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História Helô e Stênio Para Sempre 8 - Capítulo 221


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Capítulo 221 - Capítulo 221


Depois de muito tempo tentando fazer o pequeno Miguel dormir, Helô respira fundo, estava cansada de travar batalha com o menino que só pensava em se distrair e brincar. Internamente ela comemora quando ele adormece. Antes de sair, coloca o cobertor sobre a neta que também dormia ali, na cama do outro lado do quarto. Deixando a porta entreaberta, a chefe de polícia encosta na parede do corredor e suspira. Segundos depois, faz um coque nos cabelos ao caminhar em direção a sala de estar, onde imaginava encontrar o marido, porém o ambiente estava mergulhado na penumbra.
Na sacada, Drica e Pepeu trocam um beijo apaixonado. O jovem tinha aparecido para o jantar e Helô fica feliz em constatar que haviam feito as pazes. Decidida em não interromper o momento, dá meia volta e vai para o próprio quarto, os deixando sozinhos.

Ao entrar, nota que velas haviam sido acesas e um balde com champanhe estava disposto na mesinha de canto, além de duas taças e morangos.
— Que que isso, Stênio?
— Estava te esperando para uma festinha particular.
— Depois da canseira que o terroristinha me deu?
— Amor, hoje é seu dia. Temos que comemorar. Ontem ficamos nostálgicos, mas hoje...
— Ontem eu estava uma chorona.
— A chorona mais linda do mundo.
— Só tu mesmo pra querer levantar minha moral, Stênio.
— Posso pedir para a senhora Alencar trancar a porta enquanto coloco uma música?
— Tu não vai me fazer dançar, né? — ela questiona, dando duas voltas na chave e voltando para o meio do quarto.
— Por favor, doutora, aceita dançar a nossa música para comemorar o seu dia.
— Tu sabe que amo essa canção, Stênio.
— Eu também amo, em especial porque me faz lembrar de você. Agora vem cá, doutora. Vem dançar com seu maridinho aqui.
Helô aceita a mão estendida, sorrindo ao ser puxada para os braços do amado. Com um cuidado quase solene, ele passa um dos braços por sua cintura, a outra mão se entrelaça a dela, ficando junto aos corpos quando começam a se mover no ritmo de "no me compares".
Helô não resiste e deixa o rosto descansar junto ao dele, fechando os olhos, sentindo toda a felicidade do mundo ao dançar no meio de seu quarto, abraçada ao homem de sua vida.

Nos minutos seguintes, eles se colocam em uma bolha de amor onde eram os únicos dentro, apenas aquele momento importava. Quando a voz de Ivete Sangalo finaliza a canção, eles param, mas não se afastam. Helô ergue o rosto, encara o marido e devolve o sorriso doce que ele lhe presenteia.
— Eu desejo que você seja sempre muito feliz, doutora. Que viva por muitos anos — Fazendo um carinho no rosto dela, ele continua a declaração — Espero ter a sorte de compartilhar o resto da vida ao seu lado, Helô. Um dia, entrei na sala da Universidade, tropecei em você e me apaixonei perdidamente. Te amei, naquele segundo, mesmo sem saber que era amor. Eu, meu coração e toda a minha vida pertencem a você. O aniversário é seu, mas sinto que quem deve agradecer pelo presente maior, sou eu. Você me deu a chance de te namorar, me deu uma filha linda depois do nosso primeiro casamento. Separamos e você continuou sendo a pessoa que eu procurava quando mais precisava, meu ponto seguro. Tive a sorte de casarmos novamente, ter outro filho e renovar essa nossa união por muitas outras vezes... Eu sei que sou um chato, ciumento, neurótico também... mas, não importa o que eu seja, quero que acredite em uma única coisa, Helô. Minha vida não tem sentido se não for para estar ao seu lado. Eu trabalho para te cobrir de presentes e de conforto, mesmo você sendo uma mulher independente. Eu gosto de te fazer feliz, até nas pequenas coisas. Vivo e tenho como foco ser feliz, mas ser feliz com você. Uma vez, não sei se lembra, te disse que você é muito importante pra mim... te pedi para não duvidar disso, peço mais uma vez. Eu te amo, doutora, nunca duvide disso. Eu te amo!

