História Heart Rescue - Capítulo 17


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Categorias Fairy Tail
Personagens Erza Scarlet, Gajeel Redfox, Gray Fullbuster, Jellal Fernandes, Jude Heartfilia, Juvia Lockser, Layla Heartfilia, Levy McGarden, Lisanna Strauss, Lucy Heartfilia, Natsu Dragneel, Sting Eucliffe, Ultear Milkovich
Tags Família, Nalu, Policial, Romance
Visualizações 310
Palavras 1.391
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Drama (Tragédia), Ecchi, Famí­lia, Ficção Adolescente, Hentai, Literatura Feminina, Luta, Mistério, Musical (Songfic), Policial, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Shounen, Suspense, Universo Alternativo, Violência
Avisos: Adultério, Álcool, Drogas, Estupro, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Capítulo 17 - Matando a saudade


Fanfic / Fanfiction Heart Rescue - Capítulo 17 - Matando a saudade

[Pov's Lucy]

Eu realmente ainda não consigo acreditar que ele está aqui! Quer dizer, quando deixei o Natsu, imaginei que ele iria me deixar pra lá, mas não, ele me contou o que passou nos últimos meses para me achar e assumo, eu não consegui evitar que meu sorriso brotasse, poxa, ele estava todo esse tempo preocupado comigo! Sorrio, quando ele termina a história e lhe dou um selinho, encostando nossas testas:

- Eu te amo! - falo, acariciando sua bochecha.

- Eu também te amo, meu coração! - começo a rir, por causa do apelido, mas volto a ficar séria quando me lembro de algo que eu queria lhe perguntar, o que o faz ficar sério também - o que foi Luce? - pergunta, preocupado.

- É que… - como eu ia dizer isso a ele? - eu queria… fazer uma coisa com você… - sussurro, vermelha.

- O quê? - pergunta.

Olho para o Natsu e me lembro do que passei nos últimos meses, me lembrando dele e começo a beija-lo, não de forma carinhosa, mas sim selvagem, do jeito que eu gostava antes de engravidar. Comecei a passar as mãos por seus cabelos, enquanto Natsu, passeava suas mãos pelo meu corpo, pousando uma delas em minha cintura e outra na minha coxa, a puxando para ele, mas a maldita falta de ar se faz presente e temos que nos separar:

- Luce… não podemos… - fala, arfando - o bebê…

- O bebê vai ficar bem! - digo, olhando em seus olhos, sentindo a minha vergonha passar - mas a mamãe dele agora também precisa ficar bem! - digo, me aproximando de novo, distribuindo-lhe mordidas e chupões por seu pescoço e vou até a orelha, sussurrando - por isso, por favor, me torne sua novamente, Nat-su! - falo de forma pausada, provocando-o - e outra, só pra sua informação, fazer sexo na gravidez não é ruim para o bebê, na verdade, no meu caso, faz até bem! - digo, o tranquilizando.

(Só pra avisar pessoal, eu pesquisei isso na internet, mas o certo é quem estiver grávida, procurar um médico para ver se isso é permitido e tomar todos os devidos cuidados, para evitar qualquer problema)

Vejo então o Natsu abrir um sorriso ladino, cheio de artimanhas e eu sabia que tinha conseguido o que queria, o mesmo então, começou a me beijar de forma selvagem. Sua língua se enroscava na minha, me fazendo arfar durante o beijo, enviado choques elétricos pelo meu corpo todo, sinto minha saliva escorrer pelos cantos da boca, misturando-se a do Natsu, tanto que, quando nos separamos, um fio de saliva nos liga, até que some.

Ele começa a descer os beijos para o meu pescoço, distribuindo alguns chupões e mordidas, me fazendo suspirar e o sinto sorrir pela minha reação. O mesmo para os beijos, retirando minha blusa, expondo minha barriga e meus seios, já que não uso sutiã para dormir, o que facilita as coisas nessas horas.

Ele sorri, passando levemente a mão pela minha barriga, feliz, mas logo volta ao seu trabalho de me dar prazer, começando a chupar meus seios. Na gravidez, meu seios acabaram ficando maiores, se é que isso é possível, além de ficarem super sensíveis, então o que antes me faria suspirar, agora me faz gritar e detalhe, essa sensibilidade, é pelo corpo inteiro!

Enquanto o Natsu chupa meu seio, com uma mão ele apalpa o outro enquanto a outra mão, desce por meu corpo, adentrando minha calça, o que o faz constatar que estou encharcada por causa dele, até que ele adentra minha calcinha, fazendo leves movimentos sobre meu clitóris, enlouquecendo-me:

- Natsuuu! - chamo, manhosa - isso é maldade! - falo, tentando ao máximo não gemer.

