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História Heart and Soul - Capítulo 1



Notas do Autor


opa kkkkkkkkkkkkkkkk

Capítulo 1 - Único; de joelhos.


Naquela tarde fria e quente de outono, lá estava ela. Em seu salão particular, com aquela vidraça enorme e com vários poles pela sala. Com suas roupas leves e cabelo rosa solto, sorria por ver tudo que pertencia a si.

O pole principal fica de frente com a grande janela, onde qualquer um podia ver. E era exatamente isso desejava. Que todos vissem o seu talento e amor pela dança.

Só não contava com um certo par de olhos negros a mirando de longe, com uma admiração absurda, e com uma vontade mais absurda ainda:

De tê-la de joelhos pra si.

~

Sakura, durante toda sua apresentação, sentiu um olhar intenso em si, mas eram tantas pessoas que mal podia desconfiar de quem era. Sua perna direita havia ficado um pouco roxa por ter grudado a pele com força demais no pole, e sua perna branca deixava óbvio o hematoma.

Estava em seu camarim. Retirou a pouca maquiagem de seu rosto e sorriu. Gostava da sua beleza natural.

Após tomar um banho, vestindo suas costumeiras jeans e salto, juntamente com uma regata preta de alças finíssimas e um sobretudo também preto, foi surpreendida por uma de suas colegas, batendo na porta.

— Sakura? — a de cabelos vermelhos sorriu e adentrou o recinto.

— Oi, Karin.

Suspirou. Era apaixonada pela rosada, mas nunca confessaria seus sentimentos — Um homem está à sua espera.

Sakura franziu o cenho. Quem seria? Não costumava receber visitas.

— E qual é o nome dele? — a mais velha perguntou, seguindo a ruiva pra fora do camarim.

Uchiha Sasuke.

O nome não era familiar, mas não parecia desconhecido, Sasuke Uchiha... Deu de ombros e decidiu ir até o homem, descobrir o que queria.

— Ele está ali — apontou pra fora do estabelecimento, ele estava apoiado em um SUV na cor preta. Uau.. — cuidado, Sakura, me preocupo contigo.

— Me cuidarei, Karin — e abraçou-a, que suspirou, pela última vez naquele fim de tarde.

Sakura se aproximou lentamente do homem, que estava trajado em um terno preto, aparentemente feito sob medida, e quando chegou ao campo de visão dele, sorriu.

— Boa noite, senhorita Haruno.

Que voz..

— Boa noite, senhor Uchiha — ouvir seu sobrenome saindo dos lábios rosados daquela mulher nunca tinha sido tão.. lascivo — O que deseja?

Você.

A mulher se surpreendeu com a resposta direta, mas óbvio que não perderia a oportunidade de ter um homem daqueles em sua cobertura até o final daquela noite fria.

— Uh, que direto — Por que tudo que saia da boca dela o acendia tanto? O que ela tem!? —, não vai me pagar um jantar antes? — brincou e ele entrou na dança, percebendo o humor dela.

Levantou as mãos em rendição — Essa era minha idéia, queria te conhecer melhor.

Ela tombou a cabeça pro lado esquerdo e sorriu, colocando as mãos atrás das costas. Sasuke achou aquela cena perfeita. Só estaria mais perfeita, se Sakura estivesse nua e completamente amarrada.

Sorriu com o pensamento.

— Quer jantar comigo?

— Vou aceitar dessa vez, Sasuke, mas é só porque estou morta de fome.

~

Sentados num dos melhores restaurantes de Konoha, conversavam animadamente sobre tudo. A sintonia que eles tinham era visível. Assim como os olhares que lançavam para a mulher.

Sakura tinha uma beleza tão exótica, era simples, clara como a água, sua pele tão branca quanto a neve. E que Sasuke adoraria marcar com uma palmatória.

A conversa fluía como se já se conhecessem há anos. E realmente se conheciam.

Somente Sakura não lembrava.

— De onde você me conhece, Sasuke? — já tinham uma intimidade tremenda, não sabia em que momento deixou-a passar tanto ao ponto de deixar chamá-lo de Sasuke.

