História Hell -- Second Season - Capítulo 14


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Categorias Justin Bieber, Ryan Newman
Personagens Jazmyn Bieber, Jeremy Bieber, Justin Bieber, Personagens Originais, Ryan Newman
Tags Criminal, Vingança
Visualizações 196
Palavras 4.214
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Comédia, Crossover, Drama (Tragédia), Famí­lia, Romance e Novela, Violência
Avisos: Adultério, Álcool, Drogas, Estupro, Incesto, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


DESCULPA A DEMORA MEUS NENÉMS ❤
minhas aulas voltaram e eu estou muito ocupada com isso <3 mas em compensação eu trouxe um capítulo grande haha.

Se vocês comentarem bastante eu juro que trago uma maratona de capítulos, só depende de vocês.

É isso, boa leitura Desculpa qualquer erro eu reviso mais tarde <3

Capítulo 14 - Armadilhas


Fanfic / Fanfiction Hell -- Second Season - Capítulo 14 - Armadilhas



Pov's Ariel



— Mandou me chamar? — chego no escritório de mamãe ja me sentando. — Arianne? 

— Mãe. — ela diz de forma brava sem me olhar. — é mãe Ariel e por favor tenta não me estressar que hoje eu não estou com paciência alguma. 

— Okay, mamãe eu só queria saber o por que você solicitou minha ilustre presença aqui? — Cruzo minhas pernas enquanto sorria falsamente para ela. 

— Tenho uma missão para você. — Ela volta sua atenção para os papéis. Uma coisa que eu não gosto que façam quando estão falando comigo é que desviem sua atenção para outra coisa ou lugar, eu necessito que em uma conversa entre mim e uma pessoa, ela esteja totalmente focada em mim ou no que vai me dizer, se dispersar faz eu parecer patética e nada importante. — essa noite, boate Pacha. 

— O que exatamente eu vou fazer? 

— Provavelmente pelo nome você sabe que a boate não é minha. — Ela me olha fazendo uma cara de tédio. — Eu fiz um acordo com o dono dela esses dias e ele me pediu a sua presença, um pequeno espetáculo seu na boate dele, sabe como é ele precisa de credibilidade e reconhecimento. — Ela nega com a cabeça. — como meu sócio não tem Alvará a boate dele é basicamente no meio do nada, em um lugar bem afastado mas não se preocupe nossa equipe estará lá. 

— Isso não é uma missão é-é um show. — Me levanto achando aquele "discurso" todo patético. — Não me diga que eu terei que dormir com alguém. 

— Ariel aprenda uma coisa o que eu MANDAR você fazer VOCÊ VAI FAZER porque eu mando aqui e você não tem escolha. Se fosse preciso você dormir com aquela boate inteira para eu ganhar algo, você dormiria, é claro que iria receber por isso. — Ela diz simples com o bom e velho "Eu mando na porra toda" — Suas roupas foram entregues na casa do Justin, meus maquiadores chegaram em duas horas o mas importante Puma e Josh buscaram você as dez e meia. 


— Okay, Arianne. — Digo antes que sair. 


Quando eu pensei que estivesse de "férias" vem ela com esse papo de "show" vai ser uma questão de tempo até que eu esteja no meu antigo posto de "Vadia" aquela que serve a seu "superior". 


Pov's Arianne



— Mentiu para ela outra vez. — Chaz surge do nada. — Está cada vez pior Arianne. 

— E-eu só a mantive longe e você sabe o porquê. — Volto a digitar no notebook. — e por Deus menino não me assuste assim. 

— Desculpe. — Ele ri. — Ele ainda está a ameaçando? 

— Sim. — bufo em frustração. — aquele maldito vai me pagar por tudo que está fazendo. 

— Do que você tem tanto medo? Dele contar a ela a verdade? Não foi você mesmo que disse "Ariel me odeia e isso não vai mudar". 

— É pela segurança dela, e se ela souber que eu acabei com aquela maldita velha estou pouco me importando, aposto que ela nem se lembra do seu nome. — respondo com indiferença. — tudo que eu quero é que aquele homem mantenha distância dela, de qualquer uma das minhas filhas mais principalmente dela. 

