História Heartless - Capítulo 32


Escrita por:

Postado
Categorias Naruto
Personagens Deidara, Hana Inuzuka, Hanabi Hyuuga, Hinata Hyuuga, Hyuuga Hiashi, Kakashi Hatake, Naruto Uzumaki, Neji Hyuuga, Personagens Originais, Rock Lee, Sakura Haruno, Sasuke Uchiha, Shikamaru Nara, Shino Aburame, Temari, TenTen Mitsashi
Visualizações 109
Palavras 1.713
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Drama (Tragédia), Ecchi, Hentai, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Suspense
Avisos: Álcool, Drogas, Heterossexualidade, Linguagem Imprópria, Sexo
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Capítulo 32 - Anos atrás e Hoje


“VERÃO - 7 anos atrás...

— Hiashi!!!! – a voz da esposa do outro lado da linha telefônica era tudo que o patriarca dos Hyuuga conseguiu dar atenção no meio do seu café da manhã, Hemiko de repente ligou totalmente fora de si – eu não consigo acha-lá....

— Hemiko pelos sete infernos o que houve? – ele perguntou preocupada ouvindo seus soluços de choro do outro lado, as faces das criadas bem a sua frente que o assistiam o desjejum também tornaram-se preocupantes.

— Sai Frank – agora ela falava com o motorista dela – eu vou dirigir! Você é muito lento!

— Hemiko!!! – Hiashi ordenou em um único berro assim que levantou-se da seu assento costumeiro situado na ponta da mesa.

— A sua filha – tornou a sua esposa irada – nossa filha Meu Deus! Hinata está bêbada, ela está bêbada Hiashi!!!! Ela está com Hanabi... Ela esta com Hanabi eu não consigo encontra-las.

— Mas você foi buscar Hanabi.

— Ela chegou antes de mim....

— Como ela chegou antes de Hemiko?! Eu não estou entendendo nada!!!

— FAÇA ALGUMA COISAAAA

Pobre Hemiko Hyuuga, que por minutos pensou que o marido poderoso que tinha e amava, pudesse fazer milagres. Fortunas fazem muitas coisas legais, mas não milagres, quando ela dobrou a terceira esquina no cruzamento da Rua Yshi com a Avenida Central de Tóquio, há exatos três quarteirões a frente do bairro em que Hanabi encontrava-se ela viu, viu o caminhão do corpo de bombeiros, várias viaturas da Guarda Japonesa e a Policia local, seu coração disparou ao mesmo tempo que paralisou.

— Querida tenho que desligar, tem um Detetive na nossa casa – Hiashi disse do outro lado da linha, mal sabia ele que aquelas palavras deram certeza a seus olhos e mais do que isso fatiaram em seu coração com laminas do desespero.

Como naquele dia ainda se lembra da intensidade como suas lagrimas caíram e mancharam seu rosto primoroso, ela ainda sonhava com aquela vista todos os dias, seja dormindo seja acordada, nunca tal dor jamais cessou em seu peito, e como sua caçula e seu filho mais velho adoravam lhe recordar, ela nunca superou, no fundo no fundo sempre soube, ela que errou...”

{...}

Naruto tinha acabado de decidir, na verdade se havia algo em que tinha a plena e única certeza naquele momento era sobre você mesmo e esta era a sua decisão das decisões, independente da sua história ou do seu passado, o seu verdadeiro nome e tudo que havia acontecido, Kushina Namikaze era sua verdadeira mãe não havia mais nenhuma dúvida, Jiraya Namikaze e Tsunade Namikaze (verdadeiros nomes) na verdade seus avós e Memma Namikaze seu irmão gêmeo, entretanto havia muito mais nele que os outros tanto procuravam e que provavelmente nunca encontrarão, o parente querido e desaparecido que eles tanto amavam e procuravam perante 13 anos morreu naquele trágico acidente no Japão, Mori Namikaze morreu naquele acidente de carro pois a única realidade era que Naruta nunca se lembraria de Mori, saber a verdade era suficiente, assim como seu pai que também faleceu, anos seguinte Minato Namikaze, Naruto era Naruto e isso que se lembrava ele era Naruto Uzumaki.

