História Heart Of A Lion - Capítulo 6


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Categorias EXO
Visualizações 30
Palavras 2.754
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Esporte, Lemon, Luta, Romance e Novela, Shonen-Ai, Yaoi (Gay)
Avisos: Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


cheguei com mais um capítulo quentinho para vocês. peço para que me corrigem se houver erros. toda crítica construtiva será bem aceita. ;) leiam as notas finais, se possível.
se você estiver gostando de Heart Of A Lion, não deixem de demonstrar, pq é o apoio de vcs que me motivam a escrever cada vez mais caps.

boa leitura, meus amores. espero que gostem 💕

Capítulo 6 - Matrícula realizada com sucesso


​"Taekwondo: Caminho dos pés e das mãos através da mente"

C​hanyeol, na manhã seguinte, acordou radiante como nunca. A luz que emanava do garoto podia ser comparada à luz do sol que surgia no horizonte.

Mas havia uma explicação para sua disposição e alegria matinal.

Afinal, quem seria o louco de levantar da cama às seis da manhã de um inverno rigoroso para ir tão alegre para o colégio daquela forma?

Por mais que Chanyeol fosse um garoto esforçado e dedicado aos estudos, jamais acordaria tão animado e bem disposto como acordou aquela amanhã, até por que, não via motivos. Normalmente só não ficava tão indisposto e mal humorado como seus colegas ficavam no início das aulas.

Chanyeol estava alegre pois seria hoje o dia em que se matricularia na Academy K-Lion, a tão espetacular e bem falada academia de Taekwondo.

Seria hoje que iniciaria uma nova fase de sua vida e tiraria prova se sua coragem e determinação davam jus ao nome.

Park não estaria sendo verdadeiro caso negasse o seu desejo em ver diante de seus próprios olhos o que tanto imaginava, a imagem do vizinho que tanto perambulava sua mente. Estava ansioso em assistir o homem dando chutes certeiros sem deixar de demonstrar toda aquela marra que atiçava Chanyeol tão facilmente.

Chanyeol estava ansioso, estava em expectativa. Queria que aquela manhã passasse rápida como nunca antes.

Ele frequentaria o lugar que Byun trabalhava e só de pensar naquilo lhe dava um frio estranho no estômago.

O garoto tinha sim, dúvidas rondando sua mente. Era certo arriscar? Valia a pena? Praticar Taekwondo condizia consigo? Deveria levar a diante essa ideia?


 Mas por que desistiria de algo por
 sentir medo?

Tinha que viver e arriscar o desconhecido. Sair da monotonia não lhe parecia uma má ideia.

Park é jovem demais para se prender às suas inseguranças e ao seu receio de errar. Ninguém merece viver preso ao medo, independente da idade ou classe social.

Viver preso ao medo é ter como consequência a liberdade e a felicidade trancafiadas à sete chaves.

E essa a pior sensação do mundo;

Se limitar por medo, não viver por medo.

Medo de errar.

Errar faz parte, errar faz bem e errar é fundamental. Nenhum ser humano jamais viverá só de certezas, de acertos ou convicções.

Park não voltaria atrás em sua decisão, apesar de soar uma ideia bizarra em sua cabeça lutar Taekwondo. Não vacilaria como já fizera tantas vezes, não daquela vez.

Ao menos tentaria manter a sua coragem.

O garoto enfim levantou-se da cama e se espreguiçou, deixando de lado o pouco sono que sentia. Andou até a sua gatinha ruiva, Luna, e acariciou-a como fazia todos os dias ao levantar-se.

Depois, como de costume, caminhou até o banheiro que tinha no corredor frente ao seu quarto e apressou-se em se aprontar para o colégio.

[...]

As aulas do College Crystal haviam chegado ao fim. O toque estridente e alto o suficiente para percorrer todos os cantos que pertenciam ao colégio não demorou a ser tocado, servindo de aviso aos alunos.

Chanyeol guardava seus materiais pacientemente sabendo que Sehun lhe esperava no mesmo lugar de sempre, ou seja, em frente ao bloco três que era o bloco onde Park estudava. O moreno estava sozinho em sala já que seus colegas de turma não perderam tempo e saíram as pressas da classe assim que o toque estridente deu início, sem sequer esperarem o cansado professor de Geografia encerrar de fato a aula.


O garoto quando confirmou para si mesmo que havia dado tempo o suficiente para que os corredores e escadarias estivessem ao menos parcialmente vazios, jogou a mochila nas costas e saiu porta a fora.

Não era fã de tumultos e lugares com muitas pessoas, diferente de Sehun, que quando via algum círculo de pessoas logo tratava-se de se infiltrar ali.

Park desceu os degraus junto de mais alunos do terceiro ano e andou para fora do edifício do bloco.

Foi rápido quando localizou Sehun não muito longe do bloco 3, discutindo com um dos supervisores estudantis.