— Acho que isso que faz seu obséquio por Ariel, ele a quer só porque sabe que ela é a mais importante para você. — Ele soa óbvio. Chaz tem toda razão o desgraçado sabe muita coisa sobre mim e está usando isso a seu favor. — ele não me parece um homem muito inteligente mas é vingativo e sabe coisas essenciais sobre você como por exemplo : Ariel é sua jóia rara, o único pedacinho que você tem do seu "amável'' e momentâneo passado com o pai dela. Malcom sabe que você tinha um afeto especial por aquele homem e está usando isso contra você. 

— Eu sei, por isso eu a mandei nesse show idiota daquela boate patética. — Empurro o teclado com algumas coisas da mesa. — Malcom e eu teremos mais uma reunião hoje a noite e eu quero ela o mais longe possível de qualquer mansão minha ou da minha família. 

— Admiro sua preocupação como mãe mas acha mesmo que o Kevin já não espalhou para todo mundo que a "Sereia" estara na sua boate hoje? Em um show exclusivo. — Eu já tinha pensado nisso, pra falar a verdade, eu ainda estou receiosa sobre essa decisão. — Não seria expôr ela ainda mais, não acha que Ariel estará mais segura estando na mansão? 

— Entendo o seu lado, Justin vai estar lá, ele fará de tudo por ela eu tenho certeza. — Respondo totalmente convicta. —  sobre sua segurança eu fiz mais que o necessário e dobrei o número de soldados, sem  contar com os seguranças disfarçados que estarão lá. 

— Okay, então vamos? 

— Vamos. 




Pov's Ariel




— Seu trabalho é simples, você vai lá fazer o show e quando acabar vamos embora. — Jazzy dizia tudo com calma para que eu assimilasse tudo direitinho. — Não beba nada que te oferecerem, não vá a lugar nenhum com estranhos se precisar ir ao banheiro peça para alguém conhecido ir com você. 

Tudo bem mas por que tudo isso? — questiono sem entender. — vai ter pessoas perigosas lá? 

— Espero que não. — Justin engatilha a arma. — ou teremos um massacre. 

— Não se preocupe nós já verificamos as entradas, os ingressos foram vendidos a meses não tem ninguém que tenha motivos para tentar algo contra nós. 

— O que tem de errado nessa boate? — pergunto mas ela não responde. — Isso tem haver com aquele cara que está atrás de mim não é? 

— Não se preocupe, somos competentes nada vai lhe acontecer. — Jazzy sorri tranquila. — agora prende a respiração porque esses seios tem que entrar nesse vestido. 


Justin acompanhado de alguns homens saem do quarto. Eu estava com uma pequena escuta e dentro a da minha bolsa havia uma pistola caso eu precisasse. 




— Puma você ficar responsável por Ariel leve ela ao camarim se ela precisar de algo você faz a segurança dela é sua prioridade essa noite. — Jazzy ordena. Puma não estava nenhum pouco feliz com essa "missão" afinal, ela teria que me proteger e todos sabem que a loira não gosta de mim. 

Okay. — ela resmunga relutante. — acho bom ela se comportar. — Ela comenta saindo da sala. 

— Vai ser uma noite longa. — Jazzy suspira pesadamente. — muito longa. 

— Eu que o diga. — Bufo me jogando no banco do carro. 

— Senta direito para não amassar esse cabelo. — ela reclama. — Bom, o Justin está vindo eu tenho que ir, cuidado lá por favor. — ela beija minha testa. — boa sorte. 

— Você não vem? — pergunto sem entender. — Pensei que iria támbem. 

— Não, hoje eu vou ver uma pessoa. — Com "pessoa" eu já sabia que era o Chuck a quem ela se referia. — Eu mando um oi por você. 

— Aproveite. — sorrio. Assim que Jazzy sai Justin entra na vã, os bancos do fundos estavam ocupados com sacolas e seguranças. Resultado : eu tive que sentar na frente com ele. 


— Põe o cinto. — Ele como de costume diz a famigerada frase. Era sempre assim quando nós dois saíamos juntos. — Anda logo, Ariel. 

Eu sabia que se eu não colocasse o cinto ele não iria sair dali, então obedeci pois já estávamos atrasados. 




                [ • • • ] 


A boate não era lá essas coisas mas era diferente de tudo que eu já vi. Ao invés das paredes ser escuras e a iluminação ser a base de néon, as paredes eram verdes florescente, okay era escuro, mas ainda sim diferente já que aquelas paredes verdes mudavam tudo, o teto era todo espelhado assim como o chão, o ruim de pisar no chão é que qualquer um poderia ver sua bunda por conta do reflexo. 