Colocando as duas mãos no rosto do marido, ela o beija em resposta aquela linda declaração.
— Ah Stênio, eu amo você. Muito! Não duvido do seu amor, também não quero tu duvidando do meu, meu querido — ela diz, antes de avançar e roubar um selinho. Não satisfeitas, as bocas se encontram e acontece um beijo lento e molhado. O clima muda e a tensão sexual surge como um raio, um flash.
Eles não tinham pressa, as línguas exploram cada canto, ávidas por dar prazer um ao outro. Helô geme baixinho, o barulho do beijo acelerando seu pulso e mexendo com suas entranhas. Ela estremece, o contato das bocas era erótico o suficiente para despertar todo tesão. O ritmo dos corações aceleram, Stênio dá um passo para trás, tirando a camisa, o olhar preso nela, sem desviar.
Nos segundos seguintes, eles voltam a se abraçarem e mais um beijo íntimo, molhado e demorado acontece. Quanto mais vão ganhando intimidade, mais as respirações ficam ofegantes, os gemidos e resmungos saem involuntários da garganta.
— Ah Xxxxxxtênio!
— Te amo tanto...meu amor... — Ele a aperta mais contra seu corpo. A ereção pulsando sob a bermuda, o advogado esfrega os quadris aos dela e Helô faz o mesmo. Querendo mais e mais a cada beijo trocado.

Aos poucos, a boca dele escorrega pela bochecha até chegar ao pescoço cheiroso e macio. Subindo mais um pouco, ele mordisca a orelha, sussurrando palavras de amor. Cada pedaço da pele por onde a boca dele arrasta, ela sente queimar de desejo. Helô joga a cabeça para trás, gemendo o nome dele, engolindo seco quando a língua do amado volta a lamber seu pescoço, fazendo seu desejo pulsar bem no centro de sua intimidade.
— Ahhhh! Ain.... Xtêeenio.
— Gostosaaaa! Quero lamber e chupar você inteira hoje, a noite toda.
Não satisfeito, ele a faz erguer os braços, passando a camisola por cima da cabeça e jogando-a para longe. A calcinha é a única proteção, mas ele só estava interessado nos fartos seios que agora estavam desnudos e implorando por sua boca. Quando os lábios ávidos atacam um dos mamilos, Helô sente as pernas enfraqueceram. Fincando os dedos nos cabelos do marido, ela urra enquanto ele ataca o bico com sugadas e mordidinhas eróticas, sensuais. Stênio continua sem pressa, usando a mão livre para apalpar o seio que estava livre, mamando com toda vontade no outro. A pressão dos lábios sobre eles, faz a chefe de polícia enlouquecer. Vez ou outra ele reveza, explorando os dois seios e deixando algumas marcas por eles.
— Xxxxxtênio! Xxxxtênio! — geme um pouco mais alto e ele sobe rápido, calando-a com um beijo de língua, agora não era mais lento, a forma feroz que ele ataca a boca dela é selvagem e excitante.
— Shiu... Não estamos sozinhos, amor. —Ele lembra quando ela solta outro gemido alto.
— Você me deixa tão maluca que esqueço de tudo. — a delegada sussurra e os doi voltam a trocarem mais beijos apaixonados enquanto esfregam os quadris um no outro.
— Quero você toda pra mim hoje, Helô.
— Sou toda sua. Pode usar e abusar de cada pedacinho do corpo, Stênio.
— Gostosa! Posso te chupar toda? Possa?
— Po... de... — ela quase não responde, torturada pelas mãos dele que apertam aqui e ali.
Pegando impulso, ele a suspende pelas nádegas. Rápida, Helô passa as pernas pelas costas dele e assim o advogado segue com ela em direção ao closet.
— Aqui? Você me quer aqui, no closet, Stênio?
— Assim você pode gemer muito quando eu te fizer gozar de todas as formas. Meu presente será te fazer a mulher mais feliz, mais realizada ... — ele diz em tom rouco, sussurrando o final da frase de um jeito sensual no ouvido dela.
— Ahhhhhh...

