História Hearts Suffered - Capítulo 5


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Categorias Originais
Tags Mosli
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Palavras 2.127
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Aventura, Esporte, Festa, Romance e Novela, Violência
Avisos: Álcool, Drogas, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Capítulo 5 - O que você fez com ele?



Mili: Sempre soube que você era um fracassado, mais usar bomba Bittencourt? Não esperava - por que ela, por que Deus? Apenas botei as mãos na testa na tentativa de me acalmar, agachei e peguei os remédios que caíram.


Mosca: Cala a boca ok? Não se mete - disse seguindo meu rumo, mas fui parado pela sua resposta.


Mili: Vou gritar e dizer que você está usando comprimidos - ela sorriu e abriu a boca, fui mais rápido e pressionei minha mão em sua boca chocando nosso corpos na parede.


Mosca: Fica quieta uma vez na vida ok? Esses remédios não são meus, agora me deixa em paz - a olhei e só nesse momento puder ver sua íris de tão perto que estávamos. Ela podia ser irritante, mais era linda e ninguém negaria isso. Ela me encarou perdida devido ao pequeno espaço que se encontrava entre a gente e assentiu com a cabeça - Obrigado - a larguei e voltei a andar apressadamente antes que alguém mais me encontrasse com esses comprimidos.


[...]


Duda: Onde estava? - perguntou entrando no quarto sem o Vyni.


Mosca: Estava resolvendo um negócio - disse, deitando em minha cama e olhando o teto.


Duda: Fala ai, o que aconteceu? Treinador disse que você foi levar o Renê na enfermaria - falou deitando também e pegando de novo a maldita almofada e jogando pra cima.


Mosca: Como ele disse, fui levar o Renê, ele tava passando mal - omitir.


Duda: Tudo bem.


Mosca: Cadê o Vyni? - finalmente perguntei dando a falta daquele gay.


Duda: Ta pegando aquela menina de novo, vai dar em namoro você vai ver - ele disse colocando a almofada na cabeça.


Mosca: Espero, não aguento mais ele dizer que comeu uma e não da conta, assim, ele aquieta o cu - disse revirando os olhos e trocando de posição - E a Bia? Tem falado com ela? - perguntei já que fazia três dias depois do beijo e o Duda não ter pegado nenhuma outra garota.


Duda: A Bia - ele olhou pro tento e ficou pensando, meu Deus mais um, cadê meus amigos fodões? Ri com a cena que ele se encontrava e apenas murmurei um boa noite veadinho.


[...]


Duda: Me deixa Mosca - Duda resmungava enquanto eu tentava pela última vez chamá-lo.


Mosca: Vyni! - gritei, o mesmo olhou pra mim - Que tal acordamos a princesa aqui? - perguntei sorrindo malicioso e o mesmo retribuiu.


Vyni: Pra já! - ele foi até o banheiro e voltou com um balde d'água, e uma pasta de dente.


Mosca: Passa nas duas mãos dele e eu jogo água - disse e assim fiz - Agora! Um, dois, três - joguei a água e o mesmo se assustou passando a mão na cara - Agora não precisa mais tomar banho e nem escovar os dentes, acorda vagabundo - falei jogando balde em cima dele e saindo com o Vyni pro refeitório - Vamos chamar o Renê - disse acenando pra ele e o mesmo veio até nós.


Renê: Fala manos - ele fez o toque comigo e com o Vyni, me olhou e eu já sabia do que se tratava, então apenas balancei a cabeça em um gesto positivo e ele murmurou um obrigado - Cadê o Duda? - ele perguntou quando a gente sentou.


Mosca: Serve aquele ali? - apontei pro cara de azedo que vinha até nossa mesa e sentou em nossa frente - Como foi o sonho amor? - perguntei tentando não rir.


Duda: Você e você - ele apontou pra mim e pro Vyni - Vão me pagar caro, pode apostar - não aguentamos e soltamos gargalhadas.


Renê: O que aconteceu? - perguntou pro Duda.


Duda: Nada, esses panacas aí que vão ter o que merece - ele levantou e foi buscar o café da manhã.


Mosca: Ele tem um senso de humor e simpatia ótimo de manhã, num acham? - perguntei ao Vyni e ao Renê e os mesmos acenaram com a cabeça rindo.


[...]


Mosca: E então não vai ter treino hoje? - perguntei ao Duda em minha frente.


