História Hearts Suffered - Capítulo 18


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Categorias Histórias Originais
Tags Mosli
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Palavras 3.112
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Aventura, Esporte, Festa, Romance e Novela, Violência
Avisos: Álcool, Drogas, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Capítulo 18 - Precisamos fazer alguma coisa



Bia: O que está acontecendo? - ela perguntou para todos e vi muita gente sair correndo dali provavelmente para chamar a diretora.


Mili: Olha isso, minhas coisas estão tudo quebrada - eu disse passando o olho pelo quarto e tentando não acreditar que aquilo era verdade.


- Meninas, o que está acontecendo? - a diretora perguntou e no mesmo instante rolou os olhos pelo quarto.


Mili: É o que eu estou perguntando desde quando cheguei, posso saber o que aconteceu aqui? - perguntei indignada para diretora e ela ainda olhava o quarto.


- Vou mandar os faxineiros limparem isso, mas vou verificar algo nas câmeras e falarei com vocês duas - ela disse e saiu deixando apenas eu e a Bia ainda encarando o quarto.


Mili: Seja lá o que isso for, eu tenho certeza que não vai parar - eu disse olhando a Bia e ela me olhou assustada.


Bia: Vamos sair daqui, estou ficando com medo de verdade - ela disse me puxando e eu olhei pela última vez a frase escrita de sangue na parede.


[...]


Bia: Mas ai eu encontrei ela no quarto e pronto, tudo estava um caos - Bia falava pro Harry e pra Mari e eu apenas encarava qualquer ponto tentando não lembrar da frase. Eu estava calada desde o incidente e permaneci até agora. Bia puxava assunto comigo e eu respondia o máximo que tentava. Eu não estava em choque, eu não estava com medo. Eu só queria entender o porque daquela frase.


Duda: Milena eu posso falar com você? - Duda me chamou umas quatro vezes e eu não tinha visto. Só prestei atenção depois que a Bia me deu um beliscão e eu a olhei indignada.


Mili: Claro - falei.


Duda: Sabe eu precisava de uma ajuda.. - ele falava - Aí você podia... - eu apenas murmurava um claro, uhum e o tanto que a gente andava eu tinha total certeza que iriamos parar na Disney - Aí eu vi um porco voando - ele disse e eu parei na mesma hora o olhando confuso.


Mili: Um porco voando? - perguntei ainda confusa.


Duda: Milena, eu estou falando com você acho que à meia hora, ouviu alguma coisa? - ele disse me encarando.


Mili: Pra lhe ser sincera não Duda, desculpa - falei e vi o Mosca se aproximando fazendo um toque com ele.


Mosca: Oi


Mili:  Olá - eu disse e voltei a pensar na frase.


Duda: Eu vou colocar alguma coisa em sua boca pra você prestar atenção em mim - Duda disse irritado e eu apenas o fitei. Algo na boca, bebida e droga, eu estava ligando os pontos e tentava achar alguma coisa que fizesse sentido naquela história.


Mosca: O que aconteceu? Por que ela esta assim perdida? - perguntou como se eu não tivesse ali e realmente só meu corpo estava ali, mas minha cabeça estava longe.


Duda: Milena - Duda se irritou e me empurro pro armário fazendo meu corpo chocar devido ao impacto. Gemi de dor e Mosca o olhou feio - O que está acontecendo com você? - eu o encarei agora e prestei atenção em seus olhos que estavam faiscando a princípio - Eu estou tentando falar com você, mas a única coisa que você me respondeu foi porcos voando - ele disse com um tom irritado.


Mosca: Porcos voando? - perguntou rindo e me contive pra não ri junto.


Mili: Desculpa Duda, é que aconteceu uma coisa hoje que não saí da minha cabeça - falei olhado pro chão e o mesmo me soltou.


Duda: O que aconteceu? - ele perguntou preocupado e o encarei, naquele momento eu só queria um banco pra ficar da mesma altura que eles porque sinceramente? Era muito humilhante.


Mili: Eu cheguei hoje no colégio e encontrei um grande tumulto na porta do meu quarto, quando me aproximei vi várias coisas quebrada e tudo estava melado de sangue - eu disse e vi os dois ficarem confusos.


Duda: O quê? Quem fez isso? - perguntou e eu balancei a cabeça negativamente.


Mili: Não sei e o pior - eu parei e encarei o final do corredor tentando lembrar da frase escrita na parede do quarto.


Mosca: E o pior? - perguntou e eu encarei aqueles olhos castanho escuro.


Mili: Tinha uma frase escrito de sangue na parede - falei e os dois franziram o censo.


Duda: Escrito? - pediu pra continuar e eu os fitei.


