História Havana (Camren) - Capítulo 3


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Categorias Camila Cabello, Fifth Harmony, Halsey, Harry Styles, Little Mix, Louis Tomlinson, Shawn Mendes
Personagens Ally Brooke, Camila Cabello, Dinah Jane Hansen, Halsey, Harry Styles, Jade Thirlwall, Jesy Nelson, Lauren Jauregui, Leigh-Anne Pinnock, Louis Tomlinson, Normani Hamilton, Perrie Edwards, Personagens Originais, Shawn Mendes
Tags Amizades, Camila Cabello, Camren, Fifth Harmony, Harry Styles, Havana, Jade Thirlwall, Jerrie, Larry, Lauren Jauregui, Laurmila, Lgbtq, Little Mix, Louis Tomlinson, Perrie Edwards
Visualizações 173
Palavras 2.086
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Comédia, Crossover, Drama (Tragédia), Famí­lia, Festa, Ficção, Ficção Adolescente, Hentai, LGBT, Literatura Feminina, Mistério, Musical (Songfic), Romance e Novela, Suspense, Universo Alternativo, Violência, Yaoi (Gay), Yuri (Lésbica)
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Drogas, Heterossexualidade, Homossexualidade, Incesto, Insinuação de sexo, Intersexualidade (G!P), Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Olaaaaaaa, demorei mas chegay 😂

Bom, desculpem pela demora mas aqui está o capítulo e espero muito que gostem 😊

É isso...

BOA NOITE E BOA LEITURAAAA!! ❣

Capítulo 3 - Party


Fanfic / Fanfiction Havana (Camren) - Capítulo 3 - Party


Era, era Lauren Jauregui, trazendo consigo todas as malditas e boas lembranças. Matando e me destruindo com sua proximidade tão distante.

— Ouu! Eii! Virou zumbi agora? – me distraí. Por alguns segundos me esqueci que deveria procurar por Pezz.

— Não! Magina, eu só... – encarei o mesmo lugar que antes estava Lauren, mas ela parece ter desaparecido... – Aaaah! Como está? – me aproximei para dar um abraço, mas Perrie se jogou em mim praticamente.

— Aaaaah! Bem melhor agora – ela passou os braços ao redor de meu pescoço, ameaçando de pendurar em mim.

— Ow Ow! Calma! – disse rindo, ela enfim se afastou, quase jogando os cabelos loiros em minha cara, quase me deixando os engolir.

— Calma nada! Pra onde vamos? – ela disse pegando a mala, seguindo andando ao meu lado.

— Como assim? – tudo que eu precisava no momento era de um banho, digno para eliminar o que tive à pouco de lama.

— Eu não te disse que quando eu viesse pra essa porra de cidade, eu não viria pra causar? Se não eu pego esse trambolho de mala enorme e vou embora... – ela disse me fazendo rir. – que foi?

— Nada – disse rindo. – só me deixe te admirar um pouco, sua anã... – ela fingiu uma cara de indignada e jogou novamente o cabelo, dessa vez pro outro lado.

— E você só tá o pó mesmo – disse rindo. A empurrei de leve pro lado.

— Eu te disse que havia me acontecido uma merda, levei um banho de lama e tudo enquanto esperava o táxi pra ir pra casa – falei séria, ela riu.

— Caramba, desculpa, é que... sei lá! – ela continuava rindo. – tá bom, vamos logo pra sua casa que você vai tomar um banho de dignidade.

[...]

Estava dirigindo pra casa. Pezz (como Perrie prefere que a chame) estava em silêncio, no banco parado. A chuva havia passado, mas o tempo estava fechado. Fechado como o semáforo acaba de ficar.

Pezz acaba ligando o rádio por livre e espontânea vontade. E uma nostalgia nos invade, sorrimos olhando uma para outra assim que percebemos que tocava Believer de Imagine Dragons.

I was broken from a young age, taking my sulking to the masses, writing my poems for the few, that looked at me took to me, shook to me, feeling me... – ela começou a cantar então. A acompanhava fingindo tocar bateria, como ela também. Pezz sempre teve talento pra música. Já me mandou alguns vídeos e áudios seus cantando.

— Sério, caso você me dissesse que desistiria de neurologia pra cantar... cara, você é fera nisso! – disse rindo. O semáforo abriu então, saí com o carro. Olhei pro lado e ela ficou sem graça por alguns instantes.

Algo estava estranho. Mas eu queria apenas aproveitar o momento. Ela com o tempo voltou ao normal e cantávamos feito doidas.

Paain! You made me a, you made me a believer, believer, Paain! You break me down, you build me up, believer, believer. Paaain... – ela cantava maravilhosamente bem imitando uma guitarra e eu berrava feito doida imitando às vezes uma bateria com os dedos no volante. Acho que daríamos uma banda boa.

[...] 

Chegamos em casa correndo. Conseguimos pegar abuela ainda. Todas as sextas ela costuma andar alguns quarteirões e ir até um bar e jogar seu sagrado bingo — o qual sei que ela é viciada, mas ela nega isso até a morte. Enquanto tomava meu banho, Pezz e vovó ficavam a conversa na sala.

