História Heiress - Capítulo 46


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Categorias Harry Potter
Personagens Draco Malfoy, Fred Weasley, Harry Potter, Hermione Granger, Jorge Weasley, Personagens Originais, Ronald Weasley
Tags Harry Potter, Lily Collins
Visualizações 82
Palavras 1.807
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 14 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Ficção Adolescente, Luta, Magia, Mistério, Misticismo, Romance e Novela, Saga, Universo Alternativo
Avisos: Linguagem Imprópria, Spoilers
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Capítulo 46 - Chapter Forty-Five


- Capítulo 45 -

  Tom Riddle...de novo?

 
    A festa da Grifínoria só terminou quando a Profª McGonagall apareceu vestida com seu robe de tecido escocês e os cabelos presos numa rede, à uma hora da manhã. Amália apenas saiu da Torre graças à capa de invisibilidade que seu irmão lhe emprestou, mesmo assim quase teve um encontro surpresa com Filch que passava junto com Madame Nor-r-ra pelos corredores.

  Amália disse a senha para entrar na masmorra da Sonserina. Por muita sorte, não havia ninguém na Sala Comunal, assim subiu as escadas que leva aos dormitórios e calmamente deitou em sua cama, exausta, virou de frente para a parede e instantaneamente adormeceu...

  Então, teve um sonho muito estranho. Estava nos corredores de Hogwarts, a escola parecia vazia; escutava-se apenas o som de seus passos. Mais adiante, próximo ao Salão Principal, estava um garoto de cabelos negros, alto e de costas para ela. A princípio não parecia ser alguém que ela conhecia. Uma brisa gelada passou por ela, a fazendo apertar a capa de suas vestes, mais em seu corpo. A medida que se aproximava do tal garoto, a friagem era maior.

- Achei que não iria vir, Amália.

  Curiosa, a garota caminhou passos mais rápidos até o jovem de costas.

-Então…você pode me dizer o que está acontecendo? - pediu ela.

- Achei que não iria vir - O garoto, de repente se virou.

  Amália deu passos para trás, colocando suas mãos por dentro da capa, à procura de sua varinha.

-Procurando por isso? - a garota olhou para cima e viu nada mais, nada menos do que Tom Riddle segurando a varinha em mãos. - Você a quer não é?

-Já fizemos essa brincadeira antes, Voldemort. Não foi preciso uma varinha para derrotar você - disse Amália, suas mãos por debaixo da capa escondia o fato dela estar tremendo. Era óbvio que tinha medo de Voldemort.

  A imagem do jovem Voldemort apenas sorriu para ela, e em segundos, Amália sentiu como se seu corpo estivesse sendo arrastado por uma força invisível.

  De repente, seu corpo caiu em uma chão gelado, um lugar escuro, que quando abriu seus olhos, rapidamente reconhecer o lugar: Era a Câmara Secreta.

-Sentiu minha falta? - a voz de Riddle ecoou pelo corredor de cobras - Imagino que sim…Bom, agora somos só nós dois, como minha queria irmã queria.

-Espero que você e sua querida irmã vão para o inferno.

  Amália levantou do chão e começou a caminhar pelo lado que sabia que havia saída.

-Não tem saída, Amália - disse Riddle.

-Claro que tem - retrucou ela, continuando seu caminho pelo corredor extenso 

-Dessa vez não, você não vai ter para onde fugir. É só nós dois.

  Amália parou no meio da caminho e se virou, Riddle ainda tinha a varinha dela em mãos e em um golpe apenas, ele a quebrou. A garota fechou os olhos e encarou Riddle.

- Você quer doloroso ou não? - disse ele, apontando a própria varinha contra Amália - Na verdade não existe uma opção, vai ser doloroso. Não ter a sua mãe sangue ruim para salvar você, e quando eu acabar aqui, vou atrás do seu irmão…Enfim completar o que eu deveria ter feito sem que seus pais tivessem me atrapalhado.

