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História Heart On Fire - Capítulo 8


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Notas do Autor


oi gente, como vcs vão?
queria me desculpar pela demora para aparecer aqui com um capitulo novo, eu tive um bloqueio criativo (e na vdd ainda estou tendo), mas de forma alguma iria abandonar essa fic, então aqui estamos nós
antes de lerem o capítulo eu queria dizer que nesse cap em especial há o uso >explicito< de drogas e novamente venho aqui dizer que a fic não tem objetivo algum de endeusar o uso de drogas

bom era só isso mesmo, boa leitura <3

Capítulo 8 - 7. Ruptura


heart on fire 

capítulo sete - ruptura

 

    Andar com Naruto na rua tarde da noite não era tão desconfortável o quanto eu imaginava, na verdade ele parecia estar meio avoado enquanto caminhava com as mãos no bolso da calça skinny rasgada.

    ― Você está com frio?

    Tentei argumentar, mas era óbvio que eu estava com frio. Já se passava da meia noite e eu estava vestindo um cropped e um short, meu corpo estava literalmente tremendo.

    Abri a boca surpresa quando Naruto tirou a camiseta xadrez azul e colocou sobre os meus ombros.

    ― Obrigada. ― sussurrei.

    Naruto e Sakura. Duas pessoas que eu jamais imaginaria que um dia iriam se importar comigo estavam cuidando de mim como se eu fosse uma amiga de longa data. Eu queria me sentir desconfiada, mas simplesmente senti um quentinho no meu coração.

    ― De verdade, eu queria agradecer você e a Sakura, por estarem cuidando de mim.

    ― É a nossa obrigação fazer isso. ― ele disse passando a mão sobre os fios de cabelo loiro, o olhar estava distante enquanto falava ― Se nós não se ajudarmos, ninguém irá. 

    Ficamos alguns momentos em silêncio, não um silêncio desconfortável e sim um agradável. Como se mesmo na ausência de sons, nossa comunicação ainda fosse efetiva.

    ― Eu achei que você tinha dado a carta para o Kiba. ― murmurei, tentando lutar contra a minha covardia.

    A expressão de Naruto suavizou ao ouvir aquilo, e eu pude jurar quase ver um sorriso tranquilizador em seu rosto.

    ― Eu jamais faria isso. Queria te falar sobre a carta naquele dia na sala de aula antes da Saky chegar, mas não consegui achar a abertura porque nós nunca tivemos uma intimidade para isso, e você nunca me pareceu ter muito apreço por mim. Não que eu esteja te julgando por isso. ― disse a última frase dando um riso fraco.

    Abri a minha boca surpresa com aquela fala.

    Eu realmente tinha lido todos eles erroneamente, cheia de preconceitos.

    ― No dia em que eu te impedi de ser atropelada, Kiba me perguntou se eu tinha interesse em você logo depois que a gente topou. Eu disse que não, e então ele sorriu. E depois disso teve o lance da carta que veio parar no meu armário, eu demorei um pouco para reconhecer que era sua, mas quando pude comparar com a sua caligrafia não houveram dúvidas. ― o loiro suspirou olhando para o horizonte enquanto caminhava ― Eu tentei falar com o Kiba para que tomasse cuidado com as pessoas que nutriam sentimentos por ele, mas não achei certo te expor. Ele nunca soube da carta.

    ― Ele me falou isso hoje. ― falei dando um sorriso triste, já estava me acostumando com aquela sensação de rejeição.

    Sentia que aos pouquinhos estava recuperando a sobriedade, embora se eu parasse de caminhar e simplesmente me deitasse ali no asfalto, eu ainda poderia sentir tudo girar inclusive a minha consciência.

    ― Sinto muito por isso. ― ele murmurou com a expressão culpada ― Acredite em mim, eu também sei pelo o quê você está passando.

    Pela primeira vez depois de todo aquele ocorrido, eu dei uma risada gostosa.

    ― Você? ― arqueei a sobrancelha ― Naruto Uzumaki, o loiro mais popular de Konoha passou pela rejeição?

