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História Hearts Of Glass - Capítulo 1


Escrita por:


Notas do Autor


Oioi, carinhas. 👻
Sejam vindos (a/e/u) a mais uma fanfic aqui!

⚠️ 1 – Eu já tinja postado essa fanfic antes (olhem a datinha). Muito tempo, não? Pois é. A fanfic deu um BELA flopada e me deixou bem desmotivada. Então eu apaguei e desenvolvi toda a fanfic de outro jeito, uma ABO com dois ômegas. Só que eu amo tanto os dois enredos que vou fazer os dois em diferentes fanfics. Vai sair assim que terminar essa aqui!

⚠️ 2 –A música da fanfic é Impossible do James Arthur;

⚠️ 3 – É uma short-fic, se tiver 10 capítulos é muito;

⚠️ 4 – Créditos a @moviex (eu mesma) pela capa. Se quiser, me segue por lá.

Enfim, boa leitura. 💜👻
- Colli

Capítulo 1 - My illusion, my mistake;


Fanfic / Fanfiction Hearts Of Glass - Capítulo 1 - My illusion, my mistake;

Jeon Jeongguk point of view

Domingo, 03 de Janeiro

Eu observava o loiro do meu lado com cabelos bagunçados que estava com os olhos fechados, as bochechas espremidas formando um bico um fofo. Sorri bobo no mesmo momento, ele é tão lindo, nem parece o mesmo de ontem quando o quarto pegou fogo. Me aproximei dele e selei seus lábios rapidamente. 

— Taehyung… — Balancei o corpo adormecido do mais velho corpo para que ele acordasse. Levantei da cama em um pulo, mesmo que minha vontade fosse ficar o dia todo agarradinho nele. Sacudi o corpo dele mais uma vez — Acorda, bebê. 

— Hum… — entreabriu os olhos, resmungando sonolento — Jeongguk? — Ele me olhou e sorriu — Por que me acordou, meu anjo? — Taehyung sentou-se na cama, ainda com os olhos fechados, a claridade do quarto devia estar incomodando ele. 

— Já está um pouco tarde, daqui a pouco vai vencer nossa reserva, temos que sair — eu disse, relembrando. O hotel que aluguei para nossas brincadeiras

— Já? Nossa… — Taehyung passou a mão no cabelo, finalmente abrindo os olhos e me observando, franziu o cenho logo em seguida.  — Por que está vestido? 

— Não estou vestido, estou usando roupão — respondi arrumando o tecido no meu corpo. — Levanta, vai tomar um banho, temos que ir. 

Taehyung se levantou da cama macia, foi então que lembrei que ele estava nu. Ele me puxou pela cintura, assim colando nossos corpos em um aperto aconchegante e perigoso

— Já te disse que não gosto de te ver com roupas quando estamos a sós… — sussurrou baixinho, puxando o nó preso pelo roupão, fazendo-o cair no chão. — Você é tão gostoso. — Escorregou as mãos para minha bunda, apertando forte a minha região mais sensível. 

— Taehyung… — Joguei a cabeça para trás, arfando no ouvindo do outro que, agora, distribuía beijos molhados no meu pescoço. — Taehyung! — Afastei ele de perto de mim rapidamente antes que eu pudesse deixar nossos desejos nos dominarem. — Preciso trabalhar! — lembrei, tomando uma distância segura do loiro. Caminhei até o banheiro, adentrando o cômodo. 

— Mas hoje é domingo, anjo — disse Taehyung, jogando o corpo nu contra a cama. 

Apenas uma fina parede de vidro separava o quarto do banheiro. Eu sentia Taehyung me observando enquanto eu tomava banho, ele nunca se cansava de dizer que sua visão favorita é meu corpo nu ao dele. 

— Tenho coisas para resolver, doce. 

— Meu macho é bastante ocupado, entendi — disse ironicamente, já sabendo a resposta que eu daria, a mesma de sempre. 

— Sem compromisso, anjo. — Desliguei o chuveiro e, antes que pudesse virar para buscar o shampoo oferecido pelo hotel, senti a pélvis junto ao membro desperto de Taehyung roçar levemente na minha bunda, causando  um arrepio por todo meu corpo. Ele sabe muito bem como me provocar — Merda, Tae! 

