História Hell -- Second Season - Capítulo 16


Escrita por:

Postado
Categorias Justin Bieber, Ryan Newman
Personagens Jazmyn Bieber, Jeremy Bieber, Justin Bieber, Personagens Originais, Ryan Newman
Tags Criminal, Vingança
Visualizações 369
Palavras 2.859
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Comédia, Crossover, Drama (Tragédia), Famí­lia, Romance e Novela, Violência
Avisos: Adultério, Álcool, Drogas, Estupro, Incesto, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Eu sei que eu voltei rápido kkkk
Eu tava anciosa pra esse capítulo <3

Quero agradecer a Luh que escreveu o hot desse capítulo <3

Capítulo 16 - Usada


Fanfic / Fanfiction Hell -- Second Season - Capítulo 16 - Usada

Pov's Ariel



— Não meu amor eu vou passar a noite aqui. — digo beijando a testa de Hazel. — Mamãe vai ficar o dia todo com você. 

As buscas por Arielle ainda continua, eu aproveitei que Justin está ocupado para vim ver as meninas. Emaline não está aqui, ela saiu com Chuck e Hazel preferiu ficar. 

— Mamãe, faz bolinhas de chocolate para mim? — Ela pede sorrindo. 

— Claro meu amor. — com bolinhas de chocolate ela quer dizer, brigadeiro. 

Nós duas vamos pra cozinha, Hazel estava sentada na pia enquanto eu cozinhava. Ao olhar para ela eu me via, era como uma cópia minha, parecia com Timothy também mas os maiores traços eram de Justin, ela é como ele, exatamente como ele, uma mistura perfeita. 

— O que foi ? — ela estava corada. Abraço meu bebê beijando cada pedacinho dela. 

— Você é muito linda sabia? — Ela acente com vergonha. — A mamãe ama você. — Digo sincera. 

— Hazel ama mamãe. — ela encosta ela mostra seu dedo mindinho junto do polegar e indicador formando um sinal de "rock" que em libras quer dizer eu te amo. 

Aprender a ler o que ela diz foi difícil no começo mas aos poucos eu fui pegando o jeito e hoje consigo conversar com ela normalmente. 


Coloquei os brigadeiros na geladeira para esfriar. Hazel foi pra varanda pintar seus desenhos enquanto eu limpava o apartamento. Depois de comer os brigadeiros eu dei um banho nela e ajudei a mesma com a lição de casa. Minha menina tinha dificuldades na escola, eu tentava ao máximo ajudá-la com isso. 

Já era seis horas da tarde quando verá chegou das compras. Emaline vai dormir na casa de Chuck hoje o que me deixou aliviada já que ela não chegava. 

— Você já vai? — Vera pergunta ao me ver na sala. 

— Sim, eu fiz Hazel dormir e já estou indo. — Sorrio. — tenho que chegar antes de Justin ou ele pode me perguntar onde eu estava aí já viu né...

— Claro, tome cuidado querida. — Ela sorri e eu acinto. — Boa noite. 

— Boa noite. 



Eu estava feliz em ver minha filha mesmo não vendo Emaline eu ainda sim me sentia bem por ver que Vera está cuidando delas tão bem. Já estava tarde Justin vai me matar se souber que eu saí de casa sozinha e desarmada. 


Passava de onze e meia quando eu cheguei em casa. Estava tudo escuro eu agradeci mentalmente ao não ver Justin alí. Subo as escadas indo para o meu novo quarto, no qual tinha energia e uma ótima cama. 

Isso são horas? 

Minhas pernas tremem foi como se minha alma saísse do corpo, o susto que ele me deu fez eu perder o ar assim como a voz. 

— O-o que... Meu deus você me assustou. — levo a mão no peito na tentativa de acalmar meu coração. — O que está fazendo aqui ? 

Onde você estava? 

Com a sua filha, eu penso mas não falo. Na verdade eu não sabia o que dizer. 

— E-eu fui ver uma amiga...

— Amiga ? — Ele ri. — Fala logo com quem você estava e porquê chegou tarde?

— Eu já disse que estava com uma amiga, voltei tarde porque estava matando a saudade. 

 Tiro a blusa de frio e os sapatos. 

Justin continuava de braços cruzados olhando para mim. O mesmo estava usando só uma calça moleton sem camisa, sem se conter ele vem até mim. 

— Por que eu não consigo acreditar em você? — Ele me olha com os olhos semicerrados. 

— Porque você é um idiota que não confia em mim. — Cuspo as palavras. — E se vamos discutir sobre o mesmo assunto  vamos adiantar algumas coisas, vai lá Justin me insulta, diz o quão vadia eu sou, diz que me odeia que nunca vai me perdoar, desconta todas suas frustrações em mim vá em—

Não continuo pois ele me beija, não um selinho um beijo mesmo, eu não tive tempo de impedir e francamente não queria. Ele leva suas mãos até minha cintura e aperta com força arfo entre o beijo deixando ele ainda mais afobado. 

