História Heart Rescue - Capítulo 14


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Categorias Fairy Tail
Personagens Erza Scarlet, Gajeel Redfox, Gray Fullbuster, Jellal Fernandes, Jude Heartfilia, Juvia Lockser, Layla Heartfilia, Levy McGarden, Lisanna Strauss, Lucy Heartfilia, Natsu Dragneel, Sting Eucliffe, Ultear Milkovich
Tags Família, Nalu, Policial, Romance
Visualizações 113
Palavras 1.545
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Drama (Tragédia), Ecchi, Famí­lia, Ficção Adolescente, Hentai, Literatura Feminina, Luta, Mistério, Musical (Songfic), Policial, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Shounen, Suspense, Universo Alternativo, Violência
Avisos: Adultério, Álcool, Drogas, Estupro, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Oi pessoal! Me desculpem se demorei a postar, mas não estou dormindo muito bem ultimamente, então não sei quando poderei postar o próximo capítulo. Espero que compreendam e boa leitura! 😉

Capítulo 14 - A nova vizinha


Fanfic / Fanfiction Heart Rescue - Capítulo 14 - A nova vizinha

[Pov's Lucy]

(Alguns meses depois)

- Puxa! É uma história e tanto! - minha mãe fala, surpresa pela minha história com o Natsu e ao mesmo tempo, parece chateada, talvez?

- Sim… você, não tá chateada né? - pergunto, insegura, sentada na minha cama com ela.

- Bom, chateada não é a palavra! Eu só estou um pouco triste por você não ter preferido alguém sozinho, mas eu sei que ninguém manda no coração… então, não estou chateada! Não com você pelo menos! - diz, falando um pouco mais alto - e sim com o seu pai, que está há pelo menos uma hora ouvindo escondido atrás da porta! Né, Jude!? - grita e meu pai abre a porta, com as bochechas vermelhas, morrendo de vergonha.

- Desculpe, querida! Mas eu não resisti! Quer dizer, eu estava preocupado com a minha princesinha e como ela te conta tudo… - fala, coçando a cabeça, embora eu tenha demorado bastante para contar a minha mãe sobre o Natsu, isso não pareceu magoa-la.

Eu e minha mãe começamos a gargalhar e meu pai, nos acompanha, se sentando do meu lado, sorrindo. Acho que era disso que eu mais sentia falta, o companheirismo, as risadas, os abraços… sorrio, abraçando um de cada lado, enquanto cada um dos dois, põem uma mão na minha barriga, que por sinal, já está bem grande até! E eu, bem, engordei pra caramba:

- Não acredito que vou ganhar um neto! - fala o meu pai.

- Ou neta! - minha mãe diz, toda orgulhosa.

E logo os dois começam a brigar e fazer apostas em relação ao sexo de dos bebês, me fazendo voltar a rir. É que eu preferi optar por descobrir o sexo do bebê, apenas no nascimento, então assim que esses dois se resolvem, aproveitamos que hoje eu não tenho que lidar com a empresa que entrei, já que é sábado, para passar a tarde juntos, vendo filmes e comendo porcarias até de tarde.

Fui para o meu quarto e tomei um banho, colocando uma roupa confortável e assim que olhei para a janela, vi que a casa ao lado iria ser ocupada, desci e perguntei para minha mãe quem seria nosso novo vizinho ou vizinha:

- Há, é uma moça de uns vinte e poucos anos, parece que o marido é policial e o transferiram para cá! - diz, terminando de fazer um bolo - Lucy meu amor, faça um favor para mim e leve isso para a vizinha! - fala, me entregando o embrulho.

- Claro, dona Layla! - digo, saindo rápido, enquanto a ouço me chingar por causa do "dona", que na opinião dela, é usado para se referir aos mais velhos.

Vou até a casa da vizinha e toco a campainha, logo uma mulher com o cabelo azul, aparece na minha frente, toda sorridente:

- Pois não?

- Eu sou sua vizinha e minha mãe me pediu para lhe entregar isso como presente de boas vindas! - falo, entregando-lhe a boleira.

- Obrigada! É muito gentil da parte de vocês! A propósito, meu nome é Juvia! E o seu? - pergunta, me estendendo a mão.

- Lucy! - digo, apertando sua mão, oa fazendo arregalar os olhos - algum problema?

- Na-não! É que o seu nome, me lembra de uma pessoa… - diz, olhando para mim, mas ela balança a cabeça, como se tentasse afastar os pensamentos ruins - quer entrar um pouco?

- Hum, eu acho que… - falo, mas ela me corta.

- Ah, por favor! Eu acabei de fazer um pudim! E o meu marido só vai chegar a noite! Quero alguém para conversar, sabe, de garota pra garota… - diz, sorrindo e eu como a grávida que sou aceito, já que só de pensar em comer um pouquinho de pudim, minha boca já saliva.

Nós sentamos na bancada da cozinha dela, que por sinal é super moderna, cheia de aparelhos e super limpa. A Juvia tira da geladeira um suculento pudim, com a calda escorrendo e assumo, só de olhar, eu já estava ansiosa, imaginando o gosto divino que devia ter.

