História He Like That - Capítulo 23


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Categorias Aaron Carpenter, Cameron Dallas, Carter Reynolds, Hayes Grier, Jack & Jack, Madison Beer, Magcon, Mahogany LOX, Matthew Espinosa, Nash Grier, Nate Maloley, Sam "Wilk" Wilkinson, Shawn Mendes, Taylor Caniff
Personagens Aaron Carpenter, Cameron Dallas, Carter Reynolds, Hayes Grier, Jack Gilinsky, Jack Johnson, Madison Beer, Mahogany LOX, Matthew Espinosa, Nash Grier, Nate Maloley, Sammy Wilkinson, Shawn Mendes, Taylor Caniff
Tags Amizade, Colegial, Festa, Iskra Lawrence, Jack Gilinsky, Magcon
Visualizações 202
Palavras 3.546
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Crossover, Drama (Tragédia), Famí­lia, Festa, Ficção Adolescente, Musical (Songfic), Romance e Novela, Violência
Avisos: Adultério, Álcool, Drogas, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Spoilers, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Milhões de desculpas pela minha demora, eu não sei quantas vezes eu tive que reescrever esse capítulo porque eu tinha algo em mente e não saia como eu queria, então por um milagre da escrita essa tarde escrevi todo o capítulo, espero que gostem

Capítulo 23 - I'm so sorry


Fanfic / Fanfiction He Like That - Capítulo 23 - I'm so sorry

Narrador Point View

A noite do jantar de famílias havia sido memorável, os Petrov haviam participado pela primeira vez, o que tornou tudo mais agradável, a família de Damian vivia viajando ou sozinhos em casa.

Dias depois todos estavam focados nas provas do fim do semestre, as férias de fim de ano, Caterina havia passado a treinar todos os dias da semana em turnos alternados, Jack estava começando a lidar com as questões de que Madison não passava de uma interesseira, ele no momento estava focado em Caterina. Quando não estava com os meninos ou em casa estudando com certeza ele estava com a garota, ele já havia falado com o amigo sobre estar saindo com a irmã dele, Sammy deu uma pequena ameaçada no amigo, mas aceitou, sabia que a irmã tinha uma cabeça boa e sabia que Jack não iria seria idiota de magoar a irmã.

Depois disso tudo parecia estar normal, tirando o fato de que neste dia Sammy estava indo para a empresa com o pai, quando ele desceu para tomar café, a irmã que estava sentada na mesa comendo entalou-se e riu muito, apesar de o uniforme do colégio se tratar de um terno não chegava perto de como o jovem estava no momento.

– Para de rir garota e termina de tomar café. – a mãe tentava falar enquanto prendia o riso.

– A senhora também que rir então nem vem.

O café da manhã foi regado a muitos risos e hora ou outra alguma conversa séria entre Sammy e o pai, logo após o café Ben saiu sendo seguido pelo pai já o mais novo havia decidido levar a irmã para o colégio, até ali tudo estava normal.

– Nina tipo sem pressão nenhuma, mas quando é que você vai me avisar que tá pegando o meu amigo? – a jovem olhou para o irmão com os olhos arregalados. – Sem pressa nenhuma, mas é chato você não me dizer, ele já falou comigo e foi bem de boa, mas eu espero que minha irmã me diga sabe.

– Samuel eu tô pegando o seu amigo.  - diz como uma idiota. – Mas que droga porque ele não me disse que tinha falado com você?

– Por que ele queria que você falasse comigo? Nina nós dividimos o útero, não há segredo entre nós.

– Há sim, ou você quer que eu te conte tudo que acontece?

– Okay, algumas coisas nós podemos guardar segredo. – ele a olhou de forma estranha, em sua cabeça de passava a situação constrangedora dos dois juntos, fazendo coisas totalmente inimagináveis para ele, fez uma cara de nojo e logo tentou afastar aquelas cenas puxando conversa.

A conversa seguiu fluente, músicas antigas tocavam fazendo eles cantarem como se fossem grandes artistas, bom Sammy talvez se tornasse um algum dia, mas Caterina, como ela mesmo diz, tem a desafinação de uma gralha, bem não é tão ruim, mas ela nunca queria cantar menos do que a sua musa Demi Lovato, então cantar mais baixo para ela não vale a pena.

Minutos depois eles chegam ao colégio, eles não estavam apressados, passaram longos minutos em silêncio olhando para a frente até Sammy deixar sair de sua boca...