— Uhm… eu gosto quando você me chama assim, ainda mais quando geme assim, meu anjo — sussurrou próximo ao meu ouvido, levando a mão para o meu pênis dando sinais de vida.

— Awn… — gemi com o contato quente da mão de Taehyung com a água gelada, o choque térmico foi delicioso.  A respiração dele está pesada, é quase impossível me controlar quando se tratava de Taehyung totalmente nu atrás de mim. Uma horinha a mais não iria lhe custar nada, não? — Você é um filho da puta mesmo! — Me virei rápido, empurrando o corpo do mais alto contra a parede gélida — Não vou transar com você! — Me enrolei com a primeira toalha que vi na minha frente, saindo do banheiro antes de, é claro, desligar o chuveiro. — Não agora. Que tal você só me abraçar um pouquinho? Fico com você por mais uma horinha… 

Taehyung riu desacreditado e eu olhei confuso. 

— O quê foi? — questionei. 

— Você quer ficar agarradinho comigo? — riu mais uma vez, me deixando com vergonha. Merda, ele sempre sabe o que dizer pra' me deixar de bochechas quentes. 

— Aish, eu vou embora então — disse irritado. 

— Não, meu anjo. — Antes que pudesse desviar do Kim que havia acabado de sair do banheiro atrás de mim, ele me puxou e selou nossos lábios de forma carinhosa, depois me olhou do jeito que me derrete. — Eu fico com você, mas vou tomar um banho primeiro, tá? 

Assenti virando meu rosto para o lado, não queria que ele visse que conseguia me desconcertar com um simples olhar, mas assim que o mais velho se virou, eu sorri como um idiota. Ouvi um barulho do chuveiro ligando. Taehyung tem costume de demorar muito no banho e eu estou com frio, então tratei logo de colocar as roupas quentes que eu trouxe quando vim passar o final de semana com ele nesse hotel. 

Eu pretendia ligar pra' empresa, avisar minha secretária que eu não poderia ir hoje, talvez dizer que estou doente ou inventar que um parente faleceu, bom, também não é pra' tanto, já que o chefe sou eu. Aproveitei o tempo que eu estava escolhendo algo na netflix e liguei para recepção do hotel e aluguei o quarto mais algumas horas. Eu só quero aproveitar um pouco mais de Kim Taehyung e de tudo que esse homem pode me proporcionar. 

— Anjo, que horas são? — O meu lado da cama afundou e um cheiro de ervas naturais invadiu minhas narinas. Olhei para o loiro, ele parecia pensativo e até preocupado. 

— Quase dez da manhã, por quê? — respondi olhando o horário no relógio prata que nunca saia do meu pulso esquerdo. Estranhei assim que Taehyung levantou em um pulo, correndo pelo quarto, vestindo suas roupas com pressa e todo desajeitado — O que foi, amor? — perguntei com preocupação, mas logo arregalei os olhos com a palavrinha que saiu da minha boca. Quatro letras fodidamente pesadas. Por um instante, eu quis morrer de tanta vergonha, no entanto, Taehyung está ocupado demais atrás de suas coisas espalhadas por todo quarto que, nem ao menos, deu-se conta. 

— Puta merda, eu sou um pai horrível! — praguejou o Kim, já vestido. 

Pai? 

Contorci o rosto, totalmente confuso. Pai? Taehyung nunca mencionou filhos, nem mesmo quando falei sobre os meus. Por que ele nunca me contou isso? 

— Anjo, me desculpa, preciso ir — Taehyung beijou seus lábios brevemente, querendo se despedir de mim, mas não! Eu não vou deixar por isso mesmo. Eu estou curioso e, no fundo, indignado por ele nunca ter sequer mencionado ser pai. Levantei rapidamente da cama, ficando em frente ao loiro de braços com os braços cruzados, ele até tentou desviar, mas eu sou insistente demais pra' deixar ele ir sem ao menos me explicar algo — O quê foi? 

— Como assim "eu sou um péssimo pai"? Por que não me disse que tinha filhos? — questionei irritado. Não vou engolir isso, jamais. 

