História Hella Blue! - Capítulo 42


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Categorias Life Is Strange
Personagens Chloe Price, Frank Bowers, Kate Marsh, Mark Jefferson, Maxine Caulfield, Nathan Prescott, Personagens Originais, Rachel Amber, Ray Wells, Victoria Chase, Warren Graham
Tags Chloeprice, Gay, Katemarsh, Lgbt, Life Is Strange, Love, Maxinecaufield, Nathanprescott, Rachelamber, Victoriachase, Warrengraham
Visualizações 47
Palavras 1.237
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Comédia, Drama (Tragédia), Famí­lia, Ficção, Ficção Adolescente, LGBT, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Suspense, Universo Alternativo, Violência
Avisos: Álcool, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Bem gente, espero que gostem!
( estou pensando em fazer uma fic de Amberprice, logo depois dessa ajdaçaksd)
Boa leitura.
Com amor, Lupin.

Capítulo 42 - Unshakable.


Fanfic / Fanfiction Hella Blue! - Capítulo 42 - Unshakable.

P.O.V Maxine Caufield

Eu me arrependi no mesmo momento em que desliguei a webcam. Eu tinha certeza que Chloe não havia dito aquilo propositalmente, ela sempre tinha esse comportamento; falava o que adentrasse sua cabeça e depois se arrependia.

Eu tentei de todas as formas me distrair durante a noite para que o sono viesse mais rápido, só que as palavras que ela disse ecoavam na minha cabeça o tempo todo. Eu tomei o celular de cima da cômoda, ao lado da minha cama e enviei uma mensagem para a Alex.

[23/03 21:00] Max: Acho que eu preciso consultar suas habilidades, não estou me sentindo muito bem...

[23/03 21:01] Alex: Boa noite menina Maxine! Aguarde um instante e eu vou lhe atender...

Após longos 15 minutos de espera, sem nenhum retorno da garota, ouvi minha mãe me chamar na parte inferior da casa.

- Maxine! – eu joguei o celular em cima da minha cama e desci escorregando com as meias sobre o piso de madeira laminada dos corredores da minha casa – Você tem que nos avisar quando for receber visitas! – eu na realidade não sabia de nenhuma visita, quando finalmente cheguei ao fim da escada, dei de cara com a própria Alex Madson.

- Foi aqui que pediram terapia? – eu soltei uma risada quando ela tirou o capuz da blusa de moletom vinho e suas bochechas estavam notavelmente queimadas por conta do vento gelado que circundava o meu bairro durante a noite – Você devia me avisar que o seu bairro é quase o Canadá de tão gelado! Tem certeza que eu ainda estou em Seattle? – seus tênis foram deixados ao lado da porta e ela me seguiu até o meu quarto.

- Você é maluca! – Alex agora descansava seu longo corpo gelado na minha poltrona, se recompondo em poucos segundos para me jogar uma expressão confusa – Sair da sua casa as nove horas da noite, nesse frio! – Ela se levantou e pegou o meu cobertor, retornou a poltrona e se enrolou nele, deixando aparente apenas os dois olhos escuros.

- Eu prefiro conversar pessoalmente, consegui até arrancar umas risadas de você, Miss Tristeza de Seattle! – era engraçado como o jeito de lidar com as situações dela era parecido com o da Chloe, até as piadinhas e apelidos eram do mesmo nível de maturidade – Vamos ao que interessa... O que aconteceu? – quando ela abriu espaço para que eu desabafasse, minhas lágrimas já estavam escorrendo pelo canto dos meus olhos. Eu contei sobre absolutamente tudo em meio a soluços; desde Arcadia Bay até hoje e ela se manteve atenta a todas as informações.

- Eu só queria voltar... – Ela se aproximou de mim lentamente e ofereceu seu abraço para que eu pudesse me acalmar, era confortante e protetor – Você parece uma muralha, de tão grande... – ela soltou uma risada desengonçada e me apertou contra o seu corpo.

- Eu não me importo com o meu tamanho, ele é tipo um escudo! – eu me desaproximei e sorri para ela, secando minhas lágrimas com a manga do meu pijama – Até super heroínas como você, precisam de escudos, Max! – Alex se ajeitava para ir embora, quando uma chuva muito forte começou a cair. – Caramba! O mundo está acabando lá fora! – segui até a janela para poder observar melhor e eu não conseguia enxergar absolutamente nada além de uma tempestade estarrecedora.