O louro másculo, logo após aquela conversa horripilante com os Hyuugas, nada mais fez do que ir atrás da sua amada, pois toda a sua nova vida e caótica vida que era mesma e única que se lembrava, era a melhor porque ela existia ali, e toda a verdade que tinha acabado de traçar envolta da sua realidade, cada uma das suas decisões e loucuras que cometeria de agora em diante todo Naruto de agora e daqui para frente é claro que a envolvia intensamente, a amava, a amava mais do que as células humildes formavam as fibras do seu coração podiam suportar, Hinata Hyuuga veio pra transforma-lo, foi isso. Lá estava ela sentada no jardim de inverno do hospital e como sempre parecia que estava se apaixonando novamente, a sensação era sempre de como se fosse a primeira vez, o cabelo azul marinho de Hina tem cor noturna, mas que era apaixonante no raiar do dia, entre as flores ela ficava ainda mais linda, com certeza deveria ser porque era doce demais, serena demais, Hinata demais, ainda que em pouco tempo juntos ele adquiriu o pequeno costume de se aproximar vagarosamente apenas para ter o prazer de ficar admirando seus belos olhos perdidos nos próprios pensamentos, parecia mais que ela gostava de viver “no mundo da lua” como se sonhasse acordada, e fracamente na particular opinião de Naruto isso era ainda mais bonito, o Uzumaki até que tentava, mas não havia simplesmente nada que o fizesse enxergar qualquer tipo de defeito nela.

— Sei que não foi a melhor das conversas – Naruto disse anunciando sua aproximação. Ficou curioso assim que adentrou no jardim de inverno e há viu descalça com os pés nus pousados no chão de grama e terra.

— Se estivermos falando de todas as conversas do mundo é não foi a melhor das conversas, mas se abrangermos só as conversas exclusivamente entre eu e meus pais acredite foi a melhor das conversas sim.

— Esta tudo bem então?

— Esta sim – ela disse firme, porém seus olhos não estavam muito contentes, na verdade era bem obvio que estava apenas conformada, conformada por estar exausta.

— Por que você esta descalça?

— A terra gelada – ela sorriu simplória e corada – me acalma, a natureza é maravilhosa não acha?

— Acho você maravilhosa – ele disse se aproximando do seu rosto tão meigo e lhe entregou um belo beijo na testa, Naruto é claro gostava de fazer Hinata se sentir protegida – você é maravilhosa por ver beleza em tudo.

— Para...

— Prometo te dar um lugar assim – ele proferiu a surpreendendo – prometo eu você vai ter um chalé gigante e arejado, bem aberto com espaço para sempre esquecer o que quiser, você terá vista todos os dias para o mar, as montanhas e campos de girassóis até onde a vista alcança, eu prometo Hina, que seus olhos vão brilhar de felicidade todos os segundos de agora em diante, por que eu vou te fazer feliz....

— Naruto

— Você só precisa vir comigo – Hinata engoliu o seco o sentindo o coração disparar, é claro que diria “sim” – mas antes eu espero que tenha paciência, e que não me odeie por que há negócios que preciso finalizar, há pessoas que preciso destruir para ninguém me rastrear, eu tenho que acabar com a Ordem e espero que entenda isso.

— Você não pode simplesmente sumir?

— Eu estaria colocando você em risco dessa maneira, e bom... Eu não quero problemas com a Interpol ou o FBI, quero continuar transitando pelo mundo tranquilamente se possível.

— Então vai terminar o serviço?

— É – ele sorriu – eu sei que esta preocupada Hina, mas não se esqueça eu ainda sou o Naruto por quem se apaixonou.

— Você vai matar aqueles homens?

