História Heaven or hell? - Capítulo 22


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Categorias Os Heróis do Olimpo, Percy Jackson & os Olimpianos
Personagens Annabeth Chase, Frank Zhang, Hades, Jason Grace, Leo Valdez, Nico di Angelo, Percy Jackson, Personagens Originais, Thalia Grace, Will Solace, Zeus
Tags Pernico, Valgrace, Valzhang, Yaoi
Visualizações 83
Palavras 2.681
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Crossover, Drama (Tragédia), Ficção, Fluffy, Lemon, Misticismo, Romance e Novela, Slash, Universo Alternativo, Violência, Yaoi (Gay)
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Drogas, Gravidez Masculina (MPreg), Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Oee pessoinhas!
Demorei de novo, eu sei, mas o curso tá foda e os trabalhos que estão chegando não tá ajudando.

MAS EU NÃO DESISTI E ISSO É O QUE IMPORTA!!

Espero que gostem!
Por que essa imagem?
Por que não essa imagem?

Capítulo 22 - Dúvidas, dúvidas e mais dúvidas


Fanfic / Fanfiction Heaven or hell? - Capítulo 22 - Dúvidas, dúvidas e mais dúvidas

Leo

A brisa suave da noite bagunçava levemente meus cabelos, a lua estava grande e bonita naquela noite juntamente com algumas estrelas brilhantes, o movimento dos carros aumentava conforme os minutos iam passando, os cassinos já estavam abertos, as conversas já podiam ser ouvidas e as luzes causavam uma certa beleza naquele cenário todo.

E eu estava sentado no telhado de um prédio, somente admirando as estrelas e pensando no que aconteceu a dois dias atrás.

A dois dias atrás Jason e eu tivemos uma conversa que me deixou deveras confuso. Eu não estava entendendo as atitudes dele, primeiro ele diz que eu não passo de mais um que abriu as pernas para ele e depois ele fala que só fez isso porque era necessário e queria que eu fosse feliz. Suas atitudes não faziam sentido e meus sentimentos muito menos. Eu queria esquecer Jason, queria seguir em frente, queria conseguir amar outra pessoa, mas, ao mesmo tempo, eu não queria nada disso.

“Eu queria... Argh! Eu não sei o que eu quero”.

Puxei meus cabelos, frustado. Eu só queria ficar em paz, sem pensar em nada pelo menos um minuto, sem pessoas me importunando, sem medo, sem nada, somente aproveitando a brisa dessa noite sem nada em volta.

“É um sonho bem distante, senão impossível”.

Fechei os olhos e respirei fundo, tentando esvaziar minha cabeça de todo e qualquer pensamento. Fiquei assim por alguns minutos, até ouvir uma voz.

- Dia ruim?

Me virei em direção a voz com olhos arregalados, pois não era ninguém mais ninguém menos do que Frank. Eu não havia falado com Frank desde o dia em que transamos e depois eu saí de seu apartamento sem dar nenhuma explicação. Agora, depois de todos os acontecimentos recentes, eu nem sei o que vou falar para ele, eu nem sei como vou olhar para ele. Eu disse que estava apaixonado por Frank, mas depois admiti, mesmo que internamente, que nunca vou deixar de amar Jason.

“Isso é tão confuso! Tô parecendo aquelas adolescentes de filme americano”.

Tentei achar minha voz no meio de tudo aquilo.

- F-Frank, olha, sobre aquele dia...

Frank abriu um sorriso pequeno e veio se sentar ao meu lado. Admito que estava tremendo nesse momento.

- Não precisa me dizer nada. -ele balançou a cabeça como se aquilo não tivesse importância.

- Mas eu... -tentei falar, porém Frank colocou um dedo sobre meus lábios, me silenciando.

- Sério, não precisa me explicar nada. -ele retirou o dedo de minha boca e levou sua mão aos meus cabelos, os acariciando levemente- Eu sei que o que fizemos foi um tanto precipitado, assim como sei que você não mentiu sobre gostar de mim, mas eu também sei que você ainda sente alguma coisa pelo seu ex namorado.

Após essas palavras eu só conseguia olhar para Frank, estático, não conseguia acreditar que ele havia dito mesmo aquilo, parecia muito surreal que ele me compreendesse tão bem mesmo que eu não tivesse falado nada para ele.

- C-como...? -gaguejei.

- Eu já passei por uma situação parecida. -ele sorriu envergonhado, suas bochechas coraram levemente o deixando fofo.

Sorri e o abracei.

- Você é uma ótima pessoa, Frank. -murmurei- Queria que existissem mais pessoas como você. -ele riu com o que eu disse e me abraçou de volta.

