História Haven and Hell - Capítulo 4


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Categorias One Direction
Personagens Harry Styles, Liam Payne, Louis Tomlinson, Niall Horan, Zayn Malik
Tags Amor, Comedia, Fanfic, Lucy Hale, Romance, Zayn Malik
Visualizações 16
Palavras 1.512
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Comédia, Famí­lia, Festa, Ficção Adolescente, Romance e Novela, Shoujo (Romântico)
Avisos: Álcool, Drogas, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Capítulo 4 - "Tudo mudou, mas nada mudou"


Acordei com dificuldade de abrir os olhos pela pancada que levei na cabeça, mas quando consegui observei o lugar com pouca luz. - Que porra aconteceu. Falo em um sussurro.

Tento rastejar pelo chão de cimento mal acabado e gemendo pela dor que se fazia presente em minhas pernas, escuto passos vindo do lado de fora do cubículo em que estava presa e me encolho mais no canto quando a porta pesada de ferro é aberta revelando o mesmo cara tatuado da loja de conveniência, em uma fração de segundos minha memória começa finalmente a voltar. - Achei que a Cinderela não ia acordar. Continuo olhando assustada sem entender nada do que está acontecendo. - Levanta boneca. Ele vem em minha direção erguendo-me pelos cabelos. - Urgh. Gemo de dor por meu peso estar sendo todo comportado em meus cabelos, no mesmo instante sou lançada ao chão dando de cara com o piso frio e neste momento as lágrimas ja se faziam presentes em meus olhos. - Levanta vadia, vou te levar até suas novas amigas. Levanto com dificuldade e ele me empurra para que eu ande mais rápido até a porta que dava para um corredor como os de uma cadeia cheio de portas grandes de ferro com apenas uma única janelinha com grades. 

Chegamos em frente a última porta do corredor e ele abre a mesma revelando uma menina mais ou menos da minha idade sentada em um colchão velho, ele me joga para dentro e quando tento sair ele fecha a porta no mesmo instante, começo a dar vários socos sem parar de chorar um único segundo. - É inútil tentar escapar. Uma voz doce e triste soa pelo recinto e levanto o olhar em sua direção. - Eu sou Alicia, estamos presas para sermos estripers e não à nada que possamos fazer para sair daqui. - Não é possível, temos que fugir desse lugar. Ela ri irônica. - É impossível fugir a não ser que algum velho nojento compre você, qual é seu nome? - Meu nome é Louise. Respondo em meio aos soluços. 

- Bom Louise, daqui algumas horas vão te explicar o que deve fazer hoje a noite. 

- Eu não posso fazer isso, eu ainda sou vir...- Shiuu, não deixe que saibam disso se não você vai ser o troféu desta noite. A cada segundo ali eu me apavorava mais, tudo aquilo não podia estar acontecendo eu só pensava “isso é só o pior pesadelo da minha vida”. - Descanse, você pode deitar aqui eu sento no chão, você precisa descansar essa noite será longa. Vou até o colchão velho em que ela estava sentada e me deito no mesmo. - Está aqui a quanto tempo? Pergunto ainda soluçando. - Eu não sei cada dia parecem anos, mas acho que uns dois á quatro meses, nas primeiras semanas eu tentei fugir ou me matar mas até isso é impossível aqui. 

Conversamos um pouco mas logo dormi estava extremamente cansada, desidratada e para ajudar o choro não cessava, depois de muito tempo um barulho de saltos me acordou e a porta abriu revelando uma loira alta e muito bonita. - Menina pare de chorar, acha que alguém vai querer vir ver estripers choronas?!  

- Se não tivessem me sequestrado e me obrigado a ficar nesse lugar podre não estaria chorando. 

- Cale essa sua boca imunda vadia, você não sabe no que está se metendo. Fala ja colada em meu rosto.

 - Ruiva arrume essa fedelha escrota, faça uma boa maquiagem, coloque a roupa de estreia. Ela fala tirando uma algema do bolso e colocando minha mão em um lado e a de Alicia em outro. - Venham. Ela vai nos guiando por aquele corredor até subirmos umas escadas que dão á um enorme salão com vários espelhos, cadeiras tigradas e araras cheias de roupas brilhosas. - Ruiva você sabe o que fazer. Ela anda até nós tirando as algemas e depois sai trancando a porta. - Eu... Eu não posso fazer isso. 

- Eu também achava que não podia mas as toturas me fizeram mudar de ideia. E uma onda de tensão passa por meu corpo.

 - Você vai ter que vestir isso. Fala mostrando um corpete preto cheio de brilhantes e uma parte de baixo como uma calcinha só que cheia de brilhantes e franjas de cristais. 

