História Hearth Broken - Capítulo 5


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Categorias Boku no Hero Academia (My Hero Academia)
Personagens Denki Kaminari, Eijirou Kirishima, Hitoshi Shinsou, Izuku Midoriya (Deku), Katsuki Bakugou, Shouto Todoroki
Visualizações 95
Palavras 1.253
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Famí­lia, Lemon, Romance e Novela, Universo Alternativo, Violência, Yaoi (Gay)
Avisos: Álcool, Homossexualidade, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Oiiie pessoinhas lindas do meu Spirit :3
Bom dia/ Boa tarde/ Boa noite, tudo bom com vocês? Espero que sim ^^

Enfim, eu resolvi postar o cap hoje, por que? Porque sim.

Nota : Eu realmente não quero mudar as personalidades originais deles, okay? Então só nesse capítulo, aguentem esse tipo de Todoroki, no próximo eu juro que estará mais fiel.

Nota² : APRECIEM MINHA OBRA DE ARTEEE HAHAHAHAHAHA a imagem original foi tirada da internet, eu apenas editei para que ficasse fiel ao Shouto da minha história :3

Nota³ : Eu sei que eu tirei o braço errado, não precisam me lembrar, obrigada.

Aproveitem o cap :3

Capítulo 5 - Cadê o gato?


Fanfic / Fanfiction Hearth Broken - Capítulo 5 - Cadê o gato?

Senti meu corpo ser chacoalhado fortemente e abri os olhos irritado. 

Alguém quer morrer. 

- Quem é o infeliz que quer morrer? - Esbravejei irritado, aliás, que bela primeira frase para se dizer, porém ainda grogue, me virando para o lado que veio o toque. - Kirishima. - Sibilei. 

O ruivo estava sentado na cama, enrolado nas cobertas como um verdadeiro rolinho, apenas os olhos vermelhos estavam de fora, e me olhavam assustados. 

Franzi o cenho, e me sentei na cama esfregando os olhos espantando o sono. 

- O que foi, porra? - Bocejei. 

- Ba-baku… - Kirishima começou meio embolado. - Eu v-vi um vulto. 

Senti um ponto de interrogação pairar sobre minha cabeça, de que diabos…?

- Kiri, eu não acredito que me acordou pra isso. - Bufei e me joguei na cama novamente, puxando as cobertas até tapar a cabeça. - Você devia estar sonhando. 

- T-tem sim. Eu juro. - Ouvi sua voz chorosa, e senti suas mãos me chacoalhado de novo.

Tentei ignorá-lo, o que deu certo por alguns poucos - pouquíssimos - segundos. Ouvimos um barulho alto vindo da cozinha, e Kirishima gritou, literalmente pulando em cima de mim e se embolando entre minhas cobertas. 

- Bakugoou. - Chorou se agarrando ainda mais a mim.

- Mas que desgraça. - Empurrei o ruivo para o lado que se enroscou nas cobertas e levantei da cama. 

Peguei um travesseiro - não me julguem - e fui em direção a cozinha, ouvindo as súplicas do ruivo. Passando pelos cômodos tudo estava normal, então provavelmente não era um assaltante, ou se era, tinha acabado de entrar na casa. Questionei onde estaria Todoroki, podia ser ele também, acho que Kirishima esqueceu que agora temos um gato. 

Andei a passos apressados até o berço do barulho e cheguei a cozinha. Tirando o armário aberto, uma pequena poça de leite no chão e alguns potes caídos junto a cacos de vidro, não havia ninguém lá. Suspirei, tentado a matar o ruivo por me acordar e ao gato pela bagunça, me virei para sair quando ouvi novamente um barulho dos potes, dessa vez atrás do balcão.

Só nessa hora fui perceber um cheiro diferente na casa, era um cheiro fraco e doce, canela. Parecia café e canela misturados. Que cheiro bom. Um tanto quanto inebriante.

Coloquei o travesseiro na bancada e rodeei o balcão. 

Uma pessoa

Tinha uma pessoa.

Na nossa casa. 

Onde definitivamente, NÃO DEVERIA TER OUTRA PESSOA. 

Levei alguns segundos para processar a situação quando peguei o travesseiro e soquei a pessoa com toda força que consegui arrumar, vendo-o cair pra trás. 

Não houve nenhum grito ou nada do tipo. Tudo o que ouvi foi um miado choroso. 

Um… miado? 

Parei com o travesseiro no alto, pronto a dar o próximo golpe. A pessoa estava segurando o nariz e resmungando, ou miando, baixinho. Era muito sinistro. 

Só então me toquei, quando parei para reparar a pessoa que estava ali. 

- Kirishima. - Gritei, ouvindo um resmungo do quarto. - Venha aqui. 