- Você também é uma ótima pessoa, mas eu não queria que existissem mais pessoas como você, porque é impossível, você é único. -pude sentir que ele sorriu.

- Para de dizer essas coisas, está me deixando envergonhado. -corei e escondi meu rosto em seu pescoço, Frank riu novamente.

- Não consigo evitar, você fica muito fofo quando está corado.

- Idiota. -digo.

Ficamos abraçados por um tempo, somente aproveitando esse pequeno momento entre nós. Frank de alguma forma me acalmava e me passava uma segurança que eu nunca havia sentido antes, não era igual a segurança que Nico me passava assim como não era a segurança que Jason me passava, era de certa forma única e boa. Suspirei feliz.

- Desculpa atrapalhar o momento casal romântico, mas eu queria conversar com o Leo. -uma voz familiar diz atrás de nós.

Nos separamos bruscamente, extremamente corados e sem graça. Olhei para Nico, que me olhava com os olhos semicerrados e um sorriso malicioso em sua boca, corei mais ainda com isso.

- Ééé... Eu já vou embora então. -Frank se levantou e caminhou rapidamente até a saída, nem consegui me despedir.

Nico rapidamente se sentou ao meu lado e começou a me encarar com o sorriso malicioso ainda em seus lábios.

- Não posso ficar nem cinco minutos fora e você já vai se aproveitando não é?

- Não é nada disso! -exclamei.

- Sei, nunca minta para um mentiroso, Leo. -Nico se deitou colocando sua cabeça em meu colo, ele pegou minha mão e colocou em seus cabelos, comecei a acariciá-los fazendo Nico sorrir.

- Está bem senhor "sei de tudo", então que tal conversarmos sobre aquele beijo pornográfico que você deu no Percy? -comentei como se isso não fosse nada de mais, pude sentir Nico se resetar.

- Então... E-eu... -Nico gaguejou corando levemente, mas ficando triste logo em seguida.

- O que aconteceu, Nico? -perguntei curioso, minha mão continuava a acariciar seus cabelos negros.

- Eu acho que fiz uma merda muito grande. -ele disse baixinho.

- O que você fez?

Nico ficou um tempo em silêncio, pensativo, por fim ele suspirou e começou.

- Depois de beijar o Percy, eu meio que disse que o beijo não significou nada pra mim e que ele era um idiota por achar que teria uma chance comigo. -Nico me olhou como se pedisse ajuda, sorri maliciosamente para ele.

- Então, quer dizer que aquele beijo significou alguma coisa pra você? -arqueei uma sobrancelha. Nico imediatamente arregalou os olhos e corou- Nico Di Angelo está corado! É hoje que o mundo acaba. -brinquei começando a rir, Nico me deu um tapa no braço.

- N-não é nada disso idiota! -ele exclamou irritado.

- Você está corado e gaguejando?! -eu só conseguia rir com a situação dele.

- Pare de rir idiota! Não está me ajudando! -ele cruzou os braços e fez bico, o deixando extremamente fofo.

- Olha só que coisa fofa! -digo apertando as bochechas dele, que me olha feio e bate em minha mão.

- Já vi que você não vai me ajudar. -Nico diz se levantando, seguro seu pulso e o puxo para o meu colo, o apertando em um abraço.

- Calma "senhor esquentadinho". Agora me conta o que aconteceu depois que você agressivo gratuitamente com o Percy. -Nico me olhou e suspirou.

- Ele ficou triste, eu acho, e eu senti um incômodo no peito. -ele colocou sua mão sobre o peito, no local onde ficava o coração, como se ainda pudesse sentir o tal incômodo.

- Isso de chama culpa, Nico. -revirei os olhos para a ingenuidade dele.

- Culpa pelo o que? -ele me ilha confuso.

- Provavelmente por magoar ele. -dei de ombros.

- E por que eu iria me sentir culpado por magoar o Percy?

- Pensei que você fosse mais esperto Nico. -semicerrei os olhos- Eu deveria te deixar pensar sobre isso, mas como estou de bom humor vou te dar a resposta para os seus problemas. -dei uma pausa dramática, o que deixou Nico mais curioso ainda- Bom, devido ao relato do seu comportamento e ações durante esses períodos em que...

- Fala logo, Valdez! -ele exclamou nervoso.

- Sinto lhe informar que você está gostando do Percy. -digo de maneira simples.

Nico fica em silêncio, franze a testa, faz um bico com os lábios e me olha como se eu tivesse usado drogas.

- Tá me zoando, não é? -ele me perguntou com um tom de voz descrente.