    Foi a vez de ele sorrir, levemente acanhado.

    ― É, eu acho que sim. Você meio que tem umas ideias tortas sobre a minha pessoa.

    ― Desculpa, é que você é muito bonito pra isso. ― falei com uma sinceridade assustadora, se não estivesse bêbada não falaria aquilo nem morta.

    O loiro me olhou surpreso e então deu risada, eu não sabia se era porque ele estava muito chapado, ou porque eu realmente tinha dito algo engraçado. Naruto parou de andar e apenas ficou ali parado rindo com as mãos apoiadas na barriga, a risada dele era algo bonito de se apreciar.

    ― Ei, você tá rindo por mais tempo do que o normal. ― falei me segurando para não rir com ele.

    ― Eu sei, é que você é muito engraçada.

    ― Não sou não.

    ― A sua voz é engraçada. ― ele continuou a gargalhar, as lágrimas já se formavam nos cantos dos olhos dele.

    ― Meu Deus, para de rir, eu vou acabar chorando com você.

    Nós dois ficamos rindo parados por pelo menos uns cinco minutos no meio da rua deserta, eu tive que bater no ombro dele repetidas vezes para que a crise de riso passasse. A verdade é que, tanto bêbado quanto chapado, era muito difícil parar uma crise de riso.

    Por fim nós dois paramos de rir e mordemos a língua para não começar a rir novamente, secamos as lágrimas nos cantos dos olhos quase que simultaneamente e seguimos em frente na caminhada.

    ― Quem era? A garota.

    Naruto deu um sorriso triste.

    ― Chuta, não é tão difícil.

    ― Sakura? ― perguntei, não tão segura de si, mas acabei me surpreendendo quando vi ele balançando a cabeça num sim silencioso.

    ― É difícil ver ela com um cara ou uma mina nova toda festa, mas não há nada que eu possa fazer. Ela é apaixonada por outra pessoa.

    Olhei para ele em um misto de pena e empatia, eu compreendia o que ele estava sentindo. Tudo bem, eu nunca tinha me apaixonado por nenhum melhor amigo que nem ele, mas mesmo assim, eu também conhecia a rejeição.

    De repente me pareceu óbvio que ele gostava dela, só pela forma em que ele ficou sem graça e com os ombros rígidos quando Sakura chegou na sala de aula e nos encontrou sozinhos.

    ― Eu sinto muito por isso. ― murmurei sem saber o que fazer, apenas continuei a caminhar ao seu lado em silêncio.

    Naruto deu um meio sorriso quando chegamos na frente da lanchonete que por ser tarde da noite, já estava meio vazia. Ele me perguntou o que eu queria comer, e disse que eu ficasse sentada esperando enquanto ele fazia o pedido, apenas concordei e me sentei em uma mesa em que um pudesse ver a rua pela janela. Naquela noite o céu estava especialmente bonito, então não me importei de ficar observando.

    Apoiei meu queixo com as minhas mãos e fiquei balançando meus pés lentamente, distraída. Só fui me dar conta de que o tempo já tinha passado quando Naruto chegou colocando um porção - enorme - de comida na mesa.

    ― Meu Deus, quanta comida.

    ― Eu tô com larica. ― ele sorriu como um anjo e então colocou um cheeseburguer na minha mão ― Pode ficar tranquila que essa ceia é por minha conta.

    ― Mas eu posso pagar.

    ― Eu sei. ― ele piscou enquanto tomava refrigerante, o que depois ele me contou ser refil.

    Como eu estava com fome, apenas dei de ombros e comecei a comer o hamburguer que ele tinha me dado. As vezes eu dava um sorriso ou outro enquanto observava o loiro comer, eu não sabia se ele comia assim normalmente, ou se aquilo era efeito da erva, mas Naruto estava colocando ketchup na batata frita, afundando a mesma no refri e depois passando no sorvete antes de comer.

