História Heart's Information - Capítulo 2


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Categorias ASTRO, Stray Kids, TWICE
Personagens Eunwoo, Han Ji-sung, Lee Felix, Nayeon, Seo Chang-bin
Tags Bromance, Changyeon, Jilix, Twice!kids
Visualizações 57
Palavras 737
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Crossover, Mistério, Misticismo, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Sobrenatural, Suspense, Yaoi (Gay)
Avisos: Drogas, Heterossexualidade, Homossexualidade, Linguagem Imprópria, Suicídio, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Capítulo 2 - O sonho


Fanfic / Fanfiction Heart's Information - Capítulo 2 - O sonho

Aquilo era estranho, porém, ao mesmo tempo misterioso e curioso, eram duas coisas que me interessavam. A imagem do garoto estava em minha mente, enquanto caminhava para casa, com a blusa em mãos. Eram perfeitas as linhas de seu rosto, não havia um erro. Parecia estar apaixonado por sua aparência, mas sabia que não era recíproco, ele desistirá logo, como todos.

• • •

Fechei o caderno, guardando as canetas e livros. Pelo menos em casa eu poderia ser eu mesmo, sem alguém para me criticar. Levantei-me da cadeira da escrivaninha e dirigi-me para fora do quarto, passeando pela casa, checando se estava tudo em ordem. Gostava de fazer tudo logo, para que, depois, não houvesse discussões ou reclamações.

Por não ter mais o que fazer, caminhei para a sala, jogando-me sobre o sofá, peguei o controle e liguei a 'TV' em um canal aleatório de música, onde tocava '4 da Manhã', de UM44K. Pela batida relaxante da música, acabei por sentir meus olhos pesarem, cansado de tanto estudo. Assim, fechei-os.

︿

Ao reabri-los, uma luz veio em meus olhos, tendo uma dificuldade para executar o ato. Ergui meu troco, para que me sentasse sobre o colchão, ao que parecia. O local era uma casa – eu estava em um quarto, aparentemente –, uma cabana, mais especificamente, pela janela, via crianças brincarem na areia de uma praia, parecia fim do dia, pois o Sol se punha atrás das águas. 

A porta rangeu, e alguém entrou no local. Olhei a tal de baixo para cima, assustando-me com seu rosto; era o garoto da biblioteca.

- Acordou agora, Felix? — Perguntou ele, sentando-se ao meu lado na cama. — Como foi o sono? — Sorriu.

- E-ei... Você não é...

- O Misterioso? Sim, sou eu. — E riu. — Vem comigo...

Ele segurou minha mão, logo, após ajudar a me levantar, guiou-me para fora, caminhando sobre a areia. Em poucos segundos, começamos a brincar como duas crianças em meio o caminho para sei lá onde.

Chegamos a um espaço montado; uma madeira sobre a areia, imitando um piso, algumas poltronas, luzes para iluminação e enfeite, com uma lona na parte de trás, escondendo parte do matagal. Subi as pequenas escadas para a madeira daquele lugar e logo fui envolvido e um abraço por trás, do rapaz, O Misterioso.

- É lindo, não? — Perguntou, olhando o pôr-do-Sol, que e não estava acreditando que ainda estava se pondo.

- Verdade...

- Bem... Sinto muito em dizer isso, mas já está na hora de acordar, Lix.

- Acordar?

Por um minuto, esqueci que estava a sonhar.

"Deix'eu voltar... Pr'um tempo em que tudo fazia sentido... Eu queria me soltra, tipo: por favor me larga... Pode crer que eu tô' de boa..."

Abri lentamente meus olhos. O celular vibrava em meu bolso, levei minha mão para o mesmo e retirei o dispositivo. Minha mãe ligava. Atendi;

- Alô? — Recebi a chamada, ainda um pouco grogue de sono.

- Oi, meu filho — iniciou —, eu e seu pai vamos demorar pra' chegar, tá'?

- Por que? Tão' bem?

- Estamos. O carro quebrou, e estamos esperando o guincho.

- Ah... Então tá'...

- Tchau. Qualquer coisa, me ligue.

- Certo. Boa sorte aí', com o carro.

Ouvi o barulho de estalar de lábios e abri um sorriso, desligando o celular. Levantei-me do sofa, caminhei em direção à cozinha, dançando com o ritmo da música a tocar. 'FRIENDS', Marshmello & Anne-Marie.

- "Don't mess it up, talking that shit"... — Cantarolava um pouco da música.

Abri a geladeira e vi alguns potes, que guardavam um pouco da comida da noite passada. Não pensei em outra coisa a não ser pegar aqueles potes, colocar um pouco em um prato e esquentar. Era o que tinha. Não iria cozinha algo.

Fiz o planejado e coloquei o prato sobre o balcão, puxei um banco e me sentei, comendo enquanto conversava com Nay sobre assuntos aleatórios. Em poucos minutos, já havia acabado. Lavei tudo e guardei, voltando ao celular.

"Nay

Meus pais tiveram um imprevisto

E sabe aquele corredor que você tem medo?"

"Hum?"

"VEM PRA' CÁ!"

"Agora você me deixou curiosa!"

"E vai continuar!"

"Tá -3-

Tô' indo

Ah!

Tem um amigo meu que quer te conhecer"

"E?"

"Posso levar ele?"

"Claro :3"

"Então tá'

PARTIU SER VELA!"

"Que?"

"Nada :3"

~Baixinha offline

Abri um sorriso, balançando a cabeça, logo fui para a sala.



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