História He is (not) insane -Vkook - Taekook - Capítulo 38


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Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens Jeon Jungkook (Jungkook), Jung Hoseok (J-Hope), Kim Namjoon (RM), Kim Seokjin (Jin), Kim Taehyung (V), Min Yoongi (Suga), Park Jimin (Jimin), Personagens Originais
Tags Bangtan Boys, Bts, Jeon Jungkook, Jung Hoseok, Kim Namjoon, Kim Seokjin, Kim Taehyung, Min Yoongi, Park Jimin, Taekook, Vkook
Visualizações 364
Palavras 1.925
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Drama (Tragédia), Lemon, Romance e Novela, Yaoi (Gay)
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


The end is very next.

Capítulo 38 - Eighteen,


Acabei dormindo no trabalho porque tinha muita gente na ala de emergência, então não consegui voltar pra casa. Ninguém conseguiu, para falar sinceramente,  ou pela chuva ou pelo serviço.

A cidade estava um caos, parecia dilúvio de Noé segunda versão. 

- essa chuva não vai acabar não? 

- pois é, está desde ontem. Não aguento mais!

- me da vontade de dormir só de saber que está chovendo! - comenta Yoongi, abrindo a porta da minha sala. Era o único lugar de paz para comer, quer dizer, tinha a sala de Yoongi mas já que a minha era mais perto..

Nos sentamos e começamos a comer. Não tinha comido algo desde que dormi, era tanta sutura, tanta intubação, injeções, soros que faz qualquer um perder a fome porque o sono é mais esperto.

 -  só espero que não se repita. sério.  - suspirei fundo. - é muito cansativo.

- ei, se der, vamos dar aquela caminhada? eu estava pensando em ir a noite ou a madrugada.

- se não tiver plantão, vou sim. -mordi meu querido hambúrguer. - você também vai, azedo? 

- claro que sim. qualquer coisa que me tire daqui, eu tô aceitando

Certo!

 Talvez fosse bom mesmo sairmos do hospital um pouco, andar e respirar um pouco de algum ar natural. Melhor! o parque fica aberto a madrugada toda, não me pergunte porque, o importante é que da pra fazer a caminhada em paz.

- opa, desculpa incomodar.. - alguém diz batendo na porta. 

- diga!

- é Jimin, desculpe. 

- o que foi?

- a ala de emergência precisa de você.

- não se pode mais comer em paz nessa vida - voltou a comer sua salada de frutas vermelhas, entretanto.  - mas então, vocês têm plantão hoje?

- não,  mas ontem também não tinha e a gente teve que ficar!

- é! - ri. - mas não tem problema. o parque só fecha ao meio dia e provavelmente vamos a noite ou a madrugada.

- precisam de vocês na emergência! - outra pessoa nos avisa.

- ah, que droga! não se pode mais comer em paz nessa vida! - falei e Jimin riu.

Infelizmente hoje também estava meio cheia a emergência, então tínhamos muita coisa pra fazer e provavelmente vamos ter plantão; o que me deixa uma categoria levemente puto. Tudo o que eu queria era sair um pouco daqui, e até posso, mas não quero. 

Confusão? Talvez. 

~ um acidente gravíssimo aconteceu em um prédio residencial. - parei ao ouvir a TV. - um prédio desabou depois de aparentemente um gás vazado que ocasionou uma explosão em massa, pois as casas eram muito próximas mais butijoes exploradiram, ocasionando o desabamento.

- caramba...

- devem chegar os feridos aqui bem rápido, então.. - Jimin colocou suas luvas. - vamos para a emergência porque aquilo vai pipocar!

- você está andando muito com a Yá, sabia?? - também coloquei minhas luvas. suturar ou não suturar, eis a questão! Estou cansado de fazer isso por ontem e, céus, sou um psiquiatra e não um enfermeiro! 

Percebam que reclamo toda hora, mas eu mesmo me ofereço para ajudar. 

- Jimin! - um dos médicos veio correndo.  - você vem comigo!

- aonde?

- aquele acidente grave que aconteceu. vamos logo, a coisa foi grande! 

- posso ir? - fiz biquinho para que ele aceitasse; pelo menos, com a minha mãe, dava super certo. 

- claro, vamos precisar que você faça uma sessão com os mortos.

- vou fingir que não ouvi isso

- tá bem, ta bem! você vem comigo.