- Se você prefere pensar desse jeito... -dei de ombros.

- Mas... Leo, isso... Não é possível! -ele exclamou como se não quisesse acreditar no óbvio.

- Claro que é, Nico, não podemos controlar nosso coração. -coloquei a mão sobre o peito de Nico, no local onde ficava o coração.

- Você é tão clichê, Valdez. -ele revirou os olhos e apoiou sua cabeça em meu ombro.

Nico ficou em silêncio após isso, sua cabeça ainda apoiada em meu ombro, enquanto suas mãos brincavam com meus dedos, com a mão livre comecei a afagar suas costas.

- Eu tenho medo, Leo. -Nico murmurou.

- Medo?

- Medo de me apegar ao Percy, medo de me apaixonar de verdade. -ele suspirou- Eu não sei se quero isso, não agora.

- Então não pense nisso, apenas... Esqueça, por hora.

Nico assentiu e me deu um beijo na bochecha, em seguida, sorriu.


//-//


Will

- Will, quem é Sally?

Essa foi a pergunta que Tyler me fez, enquanto eu estava comendo panquecas feitas por Dylan, que também estava comendo.

Duas semanas já haviam se passado desde que eu cheguei aqui, as melhores semanas da minha existência com certeza, eu ainda continuava tentando me lembrar do porque de estar aqui, mas como eu nunca conseguia acabei desistindo.

Mas esse nome me é familiar...

“Puta que pariu!”

Arregalei os olhos e me levantei num salto, assustando os dois. Comecei a andar de um lado para o outro nervoso.

“Como é que eu me esqueci disso?!”

Eu estava procurando a família mortal do Percy e me esqueci completamente disso! Eu sou um amigo horrível!

- Eu não acredito que eu me esqueci disso! Não posso ter me esquecido, não posso, não posso! -comecei a falar sozinho. Dylan e Tyler se aproximaram preocupados.

- Está tudo bem? -Dylan perguntou.

- Não! Não tá tudo bem! Está péssimo, horrível! -exclamei- Como é que eu me esqueci disso?! Por que vocês não me falaram nada?! -perguntei para eles, que me olharam assustados e confusos.

- Te falar o que? Não fazemos ideia do que você está falando. -Tyler se defendeu. Suspirei, afinal, ele tem razão.

- Tem razão, me desculpem. -suavizei minha voz.

- Ok. -Dylan falou- Mas nos conte direito essa história. -me retesei com o que ele disse, pois isso significa que eu teria que contar tudo para eles, o que eu claramente não podia. Zeus poderia descobrir tudo e poderia me punir, ou pior, poderia puni-los.

- E-eu não posso! -neguei assutado.

- Will... -Tyler começou, mas o cortei.

- Não, vocês não entendem! Eu não posso, mesmo que eu queira, eu não posso. -quanto mais eu falava, mais eu pensava no tipo de punição que eles poderiam receber caso eu contasse tudo. Só a possibilidade disso acontecer já me apavorava- Eu não quero perder vocês de novo.

- Hey, calma, estamos aqui. -Dylan disse, passando seu polegar pela minha bochecha, eu nem havia notado que estava chorando.

- Você não nos perderá novamente. -Tyler falou e beijou minha bochecha, sorri minimamente com esse gesto.

- Eu amo vocês. -digo e abraço os dois.

- Nós também te amamos. -os dois responderam.

- Mas, só nos responda uma coisa. -Dylan começou.

- Claro. -respondi.

- Quem é Sally?


//-//


Percy

Já haviam se passado duas semanas desde que Nico e eu brigamos. Duas semanas nas quais pude pensar melhor sobre os meus sentimentos em relação a ele e eu não pude chegar em uma conclusão pior do que essa...

Eu realmente gosto dele, diria que até um pouco apaixonado, mas eu nunca iria admitir isso em voz alta.

Admito que fiquei magoado com o que ele disse, mas como eu sou trouxa, não consegui ficar bravo com ele por muito tempo, ainda estou triste, mas não estou bravo. Ainda não voltei a falar com ele (sou um pouco orgulhoso tá?), mas eu comecei a fazer uma coisa que a cada dia que se passa, eu me arrependo mais ainda de fazer isso.

Eu comecei a seguir o Nico.

Não me perguntem o porquê de fazer isso, eu só faço. Acho que fico preocupado com ele, ou eu só quero o ver, mesmo que seja de longe. Isso ainda tá confuso pra mim.

O fato é que eu comecei a seguir ele.

E é o que estou fazendo neste exato momento.

Agora, eu estou no meio de uma boate completamente desconhecida só porque eu estou seguindo o Nico.

