História Hate me... - Capítulo 1


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Categorias Histórias Originais
Personagens Personagens Originais
Tags Drama, Historia Original, Romance
Visualizações 6
Palavras 1.693
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Drama (Tragédia), Famí­lia, Festa, Ficção Adolescente, Hentai, Musical (Songfic), Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Terror e Horror, Violência
Avisos: Álcool, Estupro, Heterossexualidade, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


Estou me dedicando não só a essa como outras fanfics.
Vou ver os dias que posso postar.
Espero que gostem ❤

Capítulo 1 - Primeiro Capítulo.


Fanfic / Fanfiction Hate me... - Capítulo 1 - Primeiro Capítulo.

Scarlett Moongstar pov's on. 

 "Bom dia..." Mostrei o caderninho onde eu escrevia as coisas. Era assim desde meus 5 anos, quando minha mãe se suicidou na minha frente. 

Até hoje me lembro de tudo e sinto que sou culpada, na verdade... Todos me culpam, então eu decidi me isolar de tudo e todos, assim ninguém escutaria minha voz. Hoje, eu tenho 18 anos e começarei as aulas numa Universidade. A UCLA, onde sempre sonhei estudar. 

Guardei o caderninho na mochila ao ver que meu pai não me respondia, no meu rosto se formou um sorriso melancólico. Joguei a mochila no ombro, abri a porta de casa e saí rumo a Universidade.

{...}

 Já havia chegado, nesse momento... Estou eu, na frente de toda turma me apresentando. Peguei o caderninho e abri em uma folha limpa. Escrevi: "Olá... Me chame Scarlett e apenas me ignorem." Mostrei para turma e virei a página mostrando a seguinte mensagem: "Não sou muda ou surda... Apenas tenho trauma da minha voz." Eu menti um pouco, mas meus planos era me formar sem ser notada... Eu sei que recebi olhares de desprezo enquanto caminhei até o Fundo da sala e me sentei na última cadeira longe de todos. 

 {...}

 Bateu o sinal do intervalo e eu me levantei da cadeira. Peguei meu celular e meu fone de ouvido, conectei no celular e coloquei em uma música quaisquer. Ao sair da sala, colocaram o pé para eu cair... Mas, estava tão acostumada que desviei e segui meu caminho sem rumo. 

 Nós, seres humanos... Somos falhos. Alguns, só querem atenção, já outros, querem viver a vida sem interrupções. Já eu, era a pessoa que não sabia o que fazer da vida. Nada mais fazia sentido para mim, admito que tentei me suicidar... Mas, nunca deu certo. Infelizmente. 

 Quando afastei meus pensamentos, percebi estar no refeitório. Me sentei na última mesa onde não havia ninguém e peguei meu lindo caderninho. Estava fazendo muito sol, eu estava torrando dentro daquele moletom... Mas, o costume me fez esquecer e apenas focar no desenho que iria fazer. 

 Estava tão concentrada no meu desenho que nem reparei que o sinal tocou. Me levantei e destaquei a folha do caderno, dobrei o desenho que fiz... Eu havia desenhado a minha mãe. Mesmo ela me culpando pelo seu suicídio, eu a amava. Acima de tudo, ainda era a minha mãe. 

 Deixei uma lágrima solitária escorrer pelo rosto e a limpei. Entrei na sala e me sentei no meu lugar, o professor estava demorando de chegar. Vi um grupo de alunos entrar na sala e se sentarem na minha frente, tirei a folha dobrada do bolso e abri a mesma. 

Em meus lábios se formaram um sorriso melancólico. Foi assim que aprendi a sorrir. Expressar felicidade e fazer todos acharem que sou a pessoa mais feliz do mundo, era o mínimo que eu poderia fazer por ter feito minha mãe se suicidar. -Ei coisa... -Senti me cutucarem e olhei para frente dando de cara com um belo par de olhos azuis. Dobrei desajeitadamente o desenho e escondi na palma da mão. 