Mili: Isso é só o começo - disse e engoli o seco vendo os mesmo reagirem da mesma forma que eu.


Duda: Como que alguém entra aqui assim? - perguntou rodando e tentando pensar em algo.


Mili: Não sei, só sei que tem uma coisa que não saí da minha cabeça também - eu disse.


Mosca: Que coisa? - perguntou.


Mili: Eu tenho suspeita que esse recado não foi pra mim e sim pra Bia - disse e vi o Duda parar me encarando sério.


Duda: Como assim? - ele perguntou se aproximando de novo.


Mili: Quando você disse vou botar algo em sua boca foi só no que prestei atenção. Eu pensei em bebida, alguém, droga - disse repetindo o que me consciência falava.


Mosca: Você está tentando dizer que... - Mosca ia continuar mas foi interrompido pelo Duda.


Duda: Que a pessoa que fez isso pode ser a mesma pessoa que drogou ela na casa do Renê? - ele perguntou em um fio de voz e eu assenti. Vi que o mesmo deu um murro no armário o que me fez da um pulo por ter me assustado.


Mili: Eu disse que suspeito, não que seja a pessoa, mas eu tenho quase certeza que seja isso - o olhei vi o mesmo tentando não se irritar.


Duda: Por quê? Por que essa pessoa faria isso? - ele perguntou.


Mosca: Quem é essa pessoa? - perguntou tentando amenizar a situação mais só ia piorar.


Mili: O padrasto dela - disse e vi o Duda me encarar completamente irritado.


Duda: Quer dizer que o padrasto dela fez aquilo com ela na festa e ele ainda está solto? - ele gritou fazendo Mosca o puxar pra ficar calmo e não destruir a escola.


Mili: Olha eu tentei avisar a Bia, mas ela é cabeça dura, eu disse pra ela falar com a mãe, mas precisou acontecer aquilo para ela falar a verdade - eu disse irritada.


Duda: E as câmeras que tem no corredor do quarto de vocês? - ele perguntou.


Mili: A diretora disse que ia olhar, eu só peço que tudo que a gente conversou agora, vocês não falem pra Bia, eu preciso ter certeza e se contar algo, ela vai correndo tirar satisfação - eu pedi e vi o Duda correndo até a sala da diretora - Por favor não conta a ninguém ta?! - pedi ao Mosca e ele me encarou.


Mosca: Ela precisa saber - ele disse calmo.


Mili: Eu vou contar, mas não agora. Eu conheço minha amiga, e sei que ela iria correndo falar com o ex padrasto dela, e eu não quero que nada aconteça com ela, então me prometa Mosca que você não vai falar - eu o encarei e ele permanecia seus olhos no meu. Era errado aquela distância mas eu não poderia deixar ele falar.


Mosca: Eu prometo - disse por fim e eu sorri.


Mili: Obrigada.


[...]


Mili: Isso meninas, um, dois, três, quatro - falava enquanto as meninas faziam um salto x - Thiago, você consegue, acredite em você. Você é forte consegue segurar ela, não precisa ficar nervoso - disse e recebi um sorriso do mesmo. Ele ficava inseguro quando fazia extensão coxa. A Base era fundamental e ele não podia perder o foco por isso. Vi todos se posicionando e fazendo o Flyer perfeitamente. Sorri em aprovação - Pirâmide - gritei e todos se posicionaram. Poderia dizer que estávamos mais que preparados. Todos estavam se empenhando e isso era o essencial. Sorri orgulhosa e finalizei o ensaio. Era só os principais e fundamentais que precisavam ser ensaiados e na próxima semana já ensaiaria todos os movimentos - Liberados - disse suspirando e vi todos batendo palmas.


[...]


Corri com o uniforme tentando procurar os meninos e perguntar se conseguiram algo com a câmera e só o que eu recebia no corredor era murmúrios de garotos me chamando de gostosa, eu poderia voltar e bater na cara de todos, porém eu estava focada demais em uma coisa. Me esbarrei em alguém e o mesmo me segurou.


- Quanta pressa - ele disse sorrindo.


Mili: Eu estava procurando você e o Duda. Ele achou algo? - perguntei e vi o mesmo descer seus olhos em meu corpo o que me fez revirar os olhos.


- Não sei se ele achou, mas eu achei - ele disse ainda olhando minhas pernas. Não pensei duas vezes e então dei um tapa em sua cabeça fazendo o mesmo me olhar.


- Ai, doeu - ele passou a mão no lugar em que eu bati.


Mili: Mosca, eu estou falando sério e você tá de graça - o repreendi e recebi um sorriso malicioso.


Mosca: Se você trocasse de roupa - ele falou e permaneceu com seu sorriso.


Mili: Que seja, cadê ele? - perguntei.


