História Heaven - Capítulo 1


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Categorias EXO
Personagens Byun Baek-hyun (Baekhyun), Kim Jong-dae (Chen), Kim Min-seok (Xiumin), Oh Se-hun (Sehun), Park Chan-yeol (Chanyeol)
Tags Byun Baekhyun, Chanbaek, Chen, Exo, Kim Jongdae, Kim Minseok, Oh Sehun, Park Chanyeol, Xiuchen, Xiumin
Visualizações 10
Palavras 2.888
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: LGBT, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Violência, Yaoi (Gay)
Avisos: Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Essa fanfic me lembrou da música que o Chanyeolie cantou um dia com o violão! O nome da música é "Creep" do "RadioHead". Ouçam pq é muito boa na versão do Chanyeol!

Boa leitura!<3

Capítulo 1 - Capítulo I


 Baekhyun estava correndo num imenso pátio escuro. " Você precisa proteger Park Chanyeol"

— Quem é Park Chanyeol? 

Ele questionava à voz. Silêncio. Olhou-se num grande espelho e lá estavam as mesmas asas brancas atrás de suas costas. O cômodo agora estava repleto de espelhos, o que deixava Baekhyun ainda mais confuso. A voz repetia a frase inúmeras vezes. O jovem não aguentou, estava enlouquecendo. Tampou os ouvidos, mas foi em vão. A voz estava em sua cabeça e era impossível cessá-la.

Byun deu um grito. 

Finalmente, o rapaz acordou. O coração estava disparado. O suor escorria por sua face. Byun passou a mão pelas costas e suspirou de alívio ao notar que não havia asa nenhuma.

— Foi só mais um sonho estranho... - disse para si mesmo, consolando-se. 

Baekhyun não sabia o que estava acontecendo consigo, e esses sonhos estavam começando a se tornar muito frequentes. Todas as noites tinha o mesmo sonho, as asas de anjo, os inúmeros espelhos, a voz pedindo para que ele protegesse um tal de Park Chanyeol, que ele nem ao menos conhecia. 

Levantou-se da cama e foi até o espelho, acendeu a luz. Nada de asas. Olhou com atenção. Os seus ombros eram, de fato, bem proeminentes, o que dava a impressão de serem um par de asas se olhasse com atenção. Talvez ele fosse mesmo um anjo. Talvez fosse apenas mais um sonho estranho... é, talvez.

Baekhyun olhou no relógio ao lado de sua cama, que marcava sete horas da manhã. Estava atrasado para o trabalho. Byun morava sozinho num apartamento pequeno, porém era suficiente para apenas uma pessoa. A sua vida social era bem movimentada, uma vez que possuía inúmeros amigos. Ele era formado em publicidade e trabalhava em uma agência que ficava a poucos quilômetros de sua casa. Felizmente, o local era tão perto que ele podia ir a pé.

( . . . )

O rapaz de cabelos acinzentados estava caminhando pelas ruas. Checava o relógio a cada segundo, preocupado em perder hora. Quando tinha esses sonhos, raramente acordava com o som do despertador.

As ruas estavam movimentadas, já que era uma manhã de segunda-feira. Baekhyun bufou, irritado.

— Maldito sonho! Se eu me atrasar estarei ferrado!

De repente, um rapaz de cabelos escuros e mais alto do que Byun, esbarra com força no braço do mesmo, que quase se desequilibra.

— Ei, olhe por onde anda... 

Os seus olhos se cruzam e um arrepio percorre a espinha de Baekhyun. Algo naqueles olhos era tão familiar. Baekhyun podia jurar que viu faíscas saírem quando os olhares dos dois se encontraram. Teriam se visto alguma outra vez? 

— Ah...perdão! - o moreno, que não parecia ser do tipo que sorri muito, esboçou um sorriso. Ele sentiu igualmente uma conexão instantânea com o moço de cabelo acinzentado. Talvez eles já houvessem se conhecido em outras existências - eu preciso chegar no trabalho antes das oito! Estou com pressa, sinto muito mesmo...