Droga ! — Eu tentava inutilmente tapar com as mãos para que ninguém olhasse. — de quem foi essa idéia idiota de colocar espelhos no chão? 

— Eu gostei. — Justin solta uma risadinha enquanto espiava através do reflexo a calcinha de outras mulheres. — Arianne deveria aderir. 


Por sorte — ou não — eu não precisei escutar mais daquela conversa boba, pois Puma chegou cortando o assunto. 

— Eles estão esperando você no camarim, Barbie. — Da ênfase no ''Barbie''. Ela insistia em me chamar assim mesmo sendo loira como eu. — Anda logo. 

— Abaixa a bola, Puma. — Justin diz entediado. — Leve ela até lá, eu ficarei próximo ao palco. 

Puma revira os olhos e me guia em direção ao camarim. Eu não precisava de nada, maquiagem, cabelo e roupas eu já tinha. Ao chegar lá a "chefe" das dançarinas me deu instruções, inúteis, já que eu já sabia todas. 


— Eu ainda não acredito que você não precise de óleo. — Ela comenta sorrindo desacreditada. — Impressionante. 

— Todo mundo diz isso. — Sorrio. — Okay, vamos lá. 



      [• • •]



Pov's Arianne





Chegamos na "mansão" — se é que  posso chamar isso de mansão — de Malcon em cima da hora, aquele local era bem frios isso é por conta das árvores, esse velho desgraçado mora no quinto dos infernos mesmo. 



Entro acompanhada de Chaz e uma centena de seguranças, nunca em minha vida que eu confiaria nesse verme maldito. Seu casebre — Vamos chamar essa espelunca assim — Era aconchegante mas fedia a cigarro e cachaça barata. É, não importa quanto tempo passe, ele vai continuar sendo o mesmo porco imundo. 


— Arianne. — Um homem antarola feliz. — Que bom que veio. — Ele junta suas mãos e sorri só que sem mostrar os dentes.

— Onde está Malcon? — Questiono direta. — Se isso for uma armadilha aquele verme vai ver ....

— Calma, ele vai aparecer em minutos.— O homem puxa as duas cadeiras para que eu e Chaz nos sentem. — Fiquem avontade. 

— Não pretendo ficar e espero que ele seja rápido. — Me sento bufando de raiva. — senta támbem Chaz. 

— Prefiro ficar de pé. 


O homem que estava com a gente se retira a sala fica escura, Chaz saca sua pistola destravando a mesma. O notebook ascende, involuntariamente fecho os olhos com a claridade. 

Arianne. — Ele cantarola meu nome. — Que bom que veio. 


Malcon estava diante de mim, ou melhor, uma transmissão ao vivo de seu notebook estava diante de mim. Ele sorria feliz e eu já não entendia mas nada. 

Não faça essa cara querida. — Ele brinca. — Eu infelizmente não pude estar aí com você mas do mesmo jeito vamos tratar de negócios. 

— Você acha que está lidando com quem seu verme. — Me levanto com ódio. — Essa palhaça acaba aqui, eu nunca farei negócios com você. 

Mesmo depois de anos você ainda sente medo de mim, mesmo sendo a mulher mais perigosa de toda América. — Ele debocha. — é bom saber que eu estou no controle. — Ele ri. Malcon completamente indiferente ascende um cigarro e fuma despreocupadamente. — Eu acho bom você se comportar ou pessoas pagarão por sua rebeldia. 


Esse velho desgraçado eu o repudiava com todas as minhas forças. 

— Se isso foi uma ameaça, que fique bem claro eu não tenho medo de você e acredite seu velho nojento eu só não te matei ainda porque esse foi o último pedido que aquela velha tonta me fez antes de morrer. — Se eu pudesse mata-lo só com a intensidade do meu olhar, Malcon Otodem não estaria vivo agora. — Mas eu posso muito bem quebrar essa promessa. 

Eu só vim dizer que foi bom fazer negócios com você. — Ele sorri. — aquela gracinha vai me servir muito bem, sabia que quando você era criança sua princesa favorita era a Ariel, você era encantada por sereia e toda aquela baboseira de contos de fadas. — Ele revira os olhos. — Vamos ver se a sua Ariel "presta" para ser minha concubina. 


