História Hearts on Fire - Capítulo 21


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Categorias Frank Iero, Gerard Way, Mindless Self Indulgence, My Chemical Romance
Personagens Bob Bryar, Frank Iero, Gerard Way, Lyn-Z, Mikey Way, Personagens Originais, Ray Toro
Tags Amor, Amor Gay, Bromance, Frank Iero, Frerard, Gerard Way, Lgbt, Longfic, Lyn-z, My Chemical Romance, Romance, Yaoi
Visualizações 24
Palavras 6.216
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Crossover, Drama (Tragédia), LGBT, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Yaoi (Gay)
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Drogas, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Transsexualidade, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Hello guys ❤
Olha quem voltou... O Gee e eu rs
Depois de muito tempo ausente, o Gee voltou para história rs
Eu amei muito esse capítulo, espero que vocês também gostem!
Ps: Me perdoem pelo "hot" meio sem graça, eu juro que tentei fazer algo legal e criativo!
Enfim, boa leitura! ❤

Capítulo 21 - Pov. Gerard


Fanfic / Fanfiction Hearts on Fire - Capítulo 21 - Pov. Gerard

Pov. Gerard

Eu nem lembrava mais como era correr tanto...

Devido ao incidente com Jenny em minha casa, Frank e eu precisamos fugir do meu quarto e correr para qualquer lugar distante de lá.

Eu fiquei com muita raiva... Justo no momento que eu estava prestes a ter minha primeira relação sexual com Iero...

Realmente, é um saco quando as coisas não dão certo.

Frank e eu estávamos correndo à um bom tempo; Logo notei que estavamos perto de um lugar muito bonito e especial pra mim. Uma ideia brotou em minha cabeça, deixando-me um tanto quanto animado.

- Frank... – Gritei, pois ele estava muito à minha frente. – Volta aqui, caramba. – Parei de correr e me encostei na parede, próximo à um beco. Iero finalmente me ouviu e retornou para perto de onde eu estava; Ele também estava ofegante e um tanto suado. Cada gotícula de suor brilhava em sua pele, exatamente quando o sol batia na mesma; Sua respiração ofegante era como uma música para os meus ouvidos... Foi nesse exato momento em que eu me dei conta de que eu estava apaixonado por ele...

- O que foi, Gerd? Tá tudo bem? – Perguntou-me ele, encontrando em meu ombro. Rapidamente, beijei seu lábios e o trouxe mais para perto. Frank não perdeu tempo e agarrou minha cintura, logo me beijando novamente, só que dessa vez, ele pediu passagem com a língua. Nosso beijo foi quente e delicioso, ao mesmo tempo foi amoroso e carinhoso. O beijo dele era definitivamente o melhor do mundo; Por falta de oxigênio, separamos nosso lábios, ainda nos mantendo com os corpos colados.

- Vem Frankie, eu vou te levar para um lugar. – Falei, pegando em seu braço. "Mas você precisa voltar para o trabalho agora, Gee", disse ele, todo manhoso. – Eu ligo depois pra Lindsey e invento alguma desculpa qualquer. Hoje eu quero mesmo passar a tarde com você... Vou te levar ao meu lugar favorito.

Pela primeira vez, Iero não retrucou e não disse nada, apenas concordou com a cabeça e me seguiu, rumo ao planetário abandonado da cidade.

Aquele local já estava abandonado à muitos meses, porém ainda era muito bonito. Apesar do local ainda ter seguranças, eu sempre conseguia entrar pelos fundos e às vezes, pela porta da frente, subornando os guardas.

Andamos mais um bocado, mais finalmente chegamos lá. O local estava vazio, o que não era habitual, era até um tanto estranho;

O planetário por fora, era simples; Um local enorme, no formato de um círculo, com algumas plantas mortas e árvores ao redor.

Aproveitamos que os seguranças não estavam na porta da frente e entramos rapidamente. Como eu já conhecia muito bem o lugar, convidei Frank para ir ao segundo andar, onde tinha o teto estrelado e algumas luzes coloridas muito bonitas.

Eu ainda não sabia muito bem o que fazer, eu só tinha uma certeza naquele momento: eu iria aproveitar as "estrelas" e o local romântico para falar de meus sentimentos por ele... Por Frankie. Aquele ser humano pequeno que eu conhecia a algumas semanas apenas, cujo o mesmo me fez ficar encantado por ele.

- É aqui, Frank. – Falei, ao entrarmos na sala das estrelas. – Pode ficar a vontade. Se quiser se sentar, é só escolher uma poltrona. Mas, se quiser se deitar no chão, tem um cobertor de baixo da primeira poltrona... Eu vou ligar tudo isso, eu já volto.

Subi as escadas para a salinha onde ficava o controle central e, liguei as luzes e o resto da iluminação da sala das estrelas.

Quando voltei, encontrei Frank deitado no chão, em cima do velho cobertor azul. Ao me aproximar, tive uma visão melhor de seu rosto; Suas bochechas estavam com um certo tom rosado, seus olhos tinham um brilho diferente dos outros dias, e os lábios... Sempre com aquele sorriso; O sorriso que me deixava louco por dentro e arrepiado por fora.

