História He'll be mine - Taekookmin (Reescrita) - Capítulo 4


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Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens Jeon Jungkook (Jungkook), Kim Taehyung (V), Park Jimin (Jimin)
Tags Angst, Dark Fic, Short Fic, Suspense, Taekookmin, Terror
Visualizações 11
Palavras 975
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Drama (Tragédia), Ficção, LGBT, Romance e Novela, Suspense, Terror e Horror, Violência, Yaoi (Gay)
Avisos: Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Suicídio, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Oi, oi meus shadow babys, bem antes de começar o capítulo tenho um aviso a fazer, que é o seguinte: este capítulo contêm cenas de homicídio, não são muito explícitas (eu acho) mas se forem sensíveis a tal, aconselho que não leiam a partir de (...) até ao POV do Jimin, não se preocupem em perder o rumo da história porque o Jimin vai resumir o que aconteceu.

Espero que gostem

Capítulo 4 - Capítulo IV - Their mission


Fanfic / Fanfiction He'll be mine - Taekookmin (Reescrita) - Capítulo 4 - Capítulo IV - Their mission

*POV. Jungkook

Mais um dia se passou e mais uma missão chegou, de novo um assassinato e este seria em grande.

Desta vez não seria apenas uma pessoa como habitual, mas sim uma família inteira. A família de um bailarino famoso de quem não nos deram conhecimento sobre, apenas que quem nos contratou foi um outro bailarino que, por várias vezes quis ficar com o papel do mesmo, mas acabou por ficar apenas como seu suplente e eu e Taehyung fomos os escolhidos para o fazer.

Seriam cinco pessoas incluindo o próprio bailarino, não sei para quê matar toda a família, mas é uma missão, então não posso questionar.

No dia determinado encontrámo-nos para tentar localizar o nosso primeiro alvo, seria Min Yoongi, o irmão adotivo do bailarino, iríamos encontrá-lo no final do seu turno num café nas traseiras do mesmo, então apenas tivemos de esperar que caisse noite.

(...)

Finalmente lá estava ele, tão distraido, tão vulnerável.

Encarei Taehyung, e ambos anuimos em concordância.

Puxamos para cima as nossas máscaras de cirurgia pretas, para que tapassem nossos narizes e bocas.

Sorrateiramente Aproximámo-nos, eu por trás e ele pela frente, eu com a minha pistola e ele com a sua adaga preferida.

Tudo foi tão rápido, depois de perceber o que estava a acontecer, a cara assustada do rapaz foi uma das melhores que já vi.

Mirei na sua cabeça e disparei em sua direção, enquanto Taehyung cravava a adaga diretamente no coração da nossa vítima foi ouvido um grito assustado e de desespero, quando olhei na direção do som, lá estava ele, Park Jimin, de joelhos no chão com uma expressão aterrorizada, enquanto sussurrava incessantemente as seguintes palavras:

- Não... O Yoongi não... O meu irmão... Não...

Lágrimas escorriam pelos seus olhos e então... Ele encarou-me, como por impulso baixei a máscara e fui até ele, talvez preocupado, talvez por me sentir ameaçado, foi ai que a sua expressão aterrorizada se intensificou.

- Jung... Kook.... - Sussurrou olhando-me como se fosse o maior monstro que alguma vez viu em sua vida... O que talvez fosse verdade.

Quando larguei a arma a meu lado e agachei-me em sua frente, o mesmo recuou negando com a cabeça incessantemente.

- O yoon-gi não... Por-quê, Jung-Kook? T-Tae-Hyung?... Porquê? Porquê? Porquê?... Porque... Fizeram isto?

O mesmo continuava a repetir o mesmo incontáveis vezes, enquanto cada vez recuava mais e mais.

Quanto mais ele recuava mais eu avançava, até que as suas costas bateram numa parede, foi então que ouvi os som de uma faca a cortar carne, e reparei que os olhos do loiro duplicaram de tamanho. Olhei na direção que o mesmo encarava tão chocado e vi o que já esperava...

Uma expressão sádica refletia-se no rosto de Taehyung, que demonstrava um imenso prazer enquanto rasgava a carne do pescoço branco do rapaz morto no chão, espalhando o sangue da vítima.

Admito que aquela cena me proporcionou uma sensação semelhante, mas a minha preocupação com Jimin era maior, então voltei a olhá-lo e assim que o fiz, deparei-me com o mesmo desmaiado, com o corpo sendo suportado pela parede e a cabeça pelo seu ombro.

Preocupado e sem saber o que fazer, tentei chamar Taehyung de volta à sua sanidade mas foi impossível, os seus instintos psicopatas já falavam mais alto que o seu raciocínio lógico e, única solução mais coerente que encontrei, foi levar o corpo inconsciente do bailarino para onde pudesse ser visto e ajudado por alguém e em seguida arrastei Taehyung até estarmos longe daquele local.

*POV. Jimin

Acordei e olhei em redor não reconhecendo o local onde estava, paredes brancas, chão claro, lençóis brancos e um cheiro característico a desinfetante, percebi que estava num hospital... Ligado a soro e máquinas medindo os meus batimentos cardíacos.

Tentei levantar-me mas não consegui, conformado com tal, apenas fechei os olhos, mas assim que o fiz, imagens aterrorizantes passaram pela minha mente e voltei a abri-los rapidamente.

Sem conseguir voltar a pregar olho, fiquei um tempo a olhar pelo quarto, enquanto esperava que algum médico ou enfermeiro entrasse para me ajudar e me explicar como vi aqui parar.

Durante esse tempo imagens de Taehyung a esfaquear o meu irmão, passaram pela minha mente fazendo com que quase entrasse em desespero, mas antes que isso acontecesse uma mulher totalmente vestida de branco entrou no quarto, e olhou-me com surpresa no rosto.

- Bom dia, senhor Park! - Cumprimentou aproximando-se da cama - Como se sente? - Perguntou verificando a bolsa de soro e os batimentos cardíacos, anotando tudo na sua prancheta.

Não sabia o que responder, então apenas tentei anuir em confirmação quando ela me encarou.

- Como... Quem... - Tinha várias perguntas a fazer mas não sabia exatamente como as fazer, por isso decidi ficar calado.

- Está a tentar perguntar como veio para o hospital e quem o trouxe certo? - Perguntou já sabendo a resposta e continuo - o senhor foi encontrado inconsciente numa rua perto do café central, foi uma jovem que o encontrou e de imediato contactou a emergência - Ouvi atento a sua explicação mas quando fez a pergunta seguinte congelei - O senhor consegue lembrar-se do que aconteceu antes de desmaiar?

... Eu lembrava sim, com clareza, tudo o que aconteceu mas... Eu não os queria denunciar...

Assenti ainda relutante, e a mesma retribuiu a minha resposta com o mesmo gesto.

- Ocorreu uma assassinato numa rua próxima e encontramos vestígios do sangue da vítima nas suas roupas... O senhor esteve envolvido no assassinato?

Neguei cada vez mais relutante.

- sei que é doloroso mas já que se lembra do ocorrido, precisamos ouvir sobre o incidente

- Eu.... A vítima... Foi o meu meio irmão... Ele estava a sair do trabalho e eu... Ia buscá-lo para lhe fazer uma surpresa mas... Quando cheguei ao local... - Parei de falar relembrando a cena e tomei uma decisão...


Notas Finais


Espero que tenham gostado.

Bye, bye e kissus 😘😘😘


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