Acho que dei muita bandeira e deixei meu olhar, transparecer o desejo de comer aquele doce, já que a Juvia começou a rir. Ela cortou um pedaço bem generoso, o colocando na minha frente:

- Coma a vontade! Quer dizer, uma mulher grávida não pode passar vontade, certo? - pergunta, dando uma piscadinha, sorrindo cúmplice para mim.

Sorrio, me lembrando que a blusa que eu estava usando, apesar de larga, marcava muito minha barriga, mas também, o que eu podia esperar, quer dizer, já estou de quase oito meses, então…

Começo a comer o pudim e Juvia não me pergunta nada, apenas me conta sua história, enquanto eu me esbaldo! Ela possuía um meio-irmão, seus pais haviam morrido em um acidente de carro há alguns anos atrás e a mesma, na época já noiva do Gray, hoje seu marido, casou-se poucos meses depois. Eu ouvia tudo, calada e assentindo nos momentos certos; e depois de quatro pedaços enormes de pudim, Juvia decidiu perguntar:

- Mas e você Lucy? Qual é a sua história? - diz, arqueando a sobrancelha.

- Bem… é complicado! - falo.

- Ei! - Juvia coloca sua mão em cima da minha - pode me contar o que quiser, pois pra mim, você é uma amiga! - fala, me dando a coragem para contar tudo, desde o começo.

- Está certo! Tudo começou quando…

[Pov's Natsu]

Eu estou endoidando! Já faz meses que estou procurando pela Luce! No começo, fiquei confuso, pensei que talvez ela só estivesse se mudando para um lugar melhor, mas conforme os dias foram passando, percebi que ela não dava nenhum sinal de vida, já que antes, a mesma sempre me enviava mensagens de amor, entre outras coisas, porém, todo contato que ela tinha comigo, parou de repente.

Cheguei a pensar que a mesma tivesse sido sequestrada, não sei, então para não deixar os pensamentos ruins me dominarem e eu acabar enlouquecendo, decidi seguir o conselho da minha irmã e tentar procurar informações sobre ela, tentar saber aonde tinha ido. Me lembrei do seu trabalho, mas o gerente disse que ela havia se demitido, além de falar que era um desperdício, pois a Luce era um "pedaço de mal caminho", como o mesmo disse, o que lhe rendeu um belo de um muro.

Mas assim que havia saído da lanchonete, alguém me chamou, parei e me virei, vendo uma azulada e uma ruiva, correndo rapidamente até mim. Paro e as espero, as mesmas quando chegam até mim, estão ofegantes, mas eu não tenho tempo, preciso procura-lá:

- O que foi senhoritas? - pergunto, calmo e tentando ser o mais gentil possível.

- Você por acaso é o Natsu? - pergunta a azulada e eu aceno, confirmando - minha nossa! Ela tava certa, você é o maior gato! - diz, fazendo com que sua amiga, pisasse no seu pé - aí! Quer dizer, desculpa pelo atrevimento, mas é que…

- Você estava procurando a Lucy, certo Natsu? - pergunta, me fazendo confirmar - acredite em nós, você não vai encontrá-la aqui e nem em nenhum outro por aqui! - diz, me fazendo parar e prestar total atenção.

- Como assim?

- A Lucy foi embora! - diz, me fazendo ter de me apoiar em uma parede próxima, para não cair

- Mas… por que ela foi embora? Quer dizer, qual o motivo? Me digam! - grito, meio alterado.

- Calma! Não sabemos para onde ela estava indo, pois pedimos para não dizer, já que imaginávamos que havia o risco de alguém tentar procura-lá, o que eu sei é que ela pegou um avião há alguns dias… - a ruiva, que descobri se chamar Erza, me contou.

Quando sai de lá, fui para casa e liguei para minha irmã, lhe pedindo uma luz, pois eu estava sem saber para onde correr, já que, apesar de ser policial, quando se trata da minha família, eu entro em pânico. A Juvia, como sempre com a voz da razão, me sugeriu contratar um detetive e assim ó fiz.

Depois de meses sem notícias da Luce, tendo de olhar todo dia, para uma foto que havíamos tirado naquelas máquinas do shopping, relembrando de nossos momentos felizes, mas também de discussão e problemas, para logo em seguida, acabar nos reconciliando. Até que de repente, uma notícia, sobre aonde a Luce fora vista e seu trabalho, no caso, ela virou administradora de uma grande empresa, tendo de viajar algumas vezes e em uma delas, o detetive tirou uma foto.

Contudo, algo estava estranho, ela parecia mais alegre, com um brilho nos olhos que eu só via, quando a mesma estava comigo. E então, olhando melhor, vi sua barriga, parecia maior, estranhei e fiquei pensando naquilo por dias, até achar a resposta do porque ela devia ter fugido e me chinguei profundamente por não ter percebido antes.

Luce estava grávida! De um filho meu! Ela devia ter achado que eu não o assumiria e a conhecendo bem, não iria querer viver desta forma, se sentindo humilhada, por isso foi embora. Quando me dei conta da verdade, a procurei e cobrei mais do que nunca do detetive, para acha-lá mais rápido ainda e finalmente, uma pista surgiu.

Hargeon, uma cidade longe de Magnolia, aonde descobri, ser o local que a mesma morava quando mais nova e era pra lá mesmo que eu iria. Me espere Luce, por favor, porque eu vou te ajudar no que você precisar, prometo!



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