– Te amo Nina. – ela olhou para ele estranhando o que fora acabado de dizer. Sim Sammy sempre foi apegado a irmã isso não é algo que ele esconde se ninguém, mas apesar disso ele quase nunca falava essas palavrinhas mágicas para ela, e a própria nunca ligara para isso porque ela sabia dos sentimentos do irmão.

– Por que isso agora Samuel?

– Não sei eu apenas precisava te dizer, algo dentro de mim está gritando por isso. – ela o olhou e pegou sua mão a apertando.

– Te amo também Sam, eu te amo tanto que chega a doer, é tanto que me dói só de imaginar o que seria de mim sem você. – ela acariciou o rosto do irmão de leve fazendo com que ele fechasse os olhos.

– Sinto o mesmo por você Nina, só Deus sabe o quanto doeu em mim quando você foi estudar na Inglaterra, eu passei dias terríveis e nenhuma ligação sua melhorava, porque eu precisava de você do meu lado. Nós dois lutamos para ser gêmeos, acho que se outro óvulo viesse e não fosse você com certeza ele seria inexistente.

– Você estragou o clima com essa biologia.

– Eu sei foi proposital, estava bem meloso esse papo. – disse rindo enquanto puxava a irmão pra perto para abraçar.

– Sem problemas, eu faria o mesmo se minha duplicata não fosse você. – disse e ele deixou um beijo carinhoso em sua testa.

– Agora sai do meu carro, sou um cara de negócios por um dia, tenho reuniões com todos os velhotes.

– Ata "homem de negócios" se cuida  e mais tarde eu quero detalhes. – disse enquanto descia do carro.

– Pode deixar e avisa ao Damian e ao Jack que hoje você é minha, vamos jantar fora só nós dois.

– Sim senhor capitão. – diz e fecha a porta do carro indo na direção da escola aos olhares atentos de Sammy que estava a vigiando como um pai, mas logo deu partida seguindo o seu caminho.

Caterina entrou no colégio e foi diretamente para o muro de trás onde Jack sempre a esperava antes do início das aulas, nesse dia não foi diferente, assim que chegou no local lá estava ele esperando por ela no banco, a jovem sentou- se no banco com uma perna de cada lado fazendo com que ficasse de frente para Jack.

– Bom dia. – diz sorrindo e recebe uma negação da parte de Jack que no segundo seguinte a puxou pelas pernas de forma que ela trançasse as pernas ao seu redor e logo lhe deu um beijo.

– Agora sim nós podemos dizer que é um bom dia. – sorriu e continuou olhando para a garota em sua frente.

Na cabeça de Jack ele começa imaginar como seria se Nina estivesse ali o tempo  inteiro, se ela não tivesse ido embora, será que eles estariam ali naquele momento? Será se eles teriam se envolvido desde de sempre ou essa distância serviu pra ver que eles poderia ter tudo algo a mais que naquela pré-adolescência. Ele não sabia responder, a única coisa que ele pensava era em como estava bem com aquela garota em seus braços.

– O que você tem hoje ein? Não para de me olhar um segundo sequer, tá parecendo o Samuel.

– Não sei, gosto do que vejo e ficar em silêncio ajuda a pensar. – a garota alertou os olhos em busca de mais.

– Pensar em quê Jack Finnegan Gilinksy?

– Oh meu Deus nunca tinha pensado que meu nome completo saindo de sua boca sairia assim de forma tão sexy, se eu soubesse teria pedido pra você ter dito isso antes.

Falou fazendo graça arrancando uma risada da menina que logo depositou um tapa em seu braço e depois um selinho demorado. Os dois ficaram ali até que o sinal tocou.

[...]

Durante a segunda aula os alunos ficaram sabendo que haveria uma palestra, Caterina curiosa que só logo descobriu quem era o palestrante, Roy Jones, ela se animou já que queria falar com ele pra explicar o porquê de não ter o beijado para que não ficasse mal entendido entre eles. O procurou por toda parte, até saber que ele estava no auditório, mas não receberia ninguém até o horário.

Juntou-se aos meninos durante o intervalo e Damian que havia chegado atrasado veio logo em seguida, riram de inúmeras besteiras que Matthew e Carter inventavam até o fim do intervalo onde todos foram para suas respectivas salas onde haveria a organização para todos irem para o auditório.

[...]

As salas de aula estavam uma completa bagunça os professores não estavam com muita paciência de pedir silêncio ou qualquer coisa do tipo, apenas uma ata fora passada para que todos pudessem assinar e ali estavam a espera de um sinal do diretor para irem para a palestrante.