Já que me deixaram ir, minha preguiça foi pro beleléu. Jimin que fechou a porta da parte de trás ambulância, onde estávamos.

 - eu tô até com medo de ir ali!

A sirene da ambulância começou a tocar, me fazendo resmungar e tampar meus ouvidos.  Aquele som era pior que meu despertador tocando as 4h30 da manhã, acorda qualquer morto que vier aqui!

(xx)

Uma palavra que me define? Surpresa. Mas, caso queiram outra, aqui está: medo.

- que caos...

Haviam escombros de concreto, de móveis, tinha ainda paredes erguidas mas era questão de tempo para que tudo caísse ali. Também tinha muita ambulância de diferentes hospitais, muito enfermeiro com muito paciente com diversas fraturas.

O transito também estava um caos, tinha uns carros debaixo dos concretos então devem ter sido acertados na hora do desabamento. O pequeno movimento era porque os escombros tinham tampado a passagem, então os motoristas que conseguiram se safar estavam dando ré.

- Nazaré Tedesco nos abençoe... - falou surpreso. - t-tá,  vocês se espalham porque tem muita gente aqui para ser ajudada! - saiu.

- e eu? - perguntei a mim mesmo. fiquei mais perdido naquele lugar do que fico em casa.  Não sabia exatamente onde ir porque, aparentemente, as vítimas já estavam sendo atendidas.

Saí andando. Eu falei que as vítimas visíveis estavam sendo atendidas, mas com certeza tinha gente soterrada ali. Não sou bombeiro, mas se parar pra pensar, nem era para eu estar aqui. 

Então fui até uns escombros, olhar se tinha gente ali que precisava de ajuda; quase tropeçando nos concretos e dando de caraino chão. 

- o que faz aqui, rapaz? - uma voz grossa se fez presente.

 - QUE SUSTO! a-ah, estou procurando vítimas do acidente.

- isso não é trabalho para os médicos. - ele era alto que só ele, vestia uniforme dos bombeiros então já dava pra imaginar o que ele era; um piloto de corrida.

Desculpe, é o nervosismo. 

- não é trabalho para um médico tratar pacientes? - rebati.

- não falei disso. É que você está numa área instável! ai fica um pequena garagem subterrânea, pode desabar.

- obrigado.

- de nada! - riu. - que mal lhe pergunte, mas por que você não está junto com seus colegas? Você está afastado demais.

Começamos a andar juntos. 

- é que eu estou procurando alguém que esteja soterrado. Todas as vítimas visíveis estavam sendo atendidas..

- jura?  então acho que você pode nos ajudar. olha - apontou o dedo até uns escombros menores. -, você pode procurar alguém ali. Lá não tem perigo e pode ter alguém soterrado ou algo do tipo - sugerira.

Fui até onde ele tinha dito. Tinha escombros mas era menores, e já estava meio longe da garagem subterrânea; praticamente tinha mais segurança ao andar por lá. 

Estou me sentindo num filme de super-heróis quando alguma catástrofe acontece, chega a dar um calafrio na espinha.

- ALGUÉM AI?- gritei. - alguém!? 

Vi algumas coisas de casa, itens pessoais, uma bonequinha que deve ser de uma pequena criança.  Isso é bem forte, você estar na sua casa despreocupado e do nada, ouve uma explosão. PAH.  Outra e depois outra sucessivamente; se você não morreu na primeira, tem ainda mais cinco explosões para sobreviver também

 - alguém!?? 

Desta vez, ouvi um pequeno gemido, um pequeno choro de criança então comecei a procurar rapidamente.  Ainda ouvia o pequeno choro fino, me guiei pelo som mesmo sendo afastado de tudo e todos.

 - 'táquiopariu! - falei automaticamente e sem querer,  quando vi uma menina no chão. Sua cabeça tinha um corte meio grande, fui logo abrindo o kit de socorro. - hey, vai ficar tudo bem, ok?! - me aproximei dela e consegui ver a situação mais complicada: tinha um congreto muito pesado em uma das suas pernas.

 Estava saindo tanto sangue. Me abaixei até ela e peguei uma lanterninha, verificand se ela tinha algum trauma craniano ou algo do tipo que intervesse na hora de tirar o concreto.

- oi! - sorri para a acalmar. - onde você sente dor além da perna?

- ca...be...

- só na cabeça e na perna? - perguntei abaixado enquanto procurava algo no kit que fosse anestesia;  aquilo ia doer pacas!