— São baratas – respondeu frio e calculista – dizem que em um holocausto nuclear a espécie que tem chance de sobreviver são as baratas, não vou mata-los, vou elimina-los.

Ela não respondeu, Hinata odiava palavras frias.

— Hey... – Naruto tornou um olhar de cima para baixo a encarando – esta acabando, eu prometo, eu nunca mais vou me envolver com esse tipo de gente, mas para isso tenho que limpar o rastro.

— Apenas termine tudo isso logo e volte para mim – ela o contornou o seu corpo se desviando da figura do amado, girou os passos para sair do jardim de inverno e para ir a outro lugar, pois Naruto acabará de inundar seu pequeno refugio com ódio.

— Hina...

— Nunca mais – ela disse de costas parada na porta de vidro – nunca mais fale assim, você não é desse jeito.

Hinata Hyuuga seguiu seu caminho pelo hospital sem encara-lo, ele tinha que parar de confundir os modos como tratava as pessoas e como se tratava, ainda mais com ela que se recusava a esgotar-se por modos repugnantes que algumas pessoas costumavam ter, isso já existia por demais na sua família.

— Meu padrinho tinha razão – o loiro disse conversando sozinho – eu sou muito idiota mesmo.

Naruto sabia que também tinha que ter paciência, tudo que Hinata não precisava nesse momento de mais desculpas e mais conversas e mais problemas e mais gente enchendo a sua cabeça. Ela logo esqueceria tudo isso.

Apanhou o seu telefone celular e rapidamente discou os números necessário, ele não podia ligar para qualquer pessoa, ligar para alguém errado era extremamente perigoso, não dava para confiar em quase ninguém na verdade. No entanto havia um homem que era mais medroso que todas baratas nojentas da Ordem, e pela recompensa que era um bom dinheiro e a própria vida ele ajudaria o Uzumaki a lidar com isso, ele não precisava de força mas sim de informações.

{...}

Os corredores do Hospital pareciam que tinham ficado mais sóbrios e gelados do que o normal e Hinata não pode deixar de ficar um pouco confusa com tudo isso, diante da vasta lanchonete não viu os pais nem o irmão, ainda recusou-se a acreditar que haviam ido embora sem avisar, não com certeza não havia tanto acontecendo que com certeza eles não iriam embora. A jovem Hyuuga caminhou mais um pouco, ela tinha a mania de não gostar muito de hospitais, lugares que absorviam tristezas eram sóbrios, e Hinata não era nem um pouco sombria, ela era boa e cheia de luz.

Não sabia direito o porquê, mas a imagem de Hanabi veio a sua cabeça imediatamente a mesma que mais parecia que alguma coisa estava sufocando seu coração, sua respiração perdeu o rumo sem entender a razão, e a visão de a Hanabi correndo pelos corredores da mansão ficaram mais fortes, quase como se fosse real, como quase como estivesse ocorrendo ali mesmo naquele momento naquele corredor de hospital.

“Hina, vamos! Você prometeu que íamos brincar no jardim hoje!”

Hinata girou para trás como se a procurasse desesperadamente, ela estava ali correndo ao seu redor, seu perfume, sua voz, suas pequenas mãos estavam puxando seu braço mas, não dava, simplesmente não dava para enxerga-la.

“Hina, quando eu crescer quer ser bonita como você”

Ela lembrava da pequena falando isso, mas nada disso podia ser apenas fruto da sua memoria, Hanabi sempre foi apaixonada pela irmã, tanto que considerava-se um pouco azarada ter tão parecida com o pai sendo que queria muito ter puxado a mãe e assim ser parecida com a irmã.



Gostou da Fanfic? Compartilhe!

Gostou? Deixe seu Comentário!

Muitos usuários deixam de postar por falta de comentários, estimule o trabalho deles, deixando um comentário.

Para comentar e incentivar o autor, Cadastre-se ou Acesse sua Conta.


Carregando...