História Helena: a flor - Capítulo 8


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Categorias Mitologia Grega
Personagens Personagens Originais
Tags Is It Love
Visualizações 8
Palavras 1.321
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Aventura, Ficção, Ficção Científica, Luta, Magia, Mistério, Shoujo (Romântico)
Avisos: Álcool, Insinuação de sexo, Nudez, Sexo, Suicídio, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir culturas, crenças, tradições ou costumes.

Notas do Autor


+ 1 capítulo
Mudei o nome pq tava nada a ver com a história. Quis focar mais na pt e depois vou pensar no outro tá
•boa leitura

Capítulo 8 - Capítulo 7


Fanfic / Fanfiction Helena: a flor - Capítulo 8 - Capítulo 7

Agora estou no quarto das gêmeas e estou pronta para contar-lhes o que aconteceu naquela noite com Ludwig. Mas antes tenho que garantir que Pérola vai ficar de boca fechada...

- Isso é sério, não pode falar pra ninguém ouviu?

- Tá, tá.  Conta logo - Diz ela impaciente

- É que... ontem a noite aconteceu algo que não poderia acontecer. - respiro fundo, acho que estou com medo da reação delas - Eu, quero dizer nós, nos beijamos e foi mágico - levanto da cama e ando pelo quarto lembrando daquela noite - como se eu estivesse voando nas nuvens, uma bela felicidade. Parecia que com aquele gesto nós estávamos dizendo algo que... que não poderíamos dizer. Como se fosse um desejo proibido, que nunca iremos nos saciar, e olha que foi só um beijo. Mas todas as vezes que eu lembro lá no fundo eu sinto uma coragem de falar o que eu quero, realizar somente os meus sonhos e esquecer tudo e todos que estão contra. 

Neste momento lembro da minha avó paterna. Ela era a pessoa que queria o meu fim. Era para eu ser um garoto, e parece que isso aumentou o ódio dela. Quando eu era menor, ouvi ela dizer ao meu pai para casar-me a força, só os negócios importavam, a minha felicidade não. E é aí que eu me toco

Essa história de casamento com a família Aubrey é ideia dela...

Aquela bruxa. Fez bem em morrer. E tomara que ela esteja no inferno! Eu tenho até hoje a marca daquele dia...

- Helena do céu! Você é uma safada, e seu casamento? Se eu fosse você fugiria com ele para bem longe! Mandaria todo mundo se foder e viveria feliz para sempre -  diz Pérola e eu dou risada

- Esquece isso! O importante é que depois de amanhã iremos para a casa de tia Zélia. E eu estou pronta pra curtir. Chega de vida de santinha! 

- Concordo! - diz Pérola - e tu Jade?

Ela respira fundo pensativa - Você tem razão, chega! 

Começamos a rir. Quer sabe? Estamos novas precisamos nos divertir um pouco!

                           ~

Chegou o dia de ir para a casa de Tia Zélia. Eu estou de short Jeanz e uma camisa branca que achei no meu guarda-roupa. Deixei meu cabelo solto e tô linda. 

- Já entendemos pai! Tchau! - diz Jade 

- Mas...

- Deixa Edgar, nossas meninas cresceram.

Eu e minhas irmãs entramos no carro toda sorridentes. Faz algum tempo que não saímos.

Fico olhando para a janela do carro perdida em pensamentos. Provavelmente Ludwig já foi embora, mas tento enganar a mim mesma dizendo que não vou sentir sua falta. Ele entrou na minha vida para bagunçar com tudo! Fico pensando se Pérola tem razão, fugir para bem longe. Mas nem sei se ele quer fugir comigo. Balanço a cabeça para esvaziar a mente desses pensamentos. 

A viagem foi rápida, 1 hora de Londres para Brighton, a cidade Beira mar. Assim que saio do carro um coelho sai da minha mala e minhas irmãs dão um grito. Jack, o motorista, vai em cima do coelho e eu o  impeço.

- Não Jack! Ele é meu, é o Alecrim! - Jack me olha e se afasta do Alecrim que está atrás de mim com medo. Pego-o no colo e me viro para olhar a fachada da casa da minha tia. 

Tem várias casas juntinhas, mas a de minha tia se destaca mais, pois é azul e todas as outras são brancas. 