    Já tinha se passado da meia noite, e mesmo assim, por estar ao lado de Naruto eu não conseguia parar de rir. Tudo sobre ele fazia com que eu quisesse rir, e não era somente culpa do álcool, mas todo aquele tempo em que eu estive perto dele, sempre houve uma resistência aquela loiro de olhos azuis, eu sempre tinha visto ele com maus olhos. Mas agora essa resistência tinha caído, e a presença de Naruto me iluminava me fazendo rir, me deixando tão feliz que eu nem me lembrava mais do quão humilhada eu tinha me sentido no quarto do Kiba minutos antes.

    Uma ruptura tinha começado a aparecer, tão sutil que eu não percebia. E agora eu me sentia embalada na presença dele.

    Nós dois conversávamos sobre tudo, a conversa durou longos minutos e demorou para que nós percebêssemos que a comida já tinha acabado (Naruto tinha comido a maior parte). Eu o ajudei a levar as bandejas, e no meio do caminho um funcionário sorriu para a gente.

    ― Esperamos que o casal volte sempre.

Antigamente eu iria achar que ser chamada de namorada de Naruto Uzumaki seria um insulto dos grandes, mas agora aquilo simplesmente não tinha me afetado. Na verdade um sorriso preguiçoso surgiu no meu rosto, como se aquilo até fosse uma piada engraçada. Para mim eu e Naruto éramos amigos.

O loiro olhou para mim de relance e então sorriu para o atendente.

Nós dois saímos do fast food andando bem devagar, conversávamos em voz baixa mas não deixávamos de rir em momento algum.

    ― Hinata, a gente pode parar um minuto pra eu bolar um? A minha brisa tá passando. ― ele fez um biquinho triste e eu acabei concordando. Nós dois se sentamos no meio fio da calçada e então Naruto tirou algo que eu nomeei como “oficina da maconha” de seus bolsos. Como o bolso dele tinha espaço para aquele tanto de coisa, eu não fazia a mínima ideia.

    Ele riu vendo a minha expressão surpresa.

    O garoto pegou um pouco da erva, que para a minha surpresa tinha um cheiro muito doce e terrivelmente gostoso, e colocou delicadamente em um pedaço de plástico redondo meio pontudo.

    ― Isso é um dichavador. Você nunca viu um? ― ele perguntou com um meio sorriso.

    ― Nunca. ― admiti.

    ― Hinata, hoje eu vou te ensinar a arte de dichavar. Eu vou fechar o dichava e aí você vai girar ele dessa forma, assim a erva vai “moer”. ― ele tampou o dichavador e começou a girá-lo em suas mãos.

    Senti a vontade de rir, quando que eu imaginaria que alguém me ensinaria a dichavar maconha? A Hinata de alguns dias atrás teria um infarto só de pensar nisso.

    Peguei o objeto redondo em minhas mãos, vendo que até o dichavador de Naruto era bonito. Parecia ser bem artesanal com desenhos de mandalas, se eu não o conhecesse diria que ele tinha tudo para ser um surfista que fuma na praia. 

    Comecei a movimentar o dichavador, vendo Naruto sorrir enquanto me observava. Levei o objeto até o meu nariz para poder sentir o cheiro.

    ― Isso tem um cheiro muito bom. ― murmurei surpresa.

    O loiro riu.

    Ele pegou o dichavador de volta e terminou de dichavar a erva, logo em seguida ele tirou mais coisa do bolso dele. Pegou uma embalagem de papel que ele jurou por Deus ser reciclável - coisa que eu não duvidava.

    ― Isso é a seda, e a piteira. ― disse novamente com seu típico sorriso maroto de uma criança que estava feliz em aprontar.

    Franzi o cenho, mas acabei o acompanhando conforme ele me ensinava a dobrar o papel que seria a piteira. De acordo com o Uzumaki, a piteira servia para que a erva não entrasse em contato direto com a boca da pessoa que estava fumando. Aparentemente tudo ali tinha uma explicação e Naruto adorava explicar.

    O loiro abriu o dichavador e colocou a erva na seda junto com a piteira, que ele posicionou na ponta. Começou a bolar o baseado enquanto cantarolava em uma paz digna de um Buda.