-Vai em frente, já está sendo covarde o suficiente por me deixar sem defesa. Isso não é uma luta justa, Tom- Amália andou lentamente até ele, com os braços para cima - Acabe logo com isso, mas saiba que não vai conseguir chegar até o Harry.

-Vamos ver se não.

  Segurando firmemente a varinha nas mãos, Riddle sorriu maliosamenfe para Amália e gritou:

-Avada…!

  Com um grito e um salto na cama, Amália acordou em seu dormitório. O suor escorria por sua testa e a respiração dela parecia descontrolada.

- Amália…?

  Quando sentiu a aproximação de alguém, Amália gritou mais uma vez, como se quisesse se afastar.

-Ei, calma. Somos nós - Margot segurava os ombros da garota, enquanto Jsoette tinha um cálice de água preparado em mãos - Está tudo bem, você só teve um pesadelo.

-O que diabos está acontecendo aqui? 

- Que gritaria foi essa? 

-Foi a Amália? Ela está bem?

  Alguns de seus colegas já estava na porta do dormitório, quase que um por cima do outro, curiosos.

-Tome isso - Josette estendeu o cálice para a amiga que rapidamente aceitou.

  Amália não pensou duas vezes e bebeu aquela agora em um gole só.

-Estou bem - murmurou ela.

~•~

   Tudo o que se ouvia no dia seguinte, era o pesadelo de Amália. A própria garota tentou de todas as formas evitar os cochichos dos colegas enquanto passava por eles na Sala Comunal, mas ainda não conseguia evitar.

  O pior de tudo era que Amália não conseguia parar de pensar no pesadelo, na sensação ruim que sentiu quando acordou. O feitiço de Riddle parecia ter acertado em cheio ela, já que seu peito doeu por alguns minutos.

  De manhã cedo, Amália saiu da masmorra antes de alguns colegas. Quando chegou ao Salão Principal,. não tinha tantos alunos, sentou a mesa da Sonserina, mas não tocou na comida que havia sido servida. Não existia nada mais que ela pudesse pensar do que a imagem de Riddle.

- Amália, acordou cedo? - Fred a cumprimentou com um beijo e Jorge deu um singelo beijo na sua testa - Venha aqui, temos uma coisa para contar.

  Com um aceno, Amália segurou os gêmeos até a mesa da Grifínoria. Sentou-se, como sempre faz, entre eles.

-Quer bolinho? - Fred perguntou, após servir a si mesmo 

- Não estou com fome - negou com um sorriso hesitante.

- Não quer bolinho? Você adora esses bolinhos fofos - Jorge disse apontado para a decoração vermelha. - Tem certeza?

-Absoluta, acho que comi minutos docinhos ontem à noite. - Amália manteve o sorriso amarelo no rosto - Então, o que vocês têm para me contar? 

-Rony disse que viu Sirius Black ontem no dormitório dele - contou Fred, com a boca cheia de mini tortinhas - Ele rasgou toda a cortina do quarto com uma faca.

-Ficamos a noite toda acordados, a Profª McGonagall pediu uma varredura por toda a torre, em busca do Black. - explicou Jorge.

-E o Harry? - perguntou Amália, preocupada.

- Ele está bem - Fred garantiu. - Black não chegou à fazer mal à ele ou à Rony.

  Amália olhou para Fred alguns minutos antes de levantar do banco às pressas.

-Onde você vai, amor? 

-Preciso falar com uma pessoa. Vejo vocês mais tarde!

  A morena saiu correndo do Salão Principal, ignorando os olhares irritados dos alunos em que ela, sem querer, esbarrava. Não havia outro lugar que ela pudesse ir, do que a sala do professor Lupin.

  Sem bater, Amália invadiu a sala de aula e subiu a escada de pedras que levaria até a sala do professor. Quando chegou em frente à porta, bateu repetidas vezes até que a mesma foi aberta pelo professor.

-O que aconteceu? - perguntou ao ver a moça afobada.