- Você não vai sair com uma chuva dessas! – ela ergueu a mão com uma chave de carro pendurada em um dos dedos e balançou de um lado para o outro, tentando seguir até a porta – Muito menos dirigir nessa chuva, Alex! – eu tomei rapidamente as chaves de sua mão antes que pudesse erguê-las a uma altura que eu não alcançasse. Ela desistiu.

- Eu vou arrumar uma roupa de cama para você, o sofá é até bem confortável! – Minha mãe apareceu perto de nós duas e a chamou para aguardar na sala. – Você é filha do Albert Madson? – eu estava perplexa, assim como Alex também estava. – Eu trabalhei para ele durante uns bons anos, quando escutei seu sobrenome eu a liguei imediatamente a ele! – meu pai apareceu com um edredom e um travesseiro e colocou sobre o braço do sofá.

- Vamos, Vanessa! Deixa a garota descansar... – Meu pai se aproximou de nós e se despediu. Minha mãe o seguiu e deu um beijo na minha testa.

- Se eu te levar em Arcadia, você vai se sentir melhor? – eu parei na metade do caminho até as escadas e olhei para trás, encarando-a com um semblante duvidoso – É isso que você ouviu mesmo! – Voltei devagar até o sofá e me sentei na mesinha de centro – É feriado no fim de semana que vem, eu te levo, você vê a sua namoradinha e a gente volta na segunda de manhã! O que acha? – eu senti uma alegria tomar conta de mim e eu pulei em cima da Alex e a abracei. Eu me senti um pouco envergonhada e me afastei rapidamente me desculpando várias vezes.

- Muito obrigada, Alex! – eu não pretendia falar para ninguém sobre a minha ida até Arcadia, então me dirigi até a escada – Boa noite! Espero que durma bem... – a garota fez um jóia para mim e depois se virou de costas para a lareira. Eu subi apressadamente até o meu quarto e me deitei, eu suspirei e em pouco tempo eu adormeci.

P.O.V Chloe Price

- Acha que eu peguei muito pesado, mãe?  - Joyce tomava seu café assustada enquanto me olhava – Eu sou uma idiota! – abaixei a cabeça entre os meus braços e comecei a resmungar várias coisas inaudíveis.

- Você pegou pesado, Chloe... – ergui os olhos em direção a ela enquanto tomava o meu copo de café – Afinal, você gosta ou não dela? – encarei a xícara de café e abri um sorriso ao lembrar do beijo dela e do seu abraço. – Tudo bem, depois dessa expressão, a pergunta já foi respondida! – as mãos de Joyce estavam sobre a minha, capturando a minha atenção.

- É, eu gosto muito dela mãe, só que... – agora a expressão da Joyce era de dúvida, ela aguardava o restante da frase – Ela está em Seattle agora e eu sou uma pessoa carente demais, eu não sei lidar com distância!

- Então o problema é a distância, Chloe? – peguei a colher de açúcar e comecei a mexê-la dentro da xícara, distraída – Você sabe que esses pequenos problemas são fáceis de resolver, não é? – não era tão simples assim, eram quase 8 horas de distância entre nós.

- Pequeno problema? São 8 horas mãe... – ouvimos batidas na porta e eu me prontifiquei a atender.Quando a abri, vi uma pequena figura loira totalmente desestabilizada e trêmula – Vic?

A garota estava desesperada atrás da porta e me abraçou com tanta força que eu não consegui me manter equilibrada, caindo no chão. Ela não conseguia pronunciar uma palavra sequer e seu choro era incessante; eu a abracei e permiti que chorasse.

- O que houve, Chase? – ainda estávamos no chão de frente para a porta, Joyce veio rapidamente e fechou-a, se ajoelhando perto de nós duas. – Você quer água? – minha mãe se levantou e rapidamente trouxe um copo de água para a garota, eu notei algumas marcas escuras no seu pescoço e aquilo me deixou assustada – Victória, o que foi que aconteceu? – ela voltou a afundar o rosto no meu peito e suas lágrimas continuavam a cair.

Toda sua postura inabalável, parecia estar em ruínas.


Notas Finais


Bem, é isso!
Até logo!


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