— Eu não tenho filhos, apenas uma filha — corrigiu, como se fizesse muita diferença — E outra, você disse "sem compromisso", lembra? Por que eu deveria falar sobre minha filha? 

— Sim, mas não significa que você tenha que esconder coisas de mim. Poxa, Taehyung, eu te contei que tenho três filhos e você podia muito bem ter me dito "Hey, Jeongguk, sou pai de uma menina" — disse irritado e Taehyung riu — Não é para rir, caralho! 

— Me desculpa, anjo, uh? — Taehyung tocou o meu rosto com suas mãos, me puxando para perto dele, ele me beijou lentamente, fazendo um carinho gostoso nas minhas bochechas com os polegares. Eu gosto disso, a sensação dos seus lábios unidos aos meus, sem maldade, apenas afeto — Depois eu te explico melhor, mas, agora, eu realmente preciso ir. 

❀❀❀

Eu tive uma reunião longa e totalmente estressante na empresa, me sinto exausto e eu posso culpar Kim Taehyung por isso. Afinal, mal consegui dormir durante a noite. E agora, minha preocupação foi ter o chamado de amor. Eu não sou um idiota, eu sei e admito que o Kim ocupa um espaço enorme no meu coração, o que eu sinto por ele é tão inexplicável, é só… perfeito demais. No entanto, eu não quero que ele saiba a importância que tem pra mim, não acho prudente alimentar esse tipo de sentimento quando já tenho outros problemas para me preocupar. 

Estacionei o meu carro na garagem e desliguei em seguida, encostei minha cabeça no volante, suspirando fundo. Eu sei que a partir do momento que entrar no meu lar, toda minha paz vai se esvair. Lar. Chega a ser irônico, onde você deveria sentir-se em paz, confortável, seguro, mas está longe da minha realidade, tudo por uma única pessoa: Eun, minha querida esposa. 

Em um impulso, saí do carro caminhando para dentro da minha casa, antes de eu desistir e dar meia volta. Assim que entrei em casa, a luz da sala foi acesa, dando uma visão de Eun sentada sob o sofá, me analisando dos pés a cabeça. 

— Onde você estava? — Ela perguntou com expressão irritada.  Eu passei o final de semana inteiro longe, mandei uma mensagem avisando que teria uma viagem a Incheon a negócios. 

— Eu avisei que iria a Incheon — respondi, retirando o casaco e colocando sob o armário ao lado da porta e tirei os sapatos, ainda sob o olhar atento de Eun. 

— Oras, não se faça de sonso! Eu liguei para sua secretária, ela até tentou cobrir você, mas é uma péssima mentirosa! — disse irritada — Vamos, Jeongguk, me diga, onde você estava? De verdade. 

— Eun, eu trabalho, tenho reuniões e viagens para ir — suspirei, eu já estou cansado disso. 

— Sim, mas você me avisou que voltaria de manhã. Onde você estava à tarde e agora pouco? Ainda na empresa? Porque liguei para Yoongi e ele me disse que você já havia saído. 

— Fui tomar um café com o senhor Wang, você sabe que estou querendo fechar um contrato com ele há muito tempo — eu disse, sincero. Aquele velho arrogante também faz parte da minha chateação por hoje. 

Eun abriu a boca para falar mais uma vez, com certeza iria me encher de perguntas e cobranças. Agradeci aos céus quando a voz doce do meu filho me chamou, interrompendo ela de falar mais e mais. Eu sorri quando vi o meu pequeno correndo em minha direção e abraçou minhas pernas com força. 

— Papai! — Meu pequeno me abraça tão forte que me sinto mal por ter ficado tanto tempo fora. 

— Eae, carinha. — Peguei o menino no colo, afagando seus fios dourados naturais, assim como os de Eun. 

— Por que chegou agora? Achei que o senhor ia brincar comigo! — perguntou o menor com um bico fofo, coloquei o ele no chão. 

— Mas hoje é domingo, só vamos brincar às terças, lembra? — sorri para o meu filho que me olhou confuso. 

— Mas a mamãe disse que íamos brincar hoje, você eu e meus Hyungs, mas você não veio — comentou inocentemente e tristonho. 

