir um pouco mais.
            - Eu não sei do que você está falando. – Itachi respondeu em seu tom calmo habitual.
            - Ah vamos... Eu te conheço bem, você não estava nenhum pouco relaxado, parecia querer uma desculpa para ir embora, meio que você conseguiu uma. – A garota insistiu. – Eu te conheço muito bem. – Acabei mordendo o meu lábio inferior pensativa, do que ela estava falando afinal?
            - Izumi, eu só não estava no clima. – Seu tom não pareceu se alterar, era difícil saber quando estava mentindo, notei que eu mesma não saberia a diferença.
            - Pode me contar a verdade. – Ouvi o som de passos, alguém se aproximava de alguém dentro do quarto. – Eu não vou ir embora tão cedo. – Não consegui distinguir o som que ouvi.
            Será que Itachi tinha uma namorada? Isso nem se quer tinha passado pela minha cabeça, eu era realmente muito ingênua! Sasuke me dissera isso muitas vezes antes dessa missão, eu não era tão boa quanto achei que fosse com sentimentos, eu era melhor como kunoichi.
            Voltei para o meu quarto e afundei minha cabeça no travesseiro. Mesmo sem nenhum direito lógico, eu estava morrendo de ciúmes, eu não queria nem pensar no que poderia estar acontecendo Ceús! Eu o queria para mim! Mas aquela altura eu não me iludia de imaginar o que ele queria.
            Alguns minutos depois a porta que eu não havia trancado, a primeira vez de proposito para que alguém pudesse entrar e a segunda por puro esquecimento se abriu. Eu me sentei na cama levemente contrariada, tentando ser o mais objetiva possível, eu também estava numa missão para salvar a mim mesma, independente do que eu sentia:
            - Podemos começar do inicio? – Ele perguntou, ergui uma sobrancelha sem entender o que ele queria dizer. – Como foi parar num hospital aqui?
            - Ah... – Fiz um sinal para que ele se sentasse próximo a mim. – Eu usei o ryokugan o Sasuke descobriu uma habilidade que me ajudou a chegar aqui, mas eu me esgotei. Sabe como é tchauzinho chakra! – Suspirei.
            - Você teve sorte, Kakashi te encontrou, ainda estava longe da aldeia, podia ter sido muito perigoso. – Explicou, mantendo seus olhos negros e analíticos em mim. – Contou para o Sasuke sobre mim?
            - O que eu contaria? Eu não sabia nada sobre você, acho que eu não sei muito até hoje. – Eu disse em tom irritadiço e a expressão de Itachi não se alterou nenhum um pouquinho com a minha alfineta, ele era o rei do autocontrole pelo visto. – Não é a primeira vez que Kakashi me salva, eu bem que pensei tê-lo visto, preciso agradecê-lo. – Dei um sorriso genuíno.
            - Ele não vai lembrar de você.  – Alertou.
            – Relaxa, eu sei que ele não vai saber de mim, nesse exato momento, mas eu preciso conhece-lo de qualquer forma. – Eu disse com convicção. – Ele me ajudou a chegar até aqui também.
            - Sua missão? O que é? – Ele perguntou, usando um golpe baixo de colocar a mão em minha cintura, o simples toque provocou um arrepio, mas eu me afastei.
            - Eu não posso te contar, você tem potencial suficiente para estragar ela. – Disse com satisfação, ele me encarou quase ofendido. – Mas isso não quer dizer que eu não precise da sua ajuda, mas vai ter que confiar em mim. – Ele tirou a mão me olhando intrigado. – Se não confiar em mim. – Lembrei da tal de Izumi. – Então confie no seu irmão, ele é um hokage das sombras e tudo isso foi algo que ele planejou.
            Eu esperei alguns segundos para Itachi pensasse nas informações, eu não havia dito muito, mas eu precisava pensar o que eu poderia ou não revelar:
            - Eu tenho que me aproximar do Shisui, o ninja que nos abordou hoje! – Continuei. – Eu preciso garantir a segurança dele com isso você pode me ajudar.
            - Esteja pronta a noite. – Ele concordou finalmente. – Escuta, digamos que é um evento privado aos... jovens?! – Era impressão minha ou ele estava um pouco constrangido.
            - Tipo uma social? – Perguntei animada com a ideia, interessante, nunca que eu ia imaginar que tinha esse tipo de coisa em Konoha.
            - Social? Um clube, eu acho.  – Ele não conhecia o termo “Social”, tudo bem fazia sentido era algo da minha época. – Enfim... Eu preferia que você não fosse, mas se tem que se aproximar dele, é o melhor jeito.