Justin me pega no colo e me leva até a cama, isso sem quebrar o contato de nossos corpos. Ele estava por cima então tinha total controle sobre meu corpo. Sua respiração estava ofegante, seu corpo vermelho. Ele soltava pequenos gemidos e ruídos a cada beijo ou movimento feito. 

Justin me apertava com força o que estava me deixando desconfortável. 

— Jay V-você está me apertando muito. — digo tentando não constrange-lo. Ele ignora e continua com os apertos fortes e possessivos. — Justin vai com calma.

 

Pov's autora



Ela observou-o enquanto ele se movia, passando os dedos pela cintura, contorcendo-se ao longo do caminho, e depois pegou a bainha da blusa e puxou-a sobre a cabeça e os braços. Um pequeno barulho de protesto era tudo o que ele ouvia dela, pois ela não o impediria fisicamente. Ele olhou para as ondas perfeitas de seu peito, botões cor-de-rosa apertando o ar e convidando-o a brincar.

Seus braços se encolheram, cruzando o peito em sinal de humilhação, apenas para que ele os puxasse para baixo e se deitassem sobre a cintura abaixo deles. Apertando os seios juntos apenas o suficiente para fazer um grunhido quente emergir de sua garganta.

Sua boca se abaixou, ensaboando um pico com sua língua aveludada enquanto seus lábios se fechavam sobre ela. 

O prazer conduzia os dois a uma noite de sexo na qual se arrependeriam pela manhã. 

Sua língua circulou a aréola fina e frágil e lambeu o botão rígido que entrava na caverna quente de sua boca, estremecendo com suas ministrações. Ariel jogou a cabeça para o lado, um rubor aquecido lavando suas bochechas até o peito.

Tirando brutalmente seu Jeens apertado sua mão explorou seu quadril e sobre sua pélvis, fazendo cócegas ao longo da calcinha rendada branca e mergulhando sem aviso abaixo deles.

Ela gemeu alto deixando ele ainda mais excitado. 

Ele retira sua calcinha e se posiciona entre suas pernas. Sua intimidade molhada, clamava por penetração, eles estavam loucos. 

— Você quer isso? —  Ele pergunta enquanto mamava, movendo-se de um globo pálido para o próximo avidamente.

— Sim.  — ela choraminga. 

— Você me quer, se não quisesse seu corpo não estaria respondendo ao meu dessa maneira. — Uma risada sombria e divertida surgido em seus ouvidos. — Ariel, você não pode lutar contra isso,  não agora. Sua respiração inundou sua orelha quando ele se moveu e beijou sua bochecha em ternura falsa. Ela sentiu a mão dele deixar a fenda de sua feminilidade. 



Suas calças estavam próximas e ele saiu com facilidade, descartando a pilha ao pé da cama. Seus olhos caíram automaticamente para o membro grosso que estava ereto entre suas pernas, e quando ele caiu de volta em suas mãos e rastejou em direção a ela, ela gemeu esganiçadas.  Braços e pernas cruzando, ela fechou os olhos e pressionou mais a cabeça na cabeceira, sentindo a cama balançar com cada movimento que ele fazia.

Sua boca a encontrou primeiro, plantando um beijo na frente de sua garganta e pontilhando mais e acima de seu queixo. Determinadas mãos cruéis a abriram, batendo os braços contra o lençol de madeira atrás dela, e ele afundou nela com o peito nu. Seus lábios pegaram os dela em um beijo quando ela soltou outro gemido, suas mãos acariciando seus lados e sobre suas coxas, puxando-a aberta com uma completa falta de empatia.

— Shhhh. — Ele arrulhou, pegando-a para que ele pudesse se encaixar debaixo dela, e ela sentiu seu eixo pressionado contra ela, preso entre o abdômen e o dela com as costas de suas coxas sobre as dele.

Justin entrou de uma vez, tão forte e rápido que a mesma arfou com tamanha brutalidade e falta de carinho. Ariel virou a cabeça para o lado para escapar de sua boca, e ele a deixou, aninhando o nariz em seu cabelo e respirando pelo pescoço enquanto ele respirava profundamente, um sorriso perverso em seus lábios. Sua mão pegou a dela e a guiou para baixo entre eles, envolvendo-a ao redor de seu comprimento para que ele pudesse bombear em sua palma com um gemido. Empurrando e puxando sobre ele, ela sentiu o calor subir entre suas pernas, e choramingou. 

