História He and She - Capítulo 8


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Categorias Andrei Soares "Spok" Alves, Douglas "Rato Borrachudo", Malena "Malena0202" Nunes
Personagens Andrei Soares "Spok" Alves, Malena0202, Rato Borrachudo
Tags Malepok
Visualizações 99
Palavras 1.599
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Crossover, Drama (Tragédia), Ficção Adolescente, Hentai, Romance e Novela
Avisos: Álcool, Drogas, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Eu voltei!
Gente o capítulo de hoje está mais que incrível!
Sério mesmo!

- Boa leitura - Teffys!

Capítulo 8 - Namorados..


Fanfic / Fanfiction He and She - Capítulo 8 - Namorados..

 Depois daquele dia, obtive uma certeza. Eu não gosto da Malena, eu a amo.

Ficamos por mais um tempo. Queria ter a certeza de que realmente estava apaixonado. Que realmente queria aquilo. Se pudesse descrever o que eu sinto por ela com certeza seria um grande "Boom".

Não sei explicar o porquê do "Boom". Só sei que a cada beijo, abraço, sorriso ou palavra vindo dela. Faz meu coração explodir de amor.

Estava perdido em meus pensamentos enquanto ela me ajudava com a lição. - Não Popok! Isso está errado. Faz de novo! - A menor apagou uma conta no meu caderno.

Peguei o lápis e refiz. A mesma apagou. - Malena! - Falei chamando sua atenção.

- Não adianta reclamar, vou apagar até você fazer certo! - sorriu e continuou apagando.

Depois de muitas tentativas entreguei meu caderno a ela.

Ela olhava atenciosamente para o caderno. Lendo cada pequeno número. - Você acertou!

Sorri - Acertei? - Peguei o caderno o olhando de maneira orgulhosa. - Obrigado loirinha! - A puxei para um beijo rápido. Assim que cessamos esse, ela sorriu e colocou as mãos em frente a boca. - Aí que fofa! - A peguei. Carreguei até a cama onde a joguei e comecei a fazer cócegas.

Ela tentava segurar minhas mãos. - Popok para! - Não se aguentava de tanto rir. Juntei nossos lábios em um beijo apaixonado.

Cessamos o mesmo e a encarei sorrindo. - Namora comigo? Prometo te fazer feliz..

- Namorar? - A mesma sorriu. - Namoro sim. - Iniciamos um novo beijo. Dessa vez mais apaixonado. - Te amo loirinha.

- Te amo Popok. - Ela me abraçou.

Estava deitado por cima dela. A mesma me abraçava. Enquanto eu depositava alguns beijos em seu pescoço. - Porque você dá tantos beijos no meu pescoço? - Perguntou entre suspiros.

- Não sei também.. Só sei que gosto de te encher de carinho e beijinhos.. E você faz uns barulhinhos muito bonitinhos quando te Beijo. - Falei.

- Faço?

- Faz sim.. - Falei selando nossos lábios. - Viu? Linda!

Ela corou um pouco e sorriu. - O que namorados fazem?

- Se beijam, se amam e trocam carinhos.

- Eee! Vamos ficar deitadinhos aqui! - Ela falou fechando os olhinhos.

Sorri levemente ao ver seu rostinho. - Vai dormir?

- Não, só tô descansando. Popok, agora os meninos vão parar de me perseguir?

- Provavelmente. Agora estamos mais do que juntos. Somos um só. E o primeiro que mexer com a minha loirinha. Apanha.

Ela me encarou assustada. - Nossa Popok.

- Nossa nada. Minha namorada é minha riqueza. - Lhe dei um selinho. - E não quero que ninguém deixe ela triste. Quero te ver sempre feliz.

- Também quero te ver feliz. - Ela começou a acariciar meus cabelos.

Foi assim que começou, éramos jovens, ela era indefesa, delicada. Minha função sempre foi proteje-la. Durante um ano, ficamos mais do que colados, realmente éramos apenas um. Onde eu ia, ela vinha atrás. Ou vice-versa. No meio do ano ela ficou bem gripadinha, quem cuidou dela? O mais engraçado foi, pelo fato de estarmos sempre juntos, a gripe acabou passando pra mim. E ela me tratou como se eu fosse um bebe durante umas duas semanas.

As festas de final de ano o irmão dela veio a buscar. Infelizmente não tive a chance de conhece-lo. Não sei por que mas, não confio nele. Não me sinto confortável ao ver minha pequena em suas responsabilidades. Afinal, ele nunca se quer a telefonou para saber como estava, no começo desse ano ele até pode ter a dado uns bons presentes. Mas nada demais ou dar as caras. Quem sabe um dia eu possa conhece-lo.

Neste exato momento estou deitado, com um ser deitado em meu peitoral, na maioria das vezes me enchendo de beijinhos. Não posso negar, estava amando. - Ei! - Ela falou chamando minha atenção. - Também quero carinho..

- Quer? Quer mesmo? - A puxei para um abraço de urso.

A mesma se debateu um pouquinho. - Não quero mais.. - Sua voz manhosa me fez sorrir e querer a apertar ainda mais. - Ei você vai me esmagar!