- Está bem, como você está grávida, não vou lhe fazer pedir ou implorar, mas quando nosso filho nascer - ele morde o lóbulo da minha orelha e sussurra - pode ter certeza que não serei tão bonzinho! - diz, me fazendo arrepiar.

O mesmo retira minhas meias, calça e calcinha, até que ele aos poucos e devagar para não me assustar, lambe minha intimidade, me fazendo erguer as costas da cama. Ele começa a enfiar e retirar sua língua de dentro de mim, além de usar seus dedos para me estimular, o que me faz gritar, pedindo por mais, sem me importar se os vizinhos ouviriam, para minha alegria, meu pedido é atendido.

O Natsu então, chupou meu clitóris me fazendo gozar, o qual sorrio, já que eu costumava levar algum tempo até chegar ao ápice, mas agora, além de ter sido rápido, eu gritei como se não houvesse amanhã. Mas, como eu não sou de ficar para trás, retirei a blusa do Natsu, dando beijo por seu peito e retirei sua calça e cueca, com a ajuda do mesmo.

Assumo, poder ver aquele pênis em pé novamente, tudo por minha causa, fez eu me sentir mais confiante, devem ser os hormônios da gravidez falando mais alto. Começo a masturba-lo, já que minha barriga, não permite que eu faça outras coisas; quando percebo que ele está perto do ápice, paro e ele entende a deixa.

Me deito e o Natsu fica atrás de mim, roçando seu membro na minha entrada, o que me faz arfar, mas antes de fazer qualquer coisa, o mesmo sussurra no meu ouvido:

- Se qualquer coisa acontecer e você se sentir mal, me avisa que eu paro na hora, tá bem? - pergunta e eu confirmo.

E então ele entra dentro de mim, ah, como eu senti falta dessa sensação, de me sentir completa, preenchida e o mais importante, amada! O Natsu começa a se movimentar aos poucos, com medo de me machucar, porém, quando ele entende que isso não vai ocorrer, começa a ir mais rápido o que me faz agarrar as cobertas e colocar a cabeça no travesseiro, tentando abafar meus gritos.

Aquilo era ótimo! Parece que com a gravidez, o sexo se tornou melhor ainda, deixando tudo mais incrível, me fazendo implorar por mais e quanto mais eu tinha, mais queria dele. O Natsu já entrava e saía de mim rápido e gostoso, enquanto uma de suas mãos agarravam a minha no lençol, a outra se mantinha ocupada em segurar minha cintura para não machucar até que nós dois gozamos ao mesmo tempo.

Arfando e suados, ele enlaça seus dedos nos meus, enquanto eu não paro de sorrir, o mesmo aproveita e nos cobre, com uma coberta bem quentinha, logo me abraçando. Me aconchego nele, o qual beija minha nuca e alisa minha barriga:

- Isso foi maravilhoso! - digo, ouvindo o Natsu rir.

- Assumo, foi mesmo! - diz e eu dou uma risada - não sabia que sexo na gravidez poderia ser tão bom!

- E nem eu! A sensação é relaxante! Ainda mais depois se passar meses tendo de me aliviar sozinha, me controlando para os meus pais não ouvirem meus gemidos… - falo, o que o faz me virar de barriga pra cima, me olhando.

- Você se masturbou Luce? - pergunta, incrédulo e eu, meio receosa, confirmo - puxa! Não sabia que sentia tanta falta assim de mim! - diz e lhe dou um leve tapa, voltando a me aconchegar nele.

- A culpa é sua por ser um pedaço de mal caminho, como diria minha mãe! - falo e começamos a rir.

O Natsu começa a fazer cafuné no meu cabelo, enquanto uma de suas mãos acaricia minha barriga e aos poucos, sinto que vou adormecendo, mas antes de dormir, desejo-lhe boa noite, até que durmo, desejando do fundo do meu coração, que quando eu acordar na manhã seguinte, tudo esteja bem e ele ao meu lado, pois se for um sonho, eu não quero acordar mais!

[Pov's Autora]

Enquanto nosso casal preferido matava a saudade, aproveitando a companhia um do outro, seus inimigos desconhecidos, por enquanto, estavam tramando seus planos:

- Maldição! - o homem grita, jogando as coisas de cima da mesa.

- Fique calmo, meu amor! - uma mulher de capa diz.

- Calmo? Como quer que eu fique calmo numa situação dessas!? - volta a gritar.

- Ei! Não grite comigo! - fala, o fazendo se acalmar.

- Desculpe! Mas é que toda esta situação está me tirando do sério! - fala, se sentando, enquanto a mulher passa a massagear seus ombros.

- Calma! Logo aqueles dois saberão a verdade e o principal… - fala, dando um beijo em sua bochecha - e acima de tudo, nosso plano se concretizará! - diz, dando um sorriso maligno.



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