Pouco tempo depois o ruivo apareceu enrolado no cobertor, estava descalço e com os olhos vermelhos arregalados. Fiz sinal para que ele chegasse ao outro lado do balcão, o que ele fez, mesmo que ainda assustado. 

- O que foi? - Perguntou se escondendo atrás de mim, ao mesmo tempo que tentava ver quem ou o que tinha ali. 

Vi quando seus olhos se arregalaram gradativamente, e a boca se escancarou em uma expressão mais que surpresa. 

Ali, sentado no chão da nossa cozinha, tinha uma pessoa, ou metade de uma. E estava nua. As pernas bem torneadas eram branquinhas, o abdômen e o físico eram bem definidos apesar de ser magro, o peito largo, um dos braços era forte e se encontrava segurando o nariz que sangrava. O outro braço terminava no bíceps, não havia um. Usava uma coleira azul com um pingente, os cabelos eram vermelhos e brancos. O que mais me assustou foi o fato de que todo, sem exceção de lugar algum, seu corpo estava coberto de cicatrizes.

- SHOUCCHAN?? - Kirishima praticamente berrou saindo de trás de mim. 

Percebi que era daquela pessoa que vinha o cheiro diferente que senti mais cedo, ele tinha duas orelhinhas, uma branca e uma vermelha. Uma cauda vermelha com a ponta branca balançava frenética atrás de si. 

Era o gato. 

Ou não tão gato. 

- O que você… - Antes de Kirishima terminar a frase, agarrei o cobertor que usava e enrolei a pessoa sentada no chão. Pelo amor de Deus, ela estava nua.

E eu estava corado. Droga

A pessoa, ou Shouto, não sei direito, se encolheu no cobertor, ainda apertando o nariz que sangrava. Kirishima saiu correndo até o banheiro para buscar alguma coisa que parasse o sangramento. 

Voltei meu olhar para o meio gato encolhido no chão, a mão alternava entre agarrar o cobertor que o protegia da nudez e o nariz que sangrava, seu corpo tremia freneticamente e os olhos bicolores  assustados fitavam o chão. Era o gato, disso que tinha plena certeza. 

- Hey. - Tentei me aproximar levando a mão para perto dele, que recuou até se encostar na geladeira, tarde demais vi que uma das pernas arrastou-se sobre os cacos de vidro quebrados no chão.

Ele não gritou ou algo do tipo, mas vi quando as lágrimas começaram a cair, e os soluços cortaram o silêncio que pairava na cozinha. 

- Caralho. - Resmunguei, tentando me aproximar, vendo-o tentar se afastar para o lado. - Para cacete. - Gritei batendo o punho no armário, fazendo-o tremer.

Shouto se assustou e ficou imóvel no lugar, pude enfim chegar perto dele e observar melhor. O rosto estava vermelho e lágrimas ainda escorriam misturando-se ao sangue que saia do nariz, os lábios formavam um bico que hora ou outra se abriam para soltar um soluço choroso.

Puta merda. Shouto era lindo.

Me abaixei e segurei entre as pernas e sua cintura levantando-o do chão, não houve nenhum protesto por parte do bicolor apenas mais resmungos chorosos. 

Com cuidado, que com certeza não pertencia a mim, o coloquei sentado na bancada de um modo que a panturrilha machucada ficasse para fora. 

Kirishima entrou apressado na cozinha segurando um pequeno kit de primeiros socorros e um pano. O ruivo se assustou ao ver o sangue pingando da perna do bicolor. 

- O que você fez? - Lançou-me um olhar irritado. 

- Por que eu? - Ergui as mãos em rendição. 

Resmungou alguma coisa inteligível e colocou-se a limpar primeiro a ferida mais grave, na perna do bicolor, com soro fisiológico e um pano, ouvia-se apenas alguns poucos resmungos. 

Deixei o ruivo cuidando das feridas do meio gato e comecei a arrumar a cozinha, juntei os cacos, guardei os potes, limpei o leite esparramado pelo chão. Também busquei outro pano e entreguei ao ruivo, pegando o que estava sujo de sangue. Se não lavasse rápido iria manchar, com certeza.

Ao final de tudo, servi um copo de café e me escorei na bancada vendo o ruivo terminar de limpar o rosto sujo de sangue do menor. 

Kirishima era experiente nisso, tudo por causa das várias vezes que cheguei em casa depois de ter brigado com algum outro alfa idiota na rua. Sempre estava com diversos hematomas e cortes, foram várias as vezes que ele teve até que costurar os cortes por serem grandes e profundos. 

- Pronto. - Suspirou, guardando os itens na caixinha branca. - Agora, você… quem, aliás, o que é você? - Perguntou para o meio gato. 


Notas Finais


Espero que tenham gostado.

Comentem aí :3 e até a próxima!!

Kissus ^^


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