            - Eu te agradeço por isso. – Falei, sua mão veio em direção ao meu rosto, mas antes que chegasse em mim, eu me levantei e abri a porta para  que ele entendesse que era hora de sair.
            Itachi demorou alguns segundos para se levantar eu quase pensei que tinha visto, ele ficou sério e seus olhos frios quase me fizeram tremer, essas mudanças dele me provocavam um arrepio, principalmente porque eu não sabia se tinha passado do limite. Eu odiaria ser seu inimigo, mas como mulher adoraria ser dominada por ele.
            A aproximação veio por trás, eu pude sentir o calor de seu corpo próximo ao meu, a sua respiração contra meu pescoço provocando aqueles arrepios em minha pele. Usou a mão para fechar a porta no mesmo instante que depositou um beijo em meu pescoço.
            Eu fiquei sem ação completamente surpresa e incapaz de falar nada:
            - Acha mesmo que eu não ia saber que você estava na porta do meu quarto ouvindo a minha conversa? – Ele perguntou em meu ouvido fazendo todos os meus pelos se eriçarem, mesmo que o conteúdo em questão fosse vergonhoso, parecia que eu era sempre transparente quando se tratava de esconder algo de um Uchiha.
            Seus braços envolveram a minha cintura e me fizeram virar de volta para ele. No segundo seguinte meus pulsos estavam presos na altura da minha cabeça contra a própria porta com firmeza, eu fitava o chão envergonhada demais para levantar o rosto, eu nunca havia ficado naquela situação de maneira tão sexual antes.
            Itachi soltou um suspiro:
            - Mina, olhe para mim. – Ele mandou sem se altera, timidamente subi meu olhar, sentindo uma ansiedade esquisita. - Se eu quisesse evitar o seu beijo, teria evitado. Se quisesse evitar o seu toque eu também teria feito. – Sua voz firme e seu olhar incisivo me impediam de desobedecer, era esquisito aquela situação estar me excitando?
            Ele inclinou um pouco a sua cabeça em minha direção, seus lábios roçaram os meus, quase fui busca-los pela ansiedade e vontade, querendo antecipar o beijo. Ele deu um sorriso de satisfação antes de finalmente permitir que nos tocássemos.
            O beijo começou lento e foi se aprofundado em um ritmo ditado por ele. Sua língua ganhou espaço em minha boca, entrelaçando-se com a minha de uma forma sensual e confiante. Um deleite que me obrigava a ceder a sua doçura e intensidade quase torturante quando seus lábios ousavam se afastar poucos centímetros apenas para me fazer querer mais.
            Itachi sabia o que estava fazendo, quase como uma punição pela minha irritabilidade frágil. Meus dedos se agitavam querendo se desprender do seu domínio de maneira quase involuntária e como resposta ele apertou meu pulso um pouco mais para me mostrar que era ele quem mandava. Soltei um gemido que foi recolhido quando sua boca voltou a se chocar contra a minha, não havia nada de delicado naquele beijo, era faminto e cheio de luxuria.
            Ele permitiu que eu sentisse o seu volume rígido na calça que usava, eu me senti louca para livra-lo dela! Principalmente sentindo-o contra mim daquela forma. Outro gemido meu escapou sendo abafado pelos seus lábios novamente quando a minha excitação sobrepôs a minha timidez:
            - Você precisa aprender a confiar em mim, Mina. – Itachi disse em um tom baixo e autoritário, sempre que ele pronunciava meu nome desse jeito eu sentia que ia me desfazer, mordi o lábio inferior com força, sabia que estava me provocando, nunca tinha visto esse seu lado tão controlador, mas estava amando cada segundo.
            - Eu confio... – Minha voz saiu falhada, ele me deixava inebriada, o primeiro beijo não se comparava as sensações que eu sentira ali, eu falaria qualquer coisa para continuar, eu precisava de mais.
            A resposta pareceu agrada-lo, soltou meu pulsos e trancou a porta. Itachi sentou-se na cama, eu não consegui segui-lo imediatamente o receio me pegou por um momento, mas isso só durou até ver sua mão estendida para mim, me chamando:
            - Não me deixe esperando. – A doçura em sua voz me convenceu, aceitei o convite.  - Eu gostaria de te ver. – Reunindo toda a coragem que eu poderia ter em mim, baixei as alças da minha camisola e deixei que caíssem aos meus pés, eu percebi que o que mais me assustava era não ter duvida nenhuma.
            Eu necessitava que Itachi me fizesse dele.