— Tudo bem, eu estou correndo contra o relógio também! - o mais baixo riu. Era incrível como aquele homem havia conseguido roubar um riso seu numa segunda de manhã- posso saber o seu nome? Me chamo Byun Baekhyun! - nesse instante, Baek tirou um papel do bolso e uma caneta da mala de trabalho e anotou o número do celular. Entregou o papel nas mãos do moreno- caso não nos vejamos mais. Você parece ser um cara legal! Me ligue se quiser sair um dia desses! 

— Eu me chamo Park Chanyeol! Prazer, Byun! Ah, eu ligo sim! Preciso ir! Se eu não estivesse tão ocupado, pagava um café para nós! A propósito...o que é isso atrás das suas costas? Parecem...asas de anjo! Enfim...bela fantasia! - a fala soou genuína. Park realmente pensava que Baek as havia comprado em alguma loja.

Aquele nome...tão familiar...era o mesmo nome que Byun ouvira tantas vezes em seus sonhos. Seria apenas uma coincidência da vida ou eles teriam sido destinados a se encontrar? E por quê em seus sonhos a voz lhe dizia que precisava proteger um tal de Park Chanyeol? Seria esse Park Chanyeol? A sua cabeça rodopiava, cheia de incansáveis e indecifráveis mistérios. 

— Pera aí...asas? Eu não tenho asas! - ele olhou o mais alto, confuso.

Passou a mão pelas próprias costas e não sentiu nada. O que estava acontecendo? Byun queria que tudo isso fosse um sonho, mas era justamente o oposto. Os seus sonhos estavam se tornando cada vez mais reais e isso o assustava.

— Sim! Essas aqui... - Chanyeol tocou com delicadeza as macias penas brancas que povoavam as supostas asas do outro. Baekhyun nada sentiu- de qualquer forma, preciso ir! - o moreno afastou-se e foi para o trabalho.

Apenas Park conseguia enxergá-las e tocá-las? O rapaz estava cada vez mais confuso. Caminhou até chegar no prédio e subiu de elevador até o andar em que trabalha junto com Kim Jongdae e Kim Minseok. 

— Byun....está tudo bem? Parece que você viu um fantasma! - Chen riu ao notar a expressão espantada de Baek.

— Está acontecendo umas coisas estranhas comigo, Chen...eu acho que estou ficando maluco!

— Mas isso você sempre foi!

— Não, Jongdae, é sério! Eu estou tendo uns sonhos bem perturbadores já faz um mês mais ou menos. Sonho sempre que estou correndo em um pátio escuro e que uma voz me persegue pedindo para que eu proteja um tal de Park Chanyeol. Sempre me vejo com um par de asas enormes de anjo e depois vários espelhos me circundam. É aterrorizante! Para piorar, hoje cedo esbarrei com um homem que chamava Park Chanyeol, acredita? O mesmo nome do meu sonho. Ele ainda disse que viu umas asas atrás das minhas costas e achou que eu estivesse com fantasia...mas eu não vejo nada nas minhas costas! 

— É, você está mesmo ficando doido! - Chen debochou e voltou a arrumar uns papéis em sua gaveta.

— Não sei o que fazer...dei o meu número para ele, mas, honestamente, estou preocupado! Será que proteger ele é a minha missão de vida? Será que eu sou mesmo um anjo?

— Bom, um anjo é a única coisa que você não é! - foi a vez de Xiumin de provocá-lo.

— Vocês dois estão rindo da minha situação, mas eu sei que não estou doido! Nessa vida tudo é possível!

— É, menos você ser um anjo! - Minseok riu novamente e Baekhyun arremessou um estojo na face do amigo, que ria enquanto passava a mão sobre o local dolorido.

— Enfim, já que vocês não me compreendem, vou começar os meus afazeres. Já estou encrencado por ter chegado atrasado! 