Devagar, retirei meus tênis e deitei ao lado dele, o trazendo para cima do meu peito. Acaricei aqueles cabelos maravilhosos, enquanto ele acariciava meu peito com a mão livre. Pela primeira vez, em muitos anos, eu estava amando alguém novamente, mas dessa vez, eu tinha quase certeza de que eu não iria me machucar...

- Frank? – Falei, depois de um bom tempo. – Eu preciso te contar algo.

- O que é? – Perguntou ele, sentando-se em seguida. Fiz o mesmo que ele e segurei suas mãos, para só então voltar a falar.

- Bom... Eu nem sei como te falar isso. Eu queria fazer algo muito especial, tipo um jantar com velas e vinho, mas eu sou tão desajustado que nem isso eu sei fazer... – Com um pouco te vergonha, baguncei o cabelo e voltei a falar. – E-eu acho que estou apaixonado por você... Eu sei que isso pode parecer loucura ou pode ser ridículo, mas não posso mais me enganar e dizer que não tem nada rolando entre nós. – Durante alguns minutos, Frank ficou em silêncio, apenas me observando e acariciando minhas mãos. Foi aí que eu comecei a entrar em desespero... Será que eu o assustei?! Será que ele não sentia o mesmo por mim?! Droga. – Frank, significaria muito pra mim se você falasse alguma coisa agora. – Falei, quebrando aquele silêncio perturbador.

- Gerard, eu estava pensando em como responder à isso, porém não existe outra forma além da minha sinceridade. – Iero largou minhas mãos e remexeu os cabelos, o que me deixou pra lá de nervoso. Maldita hora em que eu resolvi falar sobre sentimentos. – Isso é loucura, porque eu não sinto o mesmo por você. Eu te considero como amigo generoso... Nós temos uma amizade tão boa, pra que envolver sentimentos nisso, Gerard?

- Então é isso? Você só me usa e me beija quando você quer? – Eu fiquei tão chateado que acabei não medindo as palavras antes de falá-las. – Frank, você tem noção do quanto isso me machuca?! Eu quase nunca falo sobre meus sentimentos com as pessoas. Ainda mais quando eu estou praticamente amando alguém.

- Aí meu Deus, Gerard. – Frank começou a rir descontroladamente, parecendo aquelas hienas de desenhos animado. – É sério mesmo que você acreditou no meu discursinho?! Gerd, você sabe que eu também gosto muito de você, muito mais do que um amigo. – Falou ele, sentando-se em meu colo, passando seus braços por meu pescoço. – Bem, eu só não sabia que você estava me amando... Isso é novidade pra mim. Eu acho que nunca... Você sabe, amei alguém de verdade.

- Eu só não expulso você do meu colo criatura, porque estou aliviado de você sentir o mesmo. – Falei, lançando um tapa audível na perna dele. – Eu só não sei o que vou fazer com esses novos sentimentos... Você é mais novo que eu e ainda mora em New Jersey... Daqui uns dias você vai embora e nós corremos o risco de nunca mais nos vermos.

- Gerard, me escuta... – Falou ele, colocando as duas mãos na minha face, enquanto eu agarrei sua cintura. – Eu sei que é importante pensar no futuro, mas por hoje, vamos pensar no agora, eu não quero pensar nisso, na minha volta para casa... Eu já chorei durante o banho duas vezes por conta disso, eu realmente não quero sair de perto de você. Quero ficar no seu colo assim, quero acariciar seu rosto assim, quero beijar sua boca assim... – A cada "assim" que ele falava, ele fazia algo. No meu colo, ele apertou um tanto as pernas; no rosto ele fez um carinho gostoso, e nos lábios, eu recebi um beijo que inicialmente, começou suave.

Com carinho, o deitei no chão e fiquei por cima dele. O beijo estava quente, por assim dizer; Por conta da afobação e entusiasmo, acabei ficando um pouco atrapalhado, tendo que deixar Frank comandar o beijo.

O que esse garoto não fazia com minha cabeça...

Ao mesmo tempo que Iero me beijava, ele acariciava partes do meu corpo com aquela mão boba. À essa altura, eu já tinha esquecido tudo que sabia, estava parecendo até um adolescente virgem; Então, a única coisa que fiz, foi movimentar um pouco meu corpo sobre o dele. E assim como eu, Frank também estava com um certo "voluminho" na sua calça. Senti isso quando colidi nossos quadris num baque suave.

- Gee... – Disse, aliás, gemeu baixinho Frankie, separando nossos lábios. – Eu... Desculpe, mas eu não posso fazer isso. Quando for rolar de verdade, eu quero que seja algo especial... Para nós dois.

- Tudo bem por mim, Frankie. Se nós dois ficarmos abraçados e nos beijarmos já está ótimo. – Falei, ainda em cima dele.

- Obrigado por me entender. – Disse ele, beijando meus lábios duas vezes seguidas. – Bom... Mais isso não significa que não podemos fazer outras coisas...

