História Heart of stone - Capítulo 16


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Categorias Justin Bieber
Personagens Justin Bieber, Personagens Originais
Tags Justin Bieber
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Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Comédia, Drama (Tragédia), Esporte, Famí­lia, Festa, LGBT, Luta, Policial, Romance e Novela, Suspense, Violência
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Drogas, Estupro, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Boa leitura!

Capítulo 16 - Família


Justin Bieber P. V .O. 

Algumas horas antes...

"Cassie estava tendo uma atitude de criança, e isso me irritava muito. Sai em velocidade alta, escuto ela bufar. 


Trinta minutos depois estávamos em casa, eu estava sentado no meu sofá, e Cassie aparentemente estava na cozinha.


-Eae viadão- Falou Ryan, entrando e sentando no meu lado. - Esta preparado? - Olho para ele não entendendo. 


-Para quê?- Pergunto sério. 


-Teus pais vão vir para cá, hoje de noite- PUTA QUE PARIU, eu tinha esquecido dessa merda. 


-E o que tem?- Tento parecer calmo, mas eu realmente não estava. Meus pais não sabiam da minha "profissão" e por mim eles nunca saberão. 


- Tu vai falar que Cassie é o que ?- Ele pergunta arqueando a sobrancelha. Fiquei pensando por algum tempinho, e penso em uma coisa. 


-Vou falar que ela é ajudante de Maria. -Falo simples, ele dá de ombros. Meus pais sempre vem para cá passar alguns dias e já vão embora.  


As vezes eu penso em ter uma família, mas eu olho para minha vida merda e vejo que não dá. Eu fico imaginando a casa cheia de crianças, brincando e alegrando o dia, uma esposa que pergunta como foi teu dia, que te ame e demonstre isso. Imagina o quão maravilhoso seria se eu chegasse em casa após um longo dia de trabalho e ser recebido com beijos e abraços, com uma união de amor, carinho e afeto. Quando você olha para aquelas lindas e pequenas crianças, e sorri vendo que cada momento simples, se torna inesquecível. Cada conversa amiga, se torna uma lição. A  cada sorriso se torna uma linda lembrança. Dói, dói saber que eu nunca vou ser amado, nunca vou construir uma família, e ninguém nunca vai me chamar de papai e marido. 


Ser do crime é péssimo, claro que tem seu lado bom, mas tem muitas desvantagens, tipo, não poder ter uma família, não poder mostrar seus sentimentos, não poder confiar em quase ninguém.  


Eu tenho orgulho de tudo o que eu conquistei. Eu tenho  poder, dinheiro, mulheres a minha disposição, boates, conforto e entre outras coisas. 


Minha infância nunca foi a das melhores, minha mãe vivia trabalhando para me sustentar, e dar uma vida boa. Meu pai praticante quase nunca iria me ver, e quando vinha ficava algumas horas, me trazia presentes e me paparicava, eu me sentia um garoto muito especial e feliz! Mas quando eu via ele saído por aquela porta, e entrando no carro, eu sentia saudade. Eles me davam de tudo, mas eles esqueceram de uma coisa muito importante, eles esqueceram de me amar. Eu nunca me senti amado por ninguém, e isso me doeu por muito tempo. 


-Justin- Cassie disse com uma voz preocupada.


-O que você quer garota? -Digo frio.


-Tá tudo bem? -Ela senta do meu lado. 


-Tá por que ?- Eu digo revirando os olhos.


-Porque você está chorando?- Ela se aproxima e limpa minhas lágrimas. Eu nem tinha percebido, merda. -Você quer conversar sobre ?- Ela disse num tom tão doce e amigável, que eu quase tirei minha máscara de "durão".


-Tá achado que eu tenho cara de ficar batendo papo por aí, garota? -Digo tirando brutalmente as mãos dela de cima do meu rosto. 


-Desculpa, eu só queria ajudar.-Ela diz num tom de decepção. 


Me levanto, não iria ficar vendo criança mimada enchendo a porra do meu saco." 

(...)

Eu estava sentado no sofá olhando um jogo qualquer de basquete que passava num canal, escuto a campainha tocar três vezes. Eram eles. Fui andando em passos rápidos até a porta, eu estava feliz, abro a porta e sorrio. 

