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História Helô e Stênio Para Sempre 8 - Capítulo 345


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Capítulo 345 - Capítulo 345


Vestindo uma outra camisola, o cabelo agora estava solto e pelo cheiro ele deduz que ela havia se banhado. Stenio estava sentado na espreguiçadeira feita para casal. Na mesinha próximo, um balde com gelo e champanhe, surpreendendo-a, pois geralmente tomavam vinho aquela hora. Quando ele fica de pé, a delegada caminha devagar ao seu encontro, sorrindo enquanto sua camisola balança com o vento que sopra.
— Uau! Acho que morri e cheguei no céu ou devo dizer paraíso?
— Ah Stenio, que cantada ridícula. — Gargalha, adorando ser abraçada de frente por ele.
— Você demorou. — Reclama, cheirando-a.
— Seu filho não é uma criança que dorme fácil. Ah, lembrei que não era a minha noite de colocar o Miguel para dormir.
— Era a minha?
— Não se faça de desentendido.
— Eu queria preparar isso aqui para você. Por isso fingi que esqueci.
— As próximas duas noites são suas. — Ela afirma.
— Pode deixar, doutora.
— Por que champanhe? — O questiona.
— Por que quero comemorar que estamos bem.
Depois de alguns segundos em silêncio, ela quer saber:
— Stenio, aquela promessa que fizemos ontem no chão do banheiro...
— Helô, juro que cumprirei.
— Será?
— Se você diz que o cara é seu amigo e que não tem intenção nenhuma... prometo, prometo que não brigo mais por isso. É um juramento, doutora.
— Também não quero que você surte e não fale nada. Se algo incomodar, vamos resolver na conversa.
— Combinado! — Ele entrelaça os dedos aos dela, beijando-a rapidamente na boca.
— Acredita em mim quando digo que não existe segundas intenções, cara.
— Eu acredito.
— Stenio... já passamos por tantas coisas. Só quero aproveitar isso que nós dois temos. Esse amor, essa paixão, esse fogo. — A delegada sussurra a última parte. — Muitos casais não tem isso aqui que nós dois temos, sabia? Essa química toda... essa coisa de amor e de pele também.
— Sei que não deveria brigar com você, Doutora... mas as vezes tenho medo de te perder, Helô. Eu só tenho você... a ideia de perder a mulher da minha vida me deixa surtado, com ciúmes.
— Impossível tu me perder, meu filho. Sempre estive com você, esqueceu? Mesmo quando estávamos divorciados, era comigo que você podia contar. Era comigo que você comemorava suas conquistas. Era pra mim que você ligava quando queria contar uma novidade ou quando ganhava um processo difícil. Eu sempre estive aqui, Stenio. Sempre estarei.
— Eu te amo. — Declara-se — Eu te amo —  Repete, mais uma vez beijando-a na boca.
— Também me amo, me amo bastante. — Ela brinca.
— Palhaça!
Trocam um outro beijo, agora lento, molhado e quando finalmente as bocas se separam, Stenio encara-a e comenta:
— Você tomou banho? Gosto desse hidratante.
— Pois é, depois daquilo que aconteceu na cozinha, tive que resolver meu problema no banho. 
— O que você quer dizer com isso, Helô?
— Nada!
— Eu entendi. Você... você foi para o banho e fez o que te privei? Você gozou sozinha?
— Alguma problema com isso, Stenio? Quem mandou me deixar com vontade e depois sumir?
— Não acredito que fez isso, Helôooo.
— Ué! — Ela acaba rindo e ele faz careta.
— Estava apenas te deixando em "alerta". Pretendia terminar o que comecei. 
— Queria me deixar em alerta? Não estou ouvindo isso. — A chefe de polícia gargalha.
— Amor, você fez isso mesmo durante o banho?
— Ah Stenio!
— Responde! — Ele aperta o abraço e ela revira os olhos antes de responder.
— Claro que não, seu bobo. Te peguei! 
— Tá engraçadinha ela. — Ele resmunga, beliscando carinhosamente a delegada na cintura.
— Ain, não faz isso... Ain Stenio. — Pede aos risos.
— Vem cá, vamos ver as estrelas juntinhos.
— Stenio! Stenio! Essa varanda está ficando muito cheia de lembranças.   
— Isso é bom, não é?  — Pergunta quando já estavam os dois na espreguiçadeira, abraçados como um casal de namorados.
— Bom é ficar assim com você, meu querido. — Diz, beijando o queixo, bochecha, olhos, pálpebras e por último os lábios dele.
O beijo é lento e provocante, quando finalmente os lábios se separam, eles se olham com amor.
— Você sabe como devolver uma provocação, doutora.
— E você sabe como me deixar frustrada. Aquilo na cozinha foi golpe baixo.
— Prometo que usarei o resto dos meus dias para me redimir.
— Isso é mais uma promessa, Dr. Stenio Alencar?
— Sim!  
— Nesse caso, terei que anotar, para não esquecer de nenhuma. 
— Faça isso, Doutora. — Afirma, fazendo carinho no rosto dela.
— Quer champanhe?
— Não! Quero você! — Ela diz a queima roupa.    



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