— NUNCA. — Arrasto minha mão sobre a mesa derrubando o notebook no chão. Mas o infeliz ressurge em uma Tv tela plana implantada na parade. 

Ela vai ser minha, ela vai conhecer um homem de verdade Arianne. — Ele me provoca. 

— O que você quer de mim. — Choro de ódio com o maxilar travado. — O QUE VOCÊ QUER DE MIM? ELA NÃO TEM NADA HAVER COM ISSO. 

Admito que sua filha é uma beldade e muito gostosa mas o real motivo para eu quere-la é que eu sei que isso te machuca, eu sei o quão traumático foi pra você quando eu era o homem que dormia todas as noites com você. — Ele gargalho lá auto. — Você me tirou tudo sua vadia, minha mulher, meu filho eu passei anos na cadeia e quando finalmente eu saí minha Emma tinha sido morta, morta por você... E por isso sua filhinha vai compensar todos esses anos de dor causados por você. — Ele abre um sorriso. — nesse exato momento a casa está cercada de meus homens e a boate Ridícula que você escolheu esconder sua "Sereia" está sendo invadida agora e de uma vez por todas aquela menina vai ser minha e ninguém vai me empedir. Agora eu digo a Deus pra você pois hoje Arianne Winter é o dia da minha vingança, o dia da sua morte. 


Tudo fica escuro e o som de disparos são ouvidos por todo lado. — Fique atrás de mim. — Chaz ordena carregando sua arma. 


Ele atira varias vezes em uma parede, eu o encaro sem entender? Chaz me olha de relance e logo um sorriso brota em seu rosto quando a "parede" vai ao chão quando dando lugar a um corredor.

— Enquanto você estava conversando, eu vi o mordomo passar por uma passagem aqui, tinha senha mas não deu tempo de decorar. Vem, temos que sair daqui. — Ele me arrasta para fora daquele local. Eu estava nervosa, mal conseguia andar Justin é minha única esperança, sei que ele pode fazer de tudo pela minha filha.

— Aqui, achei uma saída. — Chaz comemora. Meu garoto prodígio rastreio o sistema da mansão, basicamente a planta da casa. Nós vamos sair pelos fundos, segundo ele.

"Ela vai ser minha assim como você foi"

Aquela voz imunda falava em minha mente.

" Você nunca será a mãe dela"

A voz daquela mulher me atormentava, eu tentava continuar sã mas os flashes passavam por minha cabeça me fazendo relembrar cada vez mais e mais meu obscuro passado.

" A verdade é que você nunca gostou da suas outras filhas, só dela, só de Ariel porque ela é filha daquele homem, do homem que você ama"

Ela acusa. Eu me lembro de cada palavra, a voz daquela madita mulher ecoava na minha cabeça me deixando ser ar. Fecho os olhos com força lembrando do dia que ela tentou tirar minha filha de mim, do dia em que eu a matei com as minhas próprias mãos.

"Eu odeio você"

Aquela bala, aquela bala foi carregada a base de ódio e anos de arrependimento, eu sou como ela, eu vendi minhas filhas para quaisquer homens eu vendi minha Ariel eu aceitei Jeremy mesmo depois de tudo eu sou a culpada, eu sou como a Emma, eu sou um monstro.

— ARIANNE. — Sou desperta por Chaz que me segura pelo rosto ele me olhava assustado. — O que está acontecendo, você tá bem? Calma eu estou aqui, calma.

Abraço ele ainda estática, Chaz era meu, meu precioso pupilo era meu e de mais ninguém, ele não saiu de mim mas é meu filho é alguém que eu realmente amo.

Nosso abraço é quebrado quando tiros são disparados em nossa direção, estávamos já fora da mansão correndo em direção ao carro. Foi tudo tão rápido...

— CHAZ. — empurro ele pro lado sentindo meu peito ser perfurado duas vezes. Aquele líquido quente escorria enquanto todo meu corpo ficava gelado, eu sentia frio.

— Não, não, não, não, por favor não. — É a única coisa que escuto antes de tudo apagar.

[. . . ]

Acabo meu show com aplausos, sorrio feliz por finalmente aquela tortura ter acabado. Desço do palco indo para o camarim, troco minhas roupas e saio aprocura de Justin ou puma para ir embora. Eu estava cansada e ficar naquela festa não está me fazendo bem, eu sentia algo ruim no peito, uma sensação estranha.

