História Heirs Of Hell - The First Sin (Imagine Park Jimin) - Capítulo 13


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Categorias Bangtan Boys (BTS), Big Bang, Melanie Martinez, Slender (Slender Man)
Personagens G-Dragon, Jeon Jungkook (Jungkook), Jung Hoseok (J-Hope), Kim Namjoon (RM), Kim Seokjin (Jin), Kim Taehyung (V), Melanie Martinez, Min Yoongi (Suga), Park Jimin (Jimin), Personagens Originais
Tags Bangtan Boys, Bts, Dollhouse, Imagine Park Jimin, Markson, Melanie Martinez, Mensão Jikook, Namjin, Romance Abusivo, Sobi, Sope, Terror Psicológico, Violencia
Visualizações 44
Palavras 2.056
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Crossover, Drama (Tragédia), Ecchi, Mistério, Musical (Songfic), Poesias, Romance e Novela, Sobrenatural, Survival, Suspense, Terror e Horror, Universo Alternativo, Violência, Yaoi (Gay)
Avisos: Homossexualidade, Incesto, Mutilação, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Oi, my Angels!
Estou sem tempo para fazer a capa dos capítulos, mas aqui estou eu!!!

*Capa Atualizada*

Boa leitura! ^^

Capítulo 13 - Minhas Pequenas Lembranças


Fanfic / Fanfiction Heirs Of Hell - The First Sin (Imagine Park Jimin) - Capítulo 13 - Minhas Pequenas Lembranças

Mansão Misteriosa – Calabouços *** - ??: ??

Taehyung já estava observando ___ a um bom tempo. A garota parecia dormir tranquilamente, mas Tae sabia exatamente o que se passava com ela. Sua própria mente era o único lugar que ela não poderia escapar, mesmo ela não sabendo muitas coisas de si mesma.

- Eu queria poder ser mais sincero com você – Disse o loiro, acariciando as costas da pequena –, mas eu não posso fazer nada, por enquanto. Durma enquanto pode, descanse enquanto há tempo. Pois é chegado o dia em que a verdade irá te libertar...

***

- ___? Acorde! – A garota apenas murmurou, em reclamação, mas não ameaçou abrir os olhos – Por favor, quero lhe mostrar algo.

___ parecia não querer despertar, nem se dando o trabalho de desvendar a voz grossa e rouca que sondava o ambiente. Mesmo conhecendo aquele tom, insistia em não dar ouvidos. Tae parecia ser uma pessoa extremamente confiável, aos olhos dela, mas sua alma bradava e transbordava a desconfiança que sua presença lhe causava. Seu coração discutia incessantemente com sua mente. Cada segundo que passava deixava a pequena mais curiosa sobre tudo e, principalmente, sobre si mesma.

Como que por impulso, Mi abre seus olhos, não se deparando com a feição inocente e delicada de Tae. “Estou sonhando! “ – Pensava consigo. Fazia tempos que ___ não presença seus famosos sonhos lúcidos. Segundo si mesma, a última vez que tal fato acontecera foi aos seus oito anos de idade.

Com certa dificuldade, Mi tentar erguer seu corpo, voltando seus olhos para aquele reconfortante, porém, macabro ambiente, o porão de Sumni.

- O que estou fazendo aqui? – Disse, ainda assustada – Mang?

Os olhos da garota se voltaram para o pequeno pônei de pano que, quando criança, a pequena confundira com um cavalo. Ele estava sentado e fitando a janela. ___ não entendia porque está cena lhe causava certo embrulho no estomago, até ter a visão de Hoseok sobre si. Sim, o pequeno pônei havia sumido, dando lugar a figura a qual Mi confiou todas as suas forças.

- M-Me perdoa? – Sussurrava, ofegante, como se estivesse depositando todas as suas forças para pronunciar aquelas tão simples palavras – Eu devia ter te ajudado, como prometi. Você se lembra?

O ruivo apontou para um canto escuro do quarto, dando lugar a uma das lembranças mais traumáticas de sua vida: O dia em que conheceu a verdadeira face de Jeon Jungkook. Felizmente, a garota não se lembrava do ocorrido. Pelo menos, até agora.

As lágrimas no rosto de Mi se tornaram nítidas ao lembrar do que o garoto tentou fazer consigo, semanas após Sangjun tentar defender seu amado irmão com unhas e dentes. Jeon sempre sentiu algo a mais por sua prima, sentimento não correspondido devido a obsessão da garota em se preocupar apenas com Sangjun. Em uma tentativa falha, Jeon tentou matar seu irmão, sendo impedido por ___, que olhava a cena com indignação. Não se contentando com a falha tentativa de assassinato, Jungkook manteve a pequena em cativeiro, a submetendo a torturas intermináveis e a alimentando com os restos mortais de suas outras vítimas. Após exatas duas semanas a pequena foi resgatava e, como por um milagre, estava intacta e sem nenhum dano psicológico.