Estava tudo normal até que um estrondo fez com que todos ficassem em completo silêncio, segundos depois mais um estrondo mais violentos que o anterior, os professores pediram para que os alunos mantivessem-se sentados e logo a voz do diretor Thompson.

Pedimos a todos os alunos e professores que mantenham a calma, não sabemos ainda o que está acontecendo, mas houveram duas explosões, uma na ala sul próximo aos laboratórios e outra na ala norte na entrada do refeitório, pedimos a todos compreensão e que, por favor, saiam das salas e vão direto para o pátio externo, a polícia e corpo de bombeiros já estão a caminho caso tenho havido algum ferido.

E realmente tinha, alguns alunos matavam aula nos laboratórios e o local estava um caos, muita fumaça e objetos jogados no chão, a sorte era o laboratório de química estar fechado e ser muito bem vedado porque caso contrário as proporções daquela explosão teriam sido bem piores.

Os alunos começaram a sair das salas, mas esta não fora a ideia mais inteligente a ser tomada, se o diretor estivesse prestado atenção as câmeras de monitoramento teria visto dois atiradores, que dividiram-se em pontos estratégicos, onde poderiam atingir inúmeros alunos e foi o que aconteceu no minuto seguinte.

O caos tomou conta quando os tiros começaram a serem disparados, o pânico, os gritos, a correria e o sangue manchando o chão esse era o cenário. A polícia que havia sido informada das explosões havia parado a viatura no instante em que os tiros começaram e viram que se tratava de um atentado.

A partir dali toda a situação mudou, mais forças policiais começaram a ser chamadas enquanto as que ali estavam entravam na escola para tentar parar o atirador, ambulâncias e carros de bombeiros chegavam a todo instante, equipes de reportagens também fazia o mesmo, mas isso só fez a situação tomar proporções gigantescas, os pais dos estudantes começaram a chegar de forma massiva eles se amontoavam em busca de noticias, porém nada ainda podia ser dito enquanto a situação interna não estivesse clara...

Caterina Wilkinson Point View

Terror

Essa é a única palavra que rondava a minha cabeça no momento, muitos alunos estavam jogados no chão uns agonizavam de dor e outros mortos, aquilo sem dúvida era a pior coisa que eu já havia presenciado em toda a minha vida.

Eu andava apressada para encontrar qualquer um dos meninos, mas a cada novo tiro eu parava abruptamente e me encostavam pelos cantos, eu sufoquei os gritos em minha garganta afim de não ser encontrada. Atravessei dois corredores até encontrar um grupo grande de alunos e professores, todos estavam ali a mando de um policial que estava organizando a saída de alunos, mas olhando ali não encontrei nenhum dos meninos então decidi voltar. E essa não foi uma das minhas melhores decisões.

Samuel Wilkinson Point View:

O que eu poderia resumir desse dia com meu pai? Que se antes eu tinha alguma dúvida quanto ao fato de não trabalhar em uma empresa agora eu tinha uma certeza mais do que absoluta, esse lugar é repleto de números, estatísticas, porcentagens, palavras requintadas e uma quantidade de reuniões intermináveis. Bom pelo menos elas eram intermináveis até a secretária do pai do JJ entrar na sala com um olhar bem alarmado.

– Glória já disse para não entrar sem bater. – essa foi uma das únicas vezes que o vi tão sério.

– Desculpe senhores, mas é um assunto de extrema importância a todos, a senhora Johnson acabou de ligar muito nervosa pedindo para que vocês fossem para a Harrison, há um atirador no colégio.

Depois daquelas palavras não havia mais nada fazendo sentido dentro daquele metro quadrado a única coisa que veio como uma grande granada em minha cabeça foi...

– Ben ligue pra sua mãe agora, eu quero saber onde está a minha filha.

Todas aquelas vozes ao redor e eu queria me mover e ir correndo para aquele colégio atrás da minha irmã, todos andavam de um lado para o outro no telefone e eu não conseguia sequer me mover, o medo, isso me deixou ali sentado, o medo de perder ela, mas em seguida me veio algo ainda mais forte, como alguém que tomou um soco levantei ainda cambaleante e sai da sala ouvindo a voz de meus tios e meu pai a me chamar.

– Sammy pra onde você vai cara?

– Pra onde eu devia estar indo Ben? É a Nina cara, é a nossa irmã ela tá lá sozinha. – eu sentia minha garganta fechar só de imaginar.

