História Have to choose - Capítulo 10


Escrita por: e Sta_Kya

Postado
Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens Jeon Jungkook (Jungkook), Jung Hoseok (J-Hope), Kim Namjoon (RM), Kim Seokjin (Jin), Kim Taehyung (V), Min Yoongi (Suga), Park Jimin (Jimin)
Tags Abo, Contosdasonome, Hopemin, Hopetae, Hopev, Jihope, Namjin, Seoktae, Taehope, Taeseok, Vhope
Visualizações 90
Palavras 3.004
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Lemon, LGBT, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Universo Alternativo, Yaoi (Gay)
Avisos: Adultério, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Nudez, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


DESCULPEM OS ERROS - FIC NÃO BETADA

Capítulo 10 - Uma traição por uma traição


Fanfic / Fanfiction Have to choose - Capítulo 10 - Uma traição por uma traição

Os pais do alfa chegaram em seu apartamento momentos antes dele adentrar o recinto, já haviam ouvido da empregada que seu filho informou que demoraria, mas como ela não sabia dizer aonde e com quem ele tinha saído decidiram conferir. Aquela era a terceira vez que visitavam a casa do filho, a apreensão aumentando consideravelmente e eles até cogitaram a hipótese de chamar a polícia. Os dois estavam deveras preocupados com o filho que não deu notícias por cinco dias completos e a mãe do rapaz era quem mais sofria, mesmo que não demonstrasse, enquanto seu pai surtava abertamente.

Quando Taehyung passou pela porta da casa ao lado de Jung HoSeok pareceu que o mundo a volta deles havia congelado. O alfa e a ômega não abriram a boca, apenas observaram o que viram. Seu filho estava com os cabelos ainda despenteados, com marcas por toda parte como, por exemplo, arranhões, roxos, manchas avermelhadas e em seu antebraço havia marca de rasgos e até mesmo de duas mordidas feitas por presas de um alfa. Qualquer um entendia que foi o próprio TaeHyung quem havia feito aquilo, não era nenhuma novidade. Seu cheiro estava diferente também. Mais forte, com um instinto de proteção enorme.

O mesmo valia para o Jung. Além das mesmas marcas – com exceção da mordida – o ruivo detinha o cheiro do alfa em si. Não somente este cheiro, mas algo a mais que o casal Kim não soube definir, mas que os encheu de uma esperança tola quando notaram que ele se agarrava ao filho deles como se sua vida dependesse disso. Não sabiam se era por medo, vergonha, receio ou o que quer que fosse, mas ele estava ali, segurando no antebraço do Kim enquanto este estava disposto a enfrentar um mundo para protegê-lo.

E como se fosse um estalo, uma lâmpada que se acendesse, o casal percebeu aonde o filho estava. Entenderam o que ele estava fazendo e aquilo os assombrou intensamente. Porque Jung HoSeok, casado com Park Jimin passaria um cio seu com o filho deles? Aquilo não fazia e não fez o menor sentido. Mas eles não eram indiscretos e não queria perguntar nada, não agora. O seu filho parecia bem cansado e o ômega estava tão ou mais que ele, que mal conseguia manter seus olhos totalmente abertos. Chegava a ser adorável e eles queriam mimar o Jung, mas não podiam fazer isso.

Ainda não… Quem sabe quando suas suspeitas fossem confirmadas.

— Desculpem não dar notícias, eu tive uma emergência, acabei esquecendo meu celular também. Fico me sentindo um tanto quanto mal por fazer os dois virem até aqui. – TaeHyung não se afastou do mais velho enquanto ambos se aproximavam dos pais do Kim. – De novo, me perdoem. – HoSeok tentou disfarçar um bocejo, estava tão cansado, mas não conseguiu. Coçou os olhinhos pequenos com suas mãos delicadas fazendo com que o alfa ao seu lado morresse de amores. – Eu estava com o hyung, tivemos um contratempo. – TaeHyung terminou de se justificar.

— Também queria pedir perdão, tanto por aparentar essa cara de cansaço quando por fazer com que vocês se preocupassem com o filho de vocês. – o Jung, despertando-se começou a falar baixinho. – Eu não queria ter de preocupar ninguém ou atrapalhar a vida de ninguém. Eu sinto muito. – o ômega fez uma breve reverência para os Kim. TaeHyung não deixou que ele se mantivesse naquela posição de submissão ou culpa, fez com que ele ajeitasse a postura altiva que provinha dele e de sua linhagem colocando as suas mãos grandes e firmes em seus ombros, passando toda segurança do mundo.

— Não tem porque se desculpar meus filhos, nós ficamos um tanto desesperado pela ausência de notícias, mas isso passou. Acho que devem estar casados, porque não dorme? – Kim JiWoo se pronunciou em nome do marido que estava mais concentrado em ver como seu filho protegia aquele homem do que em qualquer outra coisa.