— Eu vou ter você. —  Sua voz rouca se transformou em seu ouvido enquanto ele se aninhava. Seus movimentos eram mais suaves do que deveriam ser. Tudo o que ele estava fazendo era um show, e isso a fez ficar tensa pela realidade que ela estava esperando para bater nela ... e seria, em breve. Ela podia sentir isso chegando.

A mão soltando a dela, deixando-a se afastar e apertando a palma úmida na cabeceira ao seu lado, ela sentiu o seu espalhamento sobre a inclinação de sua barriga novamente, o polegar acariciando-a.

— Justin, você pode ir com calma, não estou confortável. — Ela pede docemente. — Está doendo. 

- Você vai sangrar antes que eu termine com você ... E depois que você sangrar, vou devastar você de novo, e de novo ... até você ficar fraca demais para ficar de pé. — Com tanta raiva quanto luxúria, seu tom foi o suficiente para quebrá-la em uma confusão lamentável quando ela caiu mancando contra ele.

— Justin tá doendo, vai devagar.  — Ela gritou abruptamente quando foi içada para o ar rapidamente, braços chicoteando de seus lados para agarrar seus ombros, mas ela não podia se mover. Ela não podia impedi-lo. Seus olhos se encheram de lágrimas ao sentir a dor que ele lhe causava,  quando ele bateu nela sobre ele, Justin se enterrou dentro de suas profundezas com um gemido de satisfação. O choque inicial de dor e prazer rodou incerto através de seu útero, as pernas envolvendo-se instintivamente ao redor de sua cintura quando ele começou com impulsos ásperos e dominantes. Não havia nada que ela pudesse fazer em seu estado exausto, mas segurá-lo.

Braços enrolados nas costas de Justin enquanto os joelhos dela abraçavam os quadris dele, a cabeça baixa em resignação para o ombro, o rosto se escondendo na curva do pescoço dele enquanto ela sentia uma mão em seus cabelos e apertando, sua boca beijando e beliscando seu pescoço como uma fera faminta.

Ela teria chorado menos, na verdade, mas era tão bom, e é por isso que as lágrimas não pararam. Eles deixaram sua visão permanentemente embaçada e pingaram sobre sua pele impecável e cremosa, deslizando de seu pescoço e ombro até a frente de seu peito perfeitamente tonificado. Ele estava inconsciente, ou apenas indiferente, ou talvez até mesmo desistindo disso, ela não tinha certeza, mas não fez nada para pará-lo ou atrasá-lo.

Não… ela não podia negar que ela o queria, e sim… ela sempre teve. Mas não assim. Nunca gostou disso. Isso foi mais do que corrompido. Ele não era o homem que ela amara todos aqueles anos atrás. Ele estava doente .

Seu esperma escorria pela curva muscular de suas coxas, encharcando-o e encharcando o travesseiro em que estavam apoiadas. Suas mãos acariciaram suas costas, escorregadias de suor, e sobre a inclinação de sua bunda, agarrando-se a ela enquanto ela batia. Não foi apenas áspero, foi forte e implacável. Era como se ele quisesse danificá-la. Mas o quanto de dor ela se sentia martelando dentro dela, espalhando-se em uma dor intensificada, isso a fez estremecer contra ele e gemer lamentavelmente entre soluços.

A compilação de prazer assombrou-a com a promessa de euforia por vir, e a derrota completa que a estrangularia a seguir, sugando cada gota de dignidade que possuía.

Era inevitável, e quando seu primeiro orgasmo a levou a um coro de gemidos ofegantes e gritos de seu nome, ela imediatamente sentiu como se tivesse levado um soco no estômago.

Mas ele não parou, e ele repeliu sua própria liberação com uma pausa toda vez que se sentia chegando muito perto. Seus quadris iriam diminuir ou parar e ele iria agarrá-la, ofegando pesadamente em seu pescoço enquanto ela se agarrava fracamente a ele. Ocasionalmente acariciando os picos afiados de suas ondas suaves com suas mãos hábeis.

Quando ele finalmente chegou, uma onda de calor penetrante e cru a invadiu com um impulso particularmente violento, e ele se manteve dentro dela por vários minutos, recuperando o fôlego e mantendo-a enjaulada em seus braços.  Agora coberta de suor, para colocá-la na cama e beijar avidamente seu pescoço e clavícula no peito. Ela estava imóvel, deixando-o se mover e tocá-la seus sentidos não estavam imunes, mesmo depois que ela sentiu que iria desmaiar em breve se ele terminou ou não com ela. A cada beijo, gemido ou palavra ditas por Justin era como se seu corpo fosse dilacerado, ele foi bruto e repugnante como nunca antes, ele a quebrou ele a tratou como um verdadeiro objeto sexual. 