Mi agora, se encontrava em um notável estado de choque. “Como não me lembro disso?! C-Como?! O que..?” – Pensava ela, atordoada.

- Se mantenha longe de nós! – Hoseok chorava, mas sem nenhuma emoção – Existem pessoas aqui que querem o seu mal. Elas estão nos usando para isso. Eu nunca quis morrer tanto quanto agora, mas não posso...

- Por que...?! Hoseok!

***

- Hoseok! – Tae se assusta ao ver a reação de espanto no doce rosto da garota. Ele continuava a acariciar as madeixas ___ dela, que estava envolvida nos braços do loiro – P-Por que está...

- Você parecia estar assustada. Só estou tentando te ajudar, desculpa se o Tae foi intrometido. – Um bico fofo se formou em seus lábios – Os Hyungs não deixam eu fazer isso com eles. O Tae fica frustrado!

- Hum... – Ela respondeu, ainda achando estranho o fato dele se referir a si mesmo na terceira pessoa – Já podemos sair daqui?

- Acho que sim. Isso se você quiser arriscar.

- O que quer dizer com arriscar.

- Bem – Afastou-se de ___ -, o carcereiro costuma ficar de olho em quem sai e quem entra. Ele é muito malvado! – Enfatizou – Se quiser tentar...

- E a porta... azul? – Ele, a princípio, se espantou com o comentário, o ignorando segundos depois – Quero dizer, tem alguma saída por lá?

- Sim, eu conheço algumas. Mas acho que o bonequinho está com raiva de mim. – Deu de ombros – Tae não gosta de incomodar os outros.

- Bonequinho? É assim que chamam o Park Jimin? – ___ comentou e ele franziu o cenho. Mi não conseguia entender essa reação que todos tinham em relação ao Park. Apesar do que vivenciou, eles pariam ser iguais. Certo?

- Não pode dizer o nome dele. – Alertou.

- Por que?

- Não sei se já te disseram, mas a curiosidade matou o gato, sabia? – Apesar de manter uma pose ameaçadora, ele mantinha uma expressão angelical e inocente – Só não diga o nome dele, por favor.

- Tudo bem. Só estou confusa em relação a tudo isso. – Taehyung puxou ___ para si, a envolvendo em um abraço carinhoso, a aconchegando um sua coxa – O q-que está f-fazendo?

- Te consolando. – Sorriu – Por que, tem algo errado?

___ não conseguia entender toda aquela inocência que transbordava do Kim. Apesar daquele ambiente hostil e estranhamente macabro, o pequeno conseguia se manter estável e controlar o assassino que se escondia dentro de si.

A garota continuou a observar os doces olhos do loiro, tentando decifrar o que se escondia debaixo de toda aquela sua tranquilidade e pureza. Mesmo não querendo confiar no rapaz, ela se forçava a tentar tal aproximação, não optando por qualquer outro modo.

- Você cresceu bastante, sabia? – Disse ele, quebrando o silêncio que havia se instalado entre ambos – Quero dizer, teve um destino diferente e.... Aish! Não...

- Cresci bastante? Como assim? – Apesar de ter sido alertada de sua extrema curiosidade, ela insistia em ter suas dúvidas solucionadas – Por favor, Taehyung. Já estou cansada de tanto me esconderem as coisas. Acho injusto todo mundo saber sobre mim, menos eu mesma.

- Eu não devia estar falando sobre isso, mas não entrarei em muitos detalhes. Você entende o Tae, não é? – Ela assentiu, esboçando um sorriso de satisfação – Tive a oportunidade de acompanhar o seu crescimento, junto com Hoseok. – Sorriu fraco – Mas não consegue se lembrar, não é? Éramos inseparáveis. As vezes o Hoseok ficava com ciúmes de mim, pois nos falávamos quase todo dia. Enquanto ao Hoseok, ele só a via quando você ia na casa da Sumni.

- Você? – Mi, por um momento, se sentiu atordoada, procurando incessantemente por algum fragmento em sua memória que pudesse ser associado ao garoto a sua frente – Eu não consigo... Acho que deve estar enganado, ou...

- Então me deixe lembrar você! – Taehyung segura ambas as mãos de ___, deixando que ambos ficassem de joelhos um para o outro. Tae aproximou seu rosto da pequena, que estava ofegante. Por um momento, o mundo pareceu parar para ela, que ainda estava confusa – O seu príncipe está aqui, Mi. O que aconteceu com você? Por que está assim? Não precisa chorar desse jeito, pois, enquanto eu estiver aqui, vou te proteger! – Tae depositou um selar na testa da garota que, como por impulso, teve um choque de realidade.

- Tata?!

***

- Por que está chorando? – Tata me perguntou, mas eu tentava esconder minhas lágrimas dele. Não gosto quando ele se preocupa comigo.

- Por favor, princesa Mi! – Bradou, me chamando pelo apelido que ele me deu – Ela não pode fazer isso para sempre. Eu vou te defender, como sempre faço.