Se as suas apostas estivessem certas, aquele era Xiao Luhan, o supervisor estudantil chinês que Sehun tanto reclamava e xingava.

Chegava a ser cômico assistir o coreano com o rosto distorcendo em diferenças feições que demonstravam os mesmos sentimentos: Indignação e raiva; visando que Sehun era da vibe paz e amor e normalmente era tão inexpressivo quanto uma porta.

Dificilmente o garoto saía do sério.

Chanyeol quis rir, mas se conteve.

Aproximou-se um pouco mais, porém não se intrometeu no que parecia ser uma discussão entre os dois.

— Com todo respeito? Vai a merda, Luhan. — Chanyeol escutou Sehun bradar para o chinês que se encontrava a sua frente. Xiao tinha os braços cruzados e uma feição irritadiça tomando posse de seu rosto delicado. — Não 'tô fazendo nada de errado. Só porque você me viu parado aqui mesmo após o sinal ter tocado não te dá o direito de vir aqui na maior cara de pau e me aplicar uma advertência! — Oh exclamou, perdendo um pouco do fôlego ao fim da frase por falar sem pausas.

— Agora você acabou de me dar um motivo, Sehun-aah. Parabéns. — Luhan comentou desfazendo a sua expressão irritada e transformando-a em uma feição extremamente debochada e convencida. Escorria veneno pelo queixo daquela cobrinha, Sehun podia jurar. — Desacato ao supervisor estudantil. Tire proveito de mais uma advertência, Oh. — o chinês de pele leitosa deu-lhe um pequeno sorriso de lado, claramente zombando do coreano de fios laranjas.

Luhan permaneceu uns segundos anotando mais uma suposta regra quebrada por Sehun em sua caderneta de anotações oficiais e advertências. Quando o chinês terminou, foi rápido em arrancar a folha oficial pertencente aos supervisores estudantis e entregou-a  — a força — a Sehun, já que o coreano recusava-se a aceitá-la. — Uh, assim você vai acabar com todas as folhas da minha cadernetinha. Vai com calma, garotinho. — Luhan disparou, rindo ácido.

Aquela aparência de bom moço e aquela voz doce que o chinês tinha não se mesclavam em nada com a sua personalidade ácida e forte.


— Qual é a sua comigo!? — Sehun questionou, particularmente ofendido e incrédulo por ter recebido sua quinta advertência só naquele mês. — É algum preconceito seu com os coreanos?

— Com os coreanos, não. Com você. — Xiao riu baixinho, guardando consigo novamente sua caderneta de advertências e anotações oficiais. — E eu não chamaria de preconceito, longe de mim ser preconceituoso. Eu só não vou com a sua cara mesmo. — concluiu encarando o coreano de cabelos laranjas. Mordeu o lábio inferior, contido, quando observou seus ombros largos enrijecerem.

Porra.

A forma como o chinês achava Sehun sexy quando estava irritado ou tenso, foi o gatilho para ter vontade de lhe atormentar a cada dia.

Lembra-se como se fosse ontem o dia em que presenciou o coreano discutir com o melhor amigo do terceiro ano. E foi naquele mesmo dia que aquele ser despertou sua atenção como ninguém antes havia despertado.

Luhan procurou motivos para se aproximar e então, juntou o útil ao agradável: seu cargo de supervisor estudantil com a vontade insana de ver o coreano sério consigo.

Xiao passou a gostar de discutir e implicar com Sehun. Gostava de seus ombros largos e a forma em que ficavam rígidos sempre que o coreano estava irritado ou preocupado com algo; gostava do jeito em que os cabelos tingidos de laranjas lhe caíam bem, sem dizer o quanto ficava mexido com as feições sérias e zangadas que o coreano usava consigo quando discutiam, o deixando todo molenga.

Sehun era extremamente atraente.

Oh Sehun é o garoto ideal para Xiao Luhan, mas ele só ganharia de fato aquele mérito quando ambos os garotos se pegassem. Luhan gosta de pegadas fortes e beijos ferozes acima de tudo.

Queria que Sehun superasse as suas expectativas.

Xiao desejava tanto atacar a boquinha rosada e bem delineada que Sehun tinha, só ele sabia o quanto. Sua mente imaginava covardemente o dia em que subiria no colo do alaranjado e sentaria em suas coxas grossas e aparentemente firmes. Depois jogaria suas roupas em qualquer lugar e sentaria com tudo em seu pau.

Sinceramente? Luhan era louco para ter o coreano. Tê-lo dentro de si lhe fodendo com força.

O que Xiao não sabia e sequer desconfiava, é que Sehun também desejava-lhe como nunca desejou algum garoto antes.

Aquela raiva e discussões que tinham um com o outro só serviam para deixar as coisas ainda mais fervorosas, para deixar ambos ainda mais na vontade.