-Eu estou enlouquecendo - respondeu, passando pelo homem e entrando na sala. - É sério, acho que estou ficando louca, é difícil demais manter esse segredo do meu irmão, tive um pesadelo com o meu maior inimigo e quando acordo descubro que Sirius Black esteve no quarto do meu irmão!

-Tudo bem, sente-se e se acalme -Lupin puxou uma das cadeiras e fez a garota sentar 

- Não me peça calma, professor! - disse ela, revirando os olhos 

- Não acha que está na hora de contar à ele? - o professor sugeriu.

-Não sei - suspirou, deixando sua cabeça cair levemente para trás - Eu quero contar, mas não consigo e só piora com Black ao redor.

-Lamento que isso esteja acontecendo, lamento sobre Black...

- Você o conhecia, não é ? Ele é padrinho do Harry, você é meu padrinho…- Amália continua quando viu que o mesmo iria protestar - Pare de achar que não deve me contar as coisas, você é o único que eu tenho além do Harry. Se não for você, ninguém mais vai me contar. 

- Ele era meu melhor amigo também. Eramos em quatro, eu, Black, James e Peter - Contou Lupin, coma sombra de sorriso no canto dos lábios - Andávamos juntos para todos os lados, estivemos um do lado do outro todo o tempo, até Black matar Peter e…trair os seus pais.

  Amália sorriu forçada. Suas mãos estavam apoiadas na cabeça, segurando firmemente seus cabelos.

-Não acho que posso viver bem com isso - disse ela, cruzando seus braços - O cara devia simplesmente cuidar do Harry, e ao invés disso traiu os melhores amigos dele e matou outro. Parece que a história está se repetindo…

- Como assim? - Lupin perguntou, inclinando seu corpo para frente.

-Desde o primeiro ano, eu tinha uma amiga. Ela é da Sonserina, mas é uma nascida trouxa…

-Christie Droper?

-Exatamente. Bem, no começo desse ano ela se distanciou, quando a questionei, me disse que nunca foi minha amiga de verdade. Ela odia ter nascido em uma família de trouxas, conhecia a minha história e quando eu fui escolhida para Sonserina, ela praticamente implorou para o Chapéu Seletor a colocar junto comigo. Ela é apoiadora dos pensamentos de Lorde Voldemort.

- Que ironia - comentou o professor.

- Eu acho que não temos tanta sorte com amizades - sussurrou.

- Você tem - Lupin diz com firmeza - Você tem seu irmão, Hermione, Rony, o time da Grifínoria, que eu vejo que gostam se você. E, claro, os infames gêmeos Weasley, principalmente o Fred.

  Um sorriso tímido apareceu no rosto de Amália, é seus olhos brilharam, o que Lupin rapidamente notou.

-Me conte sobre você e Fred. - Pediu, com um sorriso presunçoso.

-Oh, não, não me faça contar esse tipo de coisa. É constrangedor - Amália gemeu em aborrecimento.

-Vamos lá, eu já tive a sua idade - o professor riu - Ele foi seu primeiro namorado?

- Não - Amália sentiu suas bochechas esquentaram.

-Não?

-Quando eu estava no primeiro ano, tinha um garoto do terceiro…Você deve conhecer, é o Capitão de Quadribol da Grifínoria.

- Você namorou Olívio Wood? - Lupin riu dos constrangimento da moça.

-Nós não namoramos, apenas gostamos um do outro por poucos meses. Mas ele é obcecado por Quadribol, então não deu certo, e eu já estava apaixonada pelo Fred. 

-É uma bela história de amor - brincou o professor.

- Não me faça mais perguntar sobre isso, é constraģedor falar disso com alguém mais velho e que seja da minha família.

  Não era sempre que Amália conseguia momentos assim.  Momentos que ela conseguia rir e esquecer o que tinha em sua mente, esquecer sobre os segredos que esconde de Harry, a história de Black persegui-los. Ela precisava de mais tempos assim, seja com Lupin ou com seus amigos.


Notas Finais


Espero que gostem e até o próximo ❤🐍


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