- Que coisas? – Perguntei confuso, saindo de cima dele.

- Isso pode parecer ridículo e engraçado, mas eu sempre quis... Beijar um cara nas partes baixas. – Frank caiu no riso após pronunciar a frase, ficando todo vermelho. – Me desculpe Gerard, isso foi tão ridículo que eu precisei rir.

- Não se desculpe, Frank. Mas, se isso for verdade, eu estou disposto a ajudar. Eu posso ser sua "cobaia". – E foi a minha vez de ficar semelhante à um pimentão; Senti minhas maçãs do rosto esquentarem, ganhando aquele tom rosado/vermelho.

– Então... Você prefere ficar deitado, em pé, de joelhos? – Perguntou ele, olhando para minhas calças. Lentamente, retirei minha calça e a joguei perto das poltronas, ficando apenas de com minha cueca boxer e minha blusa; Frank levantou-se e ficou na outra ponta do cobertor, totalmente quieto e observador. Deitei-me então no chão e fiz um sinal para que ele se aproximasse. – Okay, já vi que prefere ficar deitado... Eu nunca fiz isso, então por favor, seja paciente... Prometo fazer direito. – Frank abriu um sorriso e me lançou uma piscadela, em seguida direcionou sua mão e toda a sua atenção para minha cintura.

Apesar das circunstâncias, eu não estava com vergonha. Por algum motivo, eu nunca tive vergonha de fazer qualquer coisa que seja perto dele. Eu estava apenas com um frio na barriga; Já se fazia muito tempo desde que eu estive assim: deitado no chão, prestes a receber uma mão e boca sobre minha ereção.

Com todo carinho, Frank puxou minha camisa pra cima e distribuiu beijos por toda minha cintura, até beijou meu membro por cima da cueca mesmo; Seguido disso, ele baixou minha cueca (com minha ajuda, claro) e começou a acariciar meu membro, indo da base até minha glande.

Eu respirei fundo e fechei os olhos. Era normal eu estar um pouco nervoso?!

Tentei pensar em outra coisa, mas não consegui, afinal ele já havia começado a "brincar" com meu membro dentro de sua boca; Eu não o via, mas acompanhava cada um de seus movimentos.

A vontade de continuar com os olhos fechados era muita, porém eu queria ter a visão privilegiada de ver Frank brincando com meu pênis. Então, abri os olhos e passei a observar aquele ser humano pequeno.

Iero comeceu por baixo, passando a língua por meus testículos, depois pela base do pênis; Ele mal havia começado e eu já estava ficando louco;

Seguindo disso, ele passou a língua por toda minha extensão algumas boas vezes, até me colocar dentro de sua boca, mas não por completo... Ainda; Ainda com movimentos lentos, Iero começou a ir e vir com a boca, fazendo o mesmo com a sua mão, indo da base até em cima.

- Mais rápido, Frankie... – Falei baixinho, apertando mais o cobertor.

Generoso como sempre, Iero atendeu meu pedido e acelerou a movimentação com a boca e com a mão, fazendo-me agarrar seus cabelos e tentar acompanhar o seu movimento.

Finalmente, Frank passou a língua por minha glande, o que me fez gemer um tanto alto.

Com uma facilidade incrível, Frank colocou-me por inteiro em sua boca, fazendo certo esforço para não engasgar. Em uma sucção audível, ele me retirou de sua boca e voltou apenas a me masturbar, enquanto usava sua língua.

Para um garoto que nunca havia feito isso na vida, ele estava indo muito bem.

Depois da última vez que ele passou a língua em minha glande, foi como se eu fosse para o espaço e ficasse lá até chegar em meu ponto alto, por assim dizer.

Eu não sei quanto tempo demorou, eu só senti alguns espasmos e um frio na barriga e então, com um último gemido com o nome de Frank, jorrei aquele líquido branco em sua mão e sua boca.

Minha respiração estava ofegante, meu coração estava acelerado e Iero, estava lá, me observando com um sorriso nos lábios.

- E então, eu passei no teste? – Perguntou-me Frank, subindo até meu rosto e dando-me uma série de beijinhos em meu rosto.

- Está super aprovado, baby. – Falei em meio a ofegos. – Para alguém que nunca tinha feito isso, você foi muito bem. Como eu posso retribuir isso? – Perguntei, sentando-me e já colocando minha cueca.

- Não precisa disso Gerard. – falou ele.

- Eu insisto. Deite-se, eu quero retribuir o prazer que você me proporcionou.

Eu não tinha muitos truques, então basicamente fiz o mesmo que Frankie. Inicialmente, beijei seu pescoço enquanto abria sua calça e a retirava com a ajuda dele. Depois, beijei seus lábios e acaricei seu membro por sobre a cueca (vale ressaltar que ele tinha um pênis grande para alguém com apenas catorze anos);

Sem mais demora, retirei sua cueca, passei um pouco de saliva na mão e comecei a masturba-lo.

Evitei ficar nesse movimento por muito tempo, logo passando a língua por seu orifício, depois períneo, testículos e por fim, sua extensão.