-Oi gente- Eu dou um largo sorriso, vejo meus irmãos vindo e me dando um longo abraço. Eu tenho dois meios irmãos, Jazmyn que tem 18 anos e Jaxon de 16, eu era o mais velho, eu tenho 19. 

-Oi gente, como vocês estão?- Pergunto a todos.

-Estamos bem meu filho, e como andam as coisas com você?- Ela fala me dando um abraço, logo cumprimento meu pai. 

-Bem! Entrem gente- Dou passagem para eles entrarem, eles vão para os seus quartos.  

Me sento novamente no meu sofá, e vou passando os canais da TV, e sinto o lado que eu não estava sentado afundar, viro meu rosto e vejo a pamonha da Cassie, bufo. 

-O que tu quer? -Falo sem paciência. 

-É que tem gente na casa, e eu queria saber quem é- Ela diz delicadamente. Eu não poderia falar que ela era ajudante de Maria, sim eu tinha falado para o Ryan mas iria dar muita merda.  

-Minha família- Digo me ajeitando no sofá. 

-Ata- Ela diz pegando o controle, e trocando de canal, que garota mais ousada. 

-Hey, não é pra tocar de canal porra, eu estava assistindo- Falo pegando o controle de sua mão. 

-Você não deveria trata-la assim Justin, uma moça tão bela, seja mais educado- Escutei minha mãe vindo em nossa direção. Eu odeio essa menina. 

-Ahh...Olá senhora- Cassie se levanta e cumprimenta minha mãe.

-Não me chame de senhora, parece que eu sou uma senhora de 85 anos de idade!- Minha mãe diz rindo, junto a Cassie- Meu nome é Pattie, prazer.

- Prazer, Pattie. Eu me chamo Cassie- Ela diz sorrindo, e colocando uma mecha de cabelo para trás da orelha. Até parece educada. 

-Que nome lindo, você é namorada de Justin?- Pattie pergunta docemente. Eu e Cassie rimos na mesma hora e falamos juntos: 

-Você acha que eu iria namorar com ela (e)? Nunca!- Nós nos olhamos por alguns rápidos segundos, mas pareciam horas. 

-Uii tá bom então- Minha mãe sai rindo de leve. 

- Meu Deus, como tua mãe pode achar que a gente namora? Nada a ver, eu não sou cega- Cassie disse sentando no sofá.

-Tá me chamando de feio? Minha querida, eu sou uma beldade-  Ela começa rir. 

- ATA, então perto de ti eu sou uma Deusa grega.- Ela diz rindo, reviro os olhos. 

  Cassie Brook P. V. O.

Eu estava mentindo na cara de pau, o Justin era uma beldade mas eu nunca iria assumir isso. 

-Eu sei que sou lindo, ninguém nunca reclamou- Ele diz com uma voz rouca. 

-Ficaram traumatizadas coitadas- Digo rindo, ele senta do meu lado e me dá um empurrão de leve. 

-Sim né, eu fodi elas tão bem. Agora tu eu não quero nem de graça- Ele diz brincando, eu o empurro e começo a rir. 

-Ridículo- Digo e dou um tapa no seu braço. 

- Nojenta- Ele diz começando a fazer cócegas em mim, eu me levanto e começo a rir, ele vem atrás de mim. Eu e Justin quase nem nos falávamos, então ter um momento assim (em tão pouco tempo) era bom.

  Subo as escadas correndo, entro no meu quarto e tranco a porta, ele começa a bater e rir. Ele para de bater, deduzo que ele não está mais ali, então abro a porta, ele logo me ataca me jogando na cama e fazendo cócegas em mim, eu fico rindo que nem uma louca.

-Para Justin! -Digo rindo e tentando empurrar ele. 

-Só se tu falar que eu sou o homem mais lindo e gostoso que tu já conheceu- Ele diz com um sorriso muito bonito. 

-Nunca! -Eu digo rindo. 

- Então eu não vou parar- Ele diz continuando. 

-Tá bom- Eu me rendo. - Tu é o homem mais lindo e gostoso que eu já conheci. -Digo em meio a risadas, ele para. 

Vejo uma mulher que aparentava ter uns 39 anos, não era à mãe de Justin, mas quem será que era? 

-Justin?- A mulher chama o Bieber, me sento na cama e vejo seu olhar em confusão olhando para ela. 

Quem será que era?






















Notas Finais


Não esqueçam de favoritar, cometar e compartilhar! Amo vocês.


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