Duda:  Não porque as meninas vão ensaiar, aí o treinador liberou a gente - respondeu com a boca cheia.


Vyni: Que nojo cara -  falou.


Duda: Bia - ele sussurrou pra si mesmo, mas pude ouvir, olhei pra trás no mesmo instante e lá estava ela com a Milena.


Mosca: Duda posso falar com você? - perguntei só pra ele ouvir.


Duda: Sim - ele dizia ainda olhando pra ela.


Mosca: Qual seu problema? Ta todo afim da Bia e num vai até ela - falei o empurrando até o corredor onde dava até os armários.


Duda: Não estou afim dela cara, para de paranoia - ele disse revirando os olhos.


Mosca: Estou vendo, fica parecendo um retardado toda vez que a vê, fora ontem que você falou o nome dela quatro vezes quando estava dormindo. Sorte sua que o Vyni tem um sono pesado, se não ele te zoaria até a morte - falei tirando meus materiais do armário.


Duda: Falou o que ta todo cheio de sorrisinhos pro lado da Milena - se defendeu.


Mosca: Só tem um problema meu querido. Eu não fiquei com a Milena, a gente se implica e os sorrisinhos se você não percebeu é pura ironia. Aquela menina é um vulcão - disse me defendendo e ele apenas afirmou com a cabeça.


Duda: Tá então, vamos assistir o treino das meninas? Estou louco pra ver elas com aqueles shorts minúsculos - ele sorriu malicioso, esse é o meu amigo. Estávamos a caminho do ginásio já que seria aula vaga, sentamos na arquibancada e já víamos algumas meninas se preparando, Hayley me viu e soltou um beijo, fingi que peguei e sorri, vadia. Duda estava ao meu lado a procura de uma, já que esforçava o máximo pra tentar achar alguém no meio de todas, e só quem poderia ser? Bia.


Milena Collins


Mili: Muito bem meninas! Estamos muito sincronizadas, desse jeito vamos conseguir - disse encerrando o ensaio.


Bel: Podemos ir? Estamos cansadas - perguntou assenti e todas recolheram suas coisas. Fui até o meu armário pegar a bolsa com roupa para trocar e tomei um susto quando vi a Bia entrar correndo.


Mili: Quer me matar garota? - perguntei colocando a mão no peito.


Bia: Desculpa, estava procurando você - ela disse sentando no banco e eu entrei na cabine para tirar aquela roupa - Você viu? Os meninos estavam na arquibancada - ela disse.


Mili: Vi, era treino deles, o treinador liberou pra gente ensaiar - falei, colocando o meu uniforme na bolsa.


Bia: E sabe quem tava te comendo com os olhos? - ela perguntou.


Mili: Quem? - disse fechando o zíper da minha bolsa que por um momento decidiu emperrar.


Bia: Felipe Bittencourt - assim que ela falou puxei o zíper com tanta força que fechou quase quebrando a ponta.


Mili: Ah foi? Hum, o que tem? - perguntei me fazendo de desentendida, na verdade eu não estava nem ai se ele olhava pra mim ou deixava de olhar.


Bia: Você só pode ser uma tosca mesmo, um Deus grego te olhando e você fala hum, o que tem vai se foder Milena - ela disse passando na minha frente.


Mili: O que você queria que eu falasse? Sério? Meu Deus vou correr e dar pra ele - a imitei e o mínimo que recebi foi uma gargalhada, que por um momento eu cedi e ri também.


Bia: É acho que não, mas sei lá amiga, ele ta estranho - ela disse abrindo a porta do ginásio


Mili: Todos nessa escola é estranho, inclusive você! Porque ta falando dele? Meu Deus parece um disco arranhado.


Bia: Vamos amanhã mesmo no shopping? - perguntou mudando de assunto.


Mili: Claro! Só tem um problema - falei abrindo a porta do refeitório e sentando na mesa.


Bia: Qual? - perguntou confusa.


Mili: Como vamos se temos aula amanhã? Esqueceu que a gente esta trancada nesse labirinto de escola? - perguntei.


Bia: Já sei! Sua mãe, liga pra ela e pedi para liberar a gente - solução perfeita, só espero ela concordar com isso.


Mili: Vou tentar - peguei o celular e disquei o número dela - Oi mãe.... to... to mãe relaxa... ta bom... eu queria te pedir um favor... é que vai ter uma festa na casa de um amigo sexta a noite, e sabe eu e a Bia queríamos ir no shopping amanhã, tem como liberar a gente mãe? Por favor... ta mãe, ta bom, beijos te amo também, tchau - Encerrei a ligação e olhei pra mesma que tinha os dedos cruzados em cima da mesa.