Confesso que foi difícil não me distrair no banho, diversas vezes ficava a me lembrar de Lauren e diversas possibilidades de poder vê-la.

Troquei o mais rápido de roupa. Coloquei novamente a bota que estava antes. Voltei de novo ao espelho e amassei mais uma vez meus cabelos naturalmente enrolados e agora, finalmente lavados.

— Eu ouvi abuela! Chega de falar sobre isso! É vergonhoso... – disse descendo as escadas. Perrie ria histericamente.

— Caramba Cami! Sério que você levou um pedaço de bacon pra escola em vez de lanche? Por que nunca me contou isso? – ela dizia segurando-se ao máximo.

— Aí, parem vocês duas! Eu só tinha oito anos – revirei os olhos.

— Mas sério querida, a vez que você pegou errado o papel do vestido e entregou o da sua mãe... – ela disse uma palavrinha mágica. Mãe. Aquilo passou a ser proibido, pois nunca falávamos sobre ou se falávamos alguém saía chorando. O silêncio incômodo se fez presente.

— É... acho que estamos atrasadas – disse Pezz se levantando.

— Isso... – esqueci minha bolsa – vou só pegar a bolsa e a chave que esqueci.

Subi correndo já que havia esquecido em cima de minha cama.

— Sua avó sugeriu aqui de pedirmos um táxi... – disse Pezz com uma cara sugestiva.

— Mas por...

— Eu sei que vão acabar bebendo, são jovens, é férias... – disse vovó.

— Okay vovó, você venceu dessa vez. Tchau então, estamos indo – a abracei.

— Tchau meninas, se cuidem – disse vovó e abraçando também Pezz.

— Tchau senhora Cabello – acenou Pezz fechando a porta.

— Ainda bem que na boate que vamos deixam que entrem de menor... mas se vovó soubesse disso... – falei séria prestes a pegar o celular para pedir um táxi.

— Aí, isso é só questão de dias! E sua avó é um amor, sério – ela falou rindo.

— Eu vou é ligar pra esse táxi se não a gente nem chega lá – falei discando os números.

— Não precisa, sua avó e eu ligamos enquanto você tomava banho – ela disse séria sem me encarar, mas assim que olhei com a boca aberta ela caiu na risada, não consegui evitar o mesmo.

— Okay, desde quando planejava essa noite senhorita Edwards? – ela nem me respondeu, apenas me encarou fingindo surpresa. E então nosso táxi chegou.

[...]

Enfim chegamos. O lugar estava movimentado como sempre, não que eu venha muitas vezes. Quando venho nesse lugar, venho acompanhada de Jennie e Dinah — que vem com o namorado, Louis, que por sinal está com ela agora, a cumprimento com um aceno — , mas acabava bebendo algumas poucas coisas e permanecia a maior parte do tempo sentada e depois ia embora.

— O que acha de dançarmos? – pergunta Pezz.

— O quê? Vão achar que a gente é namorada! – disse sem graça e ela riu disso.

— Tô nem aí! Vai me dizer que nunca quis pegar uma garota? – ela me encarou séria, pisquei algumas vezes, mas caí no riso depois... ela tem razão. – mas quer saber... antes você vai lá no bar e pegar alguma coisa pra mim.

— O que?

— Porra Camz, coopera comigo! Faltam só alguns dias pra mim fazer dezoito – ela me encarava com tanta súplica, quase de se ajoelhar. Okay, aí seria feio de mais...

— Tá tá, o que vai querer?

— Primeiro vou querer aquele negócio brasileiro,uhm... é...

— Caipirinha.

— Isso!

— Porra, eu que não sou brasileira sei – revirei os olhos.

— Tá, eu só nasci no Brasil – ela quase me deu um tapa no ombro – e depois igual daquela bebida verde que está saindo... – ela apontou pra alguém.

— Okay minha bêbada favorita, tô indo – mesmo dizendo isso, ela ainda me empurrou. Olhei séria a ela que fez sinal de que eu deveria andar.

Mais alguns poucos passos e eu estava no bar. O barmen colocou um líquido azul, extremamente chamativo em um copo e uma mulher pegou. Me encarou em seguida.

— O que a senhorita gata gostaria de beber? – ele disse sério e encarando meu quase nada decote. Fingi não ouvir.

— Pode repetir o que disse? – sorri falsa.

— A senhorita tem cara de quem não bebe, gostaria de uma ajuda?

— Oi? Mas por que acha que eu preciso de ajuda? – revirei os olhos – okay, pode fazer pra mim uma caipirinha e um daqueles drinks alí? – apontei pra um cartaz que tinha.

— De qual cor? – eram bebidas “vagalumes”, o jeito que estava escrito.

— Da azul – okay, eu não beberia muito, mas alguns poucos drinks não fariam tão mal assim.

Pouco depois ele preparou as bebidas, e com certa cara de raiva me deu o troco.

— Por que demorou tanto? – perguntou Pezz tomando a bebida dela de minha mão.

— Aquele cara... tava dando em cima de mim! Que ódio – revirei os olhos.