-Você é garoto ou garota? -Perguntou uma voz grossa e rouca. Olhei para o dono da voz, peguei o caderninho e escrevi: "Sou apenas uma pessoa. Por favor, me deixa em paz." Mostrei a ele que ficou surpreso. -Você... Tem problemas de audição? -Insistiu em pertubar minha pessoa. Que saco, só quero ficar sozinha. Para as pessoas me deixarem em paz eu teria que as tratá-las mal? Trinquei o maxilar e guardei o caderninho. 

 Resolvi ignorar aquele ser sentado na minha frente que me encarava junto a outras pessoas. Peguei uma folha de caderno e um lápis. Fiz riscos que aos poucos de tornaram o rosto da minha mãe sorrindo, ela era como um anjo. Rosto delicado, olhos verdes como esmeraldas, como digno de uma mulher trabalhadora e uma voz... Aaah, a sua voz era calma como um bom suco de maracujá. 

 Terminei meu desenho e fiquei encarando o mesmo, senti olhares sobre mim e fechei os olhos respirando fundo. -Quem é essa mulher? -Perguntou uma garota ruiva, muito bonita por sinal. Escrevi ao lado do desenho: "Minha mãe..." Mostrei a ela que ficou me olhando e olhando o desenho. Ela deveria conhecer minha mãe... A famosa cantora que se suicidou sem deixar o porque de ter feito isso. -Olha... Nós só queremos ser seus amigos. Mas, se não quiser entenderemos. -Falou a ruiva. 

Joguei a cabeça para trás esquecendo totalmente o capuz, quando senti ele escorregando segurei e respirei fundo. Essa foi por pouco. Gente, cadê esse maldito professor. -Atenção alunos, o professor teve problemas e não poderá vir hoje. -Ouvi uma voz feminina pelo rádio que ecoou por toda sala. Ouvi vários xingamentos e ri baixinho. -Peço que dirijam-se a sala de artes.

 Peguei minha mochila e segui os alunos que iam em direção a sala de artes. Achei a mesma e entrei me deparando com uma enorme sala com mesas duplas. Uau, parecia a sala de cinema da minha casa. Sentei no fundão da sala e fiquei observando quem chegava. Olhei para porta e vi um garoto alto me encarar... Eu conhecia ele de algum lugar, mas não me lembrava de onde. 

 Eu estou com tanta preguiça de pensar que esqueci completamente que tinha gente me encarando, entrou uma mulher na sala que denominei ser a professora de artes. -Bom alunos, como o professor de filosofia não veio hoje, resolvi juntar as turmas de artes e psicologia para testarem suas o artes artísticas. -Falou e eu revirei os olhos. Que chatoooo, não vou desenhar para ninguém. -Valerá ponto e quem fizer o melhor desenho, estará concorrendo uma viagem a Paris. -Huh, parece legal. -São apenas dois competidores... Então quem estiver interessado ou quiser indicar, escreva em um papel e coloque dentro desta caixinha. Vi vários alunos se levantarem. Estava perdida em meios de pensamentos até que vi a professora me olhar. 

A encarei desentendida, vi ela me chamar com a mão. Fui até lá e parei em sua frente. Merda... Esqueci o caderninho de falas, e agora? -Eu sei que você sabe falar. -A professora me lançou um olhar diabólico. Que medo, mulher parece ser louca. -Então... Como uma boa professora, quero que você cante para nós. 

 Arregalei os olhos e senti que meu mundo estava virando que cabeça para baixo. Assenti com a cabeça e escolhi uma música de minha mãe. Fazia anos que eu não cantava, espero que minha voz não esteja tão enferrujada. 