Entre tantas pegadas, beijos e lambidas, os dois acabam de se despir e logo rolam pelo carpete totalmente nus. O suor começa a escorrer pelo corpo, mas não estavam incomodados, só queriam continuar explorando aquele desejo que crescia de forma animal. Em dado momento Helô fica por cima, a posição deixando-a com todo poder para se esfregar nele de forma descarada. A delegada sente a buceta enxarcada enquanto impulsiona o corpo para frente e para trás, sentada sobre o pau, se esfrega de forma descomunal no cacete do marido que lateja de desejo. Aproveitando que a posição favorece, Stênio volta a apalpar os seios que estavam bem diante de seu rosto.
— Ahhhh Xxxxtênio... — a delegada murmura, jogando a cabeça para trás.
— Helôoooooo.... ahhh.... porra. Rebola vai... Rebola nesse pau, ele é todo seu... Isso... doutora... Não para não...
— Isso é meu presente? Sexo gostoso, é isso? — ela pergunta, sem parar de movimentar os quadris para frente e para trás, a buceta enxarcada demais, escorregando sobre ele.
— Seu presente... a noite toda. Você aguenta, doutora?
— Não queria nada além disso, Stênio.
— Quer ser fudida bem gostoso a noite toda, quer?
— Aham...
— Quer que eu coma sua bucetinha? Fala que quer... fala...
— Que... ro...
Tomando o controle da situação, ela levanta um pouco os quadris, descendo e sentando sobre ele novamente. O pau vai entrando todo de uma vez, alargando e se ajustando a sua buceta que o engole. Os instantes seguintes ela rebola, gemendo o nome do marido e sentindo o prazer se avolumar dentro de si. A delegada cavalga, enlouquecida e perdida em um turbilhão de sensações que a faz treme. Ela continua cavalgando de forma frenética, enquanto Stênio joga os quadris a favor dela, sem deixar de apertar os fartos seios. As unhas da delegada fincam no peito dele quando ela sente o descontrole chegar e o orgasmo se aproximar. Gemendo como uma cadela no cio, aumenta a velocidade das reboladas, buscando o prazer sobre aquele pau que bombava dentro dela. Sem conseguir conter, a delegada joga o corpo sobre o peito dele, gemendo e gemendo sem parar quando o orgasmo explode, fazendo-a convulsionar. Fricicionando o quadril para que a buceta aproveite cada segundo daquele prazer maior, ela baba enquanto aproveita o clímax. Quando o tremor para, ela respirava com dificuldade, sem forças depois de se sentir destruída por aquele orgasmo tão forte. Porém, Stênio ainda não havia gozado e depois de colocá-la de quatro, começa a bombar em busca do próprio prazer final.
— Segura forte, Helô. Isso! — diz e de quatro para ele, ela se apoia no puff.
As bombadas começam a aumentam, ele entra e sai dela com força e sem piedade. O corpo da delegada volta a sentir prazer, mesmo tendo acabado de gozar, a buceta que ainda estava inchada e babada, pisca. Ele fode, soca, batendo forte, entrando e saindo, adorando tê-la de costas e de quatro para ele.
— Goza de novo, sua putinha. Goza de novo comigo... Goza... Eu sei que sua bucetinha quer mais... vai... vai Helô...
— Xxxxtênio! — ela choramingar, segurando firme no puff cada vez que as estocadas dele impulsionam seu corpo para frente.
— Eu vou gozar, Helô... ain... Caralho... — ele geme, rouco e transtornado de desejo. Enquanto come a buceta dela por trás, usa o polegar para acariciar a entrada proibida. Aquele simples gesto, desperta ainda mais o desejo animal da delegada que sente o ponto proibido despertar. Lambuzando o lugar com o próprio gozo dela, Stênio estimula o ânus enquanto soca na frente.
— Ahhhhh Helôooo.... ahhhhh caralho.... que buceta gostosa ... ain... adoro fuder sua bucetinha, sabia? Ahhh doutora... ain... — ele grunhe, a garganta sufocando quando não aguenta mais e explode. Despejando dentro dela todo seu tesão acumulado.
—Xxxtê... — Helô goza novamente, em sincronia com o amado, perdendo as forças diante daquele sexo tão animal.
— Ah caralho, gostosa. Porra! — ele desfere uma tapa na bunda dela, antes de cair deitado no tapete e arrastá-la junto. Os dois estavam melados, suados e exaustos... 


Notas Finais


Primeira hot das cinco que fazem parte da promessa...
Paga.
Durmam bem...


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