— Aí meu Deus! – ela riu. – eu pegava – deu uma olhada pro bar – mas esquece. Vem comigo pra pista de dança?

— Já já eu vou – me sentei em uma mesa que estava bem próxima. – deixa eu só... terminar de beber.

— Okay, te espero então. Porque a noite é uma criança e eu tenho que aproveitar – disse Perrie gargalhando ao sair.

[...]

Éramos duas loucas dançando. Eu, com toda certeza (1) havia bebido mais do que Pezz, mas com toda certeza (2) estou em um estado melhor que ela.

— Não! Chega! – a empurrei de um menino que começou à dançar com ela a pouco, mas que fica o tempo todo encarando ela com estranheza.

— Eiii! Deixa eu dançar lá com a Gabi – ela disse pegando a batidinha de mim.

— Era um menino, Gabriel sua bêbada! – disse – eu juro, que se der alguma merda, eu saío correndo e finjo que nem te conheço!

Saí, ela deu um sorrisinho e me acenou quando me afastava indo em direção ao bar.

— Oi – me sentei em uma cadeira de frente ao bar.

— O que gostaria? – perguntou uma moça dessa vez. Pelo visto o cara inconveniente já havia ido embora.

— Vocês tem água, certo? – ela riu disso e confirmou com a cabeça – como logo vou embora, poderia fazer pra mim uma batidinha de morango? Mas sem vodka, por favor.

— É pra já – essa moça parecia mais interessante e legal que o outro cara, até arriscava cantar algumas músicas enquanto preparava. – aqui, obrigada!

— Nada, eu que agradeço – sorri e deixei uma nota dinheiro sobre a mesa.

— O que? Não deixarei que pague igual os outros sendo que o seu é diferente – ela retirou o troco e guardei então no bolso da calça.

— Obrigada – disse. Ela estava preparando a bebida dos outros, mas resolvi puxar assunto – aqui parece mais cheio hoje...

— Ah, é porque aquele DJ, Steve Aoki, vem pra cá hoje – ela disse super empolgada.

— Sério? Como conseguiram trazer ele pra cá?

— Ah... – colocou em um copo a “vagalume” vermelha e deu à uma moça que esperava – é que ele e o Rogers, dono daqui são muito amigos, acho que foi até o Steve que se ofereceu pra vir pra cá. E com uma música nova ainda...

— Uau... – olhei pra todos os lados e como fui tão cega a ponto de não ver a enorme estrutura montada no palco central?

Alguns poucos minutos depois, já havia acabado de beber. Meu corpo já se sentia bem mais calmo. Olhei pra direção de Perrie e a doida estava dançando... com um poste! Caí na gargalhada. Provavelmente o tal Gabriel deve ter dado um toco nela...

E do nada, as pessoas que estavam lá, talvez pessoas que aguardavam o show, aplaudiam quando algumas batidas bem interessantes começavam a tocar.

— Olá galera! – e mais aplausos – bom, pode ser surpresa para alguns, mas... é uma honra tocar aqui hoje! – dizia o tal DJ Aoki. – vamos abrir o show de hoje, com uma música nova. Essa é uma parceria com uma grande mulher que talvez vocês já conheçam... – eu podia ver ele colocando os fones de onde estava. E uma batida maravilhosa começou a tocar, junto com uma voz... – Lauren Jauregui!!

My heart beats a little faster

When our eyes meet

In the middle of a crowded room

In knee deep testing waters

I've got a feeling

And I don't know what to do

O que? Lauren? Aquela voz... tão linda, tão boa de se ouvir. E eu achando que ela não me surpreenderia em mais nada.

E eu só conseguia me lembrar de quando a vi no aeroporto, quando ela sorriu.

You got me paralyzed

And I think I like it

Caught me by surprise

I'm not usually like this, no

Got me paralyzed

Don't think I can help it

Why's it feel so right?


Let's keep this going all night

Going all night

Going all night

Going all night

Todos iam à loucura com a música dela. Conseguia ver Dinah acenando à ela de longe e o namorado, dançando no meio de todos enquanto eu me aproximava. Me aproximava mais daquela maldita e linda voz rouca.

Seria pra mim... essa música?

Me neguei a isso, esquecer será melhor... mas Lauren não cooperava comigo, me percebeu no meio de tantos outros e cantava com seus lindos olhos penetrantes, como se estivesse me comendo com os olhos me encarando fixamente — ou estou louca? 

Essa música não é pra mim, não é pra mim, não é pra mim, não é pra mim...

The crowd fades, tunnel vision

In a daze, and the only thing

I feel is you

In perfect, syncopation

Face to face, tell me do you feel it too?


Notas Finais


Então gente, o que acharam do capítulo?

Me contem nos comentários, sou super de boa e não mordo ninguém 😂

Alguém aqui vai/foi na Bienal (que está sendo em Sp)? Eu vou hehehe 😎 (aí eu sou meio doida as vezes, desculpem 😂)

Não sei quando sairá o próximo, mas daqui um pouco mais de 3 dias certeza.

Até o próximo capítulo 😊❣


-ᗩᘉᗩ ❥જ


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