Byun se sentou em sua escrivaninha e tentou escrever um parágrafo do anúncio que eles estavam planejando. Mas não conseguiu pensar em nada e a sua cabeça doía. Várias perguntas povoavam a sua mente e ele já começava a sentir os efeitos de uma noite de sono mal dormida. Chen aproximou-se dele e tocou-lhe o ombro com suavidade.

— Você está se sentindo bem, Baek? Se quiser, posso te levar pra casa! Eu e Xiumin damos conta do seu trabalho por hoje! 

— Não precisa, obrigado! Eu só estou cansado... 

( . . . )

As horas pareceram dias para o rapaz de cabelo cinza. As suas mãos tremiam e ele não sabia onde começava um pensamento e onde terminava outro. As suas ideias estavam confusas e sem nexo. Aquele encontro com Park só fez com que ele ficasse mais apavorado com tudo o que estava acontecendo. Por quê justo ele precisava proteger aquele homem? Ele não tinha idade suficiente para se defender sozinho? Sinceramente, não sabia qual seria ao certo a sua função na vida de Chanyeol. Porém, havia se afeiçoado à ele de maneira estranha e rápida.  

Na hora do almoço, Baekhyun revirava um prato de legumes com carne com o hashi. Xiumin estava sentado encima da mesa do escritório dos três e ria alegremente com Chen. Os amigos estranharam a apatia do outro, que sempre ria e fazia piadas sobre tudo.

—  Byun, você está péssimo. Já pensou em ligar para Chanyeol? Seja lá o que estiver acontecendo, as coisas vão se esclarecer com o passar do tempo, confie em mim!

—  É...acho que eu devia esquecer esse assunto, Chen! O que tiver de ser será, não é?

— Sim, sem dúvidas! Agora coma o seu ensopado! Você precisa de energia! Ainda temos que finalizar o projeto para aquela perfumaria!

—  Sim, vou comer! 

Byun expressou o melhor sorriso que conseguiu e devorou o seu prato de comida.

( . . . )

Após horas exaustivas de trabalho, Baekhyun retornou ao apartamento. Tomou um banho quente e colocou o seu pijama. Ele decidiu mandar uma mensagem para Chanyeol. Queria conhecê-lo melhor.

BAEK: Oi, Chanyeol! Aqui é o Baekhyun, que esbarrou em você mais cedo, rsrs tudo bem? 

CHAN: Ah, oi! ;) tudo, e você? Pera aí, eu vou ligar!

O celular vibrou e Byun atendeu.

— Alô? Baek? 

— Chanyeol! Oi, como vai?

— Vou bem, valeu! Então, eu tava no trabalho! Ajudo o meu pai a administrar a empresa automobilística dele aqui em Seul! Trabalho junto com meu primo de primeiro grau, o Oh Sehun! 

— Uau, que demais! Você parece ser um cara inteligente! Eu trabalho numa agência de publicidade com dois amigos meus! Hoje o dia passou bem devagar pra mim! - Byun riu- fiquei pensando em você e no quanto eu gostei de ter te conhecido. Nem nos falamos direito e eu já me senti tão feliz e tão bem, sabe?

— Que legal! Trabalhar com os amigos deve ser bom, mas nem tanto - ele riu- trabalho com o meu primo e já acho uma droga! Eu também gostei de te conhecer! Aah! Agora eu entendo o por quê das asas! Você é de humanas, deve ser do tipo que não se importa com a opinião alheia! Podíamos sair na sexta...o que me diz?

— Não é bem isso, eu não estava usando uma fantasia...é estranho mas...nem eu sei o por quê de você tê-las visto! Pois é, os meus amigos me enchem o saco mas eu os amo! Podemos sim, claro! Podemos ir num restaurante! 

