História Hate - Capítulo 31


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Categorias Novas Espécies
Personagens Fury, Justice, Personagens Originais, Slade, Tiger, Valiant
Tags Berseker, Ficção Cientifica, Hot, Romance
Visualizações 51
Palavras 1.524
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Comédia, Drama (Tragédia), Ficção, Ficção Científica, Hentai, Literatura Feminina, Luta, Mistério, Romance e Novela, Saga, Shoujo (Romântico), Survival, Suspense, Terror e Horror, Violência
Avisos: Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sexo, Spoilers, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Mais um meme pra vcs

Capítulo 31 - Capítulo 30


Fanfic / Fanfiction Hate - Capítulo 31 - Capítulo 30

-Então, eu digo a Justice que está tudo bem? – Breeze perguntou quando alcançou Luci.

-Tudo ótimo. Agora o Hate é da família humana também. Da minha família. Pode dizer isso a ele. Eu acho que irá entender.

-Tudo bem. Falou bem Hate.

-Falei? – Virou a cabeça fazendo uma cara confusa, não entendendo o que Breeze quis dizer.

-Foi o que você disse que convenceu os pais dela.

-Foi? Só disse o que aconteceu. Luci é que já tinha dito tudo.

-Você foi maravilhoso, como sempre, grandão – Recebeu um abraço apertado e a trouxe mais para cima de seu corpo para que pudesse encaixar seu nariz na curva de seu pescoço.

-Então está tudo bem agora? Seu pai me perdoou?

-Sim grandão. Está tudo bem. Tudo resolvido.

-Nem tudo.

-Como assim?

-Você disse aos seus pais que logo iriamos nos casar, então vamos logo resolver isso! - Luci fez uma cara surpresa, mas animada - Tiger, onde o advogado fica?

-Pega um telefone novo no prédio de suprimentos e pergunte por ele. Vão te dizer algum lugar para você esperar por ele.

-Então vamos – Foi a levando para o prédio de suprimentos.

-Mas acho que vou precisar dos meus documentos, grandão.

-Você tem registro na reserva por ser uma funcionária, Luci. Podem pegar tudo pelo computador.

-Ah, é verdade. Obrigado Josh.

-Hate, você fez o pedido ou só está dizendo que vão casar e pronto?

-Josh, não o confunda! Nós dois concordamos com isso. Ele não tem que pedir nada. Se bem que fui eu quem te pedi em casamento, não foi grandão?!

-Foi mesmo.

-Mulher moderna!

-Sou dessas.

-Mas ele tem razão – Colocou Luci no chão, se ajoelhando a sua frente. Mesmo de joelhos era quase do tamanho dela – Quer se casar comigo minha pequena? – Abriu um grande sorriso, o abraçando apertado.

-É claro que quero meu grandão. Já iria passar o resto da vida contigo de qualquer forma. Esposa, noiva, namorada... Títulos a parte. O que importa é que sou sua – Hate abriu um enorme sorriso, a beijando antes de se colocar de pé.

-Mas te apresentar como minha esposa para os outros de sua espécie, mostra muito bem que não devem mexer com você – Luci notou seu tom enojado quando disse “outros de sua espécie”. Lamentava por isso, mas não o culpava. Ela mesma tinha nojo e raiva da própria espécie as vezes.

-Isso é verdade. Mas nem vamos sair da reserva, não precisaremos provar nada a ninguém. Mas usar uma aliança com o seu nome será uma honra.

-Com o meu nome?

-Sim. Por dentro. A que eu usar terá seu nome e a que você usar terá o meu. Aliás, qual o seu sobrenome grandão? Também é North?

-Justice nos ofereceu este sobrenome, sim. Mas não sei se quero me chamar North como todos.

-Por que não? – Breeze quis saber.

-Eu sou... Diferente. Eu e Snow. Fomos marcados de outra forma. Não como vocês em laboratórios – Breeze o olhou com olhos mareados. Sabia do que ele estava falando. Já tinha ouvido das mulheres que foram para Homerland, e também viu como elas ficaram agitadas quando Ellie comentou sobre o maior dos Espécies que já tinha visto.

Ouviu como Hate era nas gaiolas e nas lutas, e se surpreendeu por estar sendo tão receptivo com ela. Pelo que contaram, imaginava que seria brutalmente espancada por ele até que não conseguisse mais se levantar, e talvez rasgada e mordida, como se realmente um urso tivesse a atacado. Estava pronta para fugir dele, embora tivesse ouvido dos Oficiais que ele estava mais “manso” perto de Luci. Espécies as vezes mordiam quando lutavam, mas normalmente reagiam com socos. Mas não Hate, e Snow, e as fêmeas que estavam com eles no navio. Eles tinham mais traços animais, e foram influenciados a usa-los. Notou que as unhas de Hate eram um tanto maiores do que de qualquer Espécie da floresta, duras e quase redondas, assim como sua mão era mais arredondada e “fofa”. Se perguntou como uma fêmea humana não se incomodava com isso, porque ela mesma se sentiu um pouco incomodada.

-Atlantic.

-O que?

-Um sobrenome para você. Te encontramos no oceano Atlântico.

-Atlantic... Gostei. Hate Atlantic.

-Mas e as mulheres que foram para Homerland? Aceitaram o sobrenome North? – Luci perguntou

-Sabe que não comentamos disso... Irei perguntar a elas.