No mesmo momento olhei para Eun, ela tinha um sorriso cínico nos lábios. Senti meu corpo quente de raiva, Eun está passando dos limites. Temos problemas no nosso casamento, convivemos como cão e gato no nosso quarto, mas jamais nossos problemas podem refletir nos nossos filhos. Jamais. 

— Eu estava conversando com o papai, Hope — Eun, colocou sua mão no meu ombro e apertou o lugar, forcei um sorriso, eu estou irritado, não vou deixar que meu pequeno perceba isso — Papai teve muito trabalho hoje, mas ele prometeu que vai nos levar para jantar amanhã, não é amor? —  Eun olhou no fundo dos meus olhos, sendo provocativa. 

— Claro — sorri torto, me afastando discretamente da mulher que se divertia com minha irritação — Por que não vai brincar com seus hyungs, uh? 

— Jin-hyung saiu ontem para dormir na casa do amigo dele, o Namjoon-hyung só fica no celular falando com a namorada dele — disse Hoseok com um bico emburrado em seus lábios. 

Entreabri os lábios surpreso. Namjoon, meu filho mais velho, está namorando? Eu quase não consigo acreditar, eu ao menos saberia se não fosse pela boca grande do meu caçula. Eu tenho tempo para sentar com Namjoon e perguntar sobre sua suposta namorada, mas, agora, tenho um incômodo para me livrar. 

— Fala para o Namjoon levar você para tomar um sorvete.  — Busquei minha carteira no bolso, dei umas notas generosas para a caçula que rapidamente correu atrás do seu Hyung. Me virei para Eun, seguindo a mulher que estava indo em direção ao nosso quarto — Por que fica colocando coisas na cabeça dele? — perguntei profundamente irritado, mas Eun apenas sorriu em escárnio e entrou para o banheiro se trancando lá dentro. 

Suspirei puxando os fios do meu cabelo entre os dedos. 

Eu não posso mais aguentar esse casamento, não quero perder mais um ano da minha vida casado com Eun, todos os dias, eu sinto como se estivesse dormindo ao lado do meu inimigo. 

Eu amo demais os meus filhos, sempre penso neles antes de qualquer coisa, fico me perguntando como eles podem agir em uma separação, estão tão acostumados com a rotina de sempre, eu estou aqui todos os dias e tento ser o mais presente possível. E, apesar dos meus inúmeros problemas com Eun, ela é uma ótima mãe, não nego. Ela sempre está presente quando eles precisam e têm uma relação ótima com eles, esse é um dos motivos pelo qual ainda estou casado com ela. 

Nosso casamento não vai bem há anos, Eun e eu começamos a namorar ainda no ensino médio, nossos pais tinham uma empresa na época juntos, eram sócios e fizeram de tudo para que nós ficássemos juntos. Nosso relacionamento sempre foi muito monótono, um clichê de drama sem química e amor e durou anos, apenas continuando, até porque, ela parecia feliz e eu me sentia satisfeito por ter um relacionamento estável e agradar o meu pai. 

Há três anos atrás, eu pedi o divórcio, Eun chorou, não queria aceitar e vivia implorando para voltarmos, ainda morávamos na mesma casa para que não pudéssemos dar problemas aos nossos filhos, faltava apenas uma semana, os papéis estariam assinados e nós estaríamos livres um do outro. No entanto, Eun chegou toda feliz com uma caixa, revelando dois sapatos e dizendo que estava grávida. O meu mundo desabou nesse dia. Eu não poderia deixar Eun sozinha em um momento tão crucial, tínhamos dois filhos antes do pequeno Hoseok, eu sabia que era complicado. Então, sem pensar duas vezes, nós voltamos, pelo bem do bebê que estava prestes a nascer. 

Durante a gravidez, fiz de tudo para que Eun não se estressar, mimei como pude, fiz todas as suas vontades. Nesses nove meses eu cheguei a acreditar que nós estávamos bem, que daquela vez ia ser diferente, mas não. Foi apenas Hoseok nascer que Eun voltou a ser a mesma mulher fria e egocêntrica de sempre. Eu estaria mentindo se dissesse a qualquer um que não gosto de Eun, ela gerou meus filhos, o que eu mais tenho de importante no mundo. Eu realmente queria que as coisas fossem diferentes, mas não são, e eu não posso mais viver assim. Ela será infeliz, assim como eu.