            Os seus olhos passavam cuidadosamente pelo meu corpo como se eu fosse a primeira e única mulher no mundo que ele estivesse vendo. Demorou alguns segundos até que sua mão me conduzisse ao seu colo para mais um beijo daqueles que me deixavam sem ar. A mão livre, passeava em minhas coxas nuas, enquanto eu me sentia hipnotizada pelo seu aroma e a nossa aproximação:
            - É o que você quer? – Ele perguntou, eu não esperava que precisasse dizer, então como resposta o ajudei a se livrar daquela blusa, assim que consegui, sorrateiramente libertei seus cabelos do rabo de cabelo, eu sempre fora louca para fazer isso.
            - Você ainda não entendeu? Eu sou sua. – Falei em seu ouvido ignorando a ansiedade e nervosismo que estava sentindo. – Faça o que desejar.
            Itachi começou a distribuir beijos pelo meu pescoço e colo, tê-lo em minha pele era algo impossível de se acostumar. Eu mordi o lábio com força não querendo fazer barulho, quando senti sua boca abocanhar os meus seios.
            Eu nunca havia sido tão intimamente tocada minhas mãos pareciam sem saber o que fazer além de agarrarem o lençol atrás de mim, deixei a cabeça pender ao sentir seu dente roçar em meu mamilo, era impossível ficar calada!  Acabei fechando mais as minhas pernas, como se isso pudesse conter a minha lubrificação que nunca havia acontecido com tanta intensidade:
            - Abra as pernas Mina. – Ele mandou, sua mão passeou até a minha coxa até deslizar para a parte interna, eu obedeci.
            - Ah! – Gemi involuntariamente ao sentir seus dedos em contato com a minha intimidade pela, mesmo sob a calcinha, minha excitação parecia encharcar o tecido enquanto seu toque explorava aquela área tão sensível.
            - Silêncio! – Mandou quando meus gemidos se excederam, mordi o lábio inferior com força, era uma situação impossível, quanto mais eu não podia fazer barulho, mas eu desejava poder...
            Afundei meu rosto em seu pescoço para conter os gemidos somente para ele, cravando as unhas em suas costas como forma de extravasar enquanto seus dedos habilidosos me acariciavam daquele jeito atiçador. Itachi enfim se livrou da minha calcinha, eu queria livra-lo da sua calça também, mas estava tão extasiada que não sabia como pedir isso quando seus dedos voltaram a me tocar.
            Eu era capaz de sentir o seu volume rígido contra minhas nádegas, só conseguia pensar em ter toda aquela extensão dentro de mim. Comecei a mexer os quadris de acordo com o estimulo que eu estava ganhando, o gemido rouco que eu recebi de Itachi foi libidinoso.
            Eu me sentia dominada pela sensação ao mesmo tempo que eu me viciava nela, eu precisava tê-lo essa noite ou eu poderia ficar louca. Nunca imaginei que um ser humano pudesse sentir esse misto de sensações.  - Eu preciso te sentir dentro de mim. – Eu pensava.  - Eu preciso que você foda comigo até o sol raiar! – A veracidade da minha angústia me atingiu em cheio.
            - Por favor... Eu... – Eu estava gemendo em seu ouvido, a sua mão livre subiu até meus lábios, roçando o dedo nele, eu o abocanhei, chupando com apetite para mostrar tudo o que eu gostaria de fazer com ele se ele deixasse. – Eu fazia questão de fita-lo.
            - Mina... Eu sei que está tarde, mas eu preciso falar com você. – Eu gelei quando escutei a voz de Fugako me chamando na porta.
            Itachi e eu trocamos olhares preocupados, eu não conseguia acreditar que aquilo estava acontecendo! Ele foi obrigado a tirar as mãos de mim e eu apenas coloquei meu vestido por cima, precisávamos ser rápidos e cautelosos para que Fugako não percebesse que tinha alguém no quarto comigo.
            - Só um minuto. – Eu pedi tentando parecer normal me aproximando da porta.
            Itachi recolhera suas coisas e fez um sinal de que sairia pela janela, olhei para ele antes para ter certeza que eu já poderia abrir a porta.
            Ah céus! Eu não queria que ele fosse, o olhei triste se afastar pela janela, podia ter me dado pelo menos mais um beijo antes de ir.
            O que eu estava falando? Estava louca! Só podíamos estar loucos de fazer isso aqui. Mas o que Fugako queria comigo essa hora? Eu estava entre a frustração e raiva por não poder continuar e o medo de ser descoberta:
            - Como posso ajudar? – Perguntei assim que abri a porta para o líder do clã Uchiha.
           
 
 

 



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