História Hearts in flames - Malec - Capítulo 28


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Categorias Chicago Fire, Os Instrumentos Mortais, Shadowhunters
Personagens Alexander "Alec" Lightwood, Clary Fairchild (Clary Fray), Isabelle Lightwood, Jace Herondale (Jace Wayland), Magnus Bane, Simon Lewis
Tags Alec, Bombeiros, Magnus, Malec, Malec Longfic
Visualizações 369
Palavras 1.602
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Crossover, Drama (Tragédia), Famí­lia, Festa, Fluffy, Lemon, LGBT, Mistério, Romance e Novela, Universo Alternativo, Yaoi (Gay)
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Spoilers, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Hey amores! ♡

Eu fico impressionada com as teorias de vocês, mas já deixo adiantada que eu não sou tão ruim assim pra fazer isso.

Muito obrigada pelos mais de 120 favoritos. Vocês são os melhores.


Aproveitem. ♡

Capítulo 28 - O amor da minha vida.


Os três irmãos sorriram e correram para o quarto. 

Assim que entraram Simon estava retirando os tubos, o rapaz estava com o corpo quase todo sobre Alec enquanto removia tudo com a ajuda de uma enfermeira. 

O coração dos três Lightwoods batia descompensado, os três deram as mãos e ficaram esperando para vê-lo e ouvi-lo. 

 O doutor Shepherd chegou e foi até o paciente, passando pelos familiares e pegando uma luzinha. 

- Você poderia olhar para a ponta do meu dedo e seguir com os olhos? - Perguntou o doutor movendo o dedo de um lado para o outro. - Ótimo. - Falou guardando a luz. - Consegue mexer os dedos dos pés? - Perguntou e logo Alec apertou os dedos. - E os da mão? - Ele movimentou-os, mas fez careta. - Você sabe seu nome? - Perguntou. 

- Al... - Tentou dizer mais sua boca estava seca e Simon pegou um pouco de água. - Alexander. - Falou e sua família vibrou atraindo a atenção dos outros. 

- Sabe o seu sobrenome? - Perguntou o Doutor. 

 - Ligthwood. - Respondeu rapidamente. 

Foi impossível não sorrir ainda mais ouvindo-o dizer aquilo. O médico havia dito que corria uma grande chance dele acordar e não se lembrar de nada, mas isso não estava acontecendo, pelo menos seu próprio nome ele sabia. 

- E você sabe quem são essas pessoas? - Perguntou mostrando a mulher o homem e a criança. Alec assentiu. 

- Meus irmãos, Isabelle, Jonathan e Max. - Falou apontando para eles com um sorriso e os três sorriram entre lágrimas. 

- Maravilhoso! Aparentemente esta tudo no lugar, o procedimento deu certo. - Exclamou. - Seja bem-vindo de volta, Alexander! - Falou dando-lhe um sorriso. - Sente alguma dor? 

Ele assentiu novamente. 

- Minha cabeça. - Falou fechando os olhos. 

- Ok, eu preciso fazer uns exames antes, mas logo o doutor Lewis vai trazer algo para a dor. - Avisou e o outro assentiu. 

Assim que Derek afastou-se da cama, deu permissão para os Lightwoods aproximarem-se, ainda receosos. 

- Porque estão tão longe? Venham quero abraços! - Falou baixo e logo Max correu até ele subindo no banco e lhe abraçando fortemente. 

Alec sentiu uma felicidade enorme, mas também sentiu dor. Seu corpo estava todo dolorido, mas não iria afastar seus irmãos. Pelo olhar deles sabia que todos estavam preocupados. 

- Eu senti tanto a sua falta maninho! - Falou o pequeno passando os braços em volta do pescoço do mais velho.

Alec só tinha um braço livre, já que o outro estava enfaixado então deu um abraço meu sem jeito no pequeno, porém sentiu um desconforto sobre o ombro, que ele tentou esquecer.

 Logo foi a vez de Isabelle e Jace, que claro, não seguraram as lágrimas. A morena e o loiro sofreram juntos com a perda de sua mãe. 

Os três Ligthwoods mais velhos sabiam como era ruim perder alguém que se amava muito. 

 Mas Alec voltara e estava bem, na medida do possível. Ele fora abraçado pelos dois, que tomaram cuidado para não machucá-lo, Alec sentiu o calor deles e ignorou o fato de sua cabeça estar a ponto de explodir. 

Simon, Derek e Olivia - a enfermeira - olhavam a cena levemente emocionados. Foram dois dias esperando aquilo, mas pareciam dois anos. 

Perceberam uma pessoa na porta e olharam em direção a ela. O moreno estava parado ali, estático, sem conseguir acreditar no que seus olhos viam. 

Logo os mesmos encheram de lágrimas, quando Izzy e Jace afastaram-se de Alec e o Bane pode vê-lo melhor. 

- Alexander esse homem você o reconhece? - Perguntou o doutor Sherpher. 

Alec abriu um sorriso largo ao vê-lo ali, ele estava bem. Um fleshe de memória veio em sua cabeça. A última lembrança de Magnus era o mesmo sendo colocado nos braços de Will, que estava na escada, o moreno estava desacordado e o Lightwood lembrava do medo que sentiu de perdê-lo. 

Olhava para ele parado lhe encarando como se tentasse dizer para si mesmo que era real. Uma lágrima solitária caiu de seus olhos antes de responder. 

- Magnus Bane, o amor da minha vida. - Disse convicto. 

 *** 

Magnus estava encostado em uma mesa da cafeteria. Um copo com café preto estava ao seu lado, precisava ficar acordado. Pensava em Alec o tempo todo e pedia, ou melhor, implorava para que ele acordasse logo. 

