História Heartbreaker - (HIATUS) - Capítulo 9


Escrita por:

Postado
Categorias Justin Bieber
Tags Ciumes, Justin, Possessivo, Romance
Visualizações 644
Palavras 2.442
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ficção Adolescente, Romance e Novela
Avisos: Álcool, Drogas, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Hi, guys! ❤

♛ Obrigada por tudo, espero que gostem desse capítulo!!
♛ Boa leitura! ❤

Capítulo 9 - VIII. Reputation


Fanfic / Fanfiction Heartbreaker - (HIATUS) - Capítulo 9 - VIII. Reputation

Blair Stone’s Point of View
Portland, Oregon – 12:11 PM

Procurei novamente pelo caderno de capa dura roxa no meu armário, não encontrando nem sinal do mesmo. Que droga, que droga!

Eu já havia ido em todas as salas que tive aula hoje, procurar pelo meu, hm, diário. É, podemos chamá-lo assim, já que era onde eu desabafava e escrevia coisas que eu não tinha coragem de contar a ninguém.

Eu já tinha revirado meu armário mais de três vezes, e estava muito mais que aflita, eu sequer conseguia me concentrar em outra coisa.

E se alguém o lesse? Puta merda, eu estava tão ferrada, precisava encontrar aquele caderno o quanto antes, para não correr o risco de cair em mãos erradas e sofrer as consequências por conta pessoas mal intencionadas.

As aulas já haviam terminado há alguns minutos, porém, eu ainda estava aqui. Este diário tinha de estar em algum lugar, não pode ter desaparecido assim.

— Não deveria estar em casa, Bee? – ouço a voz de Justin, e logo vejo o mesmo se aproximar de mim.

— Agora não, Justin. – bufo, preocupada com o meu caderno.

— Parece tensa. – observa, e eu sigo o ignorando. – Que pena que está me ignorando, eu tenho aqui que tenho certeza que seria do seu interesse. – profere lentamente, e eu reviro os olhos, mexendo na minha bolsa. – Está procurando algo? Presumo que seja importante. – comenta, e eu apenas balanço a cabeça, não dando muita importância a ele. – Olha pra mim quando eu estiver falando, Stone. – o loiro segura meu queixo, me fazendo olhá-lo.

— Eu disse que agora não, Justin. Se não percebeu, eu estou ocupada e tenho mais o que fazer. – deposito um tapa em sua mão, soando extremamente grosseira em meu tom.

— Se continuar usando esse tom comigo, eu vou embora agora mesmo e não entrego o que tenho aqui, só pra te ver angustiada desse jeito. – ele responde, tão grosso quanto eu.

— Espera… o que tem com você? – arqueio a sobrancelha.

— Um caderno roxo, com alguns brilhos, florzinhas, um cadeado que abre se colocar um pouco de força facilmente… – quando ele diz isso, meus olhos se arregalam.

— ME DEVOLVE, BIEBER! – eu literalmente grito, avançando nele.

— Hey, calminha, Bee. – Justin segura meus pulsos, me contendo.

— Eu quero agora, me dá, Justin! – estendo a mão, irritada.

— Aliás, adorei e detestei o que disse sobre mim. – profere, e eu sinto meu rosto ruborizar.

— Eu não acredito que você leu! – fecho os olhos, respirando fundo e escutando sua risada abafada.

Justin tira meu caderno de sua mochila, me entregando o mesmo. Abro, conferindo se estava tudo aqui.

— Você escreveu coisas legais ao meu respeito no começo, mas conforme as páginas foram passando, você só me insulta, Bee, estou chateado. – cínico! Justin era um cretino, um cínico, fingido.

— Seu babaca, não deve-se ler o diário de ninguém, é confidencial e comprometedor! – o advirto, guardando meu caderno na bolsa.

— Blá-blá-blá. – ele revira os olhos.

Faço o mesmo, dando as costas a ele, pronta para finalmente ir embora.

— Hey, onde está indo? – o loiro indaga, segurando levemente meu cotovelo.

— Para casa? – respondo sua pergunta com outra, em um tom óbvio.

— Eu te levo. – determina, e eu nego.

— Não precisa, estou com o carro. – recuso sua carona, educadamente.