Mosca: Não sei, ele sumiu desde aquela hora - ele falou.


Mili: Vamos procurar vem - o puxei e vi seu olhar parar em minha bunda. Vai se ferrar - Olha de novo e você ficará sem os seus olhos lindos - disse e vi o mesmo parar.


Mosca: Olhos lindos? - ele perguntou entre risos e eu parei pra o encarar.


Mili: Sério? - perguntei entediada.


Mosca: Que mais que é lindo? - ele se aproximou e eu recuei.


Mili: Você bebeu? - perguntei e vi o mesmo continuar se aproximando. Bati com minhas costas na parede e vi o mesmo colocar as duas mãos nela me impedindo de passar.


Mosca: O que mais é lindo? Gostei de ouvir - ele disse sorrindo e eu bufei.


Mili: Sabe o que é lindo? Eu dar um chute no seu amiguinho aí de baixo e você se contorcer no chão - eu disse e vi o mesmo se afastar protegendo-se.


Mosca: Saí daqui - ele disse entre risos e não evitei em ri também. Encarei o corredor e percebi um branquelo se aproximando. Era ele.


Mili: Duda - eu chamei e vi o mesmo correr se aproximando da gente.


Mosca: Novidade? - perguntou e o vi com um dvd provavelmente das gravações.


Duda: Sabe o que eu achei? - ele sorriu e então eu fiquei esperançosa.


Mili: O quê? - sorri provavelmente esperando que minha suspeita esteja correta.


Duda: Nada, simplesmente nada - ele gritou jogando o dvd no chão e pisando.


Mosca: Mais o quê? - perguntou um tanto confuso assim como eu.


Duda: Esse idiota não é tão idiota assim. Ele quebrou as câmeras antes de fazer algo no quarto de vocês.


Mili: Mas que porra - eu já estava descontrolada, o Duda estava morrendo de raiva e o Mosca estava confuso tentando pensar em algo que solucionasse.


Mosca: Milena calma - falava e eu ficava mais nervosa.


Mili: Como eu vou ter calma? Tem um louco, um maníaco atrás da minha amiga e a gente não sabe nem quem é - eu gritava tentando controlar o choro.


Mosca: Eu tenho uma solução - ele disse e eu e o Duda o encaramos - O quarto das meninas tem a janela que dá pro jardim certo? - ele perguntou e eu assenti e então ele continuou - A diretora é inteligente, ela sabe cada passo que alguém da nessa escola por quê? - ele perguntou e eu franzi a testa.


Mili: Por causa das câmeras? - eu tentava acompanhar o raciocínio lógico dele assim como o Duda.


Mosca: Exato, porém não tem câmeras apenas na área interna - ele disse sorrindo e então eu olhei o Duda.


Mili: Tem na área externa - eu disse e ele assentiu.


Mosca: As câmeras que dão a visão do jardim pro quarto das meninas são escondidas pra que ninguém as veja - ele disse e eu o encarei confusa e sorridente.


Mili: Como você sabe que elas são escondidas? - perguntei e o Duda sorriu.


Mosca: Tem certeza? - sorriu malicioso e eu apenas gargalhei, não acreditando.


Mili: Que nojo de vocês - eu disse ainda entre risos e os vi rindo também.


Mosca: O que interessa agora é a gente ir até a diretora e perguntar sobre as filmagens - ele disse.


Mili: Vamos então - caminhei apressada pelo corredor com os dois ao meu lado.


[...]


Mili: E então diretora? - perguntei pela terceira vez já que ela se recusava a abri o sistema de câmeras do jardim.


- Como você, Bittencourt e Campos sabem que tem uma câmera escondida no jardim? - ela perguntou pondo os cotovelos em cima da mesa e os fitando.


Mosca: Então professora assim... - começou mas vi seu desespero em sua voz.


Mili: Olha senhorita Jeniffer, eu acho que não precisamos disso. Estamos aqui pra coletar informações sobre o que aconteceu no meu quarto. Eu sei que é norma da escola não autorizar mas vejo que dentro dessas circunstâncias não tem outra alternativa. A escola é responsável pelas pessoas que entram e saem daqui e então eu não vejo problema algum em saber quem foi o irresponsável por essa bagunça. Até porque pode ser uma brincadeira dos alunos e então? Ficará por isso mesmo? A senhora vai deixar o trauma das pessoas que viram aquilo no meu quarto? Acho que a senhora é competente demais pra deixar esse ocorrido passar despercebido - falei com total tranquilidade a vendo ficar um tanto surpresa com meu discurso, afinal, aquilo não passava de puro teatro.