Depois de ter vestido aquelas "roupas" sem reclamar ou falar algo e porque para ser sincera estava com um pouco de medo que Alicia me batesse ou algo do tipo la não parecia a mesma de horas atrás, ficava pensando, como alguém fica presa em um lugar como esse e não tenta até o último segundo de vida escapar. - Esta noite você não vai fazer muita coisa mas eles adoram brasileiras. Quando ela pronuncia a última frase um frio corre pela minha espinha. - Não se preocupe não irão fazer nada com você, ainda. Eu só quero ir embora desse maldito lugar, céus será que é aqui que vou morrer aos 16 anos sem ao menos ter vivido praticamente nada. - Vamos arrumar essa cara de choro e esse cabelo, até parece que brigou com o pente. 

Depois de horas de Alicia me explicar como eu deveria ficar sentada em um sofá vermelho com detalhes em pedras, ela me avisa que o “show” iria começar e que eu deveria fazer uma cara feliz, mas eu não vou fazer porra de cara feliz nenhuma minha vontade era de chorar até a morte. Música alta e mulheres seminuas começam a dançar aquilo tudo era demais pra minha cabeça. Homens ao redor de balcões bebendo e fumando, outros jogando dinheiro em cima das mulheres. - Como tudo isso pode estar acontecendo. Falo para mim mesma. 

Depois de um tempo ali minha cabeça dói e não consigo ver quase nada até que o tempo parece parar minhas pernas adormecem e eu sinto as lagrimas escorrerem pela minha bochecha, era ele. - ZAYN. Grito levantando para ir em sua direção mas minha cintura é puxada fortemente fazendo força contra o corpo atrás de mim, tento me soltar mas é inútil. - Onde a gatinha pensa que vai? Sinto um alito nojento de bebida. - ME SOLTA! 

- Vamos nos divertir, não se preocupe.

- ZAYN. Grito mais uma vez mas com o barulho da música e a distância era impossível de se ouvir, ele continua falando com uns homens no balcão. Eu tento me virar para acertar um chute entre as pernas daquele ser repugnante, mas só consigo dar uma cotovelada em seu estômago. Quando ele me solta eu corro o máximo que posso até chegar em Zayn. - Zayn por favor me tira daqui me sequestraram e estão me fazendo eu me prostituir. Falo tudo sem nenhuma pausa. 

 

 

                                ZAYN ON

 

Depois que cheguei nesse hotel parece que tudo mudou, mas nada mudou. Hoje tenho que fazer uma entrega para aqueles merdas dos irmãos Weber, a Louise não está para ficar com a Meg mas vai ficar com alguém do hotel, não sei porque mas sinto falta dela. 

A caminho daquele bordel escroto dos Weber coloco Walk - Fool Fighters meu pai sempre escutava essa música comigo, e fico pensando que poderia mudar essa vida, ir morar definitivamente em Londres viver com minha mãe e irmãs, Meg estava aqui porque minha mãe viajou a negócios e não podia levá-la e deixou com meu pai que á trouxe para mim, essa família não tem jeito um empurra a responsabilidade para o outro. Quando percebo ja cheguei aquele posto/bordel/tráfico, desço do Jaguar e é hora de acertar as contas, passo pelos seguranças que já me conhecem e vou até o bar falar com Jammes Escroto Weber. - Eai Malik? 

- Só quero meu dinheiro pra dar o fora desse lugar. 

- Calma ai, temos coisas para acertar. 

-  A única coisa que eu vou acerta é essa sua careca tatuada com um tiro se você não me pagar. Quando termino de pronunciar um ser me abraça e quando olho. 

- Zayn por favor me tira daqui me sequestraram e estão me fazendo eu me prostituir. Ela fala tudo tão rápido que quase não consigo acompanhar. Por incrível que pareça me deu vontade de abraça-lá e tirar ela dali o mais rápido possível, mas sabia que Jammes ia usar isso contra mim. 

Peguei forte em seu braço e me abaixei até seu ouvido. - Eu vou te tirar daqui, mas finja que não me conhece ou não vou conseguir. Ela concorda com a cabeça e vai até o bar.

- Gostou Malik? Uma brasileira novinha, chegou ontem. 

- Fica com a mercadoria em troca da garota. 

- Gostou mesmo né Malik, mas posso lucrar muito mais com ela só esse caminhão é muito pouco. 

- Se eu não puder levar ela é o último que vai receber de mim. 

- Okay Malik, a sua mercadoria é muito boa para perder por uma vadia qualquer. Sem querer meu sangue ferve e meus punhos serram, ela não é uma vadia qualquer... Ela é a Lou. 

 

 

CONTINUA... 



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