— Aah...então deixa pra lá! Entendo! É assim mesmo! Poxa, acabei de me lembrar! Hoje eu trouxe algumas coisas pra fazer em casa, talvez sexta eu precise cuidar de alguns papéis! Você se importa de ficar na minha casa na sexta? Posso trabalhar enquanto conversamos ou comemos alguma coisa - ele riu.

Podemos sim, não tem problema nenhum! Eu como qualquer coisa, então não se preocupe com isso! Te vejo na sexta!- Byun riu. 

Após se despedirem, Chanyeol desligou. Baekhyun estava exausto e se dirigiu até o quarto. Programou o despertador para tocar às seis e meia e deitou-se. Dormiu rapidamente, tamanho o cansaço que sentia. O seu corpo implorava por descanso.

Baekhyun se viu no meio de um casarão, cheio de vasos de porcelana, quadros nas paredes e mobílias antigas. Ele caminhava lentamente, tentando entender aonde estava. Pelo menos aquela voz não estava ali para torturá-lo. Ao chegar no que parecia ser uma sala, Byun viu a imagem de Chanyeol, que se levantou do sofá velho em que estava sentado e o cumprimentou.

— Baekhyun, notou as suas asas? Apenas eu posso vê-las porque sou a sua alma gêmea! Você pediu para me proteger! Nos conhecemos há muitas vidas, Baek, muitas...você quis proteger a mim, já que no passado vivemos muito pouco tempo juntos. Fui assassinado e você se culpou por não ter chegado a tempo de impedir a minha morte. Agora você terá um dom de vidência, necessário para me prevenir de outro acidente como esse!

Baekhyun piscou, ainda confuso, mas estava começando a entender melhor tudo aquilo.

— Espera...quer dizer que já vivemos juntos? Que loucura! Então essa coisa de vidas passadas é real mesmo?

— Claro que sim! Acha mesmo que só vivemos uma vez? 

— E eu vou ter uma vidência e irei alertá-lo dos perigos?

— Isso mesmo! Assim viverei mais tempo ao seu lado! Você vai ter sonhos ou visões. Pode achar que são uma bobagem e ignorar, então sofrerei as consequências de sua escolha. Ou, poderá ouvir a sua intuição e me avisar, evitando, assim, uma catástrofe.

— Eu te avisarei sim, mas é óbvio! Isso explica a conexão e o amor que senti quando te vi...e o carinho que temos um pelo outro sem nem ao menos nos conhecermos direito. Ah, e as asas? - Byun olhou para trás de si, onde se erguiam duas asas magníficas. 

— As asas são o símbolo da sua missão. Afinal, me alertar é me proteger. Lembre-se, eu não consigo ver o que você vê. Isso é um dom seu. Sou apenas uma projeção. Não sou o Chanyeol de verdade. O seu subconsciente criou a minha imagem para esclarecer as coisas. O seu espírito sabe de tudo! Os seus sonhos ficarão ainda mais frequentes, porém, você vai estar com a mente mais aberta, agora que tudo foi esclarecido. Preste atenção aos detalhes! Os sonhos são simbólicos!

— Certo! Lembrarei-me de tudo e farei o impossível por você! 

Baekhyun se aproxima da projeção de Chanyeol e dá um beijo em seus lábios. A projeção sorri e afaga gentilmente os cabelos cinzas de Byun.

 Baekhyun acordou. Checou o relógio e viu que ainda eram duas horas da manhã. Pela janela, viu que ainda estava escuro lá fora.

— Nossa...que sonho revelador! Tenho que estar atento! Se eu vim com esse propósito, com certeza a vida de Chanyeol corre perigo!

Byun levantou-se e foi até a cozinha. Pegou um copo de água enquanto pensava em tudo o que havia sonhado. Sentia um amor tão grande por Chan, que faria o impossível para mantê-lo em segurança! O jovem temia pela vida do outro e sentia que algo de ruim estava prestes a acontecer.