- Muito bem, eu visualizei as imagens da câmera e pude perceber um movimento realmente estranho, mas não consegui identificar, então como total sigilo entre nós, entregarei o dvd e quero que você se responsabilize por isso. Qualquer suspeita ou algo que precise, só vim até a minha sala e eu tentarei ajudar ao máximo. Agora se me permitem, eu preciso ir, tenho um compromisso - ela sorriu e indicou a porta para que saíssemos. Assim feito e com dvd em mãos, passamos pela porta e percebi os olhares dos meninos em mim.


Mili: O quê? - perguntei confusa e eles se entre olharam.


Mosca: Que lábia hein?! - falou. Sorri como resposta e o Duda balançou a cabeça rindo também - Mandou bem baixinha - ele passou o braço em meu ombro e caminhamos pelos corredores até o quarto deles para olhar aquele maldito dvd.


Duda: Você sabe que se alguém te pegar aqui você será suspense sim? - perguntou fechando a porta e o Mosca pegou o notebook.


Mili: Como se eu já não tivesse entrado aqui - revirei os olhos e Mosca nos encarou.


Mosca: Você já veio aqui? - perguntou e na mesma hora fechou a cara.


Mili: Pois é, vim fazer uma visitinha para o meu amigo aqui não é mesmo? - bati nas costas do Duda e pude perceber ele tossir em nervosismo.


Duda: E então o dvd... - ele disse quebrando o silêncio que tinha ficado depois daquilo.


Mosca: Essa porra ta demorando pra carregar  - disse irritado e eu caminhei pelo quarto e pude perceber algumas fotos.


Mili: Não sabia que vocês gostavam de fotos - zoei com o porta-retratos rosa que estava em cima da peça do Vyni.


Duda: Ele não viu que a gente pintou de rosa - disse.


Mosca: Aqui, conseguimos - ele disse e eu corri sentando no meio dos dois.


Mili: Ele fez isso de noite, covarde e esperto - disse rangendo os dentes.


Duda: Parece que ele gosta de preto - notou e então olhei bem, não dava pra identificar, a câmera era muito afastada e a imagem ficava pequena, forcei os olhos na tela do computador e percebi que o sangue que estava na parede era feito como tipo de spray. O vi descendo a janela e pude perceber seu pulso sendo descoberto devido a longa capa que ele usava.


Mili: Para. — Gritei e arregalei os olhos. Era ele, era mesmo o padrasto da Lilly, mas o que diabos ele queria com ela? Por que que ele não simplesmente ia embora?


Duda: É ele num é? - fechou os olhos tentando controlar a raiva, mas naquele momento eu não o julgava, eu queria chorar, eu queria fazer algo pela minha amiga, e simplesmente não podia chegar na delegacia e dizer o que estava acontecendo sem ao menos ter alguma prova de que ele tenha tocado ou ameaçado ela. Por mais que tenhamos dois dvds dele quase querendo foder com a vida dela, ainda não era prova suficiente pra tentar prendê-lo.


Mosca: Calma Mili - ouvi a voz rouca do Mosca me confortar, mas naquela hora tudo o que eu queria era quebrar um carro com uma marreta bem grande.


Duda: Calma? Esse filho da puta tentar ferrar com a Bia pela segunda vez, fora a frase que não sabemos o que quer dizer - disse irritado e batendo o pé.


Mili: Esse cara é um louco, não só ela tá em perigo, mais a mãe dela também - eu disse aos prantos só em pensar na tia Louise sendo atacada. Ela era a única coisa que restava pra Bia, fora o pai que não sabia onde se encontrava.


Mosca: Precisamos fazer alguma coisa - disse e então levantou tentando achar alguma solução.


Mili: Eu já sei o que fazer pra pegar esse filho da puta - disse e eles me encararam pedindo que eu falasse - Só que eu preciso de uma coisa.


Mosca: O quê? - perguntou se aproximando.


Mili: Eu tenho que fazer isso sozinha - falei decidida olhando pros dois.


Mosca: Você tá louca? Mais nem fodendo você vai ficar sozinha com aquele imbecil - disse com raiva e o Duda me encarou confuso.


Mili: Eu preciso, ele não vai tocar em mim - eu disse e percebi o Duda balançar a cabeça em negação.


Mosca: Você não pode ficar sozinha com ele Milena, é arriscado - Duda se aproximou também e os dois já me encurralavam naquele quarto. Eu poderia até dizer que era uma situação boa, afinal os dois são muito gostosos e que garota não ficaria em um quarto com aqueles Deuses. Porém a situação é seria e deixei esses pensamentos inoportunos pra la.


Mili: Já decidir, e isso vai acontecer sexta-feira - eu disse por fim deixando o quarto e saindo daquele corredor o mais rápido que pude.
 


Notas Finais


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