    ― Parece que você nunca vai cansar de contradizer os meus preconceitos. ― murmurei.

    ― Como assim? ― ele perguntou curioso, desviando o olhar da seda para mim. Por um breve momento eu me senti intimidada por aqueles olhos azuis elétricos.

    ― Toda vez que eu estou perto de você eu sinto que estou descobrindo algo novo, ― disse dando de ombros enquanto olhava para o horizonte, era mais fácil admitir isso não olhando para ele ― como se eu tivesse que repensar algumas coisas. 

    ― Isso é bom. ― ele sorriu baixando o olhar ― Quando eu vi você olhando para o Neji, fiquei com medo de que você causasse uma cena. Afinal uma coisa é você ver o seu amigo com um baseado, e outra coisa é o seu primo.

    Suspirei.

    ― O Neji sumiu da minha vida Naruto, esse é o problema. Ele sempre foi como um irmão mais velho para mim, meus tios sempre o levavam para a minha casa. Só que desde o ano passado ele começou a se distanciar, e eu estúpida como sempre nunca duvidei de nada. Meu pai me disse que ele estava ocupado estudando, que não tinha tempo para uma garotinha. E eu acreditei. ― sussurrei a última frase com a voz levemente embargada.

    O loiro me olhou como se soubesse de algo a mais e então baixou o olhar.

    ― Neji me falou isso. 

    Ergui o meu olhar surpresa. Neji tinha falado com ele?

    ― Ano passado foi a primeira vez que eu e Sasuke vimos Neji vir para uma festa, e para a primeira festa dele, ele teve um porre e tanto. Sabe, isso de misturar maconha com álcool nunca resulta em nada bom. Naquele dia ele estava estressado com o seu pai que estava te afastando dele, porque o Neji estava se “desvirtuando” do caminho dos Hyuuga.

    “Fui eu que ajudei ele a lidar com o porre. Dei água para ele e cuidei dele a noite inteira. Nós conversamos bastante. Ele me disse o quão preocupado estava com você. Me disse que você tinha uma visão muito distorcida do mundo porque os seus pais te criaram para ser assim, porque você nunca procurou sair da sua bolha. Ele tinha medo que você o endemonizasse por não ser o exemplo que você queria que ele fosse.”

    “Neji tinha e ainda tem um medo de como você vai lidar quando estiver no último ano do ensino médio. Sua família tem uma forma especial de botar pressão na hora de escolher uma faculdade. E ele infelizmente não poderia estar do seu lado para te ajudar nesse momento.”

    “Mas acima de tudo, ele é o Neji sabe, um adolescente. Ele não é o seu pai e muito menos a sua mãe, ele deveria ter o direito de poder se preocupar com ele também. Então eu o aconselhei a dar um tempo e curtir o terceiro ano dele.”

    Olhei para o loiro surpresa. Um misto de sensações e pensamentos me invadiram naquele momento. As palavras de Naruto mais cedo sobre eu não poder julgar Neji por fazer o que eu também estava fazendo veio a tona.

    Mordi meus lábios, contendo a minha vontade de chorar ao mesmo tempo em que ficava levemente feliz por Neji ainda se preocupar com o meu bem estar.

    ― Obrigada por ter cuidado dele, e por ter cuidado de mim também. Eu te julguei mal. 

    O loiro sorriu e em seguida abaixou a cabeça envergonhado. Ele pegou o baseado e levantou, passando sua língua por toda a extensão na ponta da seda.

    Por um momento eu senti meu corpo paralisar só observando ele movimentar a língua sutilmente pelo papel, algo pareceu piscar dentro de mim e eu acabei por me inclinar na direção dele sem querer. Eu não sabia explicar como, mas aquele simples gesto tomou toda a minha atenção e deixou o meu corpo quente, e de alguma forma eu conhecia aquele calor. Por algum motivo bem estúpido, aquilo tinha me excitado tanto a ponto de eu sequer dar ouvidos a ele me explicando que aquilo se chamava “passar a goma”, eu só queria ser aquela droga de papel, nem que por dois minutos.