Tudo ficou estranho com as luzes se apagaram e as pessoas começaram a gritar e correr, logo os barulhos de tiro são ouvidos.

— Droga !

Ando apressadamente a procura de alguém. Encontro puma e Ariella que estavam na saída da boate, sigo elas até o estacionamento onde as pessoas se encontravam desesperada, estava um caos.

— Puma. — seguro seu braço. — o que está acontecendo?

— Você já vai descobrir. — Ela sorri. — até nunca mais Barbie.

Ela entra no carro junto com Ariella me deixando alí. Filhas da puta ! Escuto uma explosão e apressadamente saio dali, eu precisava de um carro ou uma arma, na verdade eu precisava de alguém eu não sei onde estou e nem como sair daqui.

— Ariel? — alguém puxa meu braço. Era três homens eles estavam encapuzados todos com fuzis. — Mas que sorte grande.

— Q-quem são vocês? — dou dois paços para trás cobrindo o decoti do meu vestido com as mãos.

— Viemos pegar você docinho. — Ele toca meu rosto. — Tento sair mas ele impedem apontando suas armas para mim. — Ah, não banque a espertinha vamos levar você custe o que custar. — Ele segura meu braço com força.

— Eu não vou...

Não tive tempo de falar ele segura meu pescoço com as mãos e me encosta na parede de um beco ao lado do estacionamento.

— Você é uma gracinha seria uma pena ter que matar você aqui e agora, eu preso muito pela vida de mulheres como você, meu chefe não vai se importar se a gente brincar um pouquinho não é? — Ele sorri malicioso. Meus olhos vão para outra pessoa atrás do grupo de homens a minha frente. Ele sorria diabólico rodando a pequena pistola e seus dedos eu conhecia aquele olhar, o olhar dominador de possessão e ódio de quem tocava no que ele julga ser dele.

— V-você v-vai morrer a-aqui e a-ag-gora. — Sorrio. — S-seu b-babaca.

Antes que o homem a minha frente pudesse fazer algo todos os corpos vão ao chão, o aperto em meu pescoço se desfaz me dando um alívio ao sentir o ar entrar novamente em meus pulmões.

— Toca nela outra vez e eu vou até o inferno pra te procurar. — Justin diz para o homem no chão. Ele ainda estava vivo, não por muito tempo.

— S-seu maldito. — Ele estava branco e tremia no chão.

— Todos são assim, se acham no direito de por a mão nas minhas coisas e depois morrem agonizando por no chão pedindo misericórdia e com você não será diferente. — Ele sorri ficando cara a cara com o homem. — Mas como eu sou nobre vou acabar com seu sofrimento. — Em questão de segundos o homem estava morto no chão com o pescoço virado para o lado contrário.

— Cadê a Puma? Por que não está com ela?

— Ela me abandonou aqui, me deixou pra morrer junto com a sua namorada.

Justin estava irado, ele não admitia erros em sua preciosa equipe. Ele segura meu braço e sai me arrasando para um carro próximo dali.

— Mais deles estão vindo pra cá, vamos eu não tenho mais munição. — Entramos no carro, Justin faz ligação direta unindo dois fios do carro e assim saímos dali.

....

— Droga ! — ele soca o volante. — mas que Caralho !

— Por que paramos? — questiono sem entender. Já estávamos na cidade mas ainda longe de casa. — Justin?

— Acabou a gasolina, vem temos que conseguir outro nós podemos estar sendo seguidos. — Ele me puxa pra fora do carro e assim andamos até um ponto de ônibus.

Aquela hora não tinha mais transporte público mas concerteza carros irão passar por ali.

— Tive uma idéia. — Justin diz pra mim.— Eu vou até aquele cara começar uma briga com ele, sorrateiramente você pega o carro dele enquanto nós dois brigamos. — Ele diz apontando para um negro com uma BMW azul, ele provavelmente é rico ou um pertence a alguma gangue.

— Eu tive uma idéia Melhor, eu vou lar e instigo o cara você vem logo em seguida bancando o namorado ciumento, isso vai resultar em uma briga, você apaga ele e nós fugimos com a BMW. — Sorrio satisfeita do meu plano.

— Não gostos muito disso mas acho que pode dar certo. — Ele diz tirando seu palitó ficando apenas de camiseta social. — seja rápida.