Tata segurou minhas mãos e deixou nossos rostos bem pertinho um do outro. Ele era a única pessoa que conseguia me deixar com aquelas borboletinhas no estômago.

- O seu príncipe está aqui, Mi. O que aconteceu com você? Por que está assim? Não precisa chorar desse jeito, pois, enquanto eu estiver aqui, vou te proteger! – E, de novo, ele deixou um doce beijo em minha testa, antes de voltar para a sua casinha, entre as nuvens.

***

- T-Tata? – Sussurrou, quase sem ar.

- Mi. – Disse ele, infantilizando seu tom de voz – Ainda se lembra do porquê desse apelido? – Ela negou – Mi, de Minha.

- Onde andou esse tempo todo? Pensei que... – Taehyung posicionou seu dedo indicador sobre os lábios dela.

- Sem mais perguntas ou comentários, por favor. Faça me o favor de fingir que o Tae não te contou nada.

Um longo período de silêncio se instalou entre ambos. ___ não consegui acreditar que seu amigo imaginário estava bem diante a seus olhos. Ela gostaria de ter mais respostas, mas era impedida pelas limitações de seu próprio subconsciente. Nada mais fazia sentido.

“Gosto do jeito que as coisas estão, só não gosto de rumo que elas me levam...”

(...)

- Onde você encontrou isso?! – Questionei de Namjoon, que insistia em se manter em silêncio – Me diz! – Não hesitei em gritar. Apesar dos outros estarem esperando por nós, as paredes desta sala os impediam de ouvir.

- Não sou obrigado a nada. – Ele respondeu, indiferente – Faria alguma diferença você saber de onde eu consegui isso?

- Kim Namjoon! Não é a sua vida que está sendo posta em jogo naquela mesa! – Gritei – Eu nunca quis ficar aqui, e lutei sem medir esforços para encontrar, pelo menos, uma única saída. Mas adivinhe... Foi só perda de tempo. Enquanto o filhinho de papai aqui só viveu do bom e do melhor, não é?! – Por um momento, perdi o controle de minhas palavras, só percebendo seu impacto ao me deparar com a expressão chorosa de Namjoon.

- F-Filhinho de papai? É assim que você me viu esse tempo todo, Jin?! – Sussurrou, ameaçando chorar – Acho que eu me enganei seriamente ao achar que você era uma boa pessoa. Eu posso ser um demônio – Rosnou, jogando a carta no chão –, mas não sou obrigado a agir como um. Pelo menos, não precisava. Até o atual momento. Eu estava pensando seriamente em te dar uma segunda chance e esquecer o que me disse da última vez, mas acho que isso não será mais necessário.

- Eu... – Não sei o que pensar. Por que eu só causo um desastre atrás do outro?!

- Nos vemos daqui a alguns instantes, Seokjin. Quando sua vida estiver inteiramente em minhas mãos. – Antes que ele fosse, puxei-o com força, fazendo com que nossos rostos ficassem próximos.

- Por que as coisas tem que ser assim? – Questionei, evitando olhar em seus olhos – Desde que você ficou sabendo sobre aquilo, parece que tudo mudou. Não nos víamos com tanta frequência, não nos falávamos mais, nos tornando completos estranhos. Eu te devo desculpas por agir de forma tão ignorante com você. De uns tempos para cá, esqueci que já fomos melhores amigos.

- Fico feliz em saber que se arrepende – Ele se afastou de mim, lançando um sorriso sarcástico e ameaçador –, mas lamento por ter percebido tarde demais. Nos vemos em algumas horas, Kim Seokjin!

Vi Namjoon virando as costas e fechando a porta de forma agressiva.

- De novo. Por que não se cansa de cometer o mesmo erro, Seokjin?! – Perguntei a mim mesmo – Qual é o seu maldito problema?!

- Talvez seja porque é alguém que só se preocupa consigo mesmo? – Ouvi a doce voz de Tae – Desculpe.

- O que faz aqui? Cadê a...

- Ela está dormindo. Tenho certeza de que não vai acordar tão cedo. – Taehyung se aproximou, erguendo um pequeno pedaço de papel velho e desgastado – Por um acaso, isto é seu?

Abri o pequeno envelope e retirei uma carta escrita a mão. Os traços eram bastante familiares, até demais. Percorri cada detalhe do papel com os meus dedos, me deparando com uma pequena assinatura no canto inferior esquerdo. Me recordei rapidamente do que se tratava aquilo, lendo de forma apressada e desesperada, esperando que meus instintos estivessem errados.

“Um coração cheio de dúvidas e incertezas

Lágrimas sondando arrependimentos passados

Nossas mãos estão se soltando

Meu coração parece estar mais distante

Você parece não se importar

Ou é apenas uma impressão?”


Notas Finais


O que vocês estão achando? Confuso?
Não hesitem em questionar nos comentários, eu sei que eu confundo as coisas ^-^*
Espero que estejam gostando da estória.

Até o próximo capítulo ;3


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