História Hate Me - Capítulo 3


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Categorias Histórias Originais
Personagens Personagens Originais
Tags Countryhumans, Lemon, Rusame, Rússia X América, Yaoi
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Palavras 2.104
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Drama (Tragédia), Festa, Ficção, Lemon, LGBT, Romance e Novela, Violência, Yaoi (Gay)
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Drogas, Estupro, Heterossexualidade, Homossexualidade, Incesto, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sexo, Suicídio, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


ai sinceramente esse foi o que cap que eu mais gostei de fazer 😊
boa leitura e até as notas finais!
AAAAA MUITO MAS MUITO MESMO OBRIGADA PELOS 30 FAVS ❤️❤️❤️
serio, fico muito animada cada vez que tem notificação de fav da vontade até de chorat an
créditos da imagem: @/to.fum no instagram

Capítulo 3 - Leave me


Fanfic / Fanfiction Hate Me - Capítulo 3 - Leave me

Ele não deveria estar ali, bebendo vodca e fumando um cigarro atrás do outro. Era por volta de meia-noite e todos da casa estavam descansando, menos Rússia.
Sua mente estava uma bagunça, porém ele sabia o que queria, sabia o que faltava não seria simples de conseguir de volta e isso era simplesmente os Estados Unidos da América. Enquanto adolescente, seu pai entrou em uma disputa com a potência mundial, e seu melhor amigo, América. Deveria parar por ai, já que era um adulto brigando com quase um, mas eles continuaram e não pararam por nada, até um americano pisar na lua e todos julgarem que havia acabado, mas não.
A disputa durou até o suicídio de seu pai, em 26 de dezembro de 1991. O russo estava tão farto, que apenas colocou a culpa no americano, provando o quão egocêntrico era, pois, não deixara nem ele se defender.
Em 2001, descobriu que seu pai havia deixado uma carta. Ela dizia sobre como iria se matar, e coincidia tudo: o dia, a hora, até como Rússia reagiria. O soviético conhecia seu filho muito bem.
"Por mais que tudo esteja horrível, e que eu tenha me matado na sua frente, não culpe o capitalista. Ele não influenciou na minha decisão, e mesmo que ele diga que venceu, manda ele tomar no cu."
Dizia na carta escrita por União Soviética. Ele achava seu pai muito engraçado e inteligente até achar a carta.
Se sentia tão idiota, estúpido e qualquer outro xingamento se qualificaria a ele.
Porra, ele culpou seu melhor amigo sabendo que ele iria levar isso para o resto da vida e ficaria se culpando, sabia que América amava-o e seu amor era recíproco. Só queria ter dito isso ao invés de palavras frias como as que falou naquela merda de dia.
A campainha tocou. Era Alemanha, com certeza.
– Fala. — atendeu cambaleando, já que tinha tomado três garrafas sem uma pausa.
– Ei cara, você precisa parar de beber toda vez que lembra dele. — Alemanha não parecia se importar muito com o que Rússia estava fazendo naquele momento, ele só queria contar que conseguiu falar com Polônia sem que este ficasse com medo ou fosse embora.
– Se você for *hic* falar do s-seu namorado pode ir embora... — Rússia quase caiu para frente tentando intimidar o mais novo, porém conseguiu se segurar na porta antes.
Alemanha e Rússia se tornaram amigos antes da guerra, quando seus pais fizeram o pacto de não-agressão para conquistar a Polônia. Naquele tempo eles nem se importavam se um era comunista e o outro era nazista, porém quando o alemão nazista traiu o soviético, cabeças rolaram e Rússia não era permitido ter contato mais com seu amigo.
Agora que eles de foram, e Rússia esperava que os dois estivessem queimando no fogo do inferno, ele pode fazer o que bem entender, se sentia livre finalmente para beber o quanto quiser.
– Eu não ia falar de Polônia. — o russo riu, sabendo que era mentira.  eu ia te convidar pra uma festa que vai ter na casa do Japão.
– Japão? Eu n-não quero, vai sozinho. — Rússia nem tinha condições para falar direito, se Alemanha não estivesse tão acostumado, talvez não entenderia uma palavra do outro.
– O que? Manovim até aqui pra te convidar, vai se foder. — a verdade era que a casa do Japão ficava duas ruas do lado do russo, então já aproveitava e dava uma carona para ele.
Rússia ouviu isso e soltou uma gargalhada que quase não conseguia respirar direito.
– Era só mandar mensagem, quem tem que ir se foder é você... Tu sabe que eu não vou com a cara daquele chinês... Bom, aproveita sua festa — e fechou a porta na cara dele, ouvindo-o xingar em alemão e gargalhou de novo.
Alguns minutos se passaram e ele já estava terminando a quinta garrafa. Iria morrer se não parasse por ali.
Começou a pensar no que aconteceria se fosse à casa do americano. Seria expulso? Ele nem o deixaria entrar? Ou o aceitaria de bom grado? Eram perguntas que rodeavam sua mente toda vez que bebia, então, seguiu bêbado até o carro e tentou sair, mas percebeu que tinha esquecido de abrir o portão.
"Isso não vai dar certo" pensou com ele mesmo.
Depois de alguns minutos cortando a frente dos outros e passando em sinais vermelhos, o russo chegou lá. Não pensando duas vezes, bateu na porta um pouco forte de mais, caindo sobre ela de tão bêbado e cansado que estava.
– Quem é? — América perguntou por trás da porta. Nada. Abriu e tomou uma surpresa ao ver Rússia deitado no chão cheirando a vodca muito ruim.
– Rússia?! Mas que porra... — parou no meio da frase para ouvir o resmungo do outro. Ele sussurrava "desculpa" em russo e fazendo América ficar muito triste pelo jeito que ele estava. Assim, segurou ele passando um de seus braços por seu pescoço e segurou em sua cintura.
– Tenta andar até o sofá, Russ.
– Sofá?... Eu quero voc-
Quase caiu. Se América não estivesse atento, ele cairia de cara no chão.
– América... Eu te amo... — ele disse, e de repente tudo ficou borrado com uma voz ao fundo o chamando. Era a voz do americano?