— Tudo bem, é o que pretendemos fazer mesmo. Mais tarde eu converso com os dois, mas agora eu estou com muito sono e o hyung precisa descansar. – Taehyung sorriu pequeno para os pais e aproveitou que a ômega governanta da casa estava ali por perto e ditou suas ordens. – Quero que preparem uma refeição grande para o jantar, não vamos acordar antes disso. Não nos incomodem também e qualquer ligação você pode atender e anotar os recados. A ômega sussurrou um sim mudo e se afastou. – Nós vamos indo, se não for incomodo.

— Ah, não filho, não é incomodo nenhum. Descansem, sim? – Kim Suho se pronunciou depois de um tempo, dando passagem ao lado da esposa para que o casal passasse. HoSeok se despediu com um aceno de mão e os Kim só foram embora quando viram os dois subirem escada a cima. Trocaram um sorriso cúmplice. Estavam muito felizes.

 

[…]

 

HoSeok não fez cerimônia quando se deitou na cama grande de casal do Kim, o quarto estava escuro e só apenas uma pequena luz provinda de uma fresta na cortina da janela do quarto do alfa era quem iluminava as coisas. Luz essa que TaeHyung fez questão de eliminar depois que viu o ômega se aconchegar em seus lençóis e travesseiros de forma dengosa e um pouco abusado, como se aquela cama fosse a sua. Aquilo lhe encheu de alegria também e lhe fez suspirar, depois bocejar, estava tão cansado que podia dormir naquele chão. Mas tinha de reunir coragem para ir ao quarto de hóspedes.

— Aonde você vai? – ouviu a voz baixinha e manhosa do ômega, suspirou. Podia ele se apaixonar ainda mais por HoSeok do que já estava? Ou melhor, o seu amor ainda podia crescer mais do que isso? Duvidava que não.

— Indo me deitar no quarto ao lado, hyung. Precisar de alguma coisa é só chamar uma das moças que trabalham aqui. – HoSeok gemeu baixinho, quase como miado, mesmo ele sendo descendente de um lobo e não de felinos. Depois ele riu e mesmo com os olhos fechados estendeu a mão em direção ao alfa. Taehyung quase se derreteu por completo.

— A gente fez tanta coisa juntos, mas tantas mesmo e você ainda sisma em não querer dormir comigo? Porque? – o ômega fez um biquinho emburrado, sua voz transparecia isso, mesmo estando no escuro o alfa conseguia ver, sua visão era uma das mais apuradas. Rendido ao dengo do mais velho ele caminhou até a cama e se sentou em sua beirada, segurou a mão do ômega e sentiu ele o puxar para perto de si. HoSeok não precisou usar força alguma, logo TaeHyung estava deitado ao seu lado, sentindo sua respiração pesada pela proximidade.

— Desculpa por isso, amor. Eu não sei o que me passa pela cabeça quando faço isso. Não se ofensa, sim? O seu saeng te ama. – TaeHyung sentia o coração acelerar quando proferia aquelas palavras, ainda mais quando o Jung não parecia se importar com elas. Chamar aquele ômega de amor era o seu grande sonho, beijá-lo então? Era quase uma missão impossível para si, ele mal podia acreditar que estava sendo coagido da maneira mais fofa para dormir junto a ele. Isso era seu sonho se realizando.

— Pois deixa disso, TaeTae, dorme comigo. Você sabe que eu não vou conseguir ir muito longe sem você. Eu preciso e quero estar ao seu lado. – o ômega ainda tinha seus olhinhos fechados quando se aproximou ainda mais do alfa, colou seu corpo no dele e passou as mãos pequenas pela sua cintura parando em suas costas aonde ali fincou um aperto no tecido da blusa que o alfa usava. – Por mim e pelo nosso filhote, nunca mais saia de perto de mim. – HoSeok se roçou no outro como um gatinho manhoso, deixou sua face na curvatura do pescoço do alfa, inalando ali o cheiro bom de Rum que ele tinha.

TaeHyung se sentiu incendiar. Mas não pela vontade ou desejo de mais sexo, nunca por isso. Não agora. Mas sim pela alegria que lhe tomava por inteiro. Estava ao lado do homem da sua vida, tendo ele pedindo por si e querendo tê-lo consigo. Mas isso não era somente o que lhe deixava ainda mais pleno, saber que seriam pais e que o ômega reconhecia que aquela criança era deles e não de Jimin era como uma realização de vida. Fechou os olhos ao puxar o outro mais para perto, entrelaçou suas pernas na dele, sorriu bobo ao ver o outro quase ronronar e se perguntou se podia passar o resto de sua vida assim.

