História Havana (Camren) - Capítulo 2


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Categorias Camila Cabello, Fifth Harmony, Halsey, Harry Styles, Little Mix, Louis Tomlinson, Shawn Mendes
Personagens Ally Brooke, Camila Cabello, Dinah Jane Hansen, Halsey, Harry Styles, Jade Thirlwall, Jesy Nelson, Lauren Jauregui, Leigh-Anne Pinnock, Louis Tomlinson, Normani Hamilton, Perrie Edwards, Personagens Originais, Shawn Mendes
Tags Amizades, Camila Cabello, Camren, Fifth Harmony, Harry Styles, Havana, Jade Thirlwall, Jerrie, Larry, Lauren Jauregui, Laurmila, Lgbtq, Little Mix, Louis Tomlinson, Perrie Edwards
Visualizações 88
Palavras 1.109
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Comédia, Crossover, Drama (Tragédia), Famí­lia, Festa, Ficção, Ficção Adolescente, Hentai, LGBT, Literatura Feminina, Mistério, Musical (Songfic), Romance e Novela, Suspense, Universo Alternativo, Violência, Yaoi (Gay), Yuri (Lésbica)
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Drogas, Heterossexualidade, Homossexualidade, Incesto, Insinuação de sexo, Intersexualidade (G!P), Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Olaaaaa

Bom, eu não sei se vocês estão gostando e tal, mas cá estou eu, pois quem tem algo só tem porque um dia tentou 😊


(⚠ ATENÇÃO ÀS DATAS ⚠)


BOA LEITURAA ❣

Capítulo 2 - Welcome (back) to Havana


Fanfic / Fanfiction Havana (Camren) - Capítulo 2 - Welcome (back) to Havana


•Havana em Cuba, Junho de 2018•

Camila

Era mais uma maldita sexta feira. De um mês que tinha tudo para ser brilhante. A primeira sexta feira do mês, horrivelmente chuvosa.

Era junho, eu sempre fui dividida em amá-lo e odiá-lo. (1) Sempre o amei pois esse é o mês das férias, o mês que consigo sentar não só a bunda, mas meu corpo e assistir enfim algum filme ou série e também como cereja do bolo, mês do meu aniversário, mas (2) esse mês é horrível pelo fato de que nele completa mais um ano, mais um junto aos últimos dois sem meus pais e meu avô, toda Cuba, não só Havana se lembra desse terrível acidente de carro trágico que pôs fim à vida de algumas das pessoas que eu mais amava.

Eu sei, eu ainda tenho minha avó, mas tanto ela como eu ainda sente diariamente a terrivel perda. Principalmente do querido velho dela, o vovô. Dói nela tanto quanto dói em mim.

Mas, devido á faculdade que faço, tive que me mudar e afastar um pouco. A própria universidade nos fornece dormitórios. Eu por exemplo divido o meu com Jennifer — mas que prefere que à chamemos de Jennie, que faz medicina veterinária e Dinah, uma ótima amiga que conheço desde meus sete/oito anos e por alguma obra do destino veio à dividir o quarto comigo, e a propósito, ela faz medicina com especialização em cardiologia. Ah, eu faço química, no próximo semestre começo a me aprofundar e começo de verdade na área forense — mesmo a ambiental me interessando um pouco. 

— Ah! Oi Camz, já vai indo? – Jennie chamou minha atenção.

— Eu... não sei exatamente – respondi. Eu havia arrumado todas as minhas coisas, mas a chuva me impedia. A merda do meu carro havia ficado na casa de minha abuela.

— Okay, uma pena... mas é que preciso ir agora, meu voo saí em menos de meia hora e... – dizia Jennie. Ela iria pra Vancouver, aonde os avós paternos dela moram e onde nasceu.

— Não faz mal, eu dou meu jeito. Obrigada mais uma vez – disse a abraçando.

— Nada! Eu que tenho que lhe pedir desculpas por não poder lhe ajudar – ela disse se afastando e em seguida colocando a alça de sua bolsa no braço.

— Não é nada, você tem sido sempre gentil de mais comigo.

— Isso não é nada! Até mais então. Espero lhe ver daqui menos de dois meses – ela disse indo em direção à porta.

— Por que? Sério que está pensando em se transferir pro Canadá? – pergunto. Era comum isso acontecer, muitos começavam os estudos em um país e acabavam os estudos em outros –se especializando, outras coisas até, falando e trabalhando em outro idioma. Tudo incrível e tentador de mais...

— Não sei se vou mesmo, é raro se conseguir na minha faculdade e ainda mais pro Canadá. É ótimo, ficarei próxima de meus avós – os avós dela eram como pais, pois assim como eu, Jennie era órfã de pai e mãe. Só que há muito mais tempo.