    ― Hinata, você está me ouvindo?

    Perto demais, pensei enquanto recuava com o meu corpo. Subitamente me sentindo envergonhada pelos meus pensamentos sujos, agradecendo a todas as divindades possíveis por ele não poder ler o os meus pensamentos.

    ― Passar a goma. Claro.

    Ele franziu o cenho e então deu de ombros.

    ― Quer acender pra mim? Não fale nada, mas eu roubei esse isqueiro do Sasuke hoje. ― disso rindo me mostrando o isqueiro cor de rosa da Hello Kitty.

    Ri fraco pegando o isqueiro.

    Mordi os lábios apreensiva enquanto olhava para o cigarro na boca de Naruto, e com as minhas mãos suando, eu me aproximei dele acendendo a ponta com o isqueiro.

    Me afastei rapidamente, me sentindo estranha. Não sabia o que estava acontecendo comigo naquela noite.

    Naruto tragou a fumaça e a soltou pela boca.

    ― Quer um trago? ― ele perguntou. 

    Uma parte de mim queria muito ceder, mas eu já tinha tido a minha primeira vez bêbada ainda naquele dia, não queria ter a minha primeira vez chpada tudo no mesmo dia.

    ― Eu não sei tragar. ― disse e então ele pareceu pensar.

    ― Existe uma forma que eu posso te passar a fumaça…

    Por um momento o olhar de Naruto ficou perdido em algum canto do meu rosto, eu me perguntava se era efeito da erva, mas não me parecia possível, que eu saiba a maconha demorava mais tempo para fazer efeito no cérebro.

    ― Se você quiser eu posso te passar a fumaça pela boca. ― Naruto disse lentamente.

    Mordi o meu lábio.

    ― Claro. ― falei sem pensar, ansiosa para sentir a sensação dos lábios dele contra os meus. Meu Deus o que eu estava pensando?

    Naruto puxou a fumaça do cigarro e fez um sinal com a mão para que eu me aproximasse dele. Inclinei o meu corpo na minha direção sentindo o meu coração bater forte quando os seus lábios se encostaram nos meus, quase que simultaneamente nós dois entreabrimos a boca. Enquanto ele soprava a fumaça eu sugava, por um motivo que eu desconhecia minha mão foi parar em sua nuca.

    Quando ele se afastou eu finalmente soltei a fumaça pela boca.

    Voltei o meu olhar para ele, naquele momento eu era puramente movida pela minha intuição e meus impulsos. Minha mão ainda estava na nuca dele, e eu tinha aqueles olhos azuis focados apenas em mim.

    E então eu não aguentei, eu o beijei.

    Percebi que o meu corpo estava ansiando por aquilo a muito mais tempo do que eu tinha noção, porque um arrepio percorreu por todo o meu ser quando a mão dele que não estava ocupada apertou a minha cintura.

    Nossas línguas se moviam em uma dança tão única e sutil. Todo o meu corpo parecia se acender para ele, e para ele somente. Minhas mãos desnorteavam seus fios de cabelo loiro tão bem penteados.

    Ofeguei contra a boca dele e raspei minhas unhas em sua nuca.

    ― Hinata. ― ele gemeu meu nome contra a minha boca.

    ― HINATA! CADÊ VOCÊ? ― eu ouvi a voz de Ino - levemente embriagada - gritando de longe.

    Arregalei os meus olhos e me afastei de Naruto, assustada demais para poder raciocinar sobre qualquer coisa.

    ― Ah, aí está você. Vamos eu vou te levar para a minha casa. ― a loira sorriu para mim, ao lado dela estava Sakura que aparentava estar mais sóbria. A rosada olhou para mim e para Naruto tentando conter um sorriso, como se soubesse exatamente o que tinha acontecido ali.

    Me despedi dos dois ainda com o meu coração na garganta e fui embora com uma Ino bêbada no meu pé.

 

    

 



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