Suspirou. Ela não se lembrava. Mas não a julgaria, já fazia tanto tempo.

As pessoas não costumam levar promessas infantis a sério.

— Um dia nós nos casaremos, Sasuke-Kun!

— Pode apostar, Sakura-Chan, eu vou voltar pra você!

— Uma hora você vai lembrar.

Arqueou uma sobrancelha e bebeu um gole do vinho. Lembrar...?

— Você é linda.

Suas bochechas tomaram um tom de rosa, era adorável como, mesmo sendo uma mulher forte e naturalmente sensual, ficava corada tão fácil com as palavras do moreno.

— Responda-me uma questão, Sakura-Chan — e então, um flash de sua infância veio na cabeça, mas sumiu tão rápido quanto chegou —, sua pele, em outras regiões, também ficam vermelhas tão fácil quanto seu rosto?

— Depende do lugar, Sasuke-Kun — sorriu, já esperando a resposta direta de Sasuke — Que tal ser mais específico?

— Como quiser, gatinha. O que acha de me dizer se sua bunda ficaria tão vermelhinha quanto teu rostinho, hum?

Sakura sorriu — Por que não faz o teste e descobre? — passou o pé na canela de Sasuke, por debaixo da mesa. Subindo e descendo.

Como uma provocação barata mexia tanto consigo??

— Sakura.. Não tem ideia do quanto eu quero te foder em cima dessa porra de mesa — seu linguajar sujo só deu mais gatilho pra garota, que continuou provocando-o.

Apoiou-se na mesa e, já que estava sem o sobretudo, seu decote ficou mais fundo, atraindo a atenção do Uchiha — Faz isso.

E aquilo foi seu fim.

Perderam completamente a fome de comida para dar lugar a outra. Pediram a conta e, Sakura insistente que era, fez Sasuke deixá-la pagar metade.

Saíram do restaurante e entraram no carro. A sensualidade natural da Haruno inebriava completamente o Uchiha, que se via mais e mais fascinado por ela. Lê-se; apaixonado.

— Minha casa ou a sua? — ela questionou, mesmo que já soubesse a resposta.

Sasuke olhou-a e riu — Por mais que eu seja o dominador, você decide, gatinha.

Apoiou sua mão na perna direita de Sakura, que respondeu sem hesitar — Na minha.

~

Assim que as portas do elevador fecharam e a rosada apertou o botão do vigésimo quarto andar — o da cobertura — , Sasuke a prensou na parede.

— Não tem ideia do quão louco eu estou pra te ter.. — apertou a cintura da mulher e lambeu os beiços, desejoso.

— O que está esperando pra me beijar, Sasuke-Kun?

E tomou os lábios dela para si, num afoito beijo, cheio de paixão, desejo, tesão.

E principalmente amor.

As mãos dela foram para o cabelo bagunçado dele, o que o dava um charme natural, e as mãos dele não hesitaram em descer até a bundinha farta de Sakura, onde apertou a carne branquinha, o que a fez gemer durante o ósculo.

Até que o elevador apitou, avisando a chegada.

Saíram da cabine e entraram na cobertura belíssima que pertencia a ela, mas sem tempo para apreciar aquele local, olhou-a.

Sakura havia retirado o sobretudo e os saltos, estava confortável em sua casa e era uma visão tão..

Ele nem tinha palavras pra descrever.

— Sente-se, senhor Uchiha — apontou os sofás da grande sala, e ele obedeceu, retirando os sapatos na porta de entrada — Aceita um vinho?

Estendeu-lhe uma taça — que ele não fez questão de prestar atenção em que momento ela havia pego — e o mesmo aceitou de bom grado, bebendo o líquido carmim.

Gostosa.

Sakura olhou-o e sorriu — Espero que esteja falando da bebida, senhor Uchiha — sentou-se em seu colo sem o menor pudor, o que fez o mais velho sorrir de lado.

— Tô falando de você mesmo, flor.