Justin estava escondido, eu desfilo até o cara que nota minha presença. Ele abre um sorriso me analisando de cima a baixo.

— Uau docinho, qual o seu nome nunca vi você por aqui. — Ele diz soltando fumaça pela boca.

— Não interessa quem eu sou, e sim qual seu nome. — sorrio provocativa. Ele sorri junto comigo e morde seu lábio voltando novamente a me analisar.

—Quer dar uma volta comigo? — ele pergunta olhando pra BMW e acinto mas antes :

— Deixe eu ouvir o ronco do motor. — Peço a ele. O mesmo entra na BMW e acelera sem sair do lugar. Abaixo ficando encostada em seu carro com meu rosto dentro do carro através da janela.

Olho com cuidado para Justin que se contorcia de raiva, sorrio com isso e para ousar mais abaixo meu vestido dando a ele uma visão mais privilegiada dos meus seios.

— Ah docinho eu vou pegar você de jeito....

Ele sai do carro vem até mim e me prensa contra seu corpo e a BMW. O homem leva as mãos até a minha cintura e beija meu pescoço sem cuidado algum. Eu estava começando a me desesperar mas por sorte Justin chega me puxando das mãos do homem.

— Qual foi cara? Vai chegar assim empatando a foda dos outros? — O homem empurra o loiro que sorri de lado.

— Essa mulher é minha, eu acho bom você vazar daqui antes que eu mate você. — Justin dizia isso em uma convicção que me assustava será que ele estava mesmo falando sério?

O homem sorri. — Essa vadia chegou dando mole pra cima de mim....

Ele não terminou sua frase, Justin começou a soca-lo com força deixando o homem imobilizado. Eles rolavam no chão um socando o outro, meu coração doía o cara era bem mais alto e musculoso que Justin. Mas finalmente Justin ficou por cima e começou uma sequência rápida de socos no homem.

— Nunca .... Mais.... Enconste.... Na minha .... Mulher. — Ele diz pausadamente socando o homem. O cara já não aguentava mais, estava prestes a apagar.

— Justin já chega.— puxo ele. — Justin ele não está mais reagindo. — o loiro continuava. — JUSTIN, VOCÊ VAI MATAR ELE. — eu puxava ele desesperada. — JUSTIN POR FAVOR, PARA JÁ CHEGA. — finalmente o loiro me escuta abaixo até o homem checo sua pulsação, estava fraca, ele estava morrendo. — O QUE DEU EM VOCÊ? POR QUE FEZ ISSO ? O PLANO ERA APAGAR ELE PEGAR O CARA E NÃO MATA-LO.

— Cala a porra da boca ou você vai ser a próxima. — Ele tira sua camisa banhada em sangue e me puxa para o carro.

O caminho foi silencioso, ele nada dizia, eu estava assustada com aquele jeito agressivo, ele matou o cara a base de socos, ele nunca foi sanguinário assim. Assim que chegamos em casa eu praticamente corro para dentro da mansão, confesso que estava com medo dele, aquele cara que eu vi lá fora não tinha um pingo de misericórdia ou compaixão, era como um robô.

— Espera.— Ele me puxa. Estávamos frente a frente, sua rosto com respingos de sangue deixava ele mais assustador. — não pode me dar as costas assim.

— Posso sim, eu estou cansada, foi um dia cheio por favor. — Digo cansada puxando meu braço de volta.

— E-eu não sei o que deu em mim...

Ele desvia o olhar. Suspiro pesadamente, é acho que o antigo Justin ainda vive nele, só está selado dentro desse novo homem sem "sentimentos".

— Por que foi tão longe ? — viro seu rosto pra mim.

Ele demora pra responder, mas finalmente diz : — Por você. — Ele fecha os olhos e respira fundo. — Por você, Ariel. — Ele fecha os olhos e cola sua testa na mimha. Suas mãos pousam na minha cintura e quando seus lábios estavam a poucos sentimentros do meu eles entram pela porta fazendo um grande barulho.

— O que fazem aqui? — Justin pergunta.

— Temos más notícias.



Notas Finais


EITA, SERÁ QUE A ARIANNE VAI MORRER? PUMA E ARIELLA, ACHAM QUE ELAS ESTÃO JUNTO COM O MALCON OU FOI SÓ CONHECIDENCIA?

obrigada por ler até aqui <3 comentem isso me ajuda muito e me inspira a trazer mais capítulos para vocês.


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