Infelizmente, eu não tinha tanta habilidade em "engolir" como Frank, mas tentei; Coloquei seu membro por inteiro em minha boca, indo e vindo para melhor lhe dar prazer.

Frankie gemia baixinho, também contorcia-se bastante sobre o lençol. Ao menos eu pude saber que ele estava gostando.

Sem muitas coisas à fazer, o retirei de minha boca, continuando apenas indo e vindo com a língua e com a mão.

Bem mais rápido que eu, Frank jorrou por minha boca inesperadamente, fazendo-me engolir boa parte do líquido branco, o que de fato não era tão ruim.

Iero suspirava e ainda gemia baixinho, enquanto eu colocava a cueca nele. Deitei ao seu lado e o coloquei em cima de mim, sentindo sua respiração entrecortada por cima de minha camisa.

- Eu suponho que você também tenha gostado. –falei.

Frank apenas concordou com a cabeça e poucos minutos depois, ele adormeceu sobre mim. Iniciantes sempre faziam isso.

Sempre outra coisa pra fazer, fechei os olhos e dormi também, no intuito de descansar apenas alguns minutos à mais.

                         ⊱✿⊰

Ficamos um bom tempo alí, deitados em cima daquele cobertor velho, trocando carícias e beijinhos, assim que acordamos; Mesmo sem querer, chamei Frank para ir de volta para minha casa, afinal já estava ficando tarde e eu ainda precisava ligar para meu trabalho e justificar minha falta no período da tarde.

Coloquei minha calça e meu tênis, agarrei a mão de Frank e saímos daquele lugar. Pela iluminação do sol na cidade, deduzi que já era quase cinco horas, confirmando isso apenas quando entramos no táxi. Eu tinha tempo suficiente para fazer um telefonema para o trabalho e ainda planejar um cardápio para a noite. Eu queria fazer algo muito especial para Frank, e nada melhor do que um jantar romântico.

- Qual é o endereço? – Perguntou o taxista. Dei a ele o nome da rua do mercado perto de casa e seguimos nossa viagem que não foi tão demorada. Frank cochilou um pouquinho em meu ombro (obviamente, porque ele estava cansado), enquanto eu fazia carinho em sua cabeça.

Durante os quinze minutos no táxi, eu pensei sobre a volta de Frankie para New Jersey e uma idéia maluca surgiu em minha cabeça. Eu estava mais que decido à fazer isso. Poderia ser loucura, poderia ser ridículo, mas eu não ligava. Era a minha vida e eu estava começando ela a partir desse pensamento, este que logo se tornaria realidade.

Iero ainda não sabia (obviamente), mas eu estava planejando ir junto com ele para New Jersey e começar uma nova vida lá. Dali alguns meses eu já faria dezoito anos, então não seria difícil arrumar uma casinha pequena e um trabalho simples, apenas para me sustentar e conseguir pagar o aluguel da casa, e é claro, mimar um pouco o meu menino com presentinhos.

Eu fiquei tão feliz que não conseguia parar de sorrir, eu parecia até um retardado com aquele sorriso besta no rosto.

- Obrigado moço pela viagem tranquila e rápida. Aqui está... – Falei, enquanto pegava algumas notas de dólares do bolso. – Tome, quarenta dólares. Pode ficar com o troco, moço. – O senhor sentado à minha frente sorriu e agradeceu à generosa gorjeta, ao que eu já acordava Frank para descermos do carro. Eu fiquei muito empolgado com minha idéia que acabei decidindo contar para Iero no jantar à noite. – Tenha uma ótima noite, moço.

- O que deu em você, Gerd? – Perguntou Frank assim que desceu do carro, agarrando meu braço. – Você está com um sorrisinho bobo na cara... Está feliz pelo que fizemos a poucas horas ou tem algo que eu ainda não sei?

- Eu só estou feliz por que eu tenho você ao meu lado. – Falei ao entrar no mercado. – Aliás, hoje nós dois teremos um jantar muito romântico. Eu mesmo vou preparar a comida e...

- Nossa, então nós vamos comer comida queimada, isso se você não comer tudo antes. – Iero me interrompeu para fazer um comentário sarcástico fora de hora. Dei um tapa fraco na cabeça dele e seguimos para a sessão de massas. – Okay, okay, desculpe. O que pretende fazer?

- Suflê de queijo para entrada, macarrão com molho branco e de sobremesa, pudim de chocolate. – Falei enquanto pegava os pacotes de macarrão.

- Atá, e você pretende fazer tudo isso sozinho? Você nem sabe cozinhar.

- E você acha que eu vou fazer isso sozinho?! Você está muito louco. Você vai me ajudar, obviamente. Vamos ter um jantar romântico, e nós dois vamos fazer juntos.

Em meio à sorrisos e brincadeiras, fizemos nossas compras (macarrão, queijo de cabra, vinho, alguns pudins e chocolate em pó) e seguimos caminhando até minha casa que não era longe.