Bia: E então? - ela me incentivou a falar.


Mili: Que pena... - comecei, mas a mesma me cortou


Bia: Que droga só porque eu queria ir, eu precisava ir... - a cortei.


Mili: Que a gente não vai ter aula amanhã - sorri e a mesma gritou empolgada atraindo olhares.


Bia: Sua vagabunda porque você faz isso? Não tem medo de morrer antes de falar tudo?


Mili: Não, agora vamos antes que nos atrasemos para a próxima aula.


[...]


Finalmente livres, irei para o meu quarto e tomar um banho. Bia ficou de pegar alguma coisa com alguém que não prestei atenção. Caminhei perante aquele corredor imenso e vazio. Era estranho quando passava por aqui e sempre esbarrava em alguém e hoje? Alguém está nesse corredor era novidade. Sem dúvida todos estão no pátio a essa hora e eu simplesmente querendo minha bela cama. Estava virando o corredor quando me esbarro com algum ser. Tava demorando pra isso acontecer.


Mili: Renê? - perguntei franzindo a testa.


Renê: Oi? - respondeu gaguejando. E então percebi que ele estava pálido e soando frio.


Mili: Está tudo bem? - perguntei desconfiada.


Renê: Tá sim, agora eu vou indo - ele voltou a andar.


Mili: Pode parar Renê McField, você não vai a lugar nenhum - disse segurando o braço dele.


Renê: Milena eu preciso ir... - foi tarde demais até ele desmaiar. Meu Deus o que eu vou fazer? Eu estava sozinha naquele corredor com um garoto desmaiado. Peguei meu celular e tentei ligar pra Bia mais só caía na caixa, a única maneira de fazer alguma coisa era chamar por alguém.


Mili: Renê, por favor acorda - Eu dava leves tapas em sua bochecha - Acorda! Se você tiver me zoando eu te mato, acorda por favor - tentativa falha, só me restava uma opção - Socorro, socorro, alguém me ajude - eu já estava desesperada, não conseguia nem levantar ele por causa do peso e eu estava sozinha, porque Deus porque comigo? - Socorro por favor alguém - vi que não tinha outro jeito tentei levantá-lo até ouvir passos se aproximando.


Mosca: O que você fez com ele? - chegou correndo e o levantando.


Mili: Eu não fiz nada, eu estava passando pelo corredor e o encontrei pálido e soando frio, e do nada ele desmaiou - falei o ajudando passando o outro braço dele pelo meu ombro.


Mosca: Vamos levá-lo até a enfermaria - tentamos andar de pressa, mas só tentamos mesmo, porque o Renê poderia ser magro, mais ele era muito pesado. Enfim chegamos e a enfermeira pediu pra que nós saíssemos.


Mili: O que será que ele tem? - perguntei olhando o jardim pela janela.


Mosca: Não faço ideia - respondeu. Mais silêncio, e menos notícia do Renê, eu já estava agoniada e eu acho que deu pra perceber porque o Mosca não parava de me olhar - Ainda acho que tem dedo seu nisso, porque esta tão preocupada?


Mili: Eu não fiz nada com ele - disse pausadamente - Se você não acredita problema é seu, e eu estou preocupada sim.


Mosca: Pra mim quem se preocupa de mais tem algo aí.


Mili: Chega, cansei de você, fica aí com seu amigo - cuspi as palavras na cara dele e ia saindo até ele segurar meu braço.


Mosca: Pra mim isso pode ser um teatro também - ele disse fixando aqueles olhos castanho escuro no meu, apenas puxei meu braço e sai.

 
[...]


Eu saí correndo deixando aquele tapado lá. Estava sentada na cama contando o que aconteceu pra Bia que ficou chocada.


Bia: Será que ainda vai ter festa?


Mili: Bia! - a repreendi.


Bia: Tá desculpa, mas sério que o Mosca achou isso? - ela perguntou deitando.


Mili: Achou, mas também não ligo, não estou nem aí pro que aquele imbecil acha de mim - disse, deitando a cabeça no travesseiro e olhando pro teto.


Bia: Relaxa amiga, dorme e esquece ele, boa noite - falou virando para outro lado da cama.


Mili: Boa Noite - falei baixinho.


Notas Finais


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