– RÚSSIA, SAI DAÍ! — era, na verdade Ucrânia, querendo acordar o russo bêbado dentro do carro. Ele havia passado a noite ali, por estar muito bêbado acabou dormindo antes mesmo de colocar a chave no contato.
– Ah... Merda de dor de cabeça. — tudo rodava e ele quase caiu ao sair dali, sua irmã até tentou ajudar, mas ele fez sinal de que não precisava.
Estava triste com o sonho que teve. Talvez se tivesse aguentado mais um pouco, teria chegado ao América e falado tudo o que queria.
Esfregou as mãos no rosto tentando parar de pensar no sonho. Foi andando até o banheiro quase rastejando para pelo menos tomar um banho e esperar a ressaca passar.
Enquanto isso, Bielorrússia e Ucrânia conversavam entre si na sala.
– Ele  estranho faz anos, é ainda por causa do América? — perguntou a mais nova, Bielorrússia.
– Olha, eu acho que sempre foi sabe? Porque lembro da gente sempre brincava com o americano e o canadense. Mas Rússia amava de mais América... Eu achava que eles até tinham alguma coisa. — Ucrânia, a mais responsável dos três, falou convicta.
– Ele só mudou e começou a beber assim quando ele falou aquelas merdas pro América, isso sim! Ninguém tinha se quer pensado no americano quando ele morreu, mas Rússia decidiu que deveria culpar ele só porque América que começou a guerra fria. — Bielorrússia acreditava que Rússia fora muito escroto com o outro. E já deveria ter se redimido a tempos, mas sabia o quão orgulho e egocêntrico o russo era, então não esperava nenhuma atitude desse.
– Mas assim, a culpa até pode ser dele, mas lembra que eles eram duas crianças. O pai tinha o dobro de idade que o América e ele já quis brigar com o velho. — Ucrânia não gostava tanto do seu irmão mais velho por conta dos mimos que o outro recebia de seu pai, mas naquela situação não conseguia jogar toda culpa nele.
A Bielorrússia se surpreendeu ao ouvir o outro defendendo Rússia, afinal, não era todo dia que isso acontecia.
– Bom, mas vamos parar de falar sobre ele pelas costas, daqui a pouco ele chega e mete o soco em nós duas.
União Soviética, em toda sua vida, teve 15 filhos com várias mulheres diferentes. Porém, passava mais tempo com seus quatro filhos de sua mulher preferida, a Mexicana, era como a chamava. Rússia, Ucrânia, Cazaquistão e Bielorrússia nasceram e foram criados juntos, até a morte de sua mãe. Assim, para superar essa dor, União Soviética passou a ficar com várias mulheres diferentes até se cansar, no começo da guerra fria.
Rússia, porém, sempre foi o preferido. O soviético sempre deixava ele fazer o que quiser, ensinava a acertar o alvo e até atirar. Tudo o que ele sabe hoje, aprendeu com seu pai. Ucrânia não gostava nada disso, ela queria ser sempre a favorita, então fazia de tudo para chamar atenção do pai, brigava com seus irmãos, estudava de mais para tirar notas boas, aprendia as coisas sozinha... Nada. Nada funcionava. Mas, no fundo, algo que Ucrânia não sabia, era que seu pai a amava também. Tanto quanto Rússia. Porém, precisava ensinar tudo o que aprendeu para seu sucessor, assim fazendo o comunismo continuar sua procedência, o que não deu muito certo atualmente, já que países comunistas ou socialistas não tinham uma instabilidade econômica como URSS tinha.
Já Bielorrússia e Cazaquistão não se importavam tanto com isso, contatando que seu pai os tratassem bem estava tudo bem. E União Soviética nunca foi um pai ruim. Às vezes ele cobrava de mais de seus filhos, mas nunca os tratou mal. Por isso América quase vivia na casa dos comunistas, ele era uma criança e o soviético não pensava que era uma ameaça capitalista a Rússia e os outros. O americano também nunca teve uma relação boa com seu pai, por isso quanto mais longe dele, melhor.