O que ambos os garotos tinham em comum? Fácil.

Desejavam um ao outro de forma desesperada. Não aguentavam mais esperar o dia em que resolveriam suas diferenças com beijos quentes e pegadas firmes.

Mas não estavam dispostos a demonstrar aquilo um ao outro. O orgulho e o ego inflado ditavam mais alto e aquilo só o atrasavam cada vez mais.

Quem tomaria atitude?

E bem no fundo, Luhan não descartava a possibilidade de assumir um lance sério com Oh.

— Vai pro inferno. — Sehun com a respiração pesada declarou encerrada a discussão. Enfiou de qualquer jeito o papel que tinha em mãos no bolso traseiro da calça que complementava o uniforme e se juntou a Chanyeol, o cumprimentando com um toque de mãos.

— Desejo o mesmo a você. — Luhan desdenhou. O chinês afastou-se e seguiu rumo ao grêmio estudantil para enfim terminar de realizar uma tarefa que o cargo de supervisor lhe cobrava.

Já estava de saco cheio.

Sentia tanto tesão em Oh, mas parecia que esse sentimento jamais seria retribuído.

Xiao estava fodidamente excitado e frustrado. Não sabia quanto tempo mais iria esperar.


 [...]


Chanyeol, Sehun e a senhora Yong se encontravam diante do edifício bem localizado e de boa estrutura. O edifício em questão, contia uma fachada de aparência amadeirada clara que destacava dentre os vidros escuros quase negros que cobriam todo o prédio. As letras bem feitas em uma caligrafia bonita e cursiva, um pouco declinada e em tons marrom-escuro enfeitavam a fachada. Quem batesse os olhos ali saberia sem cerimônias o que estava escrito: " Academy K-Lion ".

Os três se entreolharam.

Oh depois de saber que o amigo se matricularia na Academy K-Lion àquela tarde, não perdeu tempo e se ofereceu para acompanhá-lo junto da senhora Park.

O acompanharia para não deixa-lo amarelar e desistir em cima da hora.


Sehun conhecia Chanyeol o suficiente para saber que o amigo provavelmente desistiria de se matricular, por mais entusiasmado estivesse com a ideia de lutar Taekwondo pela primeira vez. 

Chanyeol é assim. Deixava de fazer coisas por insegurança; insegurança de errar, insegurança de não ser bom.

Ele tomava uma decisão e depois arrependia-se. Oh conhecia o lado destemido e corajoso do amigo, sabia de sua existência, mas também conhecia o seu lado covarde e tímido, e infelizmente era o mais forte.

E a sua timidez era o que mais atrapalhava, era o que deixava o garoto inseguro para fazer qualquer coisa.

Sehun estava disposto a ajudar o amigo com aquilo, estava disposto a lhe mostrar que timidez e insegurança em grandes doses causavam um extremo mal.

Sehun estava ali aquela tarde para ajudar Chanyeol.

[...]

— Não sei se quero me matricular, não é o meu estilo. — e Sehun havia acertado quando sugeriu a reação do melhor amigo.

Chanyeol estava relutando a entrar na academia e realizar a matrícula.

— Chanyeol, você sabe que eu te amo muito mas vai se foder. Você vai se matricular sim e não importa o que diga, entendeu? — bradou o alaranjado, impaciente. Sehun não sabe ao certo quantos minutos se passaram desde que o amigo pareceu despertar de um transe, de um mundo mágico sem suas inseguranças e medo para lhe atormentar, e passou a insistir na ideia de não se matricular, mas sabe que foram muitos.

— Hunnie, não podemos obrigá-lo a nada. — Yong se intrometeu na discussão pela primeira vez. Ja nao aguentava mais ouvi-los discutindo. — Se ele quiser fazer outra coisa, ele faz. Deixa isso pra lá e vamos pra casa.

 — Acredite em mim, dona Yong. O seu filho não quer fazer isso por que está tímido e se ele não ter o impulso e a coragem de se matricular agora, vai adicionar mais um arrependimento na lista dele. — o coreano disse, suspirando. — Chan, é a última vez que insisto nisso: você vai mesmo desistir da matrícula? — Oh segurou o garoto moreno pelos ombros e encarou seus olhos vacilantes. — Temos que vencer as suas inseguranças na marra, amigo. Se você não gostar mesmo, pode sair quando quiser, mas ao menos tente.

— Você tem razão... Vamos acabar com isso logo. — murmurou Chanyeol, um pouco mais convicto.

— Isso, garoto! Já é um grande passo. — exclamou Sehun contente, puxando o amigo e Yong para dentro da academia. — Olá, boa tarde. — sorriu simpático ao recepcionista que a princípio lhe olhou estranho mas logo abriu um sorriso gentil.

— Boa tarde, no que posso ajudar?