— Claro que eu não vou te deixar mais, hyung. Você é meu paraíso. E agora, – o Kim passou a mão levemente pela barriguinha do ômega que ainda era bem reta e não mostrava sinais do filho deles. – vou fazer de tudo para cuidar de vocês dois. – HoSeok saiu de sua posição, abriu os olhos e beijou TaeHyung com todo amor do mundo, um sentimento que ele não sabia que podia nutrir assim tão rápido por alguém que não fosse Jimin.

— Obrigado TaeTae. – o Kim sorriu e logo voltaram a uma posição confortável. Não demorou muito e eles já estavam dormindo.

 

[…]

 

NamJoon queria dizer que não era empregada de ninguém, que tinha mais o que fazer e que deixar Mingyu com a vizinha bem idosa do andar de baixo não era uma boa pedida, mas quando Jimin apareceu sorrindo na video chamada, lhe pedindo ajuda com a casa ele não soube dizer não. O pior era isso, ele nunca sabia dizer um simples não e se odiava por isso. Era só Jimin pedir sorrindo que ele corria feito um cachorrinho para ajudá-lo. Fazer faxina nunca foi seu forte, mas tinha aprendido depois que se casou.

Se sentia um pouco humilhado também, ele e Jimin estavam limpando uma casa aonde continham vestígios demais de uma cena que lhe passava pela mente sempre que ele via um pouco se sangue ou sêmen seco espalhado pelo carpete, sofá, lençóis da cama ou até mesmo em cima de móveis que era quase impossível se equilibrar na hora do sexo. E o que mais lhe incomodava era o cheiro do sangue – que mesmo seco – ainda lhe causava embrulho no estômago. Sabia que o ômega não era virgem e mesmo que o alfa fosse, não sangraria daquela forma.

Se perguntou se aqueles eram frutos das marcas dolorosas que um alfa lúpus tinha de fazer em si mesmo para resistir a um ômega de igual linhagem em seu cio. Se sentiu mal pelos dois, aquilo deve ter doído e pelo cheiro ainda podia imaginar o quanto eles tentaram resistir. Ver Jimin limpando os lençóis e aparentemente ignorando o sangue, suor e com e, com certeza, lágrimas que foram despejadas ali era estranho. Parecia um ato vindo de um sádico cruel e mesquinho. Eram sempre nesses momentos que NamJoon se perguntava porque amava aquele alfa.

— Eu posso pedir pizza. – sussurrou o alfa. – Se quiser podemos ver um filme assim que terminarmos aqui, acho que o Seokie hyung não vai voltar tão cedo, ele deve estar bravinho sem motivos, aposto que só quer fazer me fazer ciúmes com o TaeTae. – o Park riu como se aquilo fosse uma piada. Namjoon parou o que fazia e olhou fixamente nos olhos do mais novo, perplexo com o que estava vendo e ouvindo. Quis socar aquele rosto bonito e apagar aquele sorriso sem sentido. – Não gosta de pizza? – o outro se fez de desentendido.

– O que eu não gosto é de como você está agindo, isso é desumano, Jimin-ah. Acha mesmo que o HoSeok vai voltar para você depois de tudo o que fez? – NamJoon não queria usar aquelas palavras, mas precisava. O outro estava quase cometendo um ato mais desumano do que o anterior perdendo a pouca sanidade que havia em si. – Porque você fez isso Jimin? Queria entender, mas a cada vez que me explica, mais eu me sinto perdido, porque você agiu assim com eles dois? E se o TaeHyung-sshi não aceitasse? Se deixasse o HoSeok-ah sofrendo? Ele poderia morrer, você sabia disso? – Jimin apenas riu.

— Ele não faria isso, Nam hyung, o TaeTae sempre gostou muito do HoSeok hyung, duvido que ele o deixaria passando por um momento desses, nem que fosse por um momento, apenas para que a dor sumisse por umas horas. – o alfa estalou a língua no “céu da boca”. – O que eu esperava que acontecesse aconteceu, ele engravidou, com certeza e logo seremos pais. Simples, não? – NamJoon calou-se. De que adiantava dizer que não era tão simples assim? Para que servia confirmar consigo mesmo que aquele ato era pura monstruosidade? Melhor calar-se do que dizer outra coisa.

Ele também se sentia culpado, já que poderia ter chamado a polícia, ligado para o síndico do prédio e denunciado aquele carcere. Querendo ou não ele acolheu aquele homem em sua casa pelos dias que ele bem quis, ele cuidou dele, alimentou-o, deixou que ele brincasse e cuidasse de seu filho enquanto TaeHyung e HoSeok sofriam dentro daquelas quatro paredes. Ele também tinha culpa e se aquela história viesse a tona, ele seria acusado de cúmplice. Não queria nem pensar na possibilidade de perder a guarda do filho. Porque querendo ou não admitir aquilo era mais sério do que se podia imaginar.