Quando chegamos em casa, levamos nossas compras a cozinha e fomos para o meu quarto; As luzes estavam apagadas, tendo apenas como iluminação o sol de final de tarde, que adentrava o cômodo pela janela aberta da varanda.

Tentei ser romântico e abracei Frank por trás. Beijei o seu pescoço, enquanto segurava sua cintura.

- Você está muito carinhoso hoje, Gerd. E eu estou gostando disso. – Falou ele se virando para ficar de frente pra mim. Sentei-me na cama e chamei ele para ficar em meu colo, como o de costume. Antes de beija-lô, acaricei suas bochechas e deitei-me melhor, para só então, puxa-ló para um beijo.

Infelizmente, nosso beijo durou pouco, pois não percebemos que não estavamos sozinhos no meu quarto.

- Com licença Gerard, eu estou atrapalhando alguma coisa? – E lá da varanda, surge minha mãe, segurando uma xícara de chá.

Em segundos, Frank já não estava mais em meu colo e sim, na ponta da cama, arrumando seus cabelos.

- Desculpe mãe, não percebi que você estava aqui. – Falei, ligando a luz do quarto e retornando para cama. – Algum problema?

- Tem um problema sim, Gerard. Mas não é com você, mas sim com o Frank.

Assim como eu, Frank ficou branco, com um olhar pra lá de medo e assustado. Eu não fazia ideia do que ela iria falar.

Com movimentos rápidos, Donna puxou uma cadeira e sentou-se na nossa frente. Ela estava com uma expressão facial calma, mas eu sabia que ela estava nervosa também.

- Hoje eu recebi uma visita de uma amiga, a Jenny. E sabe o que eu descobri?! Ela é tia do Frank; e o Frank é o "sobrinho desaparecido" dela. No dia em que nos conhecemos, você havia fugido de casa. E quando conversamos, você disse que tinha dezessete anos, o que é mentira. Jenny também disse que você bebe e fuma... – Falou Donna, tomando um pouco de seu chá ao que fez uma pausa. – Frank, eu quero ouvir o seu lado da história também, então eu preciso que você seja sincero comigo agora. Eu quero a verdade.

Frank suspirou alto e esfregou os olhos, para só então falar. Só de ouvir a voz dele, eu sabia que ele estava com medo.

- Senhora Way, primeiramente eu quero pedir desculpas. Eu sei que é muito feio e muito errado mentir, mas eu estava nervoso e com medo naquele dia, e acabei mentindo sobre algumas coisas... – Frank olhou para suas próprias mãos, ficando em silêncio por bons segundos. Minha mãe segurou as mãos dele num pedido mudo para que ele prosseguisse, tentando lhe passar segurança... Eu acho. – Bom, primeiro, eu não tenho dezessete anos, e sim catorze anos. Em relação ao meu nome e a minha cidade natal, eu não menti sobre isso. Meu nome é Frank Anthony Tomas Iero Junior, eu tenho catorze anos e nasci em New Jersey e ainda vivo lá; Eu vim para New York passar as férias na casa dos meus tios, mas não deu muito certo essa experiência devido uma briga que tive com minha tia, Jenny. No dia em que nos conhecemos, ela e eu brigamos porque eu queria sair, mas ela não deixava. Jenny então me fez escolher entre ficar na casa dela ou sair de lá e curtir a noite. E bom, ela também me disse algumas coisas ruins, mas eu não me importo mais, são coisas irrelevantes. Eu queria mesmo ter dito a verdade antes, mas eu fiquei com medo de você me expulsar da sua casa. Tem sido uma bela experiência para mim ficar aqui, com vocês. Vocês são todos muito gentis e educados comigo; A senhora principalmente, sempre cuidando de mim... Enfim, eu acho que isso é tudo. Me perdoe, Donna. Se você quiser, eu posso sair da casa.

- Não Frank, você não vai a lugar algum! – Falei, levantando-me da cama um tanto furioso. – Você pode ter mentido sobre algumas coisas, mas dessa casa você não sai! Eu te convidei para ficar aqui e você vai ficar aqui. – Frank fez sinal para que eu voltasse ao seu lado na cama; Fiz o que ele pediu contra gosto, afinal, eu estava revoltado com a situação. Ele por sua vez, estava calmo, tranquilo;

- Isso não é você que decide, Gerd. A casa é da sua mãe. E se ela quiser, ela pode me mandar embora sim. – Disse ele, acariciando minha mão.

- Acalmem-se os dois! – Falou Donna, firme. – Frank, agradeço sua honestidade e perdôo você também pelas mentiras. Quando Jenny me contou, eu disse que precisava saber das duas versões para tomar alguma atitude. E agora que eu sei as duas versões, eu vou lhe dar um voto e vou confiar em você. – Disse mamãe, abraçando Iero. – Frank, desde o dia que você entrou em minha casa, você deixou tudo mais alegre, e o mais importante disso é que você faz meu filho feliz. Eu já te considero parte da família... – Donna estava com um sorriso muito lindo no rosto, o que me deixou feliz também. – Eu te agradeço muito por isso. Você pode ficar aqui em casa o tempo que precisar, e quando voltar para New Jersey, poderá também vir nos visitar sempre que sentir vontade!