— Viemos pela promoção. Quero matricular o meu filho aqui. — foi a vez de Yong dizer.

— Um momento. — o recepcionista de sorriso bonito pronunciou, acessando algo no computador a sua frente. — Documentos, por favor. — pediu com educação direcionando seu olhar a Yong, que não tardou a entregá-los ao rapaz bonito.

— Nossa, o sorriso dele é muito bonito. — Chanyeol deu uma risadinha ao ter Sehun sussurrando tais palavras em seu ouvido. — Quando você se adaptar aqui vou querer o número dele.

— Deixa de ser assanhado, Hun. — Chanyeol sussurrou de volta. — Bonito e gentil desse jeito é difícil dele não ter um namorado, isso se ele não for hetero.

— Cadastro realizado. Bem vindo à Academy K-Lion, Park Chanyeol. — saudou o recepcionista, interrompendo a conversa cochichada dos amigos. — Me procure amanhã às quatro da tarde, vou te apresentar a academia e te passar as instruções. — explicou entregando de volta os documentos a Yong. — Meu nome é Kim Jongdae, só perguntar por mim e eu venho até você.

— Muito obrigado, Jongdae. — Chanyeol agradeceu.

— Não há de quê. Tenham uma boa tarde. —  desejou Chen, simpático.

— A tarde só vai ser boa mesmo se você estiver comigo. — Sehun lançou ao recepcionista que lhe olhou confuso a primeiro momento mas logo o ambiente foi preenchido por sua gargalhada contida e bonita.

— Gostei de você, mas não quero ser acusado por aí de pedofilia. Recomendo procurar alguém da sua idade. — aconselhou Jongdae, gentil. — Podemos ser amigos, que tal? — sugeriu sorrindo e Sehun assentiu também sorrindo, conformado.

Afinal, não é não.

[...]

Chanyeol não poderia estar mais feliz e agradecido.

Acreditava que todas as boas ações que realizou ao longo de seus 17 anos foi o motivo para ganhar Oh Sehun como melhor amigo.

A ligação dos dois garotos ia muito além de amizade. É algo profundo demais para acreditarem que desencadearam aquela relação aquele ano somente. É um laço tão forte que acreditavam ter vindo de outras vidas passadas, por mais céticos que fossem quanto àquele assunto.

Chanyeol tinha Sehun como um irmão.

Ambos garotos estavam na casa que pertencia aos Oh, no quarto de Sehun em específico; e ambos garotos choravam copiosamente enquanto se abraçavam.

O amor que sentiam um pelo outro era um sentimento tão forte que as lágrimas eram só um detalhe.

Park e Oh choravam de amor.

— Obrigado por tudo, Hunnie. — o moreno sussurrou com a voz falha como consequência das lágrimas que escorriam por suas bochechas e caíam no ombro de Sehun. — Sem você ao meu lado hoje, eu não conseguiria seguir em frente com a minha decisão. Eu te amo muito, muito, muito.

Oh nada mais fez além de sorrir e apertar Park em seu abraço firme.

Os coreanos ficaram até tarde da noite abraçados deitados na cama espaçosa de Sehun, trocando carinhos e declarações de sentimentos sinceros.

Chanyeol conferiu o horário no celular, sonolento pelos afagos de Sehun que recebia em seus fios. Estava tarde, tinha de ir embora.

O moreno se despediu do amigo e saiu de sua casa. Andou sem pressa pela rua que morava até chegar em seu destino.

Não se contendo, Chanyeol deu uma espiada na casa de Baekhyun e mordeu o lábio inferior, demonstrando nervosismo ao vê-lo colocando sacos de lixo pretos na lixeira.

Park sentiu as pernas bambearem e o coração acelerar assim que o olhar do ruivo parou em si. Trocaram olhares por alguns segundos, até Baekhyun sorrir contido e entrar em casa novamente.

Chanyeol quis chorar mais uma vez naquela noite.

Por que tinha que gostar tanto de Baekhyun?

Aquele sentimento só estava crescendo a cada dia e isso estava apavorando o garoto.

Byun Baekhyun era a sua primeira paixão.


[Continua no próximo capítulo...]


Notas Finais


ai eu gosto mto de escrever cenas do casal secundário e espero que vcs gostem também. queria ter trabalhado melhor na cena de Hunhan e nos parágrafos finais, mas e o medo de ficar grande e chato demais? espero que tenham gostado desse cap. estou um pouco triste, pq não sei se devo msm seguir com HOAL ou desistir, sinto mtas vezes que não ta tão bom quanto deveria estar e é isso que me desanima cada vez mais a escrever. por esse motivo tbm, talvez os caps demorem mais a serem postados, se eu seguir com a historia. então é isso, amores. vejo vcs por aí.

meu Twitter pessoal é @laaayzix_grr pra quem quiser ter mais contato comigo e tudo mais.


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