– Fica calmo cara, não vai adiantar ficar nervoso porque a gente não vai resolver nada.

Sentei na cadeira próxima ao elevador enquanto Ben saiu da minha vista.

Narrador Point View:

Enquanto todos saiam da empresa em direção ao colégio, várias pessoas já estavam em frente ao local, aos poucos alguns alunos saiam de dentro da instituição em uma fila indiana, sendo guiados por algum polícia, a polícia ao entrar deparou-se com um atirador que rapidamente fora abatido, de início pensaram que tudo aquilo havia acabado, porém tudo foi a baixo quando ouviram o barulho de mais bombas e tiros em sequência.

Do outro lado do corredor no banheiro masculino Damian encontrou Caterina que havia se escondido dentro de uma das cabines, ambos estavam aliviados por isso, Damian logo avisa a jovem que os meninos estavam bem, apenas Taylor e Jacob tiveram alguns cortes por conta de estilhaços de vidro. Estava marcado para que todos se encontrassem na escada que dava acesso ao telhado, na cabeça deles lá era o local mais seguro, mas o que os dois não sabiam era que a polícia havia interceptado os rapazes e os levado para fora.

A mãe de Caterina quando viu os meninos saindo sentiu um alívio, achando que a filha estava no meio deles, mas quando vira que a garota não estava ali, o peito apertou, antes de poderem ir até suas famílias os meninos passaram por uma rápida triagem, os que se machucaram receberam curativos e depois foram com suas famílias, Sammy, Ben e David chegaram e foram logo ao encontro de Lori.

– Cadê a Nina? – Dave pergunta abraçado a esposa e aos meninos que já estavam ali.

– Não conseguimos encontrar com ela, apenas vimos Damian que combinou de nos encontrar depois de achar a Nina, mas não conseguimos porque a polícia nos tirou de lá. – Cameron explica e olha para Jack que estava atordoado andando de um lado para o outro.

– Eu preciso voltar lá. – ele diz enquanto caminha na direção do colégio dispensando os gritos dos amigos e familiares.

Mesmo antes disso a polícia o barrou, em uma contínua insistência eles decidiram algemar o garoto no carro da família, esse foi o único jeito encontrado para deixá-lo quieto.

Dentro da escola Damian e Caterina caminhavam a procura dos meninos, mas nem sinal deles. Caterina lembrou da polícia que organizou um grupo de estudantes para sair e achou que os meninos poderiam ter sido tirados de lá também. Desistindo da ideia de continuar a procura os dois deram meia volta e se dirigiam para a saída. O local estava um caos nenhum dos dois conseguia falar até ouvir mais dois tiros e depois uma voz logo atrás.

– Achei você amor. – o cara retirou o capuz e logo a face de Roy Jones sorrindo de forma sádica estava ali.

– Roy?! – o rapaz sorriu pra ela e tentou se aproximar.

– Gostou de tudo isso?

– Por quê?

– Você. Tudo isso é por você e a tirania desse colégio idiota.

– Cara não me leve a mal, mas o que um monte de inocentes tem a ver com isso?

– Esses moleques são uns idiotas que pagaram com a vida, meu amigo Bob me ajudou ele tinha raiva do diretor e assim conseguimos nos vingar.

Os dois olhavam para Roy sem entender nada, ele começava falando uma coisa misturava com outra e no fim eles não sabiam direito o que o levara a fazer aquilo.

– Deixa a gente ir, por favor. – Caterina implorou chorando.

– Não você não vai me deixar de novo meu amor, no dia do baile você me deixou sozinho, e antes disso você nunca me dava bola sempre que eu ligava para você. – Caterina não estava entendendo.

– Mas do que você está falando?

– Para de se fazer de sonsa Caterina, eu sou seu namorado há anos e você me troca por qualquer um! – ele estava bem alterado e gritava aos quatro cantos.

– Nina em dez passos temos o corredor que dá acesso ao corredor principal se a gente chegar lá conseguiremos sair daqui. – Damian sussurra para a amiga.

No momento ela apenas se perguntava como chegaram aquela situação, nunca sequer havia conversado antes com Roy sobre relacionamentos ou algo que envolvesse tal.

– Roy nós não temos absolutamente nada, para de ficar colocando pilha errada nas coisas.

– Não fala assim comigo. Você vai ficar comigo Caterina e se não ficar eu te mato.