Nem eu sei como é minha voz, imagine. Peguei o microfone e respirei fundo. Liguei o mesmo e ainda receosa comecei a cantar;

 "He says: Save me, save me 

She says: Maybe, maybe 

She starts to turn away when he says" 

 (Ele diz: Salve-me, salve-me 

Ela diz: Talvez, talvez 

Ela começa a se afastar quando ele diz) 

 "Hate me, break me

 Let me feel as hurt as you

 Push me, crush me

 But promise me you'll never let us go" 

 (Me odeie, me quebre 

Deixe-me sentir tão machucado quanto você 

Empurre-me, esmague-me 

Mas me prometa que nunca vai nos deixar ir) 

 "Hate me, break me 

Then save me, save me 

Push me, crush me 

Then save me, save me" 

 (Me odeie, me quebre

 Então me salve, me salve

 Me empurre, me esmague 

Então me salve, me salve) 

 "She stops walking, walking He stops falling, falling He looks her in the eyes and he says" 

 (Ela para de andar, andar Ele para de cair, cair Ele a olha nos olhos e diz)

 "Hate me, break me Let me feel as hurt as you Push me, crush me But promise me you'll never let us go"

 (Me odeie, me quebre

 Deixe-me sentir tão machucado quanto você 

Empurre-me, me esmague mas me prometa que nunca vai nos deixar ir)

 "Hate me, break me

 Then save me, save me 

Push me, crush me 

Then save me, save me"

 (Me odeie, me quebre 

Então me salve, me salve 

Me empurre, me esmague

 Então me salve, me salve) 

 "Hate me, break me 

Then save me, save me 

Push me, crush me

 Then save me, save me" 

 (Me odeie, me quebre 

Então me salve, me salve 

Me empurre, me esmague 

Então me salve, me salve)

Por que?  Por que eu não escutava minha própria voz?  O que esta acontecendo?  

 "He says: Save me, save me 

She says: Maybe, maybe" 

 (Ele diz: Me salve, me salve

 Ela diz: Talvez, talvez) 

 "He says" 

 (Ele diz)

Dei uma rápida espiada e vi que todos me olhavam encantados com a minha voz. Ela era tão boa assim? Nossa...  Pelo menos isso herdei da mamãe. 

 "Hate me, break me 

Let me feel as hurt as you 

Push me, crush me

 But promise me you'll never let us go"

 (Me odeie, me quebre 

Deixe-me sentir tão machucado quanto você 

Empurre-me, me esmague mas me prometa que nunca vai nos deixar ir) 

 "Hate me, break me 

Let me feel as hurt as you 

Push me, crush me

 But promise me you'll never let us go"

 (Me odeie, me quebre

 Deixe-me sentir tão machucado quanto você 

Empurre-me, me esmague mas me prometa que nunca vai nos deixar ir)

 "Never let us go" 

(Nunca vai nos deixar ir) 

 Terminei de cantar e abri os olhos. Todos me encaravam surpresos. Eu entendia, mas eu não escutava a minha voz... Essa é a minha maldição. Só poderei escutar minha própria voz quando alguém que eu me apaixonei sinta o mesmo por mim. Isso seria meio impossível. 

Já que eu tive um relacionamento dos meus 12 até os 15 anos e ele me traiu com quem dizia ser minha melhor amiga. Infelizmente ainda amo ele. Mas, esse é o preço que eu pago por ser a causa da morte de minha mãe. -Uau... -Foi o único som que saiu da boca da professora de artes. -Você poderia seguir a carreira de cantora... O que acha do show de... 

 -Não estou interessada. -Falei a interrompendo, mas... Eu não ouvia nada que eu mesma pronunciava. 

Voltei para meu local de onde nunca deveria ter saído e fiquei encarando o vazio. Recebi vários aplausos. Mas, quem disse que eu ligava?  Só quero dormir... 

 Continua...? 


Notas Finais


Espero que tenham gostado deste capítulo.
Não deu para escrever muito já que estou fazendo pelo celular.
Mas, quando eu pegar meu not, prometo postar um pouco maior


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