Ucrânia e Bielorrússia pararam de conversar quando Rússia saiu do banho, meio preguiçoso ainda mas melhor do que antes.
– Que horas são? Acho que perdi meu celular. — depois de colocar uma cueca e um shorts foi para sala perguntando às duas irmãs.
– Você se orgulha disso? Bebe igual uma vaca, dorme no carro e acorda como se não tivesse acontecido nada! Quero ver se o pai ainda estivesse aqui, ele te colocaria nos eixos. — Ucrânia acabou citando o pai sem querer, ela, mais do que ninguém, queria ele de volta e não conseguia ficar um dia sem lembrá-lo. Por isso era a mais frágil, até mais do que Rússia. A única coisa que queria era ser amada pelo que ela era, já que seu pai nunca se importou e nem conheceu sua mãe direito.
– É uma da tarde, Rússia. — Bielorrússia falou rindo de nervoso já que Ucrânia estava prestes a brigar com o russo mais uma vez essa semana.
– Obrigado, bibi. Vem cá, Ucrânia... — chamou a irmã de um jeito manhoso para um abraço, o que ela odiava e Rússia sabia disso.
Abraçou a garota com força, ouvindo alguns murmúrios de ódio. O russo adorava suas irmãs, mas Ucrânia era sua preferida. Sempre estava implicando com ele, e era só dar um abraço ou ficar carinhoso que ela já abaixava o tom de voz. Para ele, era como uma mãe. Ele também sabia do ódio que ela tinha por causa do pai, mas preferiu ignorar já que ela realmente precisava de alguém ao seu lado.
– Idiota. — murmurou ouvindo o russo rir da sua cara, provavelmente por conta do rubor em suas bochechas.
– Enfim... — se direcionou para a cozinha com Bielorrússia enquanto Ucrânia ia para seu quarto. – O que tem pra comer?
– Macarrão. Esquenta aí no microondas. — respondeu a mais nova.
E de repente, um silêncio. A maior queria perguntar para Rússia sobre o porquê de não ir correr atrás do americano, mas estava meio receosa sobre o assunto. Não queria deixar seu irmão triste de novo.
– Então... — e quando ia começar o assunto, o microondas apitou. – Sobre sua relação com os Estados Unidos, eu e Ucrânia estávamos discutindo agora pouco.
– HmQue que tem? — respondeu um pouco curioso do que iria ouvir.
– Você deveria ir atrás dele. Provavelmente tu sabe disso, mas ele também deve estar machucado, mais do que você.
– E por ele estar machucado que provavelmente nunca mais vai querer olhar na minha cara de novo. Olha, sei que fiz muita merda em culpar ele, mas eu não vou conseguir conversar com ele de novo sobre isso. E se ele não quiser ser mais meu amigo? Eu não ligo de tirar esse peso das costas, eu só queria que nós voltássemos com a amizade... Ou talvez mais que isso. — admitiu envergonhado.
– Eu sabia! — Bielorrússia riu. – Sabia que você amava ele. Sabe aquela frase "se você a ama, deixe ela ir."? Não funciona nesse caso. América é apaixonado por você desde crianças, e digo "é" porque tenho certeza que ele ainda te ama. E se você ama ele também, vai atrás! Se ele não quiser você só segue sua vida. Não vai ser fácil, mas tu vai conseguir. — às duas irmãs sempre tinham os melhores conselhos. Rússia até iria pensar no que ela dizia, mas só ouviu e continuou comendo, pensando que isso nunca irá acontecer.
Ou talvez aconteceria. E num futuro bem próximo.


Notas Finais


uy q final chique
eu nao lembro se citei na estória q Cazaquistão mora sozinho pq ele quis ser independente ta
(mexicana eh a mãe do México tbm, mas união soviética nunca soube disso)
vcs tavam achando q russia ia ser gótico rokeiro triste e sombrio das trevas ne caraio kkkkkk
not today ja dizia o sbt


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