Com esses pensamentos ainda em mente, pegou o celular na mão e mandou uma mensagem para Chanyeol. Sabia que ele não iria ler, já que era tarde e no dia seguinte ele trabalhava. Entretanto, algo dentro de si o dizia para mandar aquela mensagem.

BAEK: Oi, é o Byun de novo rsrs sonhei com você...está tudo bem? Não podemos nos encontrar amanhã mesmo? Quero conversar com você! Tivemos pouco tempo ontem pela manhã >< beijos. Desculpe o incômodo. 

Byun colocou o celular na cômoda e deitou-se. Todavia, o sono não vinha e a sensação de que algo não estava certo era muito forte. A intuição de Baekhyun parecia estar mais aguçada do que o comum. Depois de muito refletir, ele pôde finalmente adormecer.

( . . . )

Baek acordou com o som infernal do despertador. Levantou-se, colocou terno e gravata, arrumou os cabelos com um pouco de gel, afivelou o relógio no pulso e escovou os dentes. Saiu de casa e chegou às sete em ponto em seu escritório. Chen já estava lá e Xiumin, para variar, estava atrasado.

—  Acho que você e Xiumin competem para ver quem se atrasa mais vezes num mês! - Chen zombou divertido.

—  Bom dia pra você também, Jongdae! - Byun riu e começou a arrumar as suas coisas. 

—  Bom dia! - Xiumin entrou no escritório com um sorriso. Foi para o seu canto e se sentou na escrivaninha.

—  Bom dia! - Chen e Byun responderam em uníssono.

O celular de Baek vibrou no bolso e ele o pegou na mão. Ao desbloquear a tela, viu que havia uma chamada perdida de Chanyeol. Ele abriu rapidamente o WhatsApp.

BAEK: Você me ligou? Aconteceu alguma coisa?

CHAN: Oi, Baek! É, eu liguei sim! Então, acontece que o meu pai adoeceu gravemente! Há alguns dias, ele estava tossindo sangue e, hoje, o diagnóstico foi dado pelo doutor! Ele tem apenas 24 horas de vida! Ele não tem chance ALGUMA de sobreviver...eu estou arrasado! O pior é que tenho pouquíssimos amigos e pessoas confiáveis ao meu redor...estou tão acabado que qualquer pessoa que vier aqui para me dar apoio está de bom tamanho! Venha hoje de noite aqui em casa! Meu pai vai passar as últimas horas aqui, comigo e com o Sehun, meu primo... 

Baek sentiu um aperto no coração. Chanyeol precisava dele.

BAEK: Eu sinto muito...sei como é difícil! Vou sim, pode contar comigo! Termino o trabalho às 18 horas então lá pra umas 19 horas estarei aí! Me passe apenas o endereço, está bem, Chan? Fique calmo! Eu estou do seu lado! 

CHAN: Obrigado, isso significa muito pra mim...você nem me conhece direito e eu já gosto tanto de você! Até mais, bom trabalho...

BAEK: Imagina...obrigado! Até.

Baekhyun sentia tudo com tanta intensidade, que lhe era impossível ignorar a dor de alguém. Principalmente a de alguém que tanto havia lhe tocado o coração e a alma. Por mais recente que essa amizade fosse, Byun sentia como se o seu coração pertencesse à Chanyeol, e vice-versa. Quando os seus olhares se cruzaram pela primeira vez, o mundo dele parou. Como se tudo ao seu redor houvesse subitamente desaparecido. Não conseguia parar de pensar naquele homem cujos olhos eram austeros mas cheios de vida...

Torcia para conseguir consolá-lo. Torcia para que o seu abraço o reconfortasse. Byun sabia o quão difícil eram as perdas e o quão sem esperança uma pessoa podia ficar ao perder um familiar tão querido! Mas precisava dar esperança a Chanyeol. 

Byun precisava se concentrar no trabalho, ou perderia o emprego. À noite, visitaria o homem que tanto balançava o seu coração.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 


Notas Finais


Espero que tenham gostado! Bjsss


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