- Obrigado, senhora Way. Isso significa muito pra mim! – Frank (manteiga derretida) já estava derrubando algumas lágrimas, provavelmente emocionado com o discurso de minha mãe. – Eu prometo que nunca mais vou decepcionar a senhora. Prometo sempre falar a verdade a partir de hoje.

- Obrigada, querido. – Falou mamãe, abraçando Frank em seguida. Eu fiquei quietinho, com um sorriso no rosto e muito feliz. Aquela imagem significava muito pra mim; – Bom, eu vou deixar vocês dois sozinhos, mas tenham juízo meninos! – Ambos desfizeram o abraço, logo em seguida Donna já caminhou em direção a porta, voltando a falar novamente. – Ah Gerard, antes que eu me esqueça... Você deve ligar para o Robert. A mãe dele faleceu ontem e foi enterrada hoje. Mikey e eu fomos ao funeral pela manhã. Ele está bem abalado, acho que seria bom ele ter mais um amigo para dar apoio.

Nem tive tempo de responder já que minha mãe saiu do quarto as pressas e foi para algum lugar da casa.

Por segundos, eu fiquei chocado. Bert não havia me contado nada sobre isso, também não me procurou mais. Talvez fosse por esse motivo que ele estava afastado e estranho... Pelo pouco que sabia, Bert e sua mãe não se davam bem, mas ele sempre dizia que amava muito ela.

Nesse momento também, eu me senti o pior amigo do mundo por não ter ido ao funeral da mãe dele; Tenho certeza que ele precisava do meu carinho e apoio naquele momento.

- Gee, está tudo bem? – Perguntou-me Frank, retirando-me de meus pensamentos. "Sim, está tudo ótimo. Eu só fiquei um tanto surpreso. Mas não quero falar disso agora... Ainda temos um jantar para fazer hoje. – Falei, já me colocando de pé. – Vou tomar um banho rápido e já volto. Se você quiser, o banheiro do corredor está livre.

Frank levantou-se também e foi até a sua parte do closet (com todas as coisas novas que eu comprei para Frank, precisamos abrir um pequeno espaço no meu closet pra ele colocar as roupas, acessórios e calçados) pegou roupas chiques, um all star verde limão e sua toalha, em seguida ele saiu do quarto e foi para o banheiro do corredor; Não demorei e fiz mesmo; Escolhi minha roupa (uma calça jeans preta, uma blusa preta simples e meu velho all star branco) e fui para o chuveiro.

Eu estava com altas expectativas para esse nosso "encontro". Seria o nosso primeiro encontro após o piquenique na praia. Eu iria lhe contar sobre minha ideia de viver em New Jersey e também iria falar mais sobre sentimentos.

Frank era um garoto especial, e nada e nem ninguém no mundo, podia discordar disso.

⊱✿⊰

Depois de um longo banho, me vesti e liguei para meu escritório; Inventei uma desculpa de que eu estava passando mal, e pra minha sorte, meu chefe acreditou e mandou-me melhoras.

Antes de descer e ir para a cozinha, aproveitei também e liguei para o Bert; Precisava de alguma forma, lhe passar conforto e carinho.

Liguei três vezes e ninguém atendeu, então deixei apenas um recado na secretária eletrônica.

- Hey Bert, é o Gerard. Eu fiquei sabendo o que aconteceu com sua mãe... Eu sinto muito pelo falecimento dela. Eu sei que apesar das discussões e atritos, você a amava muito muito. Eu peço perdão por não estar presente no funeral dela, mas eu não sabia do ocorrido. Eu sei que essa sua dor vai passar antes do que você imagina; De qualquer maneira, se precisar de alguma coisa, basta ligar aqui em casa, será um prazer ajudar. Bom, quando quiser sair, sabe onde me encontrar. Passar bem, tchau Bert. An...é o Gerard. – Desliguei o telefone é pensei um pouco... Se Mikey foi ao funeral de Ashley, obviamente Robert havia lhe contado sobre. Isso significava que eles estavam amiguinhos e eu não sabia. À procura de uma resposta, fui até o quarto de Mikey e logo abri a porta, sem delongas. – Michael, precisamos conversar. – Falei, por fim.

- Perdeu os modos, Gerard?! Eu poderia estar pelado aqui, sabia disso?! – Falou ele, usando um tom de voz alterado.

- Desculpa Mikey... É que tem uma coisa martelando na minha cabeça, e eu preciso saber sua versão sobre. – Mikey me olhou sério e então assentiu para que eu continuasse a falar. – Você foi ao funeral da mãe do Bert?

- Nossa Gerard, pensei que fosse algo importante. Mas, respondendo sua pergunta sim, eu fui prestar apoio e solidariedade à ele, nesse momento tão difícil. – falou ele. – Tenho quase certeza de que ele ficou chateado de você não ir também.

- Michael, eu não sabia que ela tinha morrido... Bert não me contou nada sobre isso. – Disse, sentando-me na cama, ao lado dele.