Eu quero sair daqui, mas eu não consigo tudo porque o Nico também está aqui e neste exato momento está dançando com um copo de bebida na mão, mesmo que eu nunca fosse admitir, ele dançava de uma maneira bem sexy e provocante.

Um cara chega por trás dele e começa a dançar com seu corpo colado ao de Nico, o pior é que Nico deixa e começa a dançar com ele!

Eu, que estava encostado em uma parede próxima, encarava tudo aquilo com irritação, e com um incômodo no peito, pois eu sabia que não podia fazer nada em relação aquilo.

Desde a minha última conversa com o Nico, eu venho o seguindo e acabo tendo que ver cenas desse tipo, ele beijando vários caras e eles sempre acabam indo para algum motel, banheiro, hotel, apartamento ou qualquer lugar que dê para transar (não se importando se podem ser vistos ou não). Isso me quebrava, mas eu não podia fazer nada, afinal, eu disse que não me importava com isso (o que obviamente foi uma mentira).

Suspirei e apoiei a cabeça na parede, um copo de bebida estava em minha mão, não fazia ideia de qual, mas era forte e era tudo o que eu precisava naquele momento para aguentar o incômodo infinito em meu peito.

“Nunca pensei que chegaria a esse ponto”.

Continuei encarando a pista de dança, até que Leo, que estava acompanhando Nico e dançando com dois caras ao mesmo tempo, me avistou e imediatamente foi falar alguma coisa no ouvido de Nico, que ficou tenso por um momento e respondeu alguma coisa para Leo, que arqueou uma sobrancelha e voltou a dançar.

Nico ainda ficou parado por um momento, depois se virou para o cara, com quem estava dançando, e lhe disse alguma coisa, o cara apenas deu de ombros e foi embora.

De repente Nico começa a caminhar em minha direção, decidido. Começo a ficar nervoso, pois não sei o que ele quer, não sei se ele vai brigar comigo novamente, não sei se ele descobriu que eu estou o seguindo, não sei como agir, não sei o que irei falar.

Não sei de nada.

Mas era tarde demais, pois ele estava na minha frente.

Nico.

Ele apenas me encarou, sem dizer nenhuma palavra sequer, a boate estava barulhenta, mas eu não conseguia ouvir nada a nossa volta. O encarei fingindo indiferença.

Nico olhou para o copo de bebida em minha mão, e, ainda sem dizer nada, o pegou e virou de uma vez só o que restava da bebida, em seguida jogou o copo em qualquer lugar e me puxou pela gola da camiseta, nos fazendo ficar a centímetros de distância, eu conseguia sentir seu hálito bater contra meu rosto, me inebriado, seus olhos negros estavam semicerrados e desfocados devido a bebida.

- Idiota.

Foi a única coisa que disse antes de colar nossos lábios em um beijo quente e afoito, nossas línguas eram uma bagunça dentro de nossas bocas, nossas salivas se misturavam, junto com o gosto da bebida que havíamos consumido. Minhas mãos agarravam possessivamente a cintura de Nico, a apertando, fazendo ele suspirar e sugar minha língua durante o beijo, suas mãos agarraram meu cabelo, os bagunçando ainda mais, uma de suas mãos arranhou minha nuca, me arrepiando.

Ao finalizarmos aquele beijo, Nico mordeu meu lábio inferior e me fitou, ainda estávamos próximos o que me possibilitava ter uma visão privilegiada do estado em que se encontrava ele.

Nico estava com os cabelos bagunçados, os olhos continuavam semicerrados, mas agora possuíam um brilho que eu nunca havia visto antes, sua boca estava vermelha e inchada e sua respiração estava irregular. Confesso que meu estado também não era muito diferente.

Nico sorriu maliciosamente.

- Previsível como sempre, Jackson.

E voltamos a nos beijar.

  “Essa vai ser uma longa noite”.


Notas Finais


E aí?

Sabem o que vai ter no próximo capítulo?
Isso mesmo, LEMON!

E sabe quando vai sair o próximo capítulo?
Isso mesmo, SÓ DEPOIS DA SEMANA QUE VEM!
(Desculpa, eu não resisti)
(E antes que me perguntem. Não. Não dá pra adiantar, semana de provas eu não escrevo NADA, ok?)

Semana que vem é minha semana de provas, ou seja, torçam para que eu tenha boas notas se quiserem o lemon e não querem que minha mãe pegue meu celular.

Resumindo... Não tem resumo, não pensei em um.

Tá, chega de loucura, tô indo embora.

Até daqui duas semanas!
(E não morram até lá)


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