História Heart Attack - Capítulo 1


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Categorias EXO
Personagens Baekhyun, Chanyeol, Chen, D.O, Kai, Kris Wu, Lay, Lu Han, Sehun, Suho, Tao, Xiumin
Tags Abo, Chanbaek, Hunhan, Kaisoo, Sulay, Taoris, Xiuchen
Visualizações 45
Palavras 1.011
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Famí­lia, Fantasia, Fluffy, Lemon, Violência, Yaoi (Gay)
Avisos: Gravidez Masculina (MPreg), Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Capítulo 1 - Uno


Luhan On

Ser um príncipe podia ser algo muito bom e ao mesmo tempo ruim. Eu não gostava de ficar preso dentro do palácio, sempre fugia, bebia e fazia o que queria para quando retornasse recebesse o castigo dos meus appas. Sempre fui um tanto rebelde e gostava da sensação de liberdade.

-Luhan, eu espero que você pare com isso. Sinceramente? Você é um príncipe, deveria se portar como tal. -Meu irmão Jongin murmurou. Eu era o único filho ômega, e também o mais velho seguido de Jongdae, Chanyeol e Jongin, e eu também era o único chinês entre meus irmãos já que tinha nascido durante o período em que morávamos no palácio da China.

-Eu não gosto de ficar preso aqui e aprender etiquetas, isso é um saco.

-Eu sei, mas appas ficam irritados com isso. Você não vai conseguir encontrar um bom alfa assim.

-Eu não quero um alfa, já disse que sou independente.

-E ainda é um principe na sucessão do trono.

-Eu posso abdicar, nunca me importei. Agora me dê licença, tenho que tomar banho. -Expulsei Jongin do meu quarto, troquei de roupa rapidamente e saí meio escondido até conseguir chegar nos muros do palácio onde pulei e corri, havia uma floresta bem ali onde tinha um vilarejo mas eu nunca passei por aquele lugar com medo de me perder. Dessa vez não tive escolha, sabia que meus appas me encontrariam nos locais onde eu costumava ir.

Chegando lá encontrei algumas vendas e um enorme grupo de pessoas gritando e falando coisas ruins à um garoto. Ele era branco, alto, tinha os cabelos pretos, na realidade, era lindo, me aproximei à fim de descobrir o que tinha acontecido mas foi quando levantaram uma espada para ele que fiquei revoltado e entrei na frente usando minha espada também.

-Moleque saia da frente, quem é você? Como ousa...

-Como ousa pergunto eu. Você não deveria ter mais respeito com sua majestade? -Retirei o capuz e o homem ficou branco, os outros rapidamente se curvaram com medo de serem repreendidos ou presos.

-Alteza, perdoe-me.

-Posso saber por que está ameaçando a vida de um de meus súditos?

-Porque ele é um ladrão, está sempre nos roubando e trabalhamos muito duro para conseguir tudo isso aqui, não somos ricos. -Fiquei curioso, o garoto tinha as roupas sujas mas não me parecia um ladrão já que não usava nenhuma arma ou coisa parecida.

-Você é mesmo um ladrão?

-O quê você acha? -Ele debochou, arqueei a sombrancelha pelo modo como ele foi desrespeitoso.

-Muito bem, o quê ele rouba de vocês?

-Alimentos senhor. Sempre rouba maçãs, morangos e outra frutas.

-Vocês são muito hipócritas mesmo, tem tudo para comer dentro de casa e não podem sequer oferecer alguma coisa? Eu não teria que roubar se alguém me desse um trabalho mas vocês só se importam com seus próprios umbigos. -O garoto disse encarando o homem.

-Você deve ser menor de idade, mas eu acho que está certo. Se existe algo que não vá faltar na mesa então deveriam dividir com os necessitados. A partir de hoje permita que ele venha comprar, eu mesmo pagarei por suas compras.

-Eu não preciso da sua piedade e nem das migalhas de um príncipe. -Ele segurou meu braço e disse entre os dentes.

-Não coma então, mas deixarei pago do mesmo modo. -Ele resmumgou algo e se virou indo em direção à floresta, resolvi o seguir.

-Por quê está vindo atrás de mim?

-Porque eu gostei de você, não me trata como alguém da realeza e faz tempo que não vejo alguém assim que recuse algo do reino.

-Eu não sou seu súdito, se fosse assim as pessoas não passariam fome.

-F-fome? Eu não sabia.

-Como não sabia? -Ele debochou.

-Eu sou a droga de um ômega. Não posso me envolver em coisas como essas e sou proibido de sair do palácio, como saberia?

-E como pretende ser o rei?

-Eu não pretendo, nunca pretendi. Meus appas sempre tentaram me manter dentro do palácio e ser um ômega pronto para um casamento, mas não quero me casar com um qualquer e ficar sem conhecer o mundo do lado de fora daqueles muros.

-E aí resolve sair e beber até cair? Fumar? É isso? Nosso reino está em ótimas mãos mesmo.

-N-não. -Eu me sentia irritado pela maneira que ele falava mas sabia que tinha razão. Eu era apenas alguém que curtia as noites, nunca estive pronto para ser um rei.

-É só do príncipe rebelde que falam, eles te colocaram assim.

-Eu acabei me transformando em alguém assim, lutando pela minha liberdade e a vontade de provar das coisas que existem no mundo exterior. Eu não sabia que meu povo passava fome.

-A menor parte do povo, mas ainda sim existem e as pessoas não costumam ajudar como pôde ver. -Ele se aproximou do rio e pegou água para encher sua garrafa. -Todos os dias eu tenho que sair em busca de comida e acabo tendo que roubar.

Você não tem appas?

-Não. Só tenho meus irmãos mas eles são todos ômegas e eu não vou deixá-los andando por aí. Alguns dos guardas de seu reino quando bebem acabam tentando alguma coisa.

-Eu vou tentar dar um jeito nesse tipo de coisa. Sinto muito pelo que você passa, mas, qual é o seu nome?

-Oh Sehun. Eu tenho que ir.

-Eu posso estar sendo indelicado, mas poderia passar a noite em sua casa? -Ele me olhou estranho, se fosse qualquer pessoa aceitaria de cara, mas ele me deixava curioso por descobrir mais sobre si e o modo como não me tratava como alguém real.

-Como? Vá para sua casa, você tem um palácio inteiro.

-Se eu voltar tenho certeza que nunca mais sairei daquele palácio, só preciso ser livre até o amanhecer. Eu não quero ser encontrado por eles novamente e prometo ficar o mais silencioso possível, não me importa se sua casa não tem luxo, eu não sou assim Sehun.

-Não sei, não confio em você.

-Lhe dou minha palavra.

-Sua palavra não serve de nada pra mim, eu nem te conheço. -Me irritei e acabei o beijando, eu poderia me arrepender disso ou não mas já tinha feito.

-Isso serve para alguma coisa? -Sussurrei me afastando.

-Não, mas já entendi que está desesperado então vou aceitar, mas somente hoje.

-Eu prometo.



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