-E como elas estão? – Hate quis saber.

-Estão se adaptando. Ainda são muito ariscas, e tem implicado um pouco com as fêmeas presente.

-Por que?

-O que são fêmeas presente?

-São algumas de nós que foram misturadas a animais domésticos para serem mais submissas, dadas de presente aos grandes financiadores da Mercile – Hate explica – São pequenas como humanas, e burras, eu diria.

-Não fale assim delas! – Breeze rosnou estas palavras.

-Deveriam ter tentado rasgar os humanos quando tiveram chance – Rosnou de volta.

-Hate, meu lindo, não fale assim. Depois te explicarei sobre a síndrome de Estocolmo e você irá entender. Não é culpa delas. É algo que acontece na cabeça. Os neurônios ficam confusos...

-Uma doença?

-Pode-se dizer que sim.

-Entendi. Então desculpe ter falado assim delas – Breeze pareceu surpresa, mas ainda chateada.

-E se elas não existiam em documentos, faziam todo tipo de barbáries com elas – Josh suspira em pesar – Por Deus, eu lamento muito por elas. Ser humano é um lixo mesmo... Mas por que isso não foi a público? Essa barbárie precisa ser punida!

-Ainda estamos as encontrando. Este conhecimento é completamente restrito aos funcionários mais confiáveis.

-Eles são confiáveis – Josh e Luci sorriram com o que Hate disse.

-E se soubessem que estão as procurando, as matariam – Luci entende, fechando forte os olhos, com o coração apertado pelo que tantas delas ainda devem sofrer. Josh também pensou o mesmo, passando as mãos por suas tranças, quase em um desespero silencioso – Gostaria de conhecer uma pessoalmente e lhes dar um enorme abraço e um pedido de desculpas por fazer parte de uma espécie tão nojenta.

-Hate disse que se parecem com humanas, mas da para as confundir com uma mulher comum? Vocês Espécies tem traços bem marcantes... – Josh perguntou tentando afastar o pensamento de pequenas mulheres indefesas sendo abusadas de todas as formas por tanto tempo.

-Eu diria que não. Tem menos traços que nós, são pequenas, mas ainda são Novas Espécies. Basta olhar com atenção. 

-E qual é o problema com as fêmeas que resgatamos?

-As fêmeas que vocês resgataram demoraram uns 2 meses para entender que Ellie não as machucaria, e mais 2 para permitir que ela se aproximasse e conversasse com elas. Entenderam que existem humanos bons e ruins. Mas Ellie não recua quando elas rosnam ou olham feio para ela, as fêmeas presente sim. E elas rosnam ainda mais.

-Não fazem por mal – Os 3 olham para Hate – Quando tínhamos medo, nós atacávamos. Para nos defender. Elas sabem que Ellie está com medo, pelo cheiro, mas ela não demonstra, o que quer dizer que ela não vai atacar. Já as outras pequenas fêmeas ficam acuadas, e elas esperam que elas ataquem em algum momento. Estão mostrando dominação. Querem impor respeito. Mostrar que são mais fortes.

-Como um alfa?! – Josh pergunta.

-Não exatamente, mas pode-se dizer assim. Mostrávamos essa dominação nas gaiolas, para que só precisássemos brigar quando nos obrigavam a brigar. Assim, quando era preciso demonstrar alguma força, como quando serviam a comida ou nos davam algum cobertor, um rosnado bastava. Nunca tinha para todos – Os 3 trocaram olhares solidários – Nem se atrevam a me olhar com alguma pena! Eu não sou fraco!

-Com certeza é a criatura mais forte que já conheci meu grandão – Lhe beijou a mão, o fazendo sorrir com o que disse.

Só sendo incrivelmente forte para aguentar tudo isso; Pensou consigo mesma.

-Obrigada por explicar Hate. Vai ser bem mais fácil fazer elas se entenderem agora.

-Só tente mostrar a elas que não precisam de nada disso. Não precisam competir por mais nada.

-Não precisam mais ter medo – Hate reforçou. Luci passou um dos braços em volta dele para ficarem mais juntos.

Chegaram ao prédio de suprimentos, onde iria pegar outro telefone para sua casa.

-Bem, vou voltar para o laboratório. Aquelas amostras não vão se avaliar sozinhas. Até mais Luci. Até mais Hate.

-Até mais Josh.

-Vou com você. Preciso dizer como está indo lá para o Justice também.

-Vamos. Vai ser ótimo ter sua companhia – Seguiram lado a lado, embora estivessem um tanto distantes demais um do outro - Ei, Breeze, juro que sou um macho humano legal. Gostaria de ser minha amiga? Ellie falou de você.

-E você conseguiu falar com a Ellie sem que Fury rosnasse?

-É que conversamos a alguns metros de distância e eu já estou me acostumando a rosnados. E Justice estava presente, então quando eu ficava com medo de Fury, eu só me escondia atrás dele – Breeze sorriu. Realmente Josh parecia um bom homem. Medroso, mas ainda assim, bom. E pareceu querer fazer amizade de verdade, e não ter alguma forma de se aproximar para depois tentar corteja-la.

-Eu gostaria de ser sua amiga. Ainda não fiz amizade com um macho humano.

-Vou tentar ser um ótimo amigo então – O seguiu até os laboratórios.



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