- O Bert não contou pra muitas pessoas sobre isso. Ele veio aqui em casa procurando por você, mas você não estava. Então, ele pediu para conversar comigo e me contou sobre a mãe dele ter morrido e também sobre a infância conturbada. – Eu fiquei muito indignado com isso... Bert e Mikey jamais foram amigos, e pelo que parece, eu havia sido substituído por meu próprio irmão. – E quando você chegou, nem deu bola pra ele, apenas o ignorou para ficar com o Frank. – Falou ele. "E quando o Robert esteve aqui? Eu não lembro de ver ele nessa casa", respondi à ele. – Ele veio aqui ontem. Você apareceu aqui no meu quarto com o Frank. O cara que estava em meu colo, era ele. Acho que você não o reconheceu porque ele mudou o visual e o cabelo. Enfim... Era só isso que você queria? Eu estou um pouco ocupado agora.

- Eu realmente ainda não estou acreditando nisso. Mas, é uma confissão que eu terei que engolir. E sim Mikey, é só isso. Você já pode voltar a ler sua revistinha sem graça. – Falei levantando-me da cama e caminhando em direção a porta. Antes de sair, observei a expressão atônica que estava na face Mikey, claramente porque eu o havia deixado assim. – Não liga pra isso, Way. E só bobeira minha. De qualquer forma, obrigado pela ajuda.

Saí do quarto e finalmente fui para a cozinha, onde Frank já estava mexendo com as panelas, usando aquele avental fofo que minha mãe havia lhe dado. "Kiss the cook" estava bordado na frente do mesmo; Aquilo ficava uma gracinha nele, combinava com sua personalidade.

Antes de ajudá-lo, lavei as mãos e coloquei um avental também, logo já fui fazer o macarrão e ajudar Iero com o suflê.

Definitivamente, esse seria o melhor jantar que nós dois iríamos ter.

⊱✿⊰

Nosso jantar foi feito a risos e brincadeiras, conversas bobas e engraçadas, alguns beijinhos e carícias também.

Quase uma hora e meia depois terminamos de preparar nossa refeição; Como a ideia do jantar havia sido minha, convenci Frank a jantarmos no quintal, perto da piscina. Durante um pequeno espaço de tempo livre que tive no preparo de um prato de outro, eu coloquei os pratos, taças, talheres e guardanapos na mesa do quintal; Também peguei minha pasta de desenhos e deixei escondida de baixo da mesa (a tolha que cobria a mesa era grande, batia no chão, então provavelmente Frank não iria ver minha pasta).

Colocamos tudo sobre a mesa e nos sentamos, em seguida nos servi uma taça de vinho e só então passamos a comer o prato de entrada, o suflê de queijo.

- Caramba Frankie, isso está realmente muito bom. – Falei após engolir a comida. – Nós dois cozinhamos muito bem!

- Sim Gerd, nós somos cozinheiros profissionais já. – Falou ele em meio a risadas. – Hoje você cozinhou melhor do que os outros dias. Você não comeu nada, ainda foi muito prestativo. – O comentário não foi sarcástico, mas sim fofo, um elogio. Antes de responder, engoli a comida e lhe lancei um sorriso grande.

- Obrigado Frank, por tudo. Você me ensinou muitas coisas nesse tempo que estamos juntos. Eu nunca vou esquecer isso. – Iero então se levantou, puxou a sua cadeira até meu lado (a mesa quadrada era grande, ele estava sentado em uma ponta e eu na outra), pegou seu prato, talheres e taças para só então, sentar-se e beijar meus lábios em um selinho estralado

Em geral, nós dois evitavamos intimidades desse tipo perto dos meus pais, já que ambos às vezes eram muito rígidos a respeito disso. Mas hoje era diferente. Mamãe já havia nos flagrado aos beijos e não falou nada; Donald provavelmente já desconfiava de alguma coisa, mas nada concreto, eu supus; E Mikey já sabia desde o primeiro dia que gostava (pra caralho) de Frank. Bom, e não era só por isso que hoje era diferente. Meus pais não estavam em casa, então significava que a casa era só minha (e de Mikey) por algumas horas. E foi por esse motivo que eu optei por fazer um jantar no lado de fora de casa.

Eu estava feliz, com um sorriso no rosto e as bochechas coradas, super atento ao que Frank me dizia.

Durante nossa refeição dos pratos de entrada e principal, conversamos sobre coisas bem aleatórias como o de costumes, bebemos muito vinho e ficamos de graça um com o outro.

Como já estávamos prestes a terminar o jantar, resolvi mostrar a Frank os três desenhos que fiz dele, na esperança dele gostar, é claro.