Suas mãos gentilmente massagearam seus lábios inchados até que ela gemeu por ele, e mergulhou dentro dela para enganchar e pressionar em seu ponto mais sensível, fazendo com que ela se curvasse para ele e gritasse.

Então, ele a levaria de novo com a velocidade e a ferocidade que ele lhe dera em seu ataque inicial. O prazer sempre voltava, mas a cada impulso a dor começava a ofuscar cada vez mais.

Três orgasmos foram forçados a sair dela antes que seu corpo cedesse e seus olhos se fechassem uma última vez ele se derramou dentro dela e saiu mais rápido que entrou. 


Pov's Ariel


Fecho os olhos com força deixando as lágrimas saírem de uma vez. Eu não tinha forças para levantar mas mesmo assim fiz.

Enrolada no lençol eu vou para o banheiro. Me olho no espelho e soluço ainda mais, eu estava vermelha e suada como se eu estivesse mesmo acabado de "fazer amor". Eu sentia meu peito queimar, eu sentia minhas pernas tremem eu sentia meu coração sangrar. 

Com raiva eu jogo tudo que estava em cima da pia no chão. Soco o espelho diversas vezes sem me importar com minha pele sendo rasgada pelos estilhaços de vidro. 


Eu queria, eu o desejei mesmo ele me tratando daquela maneira e isso é o que eu mais repudiava. Eu odiei a forma como fui tratada por ele, mas não posso negar que eu o queria. Era complicado, quase masoquista. 

Saio do banheiro na esperança dele não está mais lá, mas ele ainda estava, já vestido com sua calça com os braços cruzados em cima de seu peito nu, ele me encarava sem expressão. 

— P-por que fez isso? — quebro o silêncio olhando para ele decepcionada.

— Você gostou. 

Não, não gostei. berro deixando minhas lágrimas invadir. — Por que não parou? 

— Você queria que eu parasse? — ele anda até mim fazendo eu recuar para trás. 

— Você me machucou, me tratou c-como uma qualquer uma...

Vadia. — ele completa. — Deixe eu refrescar sua memória Ariel, você é uma vadia e vadias são tratadas assim. — ele cospe as palavras. — Mas para uma vadia como você, até que estava bem apertadinha, não andou transando ultimamente não é? 

Sem remorso ou medo algum eu estapeio sua cara, meus cinco dedos foram gravados em seu rosto na mesma hora. 

— Nesse exato momento eu sinto nojo de você. — Digo com ódio. — Eu sinto raiva, medo e decepção.

Por alguns segundos ele desvia o olhar do meu. 

— Essa foi minha vingança por tudo que você me fez. — ele disse simples. 

— Você se sente melhor? 

— ....

Ele nada responde o que me deixa com raiva. 

— VOCÊ SE SENTE MELHOR JUSTIN? 

— Não. — Ele responde me surpreendendo. — eu me sinto um lixo, um bosta por ter feito isso mas eu não posso voltar atrás era isso que você queria ouvir, está satisfeita em saber que nesse momento eu também me odeio por te machucar? 

 Eu não respondi, eu não conseguia entende-lo 

— É você me odeia muito, a que ponto chegou só para se vingar não é. — Seco meu rosto. — Desculpe Justin mas depois disso eu é quem não posso perdoa-lo.

— Eu só queria que você sentisse dor, eu só queria ver você sofrer depois de fazer tudo aquilo e sair impune. — Ele diz. — Eu só queria que você sentisse a dor que eu senti quando a Cassie morreu, quando eu vi a mulher que eu amava ir embora com outro. 

Fecho os olhos respirando fundo. 

— Por mais que eu tente me sentir bem em ver você sofrer eu não consigo sabe por que ? Porque eu te amo, mesmo depois de tudo, eu ainda amo você e esse é o problema, eu amo a mulher que mais me fez sofrer. — Ele dizia sincero. 

— Se você me ama por que fez tudo isso? — Eu choro olhando pra ele. 

— Eu pensei que te ver sofrer compensaria toda dor mas ver você chorar me dói mais. 

— Eu não a matei Justin, eu não tive escolha quando fui embora com Evan mas eu não a matei. — choro encostada em seu peito. 

Me diz a verdade por favor. — Ele pede. 

— Você quer a verdade, tudo bem. 





Notas Finais


EITAAAAA agora ela vai contar haha
Será que o Justin vai acreditar? E aí será que ela vai falar sobre as meninas?

Mas uma vez obrigada Luh por me ajudar ao escrever o hot <3


Gostou da Fanfic? Compartilhe!

Gostou? Deixe seu Comentário!

Muitos usuários deixam de postar por falta de comentários, estimule o trabalho deles, deixando um comentário.

Para comentar e incentivar o autor, Cadastre-se ou Acesse sua Conta.


Carregando...