— De qualquer modo, caso não volte... foi ótimo lhe conhecer! – nos abraçamos de novo.

— Você deveria pensar em sair daqui também Camz. Acredite, você pode tanto quanto eu... – ela saiu arrastando suas malas e fechou a porta.

Eu já surtava só de imaginar ter que abandonar a única pessoa que ainda tinha, minha avó.

[...]

— Droga! Vê se não faz os outros de troxa da próxima vez! – eu havia chamado um táxi. Mas por ironia do destino, aquele o qual parou e me deu um banho não era o meu.

— Eu estava tentando desviar dos buracos! – ele gritou e por algum motivo fazendo minha raiva aumentar. Tudo estava uma droga. Joguei uma caixa que havia sido improvisada para levar meus livros no chão, ensopada assim como eu.

E então a chuva ameaçava engrossar. Que merda farei agora? Até que enfim o táxi chegou, e mais cuidadoso que o outro parou um pouco longe.

— Me desculpe pela demora, foi a chuva... – disse o senhor taxista.

— Não faz mal, só vai... – dei então à ele meu endereço em seguida.

[...]

Assim que cheguei em casa, demorei mais um pouco para achar minhas chaves, e depois fazê-la cair em seguida. Nada estava a cooperar comigo hoje...

Entrei como se alguém tivesse me jogado ao mar. Então, meu celular no bolso de trás da calça começa a vibrar. Ele está vivo ainda?

O peguei então. Ele estava tão ensopado quanto eu.

— Alô, quem? – atendi sem olhar quem era.

— Como assim quem? É assim que me atende? – disse Perrie. Minha melhor amiga que vem durando bastante tempo, cinco anos apenas nos falando virtualmente.

— O que? Ah, Perrie! Me desculpe, não acho uma boa hora para... – disse. Joguei minhas coisas e bolsa no chão para que pudesse abrir a porta enquanto falo no celular.

— Ah mas, será que, que poderia vir aqui? – estranhei sua pergunta. Tranquei novamente a porta.

— Ãn? O que disse?

— Vir aqui me buscar, no aeroporto! – fiquei estática por um segundo. Eu estava ouvindo o que acabei de ouvir mesmo?

— O que?

— Caramba! Será que é difícil de entender que eu, Perrie Louise Edwards estou em Havana? No aeroporto? – ela estaria brincando com isso? Mas soltou uma risadinha, daquelas de felicidade...

— Aaaaaah! Sério? – ela resmungou algo do outro lado afirmando. – eu só... você já chegou ou está chegando?

— Já cheguei.

— Aí meu Deus! – corri de um lado pro outro sem raciocinar o que tinha que fazer. – e agora? Eu precisava tomar um banho! Você não sabe a merda que me aconteceu.

— Aí, depois você toma banho. Se as coisas tiverem críticas, enfia uma outra roupa e vem – okay, eu não poderia deixá-la esperando.

— Ta bom, estou me trocando e já vou – desliguei sem que ela me respondesse.

[...]

Realmente hoje não era meu dia. O trânsito havia piorado e a chuva ainda continuava.

Depois de uma terrível demora havia conseguido chegar.

Minhas botas que havia colocado também por causa da chuva, ecoam pelo lugar. Meu cabelo parece uma bosta em meio à todas as outras coisas. Amarro o mais firme no rabo de cavalo enquanto olho por todos os lugares cheios desse aeroporto.

É como um ímã. Como se eu voltasse a ser uma adolescente, me sinto novamente apaixonada. Como se nada houvesse mudado. Como se tudo que lutei para mudar se quebrasse em zilhões de cacos.

Era ela, à poucos metros de distância de mim. Minha pessoa especial, a pessoa que nunca havia esquecido e que mesmo distante, estava em meus pensamentos.

Como em um gesto inesperado e idiota, ela sorriu pra mim. Me neguei a isso, triste e amargurada permaneci uma estátua esquecendo meus objetivos. Eu queria odiá-la...

Mas agora tornaria-se mais difícil isso. Minha antiga e incurável paixão estava de volta. 

Lauren Jauregui. 


Notas Finais


Então gente, talvez o capítulo tenha ficado um pouco estranho, pois era para esse ser o prólogo e por alguma razão (minha e que nem eu mesma sei ksksdqk ) acabei mudando um pouco as coisas.

Espero que todos tenham um bom resto de final de semana, amo vocês!

Próximo capítulo saí quarta 😉

-ᗩᘉᗩ ❥જ


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