Tomou a taça de sua mão e bebeu o restante da bebida, colocando-a na mesinha logo em seguida.

Quando voltou seus olhos ao Uchiha, foi surpreendida por um beijo novamente afoito, que correspondeu, lasciva. O beijo tinha gosto de vinho, mas ainda assim, possuía o gosto natural dela.

Suas mãozinhas ágeis retiraram o paletó do corpo másculo e separou-se por mínimos segundos, para somente retirar sua própria roupa.

A regata era feita para ser usada sem sutiã, e quando retirou-a, os olhos de Sasuke brilharam com a visão do belo par de seios de Sakura.

— São lindos..

— Se quiser tocar, vá em frente, você quem manda.

Aproximou o rosto do busto da mulher e sentiu o cheiro adocicado de sua pele. Baunilha e cereja, identificou o cheiro e lambeu o vale entre os seios dela. Suas mãos atrevidas tomaram os dois e ambos perceberam que parecia caber perfeitamente nas mãos de Sasuke, o que a fez sorrir.

Sua língua passeou timidamente pelos biquinhos rígidos de Sakura, e na primeira chupada, ela gemeu.

E esse som fez o Uchiha sentir uma fisgada absurda na virilha. Já estava acordado a beça. Resolveu continuar os movimentos, queria ouvir mais dela. Queria mais dela.

Caiu de boca, lambeu, chupou e até mordeu de leve os biquinhos, e a cada movimento da língua do homem, Sakura gemia.

— Chega, por favor.. — sua voz era lamuriosa, seus olhos quase enchiam de lágrimas de tanto prazer — Preciso te sentir, senhor Uchiha...

Ele rosnou e levantou-se com ela em seu colo. Caminharam aos beijos em direção ao quarto da mulher, onde uma cama perfeitamente arrumada e espaçosa os esperava.

Os beijos de Sasuke se tornaram chupões e desceram para seu pescoço, onde marcou, para todos terem o prazer de vislumbrar que ela tinha alguém.

Levantou-se, retirou o restante das roupas rapidamente, ficando apenas de boxer — que marcava o membro aparentemente grande do homem —, além de retirar a calça do corpo da mulher, que estava maravilhada com o corpo perfeitamente malhado do Uchiha.

— Você é gostosa pra caralho, Sakura — seu falo doía tanto, precisava urgentemente de alívio.

— Você é suculento, senhor Uchiha — o último saiu mais como um gemido, e ela se ajoelhou na cama — Tenho permissão pra te tocar?

Ele assentiu e ela abaixou o pano rapidamente, fazendo aquele pau enorme bater em seu rosto, melando um pouco por conta do pré-gozo.

— Uh, como o senhor é grande, será que vai caber na minha boquinha? — até sua voz mudou, seus olhos tinham um brilho de malícia que ele imaginou por dias e dias quando estava longe, mas ao mesmo tempo tão perto daquela que o levava a loucura.

E assim, ele puxou seus cabelos medianos e olhou-a nos olhos — Me chupa, gatinha, pega seu leitinho hum?

Os olhos dela denunciaram que havia amado o gesto bruto com as palavras docemente disfarçadas — Como quiser, senhor.

E abocanhou-o.

A língua dela deslizava tão deliciosamente por seu falo que Sasuke pensou ser levado ao céu e ao inferno ao mesmo tempo. Sakura rodeava sua glande com a pontinha da língua e chupava com força sua base.

Puta merda, era a única coisa que conseguia pensar.

Sakura aumentou a velocidade e o aperto no cabelo se intensificou, até puxar o rosto dela de seu pau, fazendo sua boca ficar conectada com ele por um fio de saliva.

Poderia gozar só de ver essa cena.

— Não quero gozar na sua boca — mudou de ideia drasticamente.

— Então goza na minha cara — ela se aproximou de novo, mas foi impedida por um puxão mais forte no cabelo, o que a fez gemer.

— Eu disse não.

E a colocou de joelhos no chão, como em sua fantasia.





Notas Finais


depois posto o hentai KKK beijos


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