— Então vamos para os fundos rapidinho? Ouvi dizer que o armário do zelador tem mais espaço agora. – ele dá um sorriso malicioso, que me ganharia fácil até um mês atrás.

O que adiantava eu falar tantas vezes que não queria mais nada, e ainda explicar, se ele parecia não entender e insistia? 

— Não. – é tudo o que eu digo, sorrindo sem mostrar os dentes em seguida. – Tchau, Bieber. – aceno, o deixando ali sozinho.

Cheguei em casa, me jogando em minha cama, aliviada por ter encontrado meu diário, mas envergonhada por Justin ter lido o mesmo. Eu escrevia tanto sobre ele, isso era constrangedor.

Peguei uma caneta colorida, pronta para escrever sobre como eu me sentia.

Quando notei algo errado, muito errado.

Diversas páginas tinham sido arrancadas. A maioria delas, ainda havia uns “pedacinhos”, e por esses pequenos rastros, eu decifrei sobre o que cada uma se tratava.

Todas as páginas em que eu falei algo ruim a respeito de Justin, pareciam ter sido arrancadas com força e raiva, pois estavam “amassadas”. Se tivessem sido “rasgadas”, não estaria desse jeito, porém, literalmente, foram arrancadas.

Balancei a cabeça negativamente, notando que não havia mais nada sobre Tristan ou qualquer outro garoto, até mesmo Sam ou Devin.

Abri a boca, em choque.

Ele havia passado dos limites. Ele leu a droga do meu “diário” e ainda arrancou as páginas.

Terminei de folhear, encontrando um “texto” ao final, com a caligrafia de Justin.

“Me desculpe, mais uma vez, princesa. Talvez eu tenha ficado irritado com uma ou duas coisas - ou muito mais que isso - mas, não fiz por mal. Continue falando sobre mim, eu gostei.” – J. B.

Respirei fundo, sentindo meus olhos arderem de raiva e as lágrimas escorrerem em seguida. Eu não sei porque exatamente eu estava chorando, mas eu estava furiosa com a atitude ridícula dele.

Eu sentia vontade de ligar para ele, e insultá-lo por todos os nomes, para aliviar o que eu estava sentindo, mas nem isso ele merecia, não mais.

Sequei as lágrimas, me recompondo e procurando algo para fazer, na intenção de distrair minha mente.

Os dias passaram e, no decorrer deles, continuei com a minha tática de ignorar Justin, ainda que ele parecesse não se importar com a minha “indiferença” e continuava na minha cola. Se tornava difícil deixá-lo ir de uma vez do meu coração e da minha mente, mas eu estava trabalhando duro nisso.

Ele vem se tornando o ser humano mais insuportável já conhecido por mim.

Nunca pensei que fosse dizer isso, mas eu estava irritada e cansada das investidas e tentativas de reaproximação de Justin Bieber. Ele estava literalmente me cercando, chegava a ser sufocante, o que ele estava achando que eu era?

Eu estava trabalhando na teoria de que Justin era louco, depois de ele ter socado um menino no rosto, após ele ter me beijado e pedido meu telefone no luau.

Estava tudo muito estranho, as pessoas já deveriam ter começado a notar seu comportamento em relação a mim. Ninguém nunca o viu brigar pela Chelsea e, repentinamente, ele estava o fazendo por uma, até então, “desconhecida”.

Eu estava no laboratório com Sam, enquanto ele me instruía sobre um experimento, mas eu confesso não estar prestando tanta atenção.

— Não é tão difícil, Bee. – ele ri, e eu concordo. – Você só precisa se concentrar mais. – diz, me fazendo assentir.

A porta é aberta em um baque, fazendo com que Sam e eu nos assustássemos, avistando Justin entrar pela mesma.

— Vaza. – o loiro exige, apontando para a porta.

Meu amigo e eu permanecíamos nas mesmas posições, sem entender absolutamente nada.

— Eu disse vaza! – Justin exalta seu tom.

— Vamos, Sam. – digo, pegando minhas coisas e ele faz o mesmo.

— Não, não, você fica. – Bieber torna a falar, me deixando com uma interrogação ainda maior no rosto. – Tenho assuntos importantes a tratar com você, quem sai é ele. – aponta para o Sam.