Passara os dois dias, que ele esteve em coma, sedado em outro hospital, mas mesmo assim sentia uma forte dor em pensar que ele não estava bem. 

Nem Clarice nem Lilith lhe diziam como ele estava de fato, com medo de que o Bane tivesse algum problema. Quando finalmente conseguiu sair do Chicago Med não hesitou em correr até o hospital para vê-lo. Seu amor iria acordar era questão de tempo. 

 Não conseguiu evitar de pensar que quando ele voltasse, sabia que o mesmo voltaria para o batalhão e seu coração apertava com isso. Amava Alexander, amava ver como ele ficava eufórico contando sobre seus salvamentos. Sabia que ele amava o que fazia, mas não conseguia não ter medo. 

Só de pensar nele acordando e voltando a entrar em incêndios já lhe deixava preocupado. Queria que ele voltasse, só não queria mais morrer de preocupação. 

Quando o viu naquela cama, com um tubo na boca, partes do corpo enfaixadas, sentiu uma dor muito ruim no coração. Só de pensar que poderia ter sido pior, balançou a cabeça em nagativo. Saiu de seus devaneios ao perceber alguém aproximando-se. 

- Posso? - Perguntou Sebastian. 

- Pode. - Respondeu-lhe dando lugar à mesa. 

- Eu estava te observando e eu entendo o que está pensando. - Falou olhando-o nos olhos. 

- Você nem me conhece, como pode saber o que estou pensando? - Perguntou. Sebastian bebeu um pouco do café e suspirou. 

- Esse medo nos seus olhos, eu conheço. - Falou sincero. - Eu mesmo sentia isso quando ele entrava nos lugares em chamas e olha que eram só treinamentos. Posso imaginar o medo que você tem. 

- Eu amo o Alexander, sempre tive medo dele se machucando e olha onde ele está agora. - Falou e soltou um suspiro. - O pior de tudo é saber que eu fui o causador disso. 

- Não foi sua culpa. Pelo que eu ouvi alguém pôs fogo lá, não se culpe por isso. - Falou o loiro. 

- É meio impossível... 

- Eu entendo, acredite eu sei o que você sente e se eu puder te dar um concelho é: não faça ele escolher entre você e ser bombeiro. Eu sei que você fica morrendo de preocupação e que só quer que ele fique bem, mas essa profissão é tudo que ele sempre quis. - Disse e tinha um pouco de dor em sua voz. - Eu fiz a grande burrice de fazê-lo escolher entre mim e ser bombeiro e eu o perdi. Sei que o que ele sente por você é bem maior do que sentia por mim, mas não arrisque perdê-lo, não se acha um cara como Alexander Lightwood em qualquer lugar.

 Magnus assentiu e percebeu que o loiro era sincero. Conhecia a história deles, Alec lhe contou que se conheceram em uma cafeteria e que dois meses depois estavam namorando. Também lhe contou que as brigas com o loiro começaram quando ele entrou para o curso de bombeiro e pro trabalho na boate. Sebastian parecia ter um pouco arrependimento por ter feito Alec escolher. 

Sabia muito bem que se o fizesse escolher, e Alec escolhesse ficar consigo ele nao seria totalmente feliz e nao queria isso. 

Estava novamente perdido em pensamentos e só saiu deles quando ouviu alguém dizer: 

 ‘’O paciente do 302 acordou.’’ 

Ouviu uma enfermeira dizer aquilo no momento que ia tomar seu café. Olhou para ela incrédulo e então ouviu outra pessoa falando. 

‘’O bombeiro acordou, acabei de ouvir o Simon.’’ 

 Disse outro enfermeiro e Magnus saiu correndo em direção ao quarto, largando seu café e Sebastian para trás. 

Assim que chegou à porta sentiu como se seu coração voltasse a bater. O seu amor estava abraçando os irmãos, que se afastaram quando perceberam sua presença ali. 

 Magnus olhava para Alec com o coração aquecendo-se de felicidade. Os olhos do Lightwood caíram sobre o moreno que continuava parado a porta. 

Tinha um sorriso pequeno e um olhar ganhando vida. Sempre amou a voz dele, mas ali, naquele momento passou a amá-la um pouco mais. Ouvi-lo pronunciando seu nome fora música para seus ouvidos. 

 ‘’Magnus Bane o amor da minha vida.’’ 

Ouvir aquilo foi tão, tão lindo. A família tinha sido alertada que Alec poderia acordar e não lembrar-se de ninguém, porém ele lembrava, ela havia dito em alto e bom som, e Magnus sentiu os olhos encherem de lágrimas. 

Alec estendeu a mão para ele que a pegou sem hesitação. Magnus apertou levemente seus dedos nos dele e aquele nó em sua garganta já não existia mais, quando sentiu a mão dele apertando a sua. 

- Oi amor. - Alec disse puxando para perto com cuidado quando sentiu uma ardência no braço e viu um curativo no mesmo. Magnus envolveu-o em um abraço um pouco receoso com medo de machucá-lo, porém tudo o que Alec queria era senti-lo perto de si. 

Lembrava-se do medo que sentiu os encontrá-lo deitado naquele chão inconsciente. Sentiu algo molhar a roupa que usava e quando afastou-se viu Magnus chorando. 

- Não chora amor. - Pediu passando o polegar por seu rosto. 

- Você voltou. - Sussurrou baixinho tendo a consciência de que os outros ainda estavam ali observando-os. 

- Voltei. - Respondeu puxando-o para outro abraço.     


Notas Finais


Eu espero que tenham gostado. Não esqueçam de favoritarem e comentar bastante, isso deixar uma escritora muito feliz. ♡


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