Tem um  portãozinho branco na frente com formatos de flores e a parede ao lado do portão é toda azul com uma linha branca em cima e em baixo. Entrando tem um mero jardim com flores esvoaçantes ao vento. Bato na porta e um homem que aparenta ter uns 20 poucos anos atende. Ele está só com uma toalha pendurada na cintura e está com seus cabelos negros molhados, os seus olhos tão castanhos estão me observando.

- Olá! Você deve ser a Helena ou a Jade... ou a Pérola? - o homem pergunda alegremente

- Eu sou Pérola muito prazer, - ela aperta a mão dele - essas são Helena e Jade minhas irmãs.

- Prazer garotas! Eu sou Lucas, o namorado da sua tia! 

Tenho certeza que meu queixo está no chão. E Pérola muito decepcionada.

- Uh... é... v-você que é o namorado dela? - diz Jade

- Sim! - diz Lucas - Vamos, entrem

Entro e vejo um hall de entrada pequeno, mas muito bem decorado e aconchegante. À esquerda tem uma sala de estar com um sofá de quatro lugares e duas poltronas uma de frente para outra, o que as separa é um tapete grosso com desenhos abtrados nas cores amarelo, preto e vermelho. No meio tem uma mesa de centro com vaso de flor. Percebo que não tem tevê, e sim uma lareira. Na parede oposta ao sofá e a janela gigante com uma cortina vermelha tem estátuas na cor preta aos dois lados da porta. De longe parecem gatos, mas se olhar novamente vai ver que são um animal com chifres. 

O resto da sala está toda de branco. Olhando assim parece até que minha tia é religiosa.

- Oi crianças! - diz tia Zélia

Corremos para um abraço coletivo muito felizes. Minha tia por um momento olhou nos meus olhos e franziu o cenho. Parecendo que alguma coisa estava errada. Eu não sei o que.

- Crianças venham comigo - diz minha tia nos levando para o segundo andar de sua casa. Entramos num quarto enorme com uma sacada logo a frente, uma cama de frente para a sacada. E era tudo branco e...

- Helena o que aconteceu com seus olhos azuis? - tia Zélia me tira da minha inspeção curiosa.

- O quê? Que pergunta é essa tia? Meus olhos sempre foram pretos.

- Meio violeta também - Jade acrescenta.

- Não, seus olhos quando era pequena eram azuis! Eu tenho provas! - ela levanta e vai a cômoda ao lado da cama e tira algumas fotografias.

Ela pega duas fotos - Olhe aqui! Azuis! Como ficaram violeta?! - diz ela em um tom desesperado.

Pego a foto e vejo uma garotinha num campo com uma flor de girassol nas mão. Ela usa um vestido azul bordado com tiras brancas na barra. E acho que sou eu, e ela tem olhos azuis. 

- C-como isso é possível tia ?! Sou eu! Ela sou eu e... e... - digo com a voz trêmula de medo. 

- Garotas! Vamos almoçar! Venham, desçam. - diz Lucas da porta.

- Lucas você pode nos dar um tempo meu amor? Já vamos - ela dá um beijo nos seus lábios e ele vai um pouco desconfiado. 

- Eu estou chocada! Você é uma bruxa flor? - pergunta Pérola meio assustada.

- Sei lá! Eu não sei... como isso é possível ?! Como isso é possível ?!

- Hã... pelas minhas pesquisas... os olhos podem mudar de cor sim. Existem casos de bebês que nascem com olhos claros que, depois, vão escurecendo ao longo do tempo, especialmente nos primeiros anos de vida. Mas após os primeiros 2 ou 3 anos da infância, a cor da íris dos olhos geralmente já está definida e fica igual para o resto da vida, podendo ser uma das 5 cores naturais: marrom, azul, avelã, verde, cinza. Qualquer outra cor, como vermelho, preto ou branco não surge por um processo natural. - explica Jade com seu celular na mão.

- Mas os meus são pretos! E diz aí que pretos não acontecem de forma natural! 

- Isso é então sobrenatural flor! - Pérola diz com uma convicção que até me deixa assustada!

- Vamos nos acalmar. Estamos muito nervosas meninas.

- Tem razão tia Zélia, mas e se eu for uma... - não consigo completar de tão aturdida que estou. - Vamos descer e não se fala mais nisso, tá? - respiro fundo e desço.



Notas Finais


bye!!! Até nois se ver !
Kisses and hugs !
😘 aff tô com preguiça de estudar gente! Rsrsrs


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