História Hate - Capítulo 1


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Categorias Histórias Originais
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Palavras 518
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 12 ANOS
Gêneros: Lírica, Romance e Novela

Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


Momento de inspiração adicionado a sentimentos diversos resultaram nisso.

Boa leitura.

Capítulo 1 - Hate


Ódio é: um enorme monstro.


Um monstro que dorme na sua alma e espera a chance para mostrar seus grandes e afiados caninos. Há situações em que ele se adapta, vai mais para o profundo oceano, que é sua alma, e começa a se reproduzir, se alimenta e aos poucos destrói; rancor.


Nem sempre a felicidade consegue derrotar ele, tendo como fim, sendo derrotada e afastando seu aliados.


As pessoas a sua volta não te querem mais por perto, você emite vibrações ruins, todos seus demônios começam a te visitar com mais frequência, te sugando nutrientes e barrando o amor. Agora você está frio, como as águas no inverno. Ninguém nem mesmo se aproxima.


Você não consegue entender, será as palavras cruéis que soltou na roda de amigos? Talvez, os pensamentos maldosos e boatos mal intencionados. Como todo curioso, você decide investigar, pega sua lanterna depois de um dia cheio, veste seu casaco quente por causa do vento frio e caminha até a beira da praia, analisa com cuidado, tens medo de molhar o pé, e percebe que alguma coisa, lá perto da linha do horizonte, passeia. Mas, por causa da escuridão da noite, que é pouco iluminada pelo farol distante, você não entende o que é, então decide molhar  só até metade da parte inferior da perna, caminha mais um pouco e percebe as gotas já chegarem no joelho, coxa, cintura e quando decidiu voltar por já ter água até o pescoço a terra já estava tão longe.


Aquela coisa não nadava longe, agora, passava por sua volta encostando sua gosmenta e gelada parte em você. Sente o corpo estremecer e se arrepende por ter deixado sua cama nessa noite, mas não desiste. Prende a respiração e se afunda por completo. Sua lanterna iluminava apenas dois palmos a frente, nada mais. Você agora sentia medo, muito medo. Como a água que você via todos dias se tornou tão… medonha? Ou ela sempre foi assim?


Você então percebe que isso foi apenas culpa sua. Você não quis ver, você permitiu que tudo se tornasse como é. Desesperado, busca por ar, nada até a superfície com dificuldade, algo está agarrado ao seus pés, ainda sente ódio. Você quer mudar, mas o sentimento persiste, ora, achou tão injusto; achava certo se sentir irado, mas deixou esse sentimento tomar você. Deixou ele te destruir.


O pulmão dói, começa a achar que não vai conseguir, os dedos das mãos começam a congelar por causa do frio e mal sente suas pernas. As lágrimas se misturam com a água escura e seus movimentos pouco a pouco deixam de ter energia. Você pensa em se entregar, mas tem medo.


Tentou de novo, nadou mais forte e mesmo com o pouquinho de sucesso adquirido dessa repentina motivação você  sorriu, ainda tinha chances. O céu mostrava algumas estrelas, elas não estavam ali antes. Você respirava assustado, mas contente. Viu alguém bem longe acenar para você de lá da areia. Não se via o rosto, mas era uma sensação tão boa em saber que alguém ainda não tinha desistido de você quando você mesmo estava a um passo de fazer isso.




Notas Finais


Obrigada se leu até aqui.


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