- s-sim...

- vamos fazer assim! - peguei uma seringa que havia ali e colocava a anestesia local. - você pisca uma vez pra "sim" e duas pra "não". entendeu? 

Piscara uma vez.

Ohei para trás para ver se eu via alguém que me ajudasse, mas não vi ninguém porque  estava meio longe do ápice de tudo. Essa menina estava escondida na parte de trás do prédio quase todo caído, dificultando o acesso. 

- eu vou aplicar uma coisa que vai fazer a dor da sua perna passar, então relaxe! - vi um ponto que seria bom aplicar e apliquei um pouco acima do joelho; dali para baixo ela não sentiria muita coisa. - isso vai demorar alguns minutos, então podemos conversar. doi além da cabeça e da perna?

Piscara duas vezes.

- hn, tem alguém ali para você olhar tanto? 

Piscara uma vez. Então eu olhei mais uma vez, e nada de encontrar alguém. Levantei-me e andei até onde ela olhava tanto. Vi cada detalhe do local,  crendo ser apenas ilusão da garotinha.

Afinal, ela está ferida na cabeça.  

 - ca-ra-lho... 

Haviam dois corpos um ao lado do outr, quase todo o corpo de ambos estavam carbonizados ao total, o que não estava queimado estava ferido e sangrando muito.

Ca-ra-lho 2.0.

Me aproximei. Olhei se havia respiração e os dois não respiravam. coloquei a mão na frente (não toquei ) do rosto de cada e também não sentia respiração alguma; obviamente, mortos. 

- você conhece eles? - perguntei enquanto pegava um par de luvas no kit.

Piscara uma vez.

- agora vou tirar você daí e você vai poder ficar bem de novo. feche os olhos.

Com a confirmação de que não sentia mais sua perna, pude tentar fazer minha parte. Era realmente pesado e grande, eu fiz uma grande força quase estourando minhas veias, mas não consegui tirar. - ok, mais uma vez! 

Que cena horrível...

Sua perna estava praticamente esmagada pelo alto peso daquele concreto e por ela ser uma criança. Tinha sangue ali mas o grande problema era o osso quebrado, esmagado. 

- ok, continua de olhos fechados que eu vou pegar você no colo! 

Com cuidado, a peguei no colo e ela ainda tinha os olhos fechados como eu pedi. Foi difícil andar porque tinha muita coisa ali e era complicado olhar onde eu pisava. Talvez pisei muito em falso, tendo dificuldade com os objetos no caminho, mas logo estávamos no local adequado.

- oh, você fez bem de nos ajudar! - o mesmo bombeiro que eu tinha falado me vira, me ajudara  para que eu colocasse a garota na maca.

- obrigado. - coloquei a máscara de ar nela. - ela tem que ir para o hospital agora!

- e-ei.. - diz ela. - e-eu q-quero saber s-se meus tios m-morreram.

Droga...Então eram os tios dela que estavam carbonizados e mortos? 

- não se preocupa com isso, você precisa descansar agora. - coloquei sua máscara de ar mais uma vez.

(x)

Droga droguinha drogão! a chuva forte voltou e trouxe ventos fortes do nada, do nada! A sala  que eu havua entrado,  quase caía e fazia barulho demais; sabia que ia cair de vez.

- me ajuda!! - pediu um voz fina que só criança pequena tem; sob uma mesinha. 

- vem aqui! - me abaixei e estendi minhas mãos.

~ a sala rangia.

- pode vir, o tio te pega. vem rápido!

-n-não posso..

- seu pai ta te esperando lá fora, vai querer o ver? Então vem ou não vai dar mais!

O pequeno só percebeu que aquilo ia cair quando já estava caindo, saiu rápido da mesa e eu o peguei no colo porque ele não conseguiria correr tão rápido assim.

Crack! - aquele lugar caia ao poucos e depois caiu de vez.

Estou me sentindo um verdadeiro capitão america! Só que versão coreana e mais fraco. 

- Tae, seu maluco! Você ficou louco ou o que? - Jimin se aproximou.- vai dar uma de herói la na casa do...  você não pode ficar fazendo isso não, cara! doença mental em pessoa! 

- já parei, aigoo!

- acho melhor mesmo! você está bem? porque esse sangue todo está saindo?



Notas Finais


serasi ele morre?

KKKKKK


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