Sim olha para mim, em um misto de preocupação e desconfiança.

— Relaxa, Sam, me espera lá fora. – peço, balançando a cabeça, tentando dizer que estava tudo bem.

— Tem certeza? – arqueia a sobrancelha, e eu assinto.

— ‘Tá legal. – ele suspira, recolhendo seus pertences e saindo, deixando Justin e eu a sós.

— Escuta aqui, você não pode tratar o meu amigo assim! – o alerto, já irritada.

— Queria que seu amigo ficasse aqui para escutar o que estão dizendo ao seu respeito? – indaga, sarcasticamente, e eu franzo o cenho, desentendida. – Aliás, por que estava trancada sozinha com aquele cara? – questiona, e eu solto um riso incrédulo.

— Você não existe mesmo, não é, Justin Bieber? – reviro os olhos. – O que veio fazer aqui? Não tenho nada para falar com você. – declaro, e ele sorri debochado.

— Ótimo, então fala nada e só escuta. – responde, me fazendo encará-lo com tédio. – Eu te liguei mais de quinze vezes ontem, depois que voltamos da festa. Falaram que viram você e um cara indo para os fundos, eu não acredito que você fez isso, Stone. – seu tom exalava indignação.

— Você está sendo patético. – comento, cruzando os braços. – Sempre querendo controlar o que eu faço e… – Justin me corta.

— Não viaja, Blair. Eu não acredito que você fez isso com a sua, hm, reputação, eu acho. – sugere, e eu continuo sem entender.

Eu não tinha feito o que ele achava que eu tinha feito com esse garoto. Apenas demos uns amassos, como todos os demais estavam fazendo, mas não transamos e nem nada do tipo.

— Você está louca, porra? O que deu na sua cabeça para sair por aí transando com os caras e deixando todos saberem disso? – questiona, zangado. – Realmente, eu esperava mais de você. – torce o lábio, balançando a cabeça.

— Bem, considerando o fato de eu estar solteira e não ter um namorado, eu sou livre para fazer o que eu quiser. – dou de ombros.

— Vai se foder, Stone, essa não é você. – ele cospe as palavras. – Está gostando de ter fama de vadia? – indaga, e eu arqueio uma das sobrancelhas.

“Fama de vadia”? O que ele estava dizendo?

— Eu não sei se você sabe, mas a sua reputação está ficando péssima. – comenta, sorrindo cinicamente. – Eu estava te ligando depois da festa para tirar isso a limpo, te alertar sobre os comentários e te aconselhar a puxar o freio, mas aí já é uma decisão sua. – dá de ombros.

— Aham, claro que está. – reviro os olhos, não dando o menor crédito às palavras dele.

— Quer ver? – franze o cenho e, mesmo hesitante, acabo por assentir, vendo-o pegar o celular. – “Essa Blair amiga da Tori deve ser um alvo fácil”, “A tal da Blair Stone é gostosa, e nem deve ser muito difícil transar com ela”, “Aquela cara de santa não engana ninguém”, “Ela já deu pra vários caras”, “Típica haha”. – meu estômago embrulhou quando ele terminou de ler aqueles comentários, e me mostrou alguns outros, mais pesados, em um grupo de mensagens.

— E-Eu… – engoli a seco, travando. – Isso é ridículo! – exclamo.

Agora, Justin estava com um sorriso vitorioso nos lábios e eu sem reação. Só por que beijei alguns garotos, então eu sou uma vadia? Isso estava tremendamente errado.

E como assim eu já havia transado com vários? Em minha vida toda, eu só estive dessa forma com dois garotos. Meu ex-namorado de Seattle, com quem tive minha primeira vez, e o próprio Justin.

— Satisfeita? – pergunta, e eu suspiro, fechando os olhos.

— Isso é tudo mentira, as pessoas são ridículas e falam demais. – protesto, me defendendo.

— Ainda assim, é os rumores que estão rolando ao seu respeito. – declara, me fazendo bufar. – Eu tentei te avisar, Bee. – relembra, e eu bufo irritada.

— Vai continuar jogando na minha cara? – pergunto, aborrecida. Justin apenas ri, negando.