- Então Frankie... Eu tenho algo pra te mostrar. – Falei, pegando a pasta em baixo da mesa. – Aqui estão três desenhos que eu fiz de você. Nesse desenho aqui... – Fiz uma pausa rápida para lhe entregar o segundo (o primeiro desenho que eu fiz para ele, havia sido entregue na casa de Helena, no nosso café da manhã) desenho que eu havia feito dele. – Você estava dormindo na madrugada que fiz isso; Me aproveitei da cena e então desenhei você num plano geral, sentado naquela praça onde nos encontramos pela primeira vez. Esse segundo desenho... – Disse, enquanto lhe entregava a segunda folha. – Não sei se você se lembra, mas nós dois tiramos um foto no quarto ou quinto dia que você ficou aqui; Eu fiz o desenho baseado naquela foto! A única diferença é que eu coloquei algumas folhas e flores ao seu redor, para dar um aspecto mais... Fofo, para combinar com você. E por último... – Finalmente havíamos chegado no meu desenho favorito. – Eu gosto muito deste desenho em particular. Com algumas recordações que tenho daquele dia, desenhei você sentado em cima da manta azul, no exato momento em que eu havia acabado de chegar no nosso piquenique, super atrasado. A diferença do que realmente aconteceu é ângulo do desenho. – Disse. – Bom, eu já falei demais, agora é a sua vez... Você gostou?

- Se eu gostei?! Gerard, eu amei. Cada um desses desenhos representa alguns de nossos momentos juntos. Momentos que valem a pena ser recordados e registrados. Obrigado Gee, você não faz ideia do que isso significa pra mim. – Falou ele, levantando de sua cadeira para sentar-se em meu colo. Numa tentativa de ser romântico, peguei uma colherada do nosso pudim de chocolate e coloquei na boca dele. Em agradecimento, ele apenas sorriu. – Eu... Acho que devemos continuar aquela conversa que tivemos hoje mais cedo.

Nós dois nunca havíamos falado a respeito de sentimentos, mas hoje, as cartas estavam sendo colocadas na mesa, por assim dizer.

- Eu ainda me sinto mal por ter brincado com você na hora errada... Me desculpe Gerard. – Falou o garoto sentado em meu colo, referindo-se ao episódio de hoje cedo, quando lhe contei sobre meus sentimentos. – Você foi sincero comigo e então eu vou ser sincero com você também. O primeiro rapaz que eu beijei se chama Daryl Fuentes; Na época ele era meu vizinho e nós dois éramos amigos. Eu sempre achei que eu realmente gostava dele, mas hoje eu sei que não. E a resposta disso é simples... Só depois de conhecer você que eu descobri o que é gostar realmente de uma pessoa a ponto de quer tê-la nos braços o dia todo; a ponto de querer abraçar a pessoa e nunca mais largar; a ponto de fazer qualquer coisa por essa pessoa... E só pra registrar, "essa pessoa" é você, Gerd. Você entrou na minha vida num momento tão aleatório, mas já é de extrema importância para mim. – Falou Frank, acariciando meu rosto.

- Frank, eu te... –Olhei fundo nos olhos dele e pude realmente ver que era isso que ele esperava, mas infelizmente, eu não consegui dizer "eu te amo". Eu fiquei com medo e muita insegurança de ser precipitado demais. – Eu gosto de você, e muito. Quero ficar com você hoje, amanhã e todos os dias que eu puder. E é por isso que eu vou me mudar para New Jersey quando suas férias terminarem. E não adianta você retrucar, eu vou e pronto! – Iero ficou um tanto animado com isso, um sorriso se fez em seu rosto com a notícia. Se ele estava feliz, eu também estava. 

- Gerard isso é maravilhoso! É a melhor notícia que você já me deu! Vai ser tão perfeito conseguir ver você todos os dias. – Falou ele. – Então, vamos terminar de comer? Está ficando tarde e eu estou louco para dormir de conchinha com você.

- Está bem, vamos comer. – Disse, sorrindo graciosamente. Novamente, comemos em meio a beijos e carinhos e depois fomos lavar toda a louça.

No fim do dia, tudo ocorreu bem; Trabalhei pela manhã, passei a tarde com Frank e ainda tive a oportunidade de falarmos sobre sentimentos, num jantar pra lá fofo, delicioso e romântico.

Como o de costume, Iero e eu estávamos deitado juntos, porém ele estava dormindo em meus braços.

Uma só frase martelava em minha cabeça: "eu te amo". A frase que estava me impedindo de dormir... Eu realmente devia ter lhe dito que eu o amava, mas eu fui covarde e medroso à ponto de não conseguir falar o que eu sentia de verdade.

- Boa noite, Frankie... Eu te amo. – Falei baixinho, beijando o topo de sua cabeça e em algum momento, pegando no sono.

Eu estava nas nuvens; Não poderia existir alguém mais feliz que eu naquele momento.

Eu só não sabia que pela manhã às coisas iriam mudar...

                        ⊱✿⊰


Notas Finais


E esse foi o capítulo de hoje.. Pra lá de fofo! Tão doce que vocês ficaram até com cárie hahaha
Brincadeiras à parte... Espero que tenham gostado dessa fofura. Aproveitem bastante, porque depois disso as coisas vão piorar. Lamento informar isso, sorry :/

Me contem o que vocês estão achando!
Beijinhos pra vocês, amores!
Obrigada pelos favoritos, comentários e elogios!

Bjs ❤


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