Eu preciso de um banho quente, ficar longe de Eun e… Kim Taehyung. 

Eu estava me descobrindo, as coisas que eu gosto, o meu corpo, tudo. Era engraçado um homem de trinta e três anos descobrindo a vida, agindo como um adolescente de dezessete. Eu nem mesmo imaginei que em mais um final de semana e uma balada para o público LGBTQIA que Yoongi me obrigou a ir, eu iria ter experiências divinas com outros homens, ainda mais com ele. Nem passou pela cabeça me apaixonar perdidamente pelo cara de fios loiros e olhar misterioso, a cada fuga durante a madrugada, ligações silenciosas na calada da noite e contas altas em hotéis luxuosos. E mesmo com toda essa turbulência da minha vida, eu tenho certeza de que quero Kim Taehyung. 

— Pai… — ouvi a voz baixa do meu filho me chamando, olhei para o garoto de cabelos platinados. Ele parecia pensativo e um pouco envergonhado de ter entrado no quarto sem permissão — Posso falar com você? 

— Namjoon, não deveria estar com seu irmão na sorveteria? — indaguei, busquei com o olhar o pequeno Hoseok. 

— Sim, mas o Jin já chegou e quis levar ele, você sabe como ele é esfomeado — riu nervoso. — Pode ir no meu quarto e falar um pouco comigo? 

Na verdade eu não estou nenhum pouco afim de conversar, muito menos agora, mas Namjoon me olha com tanta expectativa que não consigo dizer não. 

— Claro. — Caminhei ao lado do adolescente, adentrando o quarto o quarto bem arrumado. Namjoon sentou na beira da cama, olhando para baixo. Provavelmente não sabia como falar. — Você quer me falar sobre sua namorada? 

— Como você sabe? — perguntou surpreso. 

— Um passarinho me contou. 

—  Ah, claro, como não imaginei — riu de si mesmo — Eu… eu realmente gosto dela, pai… tipo muito mesmo. 

Sorri um tanto animado, posso ver  nos olhos do meu primogênito o quanto ele está perdido em amores.  

— Qual nome dela? 

— Kim… Kim Jisoo — sorriu bobo ao pronunciar o nome da namorada. 

— O quê mais? — Decidi me sentar também e ouvir mais, ver quanto Namjoon, o filho que normalmente era retraído, falar animado sobre a namorada com um brilho especial em seu olhar, me deixa feliz. Namjoon herdou meu jeito quieto. 

— Ela é da mesma sala que eu… temos a mesma idade e… bom, amanhã vai ser o jantar de aniversário dela… foi hoje na verdade, mas iremos comemorar amanhã. Mas eu queria saber se… se o senhor pode ir comigo amanhã, sei que é muito ocupado, mas se puder ir… é bem… importante. — A cada palavra proferida, Namjoon diminuía ainda mais seu tom de voz, quase tornando sua frase inaudível.

— Você quer que eu vá? — perguntei surpreso, afinal, sempre que havia eventos ou algo relacionado aos responsáveis, os meus filhos chamam Eun. 

— Sim, eu quero. A mãe e o pai da Jisoo são separados e ela tem uma relação meio conturbada com a mãe, não queria que ela se sentisse desconfortável se eu levasse a mamãe ou vocês dois, pois, para ela, a separação dos pais é algo muito doloroso ainda. Será apenas eu, ela, o pai dela e… você, se puder ir, entende?  

— Eu tenho uma reunião amanhã, mas vou ligar para minha secretária remarcar. Vamos jantar onde? — eu disse e ver o sorriso radiante e as covinhas mais lindas no meu filho, fez todos meus problemas nesse momento desaparecerem. 

— Obrigado, pai!


Notas Finais


Os capítulos são curtinhos, então a atualização vai ser frequente, mas não vou citar dias porque eu sempre atualizo BEM DEPOIS :)


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