A partir dali o pânico tomou conta dela, ao se lembrar do que Damian havia dito puxou a mão do amigo e começou a correr, logo dois tiros foram disparados, mas não atingiram eles, certamente Roy os fez para assustar, mas aquilo fez com que ela corresse mais. Nos corredores dos fundos os polícias que estava a procura do segundo atirador ficaram alerta com os disparos e seguiram para encontrar de onde vinha, mas mal sabiam eles que seria tarde demais para evitar mais uma vítima.

– DAMIAN. – o grito alto da garota fez com que todos se redirecionassem para o corredor principal, e assim que chegaram encontraram o atirador de pé com a arma em punho, a primeira coisa que fizeram foi atirar no mesmo com uma arma de choque para que ele fosse imobilizado enquanto alguns polícias aproximavam-se de Caterina que estava pressionando os dois furos das balas o acertou, uma no peito e outra no abdômen.

– Nina para de fazer isso. – a garota não parava de chorar apenas balançava a cabeça dizendo que não. – Não liga para o que o lunático disse, nada disso é culpa sua tudo é culpa daquela cabeça doente dele. – a voz dele ficava cada vez mais fraca.

– Cadê a droga dos paramédicos, a gente precisa te tirar daqui, você precisa ir para um hospital.

– Nina. – ele pega na mão da garota e ela sente as mãos dele mais frias.

– Damian, por pavor, não me deixa sozinha, por favor, olha pra mim eu posso cantar a nossa música favorita até os médicos chegarem aqui dentro.

Damian sabia que contrariar a garota no momento não era o melhor, a polícia já estava saindo com Roy e colocando a equipe médica pra dentro visto que não tinha mais perigo de tiros. Logo a garota começou a cantar baixinho New York, New York de Frank Sinatra. Eles sempre amaram a música.

Mas dessa vez ela marca algo doloroso demais porque pouco antes dela chegar em outra estrofe, Damian estava com os olhos vidrados e não respondia mais a ela, o desespero ficou maior, a equipe médica quando chegou apenas declarou o óbito do rapaz. Caterina estava inconsolável, um dos paramédico retirou Caterina de perto e fez a rápida triagem, ela não havia ferimentos sérios apenas alguns vermelhos na pele, mas que ela não abriu a boca para falar, o sangue que estava em sua roupa e um pouco respingado no rosto era de Damian, o rapaz passou um casaco grande pelo corpo dela e a guiou para fora.

Já do outro lado as famílias estavam apreensivas, não viram o rosto do atirador, mas ele fora hostilizado de forma absurda, o perímetro em volta da escola havia aumentado após duas bombas terem sido explodidas, assim ninguém via quem estava saindo. A família e amigos de Nina e Damian em especial estavam juntas na espera de notícias até que Taylor gritou o nome de Caterina, Samuel levantou querendo ir de encontro a irmã, mas foi parado pelos policiais e ficou ali parado chamando por ela.

Assim que cruzou a área determinada Lori correu de imediato ao encontro da filha, a abraçou apertado e chorou, mas não de tristeza era um choro de alívio, a garota não se movia a mãe se afastou e começou a olhar a menina como se procurasse algum ferimento, os respingos de sangue a fez puxar o grande casaco e quando viu a roupa suja de sangue e olhou de novo para a filha as lágrimas voltaram a cair, Samuel se aproxima dela devagar ao lado de Ben e a mãe de Damian olhou pra ela com uma centelha de esperança.

– Me perdoa. – ela só consegue dizer isso e cai num choro cada vez mais forte. – Por favor, me perdoa. – Samuel abraçou a irmã com força que tremia enquanto chorava, os pais de Damian estavam abraçados e receberam abraços dos amigos. Jack estava mais atrás juntamente aos meninos e agora Anastasia que havia chegado e não parava de chorar abraçada a Nate e Madison que a todo custo queria “consolar” Jack.

Pedimos a todos os pais que não estão com seus filhos que se dirijam até esse lado, levaremos vocês até o pátio do colégio para o reconhecimento. – o policial dizia aquilo com um pesar na voz. Os alunos que estavam lá dentro haviam saído, apenas os mortos e feridos ainda estavam lá.

– Samuel ele tá morto.

Era isso, Damian estava morto e as lembranças daquele dia iriam ficar para sempre


Notas Finais


Então é isso, me desculpem mesmo a demora, esse foi o capítulo mais difícil para mim, sempre que eu pensava em relatar ele eu começava a chorar e não conseguia, ou ele dava errado. Mas aí está.

Digam o que acharam e até o próximo


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