Jimin deu de ombros e caminhou em direção a sala, já que estavam no quarto do casal. Ele queria colocar algumas roupas para lavar, mas, ao mesmo tempo, precisava reconectar a internet e o telefone fixo, precisava pedir a famigerada pizza por ai, já que seu celular estava sem carga. Pensou em um sabor bom, mas logo parou seu caminhar e precisou de apoiar no encosto do sofá quando sentiu uma pontava forte lhe invadir o baixo-ventre. Fechou os olhos com força e tentou não imaginar que estava passando pelo que parecia passar. Respirou fundo, quase caindo de dor. Droga, seu cio havia chegado.

Seu cheiro ficou forte e a dor somada a vontade de fazer sexo lhe atingiu. Compreendia que o seu cio era bem próximo ao de HoSeok, as vezes entravam juntos no mesmo momento e isso lhe ajudava a ter fôlego para lidar com um ômega lúpus, mesmo que o momento deles não durasse mais do que um dia a um dia e meio. Seus cios eram curtos e não o permitiram sentir muito mais do que queria, mas eram fortes e doíam. Ele precisava de alguém naquele momento, do seu marido, na realidade, mas sabia que ele não viria.

E por ter jogado todos os supressores do outro fora sentia que não tinha com o que abafar as dores e os calores do cio. Se sentou no chão, quase não conseguindo abrir seus olhos, a dor se alastrando ainda mais e a vontade de arrancar suas roupas lhe invadindo. NamJoon que estava no quarto conseguiu sentir o cheiro do outro, era forte, muito bom – por sinal. Nunca tinha estado perto do Park durante o seu cio – claro que não – e era tão bom a ponto dele não saber como lidar com isso. Seu membro e sua entradinha pulsaram.

Com todo custo do mundo ele caminhou em direção a sala, encontrando um Jimin sentado no chão, todo suado, exalando um cheiro bom demais para um ômega como ele resistir enquanto alisava seu pênis por cima da roupa. O Park tinha seus olhos fechados e a boca entreaberta, parecia tão pornográfico e errado que lhe deixou com vontade de ir embora ou pular em cima dele. Jimin era um homem casado e mesmo com os erros cometidos ainda estava atado por uma aliança ao Jung. Ele não queria ser amante de ninguém. Não seria.

— NamJoonnie hyung… – Jimin chamou assim que sentiu o cheiro do outro, seus olhos se abriram dando de cara com um NamJoon já demonstrando excitação. Quis aquele ômega porque queria acabar com aquela dor. No momento pensou em HoSeok, em como ele lhe seduzia ainda mais naqueles momentos e lhe fazia se sentir homem. Era bom demais para alguém como ele aguentar. – Me ajuda, Nam hyung, me ajuda. – Namjoon engoliu em seco, deu um passo para trás no momento em que o outro ameaçou se levantar. – Por favor, você pode fazer isso por mim, não pode? Você quer e vai me ajudar, não quer? – NamJoon fez que não, não podia ceder.

Jimin levantou-se com todo custo, caminhou em direção ao escuro do corredor aonde o Kim estava. O mais velho dava leves passos para trás preso na incerteza entre fugir e ficar, queria tanto realizar o sonho de ter aquele homem indo fundo dentro de si, mas não queria ser tarjado como um amante. Como alguém que não serve para mais nada além de dar prazer. Por isso ele caminhou para trás, mas acabou tropeçando em um dos carpetes que estavam embolados ali esperando por limpeza. Isso foi tudo o que Jimin precisou para pular em cima daquele ômega e prender seu corpo ao chão empoeirado.

NamJoon gemeu no momento em que seu membro foi massageado pela coxa macia e quente de Jimin, seu corpo inteiro queimava e mesmo por cima da roupa podia ser sentido. Ele não queria se entregar a isso, mas foi quase impossível não soltar outro gemido, mas desta vez mais alto quando o alfa lhe deu uma leve lambida e uma mordiscada no pescoço. Foi intenso e um tanto doloroso, mas o Kim não sentiu dor, apenas prazer e mais tesão.

— Eu sei que me quer, porque está resistindo? – perguntou Jimin com uma voz provocante. – Seja bonzinho, hyung, eu sei que você está louco por mim. – NamJoon riu da voz usada e das palavras empregadas. Jimin tinha razão, ele estava louco por ele de verdade. Riu enquanto sentia a coxa massagear seu pênis, sua vontade era de abrir as pernas e apenas dar para o mais novo. Fechou os olhos ao sentir o outro ousar um pouco mais, Jimin o beijou da forma como ele sempre sonhou que beijaria. Seu coração quase saltou pela boca e ele sentiu a ausência alheia quando ele se separou de si.

— Eu quero Jimin. Me fode, me faz seu ômega. 


Notas Finais


SUSPIRANDOOOOO


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