A enchi de beijinhos também. - Te amo minha fofinha! - Me coloquei por cima dela a beijando. Um beijo lento, cheio de amor e desejo. Não me importava com nada. Apenas em beija-la. Não posso negar que queria algo a mais que um beijo. Cessamos o beijo quando o ar foi necessário. Passei os meus lábios ao seu pescoço, dando leves chupões cuidadosos evitando que ficassem marca. Ela suspirava, enquanto acariciava meus cabelos. Uma hora ela se rendeu. Assim dando seu primeiro gemido. Foi quase impossível de ser ouvido, porém eu consegui. Queria ouvir novamente, meu objetivo era não deixar marcas em seu pescoço. Não demorou muito para que houvessem mais de três marcas em seu pescoço, seus gemidos se tornaram mais altos. Voltei a atacar seus lábios. A mesma apenas se rendia cada vez mais. Senti meu corpo esquentar, encerrei o beijo para retirar minha camiseta. Ela me encarava bem coradinha, voltei a fazer o que fazia antes. Em poucos segundos, senti suas pernas serem entrelaçadas em meu quadril. Obtive uma certeza: era agora. Ainda tinha receio de toca-la. Tinha medo de a deixar constrangida, passei as minhas mãos para a sua barriga. Não demorou para ambas chegarem em seus seios, acariciando levemente. Senti todo a receio e constrangimento dela através do beijo. - Calma.. Vou fazer apenas o que me permitir.. - Sussurrei e em seguida dei uma leve mordidinha no lóbulo de sua orelha. A mesma me respondeu com uma mordidinha nos lábios. Muito atraente por sinal. Passei a massagear o que tinha em mãos, a deixando mais corada que antes.

Seus olhos estavam fechados. - Popok... - Ela falou com dificuldade. Retirei sua camiseta e seu sutiã. - Não me olha assim.. Por favor.. - A mesma tapou as partes expostas.

Olhei diretamente em seus olhos. Seus olhar era como de uma criança que por algum motivo estava tímida. Aquilo me fez me sentir culpado, eu iria acabar com a inocência dela, iria retirar sua pureza. Eu queria continuar naquilo, queria sentir seu corpo. Mas ao mesmo tempo queria que para sempre ela fosse a minha criança. Uma parte de mim sentia prazer em sua inocência e outra parte, se sentia culpada. Era como se eu necessitasse daquilo. Meus pensamentos foram cortados com ela um pouco agitada, alguns gemidos dela e um grande aperto em meu membro. Minha calça me machucava. Além de, nossas intimidades estarem se tocando causando um certo prazer em nós dois. - Eu, eu posso apagar a luz se quiser..- Falei olhando para ela enquanto me levantava.

- O que aconteceu com você? - A mesma perguntou enquanto olhava para o volume.

- Desejo, muito desejo... - Falei corando.

- Isso vai entrar em mim? - Ela perguntou fechando as pernas. - Vai doer... Eu estou com medo..

- Não tenha medo. Vai ser bom.. Eu prometo.. E não vai doer, vou ser cauteloso.

- Promete?

- Prometo... - Falei e ela sorriu levemente.

Retirei minha calça e minha box, meu membro praticamente pulou para fora da box. Apaguei a luz e me guiei para cama. Não enxergava quase nada. A única coisa que me ajudava e o pouco de luz que passava por de baixo da porta. Me sentei em sua frente, abri suas pernas levemente. Retirei sua saia e com um pouco de dificuldade sua calcinha. Voltei para cima dela. Procurando seu seio com a boca. Quando achei comecei a suga-lo com vontade. A mesma não segurava seus gemidos. Deslizei minha mão para sua intimidade, ou o que aparentava ser. Tocava uma região quente, suave e úmida. Que também a fazia dar altos gemidos. Aumentei a intensidade dos movimentos com os dedos. Sentindo toda a sua excitação. Passei a procurar sua pequena entrada, tive algumas tentativas falhas de a penetrar com os dedos, e quando finalmente a penetrei, obtive mais uma certeza. Ela iria sentir muita dor. Era completamente apertada, ao ponto de faze-la sentir dor. Tinha em mente que ela sentiria desconforto, e não dor. Movimentei meu dedo com cuidado.

- V-você falou que não ia doer... - Ela falou entre gemidos.

- É sua primeira vez meu amor.. Dói um pouquinho. - Adicionei mais um dedo ali. A mesma gritou me fazendo congelar. - Calma.. Por favor.. - Retirei os dedos e levei os meus lábios a sua intimidade. Novamente ela se agitou, seus gemidos eram controlados.

- Banheiro.. - Ela falou ofegante. - Eu realmente preciso ir no banheiro... - Ela falou mais agitada que antes. Questão de segundos depois ela se desfez em meus lábios. Era doce.

- Você tem um gosto bom.. - Falei me posicionando. Juntei nossos lábios em um beijo apaixonado. Cessamos esse quando o ar foi necessário.

- E-eu tenho que fazer alguma coisa? - Ela perguntou bem corada.

- Não - Falei. Me ajeitei melhor. - Posso colocar? - A mesma resmungou um sim bem baixinho. A penetrei com cuidado. A mesma cravou as unhas nas minhas costas e deu um grito, não muito alto. Esperei com que a mesma se acostumar.

- C-continua.. - Comecei a me movimentar arrancando gemidos de dor dela. Depois de um tempo ela passou a sentir prazer, então aumentei a intensidade das estocadas. - D-devagar..

 Com calma continuei o nosso momento, não demorou muito para mim a preencher com o meu líquido. Me retirei dela e me joguei ao se lado. Ela me abraçou enquanto nos cobria.


Notas Finais


Continua?


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