— Eu sinto sua falta, sabia? – Ele diz, repentinamente, e eu fico em silêncio.

— É claro que sente, quem não sentiria falta de uma pessoa que fazia tudo por você e aceitava receber tão pouco em troca? – ironizo, vendo ele fechar a cara.

— Acaba logo com essa merda, Bee. – o loiro leva duas mãos até meu rosto, acariciando minha bochecha.

Ele aproxima seu rosto do meu, e por mais que eu sentisse falta também, as coisas não eram mais desse jeito.

Viro o rosto para o lado oposto, tirando suas mãos da minha pele.

— O que foi dessa vez? – indaga, impaciente.

— Eu só não quero. – respondo, soltando um suspiro.

— Que novidade. – ele bufa, se levantando. – O que você quer, Blair? Que eu peça desculpas por não ter me apaixonado de volta por você? – seu tom é irritadiço.

— Eu acho que você ainda não entendeu, mas eu não quero nada vindo de você, Justin. – respondo, em um tom baixo, mantendo meu olhar na ponta dos meus dedos.

Ouço o barulho de vidro quebrando, e ergo a cabeça rapidamente, notando que ele havia quebrado um dos béqueres, o que de fato me assustou.

— Sim, você quer, porque eu já conheço esse joguinho de cor. Não vai funcionar comigo, Stone. – afirma, e eu sequer sabia do que ele estava falando. – Eu não sou otário, eu não nasci ontem, garota. – dispara, alterado.

— Justin, eu não faço ideia do que você está falando. – aviso, sem paciência alguma.

— Você sabe, mas está fingindo e tentando me comprar com as ceninhas que vem fazendo. – determina, e eu quase sinto vontade de rir, pois eu realmente não estava entendendo nada. – Quando decidir parar com a brincadeira, sabe onde me procurar. – solta uma piscadela. – E, aliás, boa sorte tentando limpar sua barra. – dito isso, ele deixa o laboratório em seguida. 

É, a minha teoria de que ele é louco está se comprovando por si só.

Depois que a aula acabou e eu voltei para casa, fiquei um tempão pensando na conversa que Justin e eu tivemos no laboratório.

Eu não queria que as pessoas pensassem todas aquelas besteiras ao meu respeito, então decidi recorrer à ajuda da Tori. Tivemos uma longa conversa, e ela disse que não poderíamos fazer nada em relação ao pensamento das pessoas, dos rumores maldosos e comentários ruins que corriam por aí. Não podíamos simplesmente mudar a mente das pessoas, ainda que não fossemos nada daquilo que diziam sobre nós.

Entretanto, Tori já estava habituada a isso, tanto a pessoas falando bem quanto mal. Mas eu não.

Isso me deixou extremamente para baixo, eu não queria ver as pessoas me associarem a todas essas coisas negativas. Algo precisava ser feito, mas eu ainda não sabia o quê.

Recebi uma mensagem de Justin, e meus olhos reviraram antes mesmo de eu abrir.

“Olha esse vídeo”

Assim que abri, era um vídeo meu dançando “sensualmente” em cima da mesa, com um copo na mão, um tanto alterada, na última festa em que eu fui.

“Para sua sorte, só uma pessoa gravou e não enviou para ninguém. Então eu enviei para mim mesmo, e deletei do celular dela. De nada. ;)”

Meus olhos piscaram uma porção de vezes, e eu ainda não conseguia captar o que estava rolando. Justin estava querendo me ajudar, é isso era no mínimo esquisito.

“Obrigada, mas eu preferia que você tivesse apagado o vídeo do seu celular também. :)”

Envio para ele, recebendo “carinhas” dando risada em resposta.

“E como pode ter certeza que a pessoa não enviou para mais ninguém?” 

Se eu dissesse que não estava preocupada, eu estaria mentindo. Eu me sentiria extremamente mal vendo esse vídeo circulando por aí.

“Se quiser saber mais a respeito, sabe onde me encontrar. ;)”

Imbecil.

Resolvi parar de respondê-lo, ignorando suas mensagens mais uma vez.


Notas Finais


pois é, meu povo lindo sdgfdskg deixem aí seus comentários, e até breve, sweeties. ❤

xoxo. 😘


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