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História Helô e Stênio Para Sempre 8 - Capítulo 443


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Capítulo 443 - Capítulo 443


Ao ouvi-la se render, Stenio sente o pau endurecer ainda mais. O advogado sorrir e abaixa-se até encontrar os lábios dela. O modo erótico como a língua do marido invade sua boca faz Helô se desmanchar em um desejo alucinante. A delegada estava com tesão e fome daquele beijo na boca. Ela corresponde com vontade, os dois se apertando enquanto as bocas se devoram. Stenio deixa o corpo cair sobre o dela, os quadris involuntariamente se esfregando um no outro. A buceta buscando roçar nele, excitada demais para se conter, Helô geme, sussurra, perdida em um desejo desenfreado.
— Ahhhhh Xxxtenio!
— Quero foder você, Helô. — Ele balbucia com a boca ainda colada na dela.
— Fode vai... sou toda sua.
— É o que mais quero, meu amor. — Avisa, descendo com a boca pelo corpo dela, parando nos seios onde faz questão de se dedicar, acariciando-os com a ponta da língua úmida. Ele aperta, mordisca, volta a chupar, se revezando entre um seio e o outro. 
Helô se contorce, estava alucinando de desejo, o corpo todo parecia tremer, estava em uma dimensão que só aquele tesão enlouquecedor importava e queria mais e mais. Stenio mama naqueles seios até escutar um gemido mais alto dela, aquelas carícias a estavam enlouquecendo. A delegada não estava preparada para o que viria quando ele desce um pouco mais e arranca o biquíni que ela ainda usava, atacando a buceta com a língua faminta. Stenio afunda a boca na intimidade dela, fazendo os lábios mamarem de um jeito forte e preciso. Stenio não consegue se conter, estava sensível demais e quando ele afunda a língua em sua abertura, ela goza, tremendo contra a boca dele. Precisando segurar nos cabelos do amado, jogando ainda mais os quadris até que aqueles segundos mágicos passam. O orgasmo passa e a delegada quase desmaia, estava suada, o corpo pesa.
Levantando rapidamente Stenio some e ela estava sem forças para perguntar para onde ele ia. 
Segundos depois ele retorna, o consolo em uma mão, e o óleo usado no banheiro aquela mesma manhã, na outra. 
— Xxxtenio! 
— Shiuuuuu! Fica de quatro, Helô. Virada para cá. — Indica a posição e ela não entende até que ele se posiciona em pé diante da cama, o pau colado na cara dela.
— Todo seu. — Ele oferece e ela ergue o olhar, encarando-o de forma perversa antes de segurar a base e passar a chupar gostoso aquele mastro. 
Ela estava sobre o colchão, de quatro, chupando o marido enquanto ele geme o nome dela, socando em sua boca sem parar, ainda segurando aquele consolo. 
— Chega Helô... 
— Mas Stenio... você ainda não...
— Vira... quero gozar em você —Ele se abaixa e beija a boca dela ao falar, usando isso aqui também.
— Esse prefiro eu mesma usar. — Ela toma o consolo.
— Que safada!
Em segundos Helô estava com a posição invertida, ainda de quadro, mas a bunda virada para ele. Puxando dois travesseiros, ela apoia o rosto, enfia uma das mãos por baixo do corpo e começa a meter o consolo lentamente na buceta que estava melada.
— Assim fica mais gostoso. — Stenio coloca óleo na mão e passa os dedos para lubrificar ainda mais a intimidade da delegada, olhando cheio de tesão ao vê-la socar novamente o brinquedinho. Ela sabia manejar muito bem o consolo, indicando que já havia usado muitos vezes e sabia como se dar prazer. 
— Ahhhhh! — Helô geme se masturbando.
— Era assim que você fazia quando não estávamos casados?
— Aham!
— E você pensava em mim, Helô?
— Sempre! — Ela confessa com voz sufocada. — Agora quero você também, Stenio.
— Ahhh meu amor, como você é gulosa — Ele alucina, segurando uma banda da bunda dela e abrindo, virando o frasco de óleo e lambuzando naquela entrada.
— Ainnnn Xxxtenio! — A delegada se contorce quando ele passa a beijar sua bunda, trilhando um caminho ousado até o beijo inesperado acontecer. — Ela sente a abertura piscar quando ele a beija bem ali, antes de se endireitar e usar o dedo para acariciá-la, ganhando confiança e preparando-a para o que viria. 

De repente ela olha para trás, para de se masturbar e pergunta.
— E se eu parar aqui? Agora?
— Você não faria isso, Helô. — O sangue do advogado ferve, ele não consegue raciocinar direito.
— Então, implora para eu te deixar concluir.
— Heloísa... 
— Fala ou gozo agora... sozinha...
— Isso não é justo.
— Implora Stenio... Fala que faz qualquer coisa só para me comer agora e do jeitinho que você quer.
— Eu imploro, por favor... eu... imploro, Helô. Eu acabo com essas provocações, eu faço qualquer coisa que você quiser, me deixa ter você, amor... por favor...
— Gostoso... — Ela dá a deixa e ele usa o tesão e a vontade de fuder para começar a socar nela, pincelando a abertura lambuzada, em seguida entrando lentamente até senti-la confortável. 
Enquanto o marido soca atrás, ela continua se masturbando na frente, a fantasia de ser fodida daquela forma deixando sua cabeça revirada. A delegada fecha os olhos, o rosto apoiado nos travesseiros, socando aquele consolo em sua própria buceta, gemendo quando Stenio entra todo nela e fica parado alguns segundos esperando ela se acostumar. Ele é cuidadoso, mas ao mesmo tempo firme e começa a bombar em sua entrada proibida, entrando e saindo, entrando e saindo, sentindo o tesão crescer. Helô não saberia dizer o que sentia, era forte demais, estava perdida em um turbilhão forte demais, a buceta babava, os seios estava inchados, sua entrada proibida piscava sendo invadida pelo marido. 
— Ain Helô! Helô! — Stenio perde um pouco do controle e soca mais fundo, mais rápido, ganhando ritmo. 
Ela também perde o controle e enfia o consolo com mais força, buscando o orgasmo, precisava dele. Os dois passam a gemer mais alto, esquecidos de onde estavam e que alguém poderia ouvir. Ela morde o próprio lábio, estava desesperada, o tesão que sentia era diferente, arrebatador demais, queria gritar, queria gozar, se encontrava em um furacão de emoções. A mão aumenta a velocidade da masturbação e ela ganha ritmo, socando aquele consolo com firmeza e vontade. Stenio também sentia-se arrebatado vendo-a se masturbar enquanto ele socava bem ali. Não precisaram avisar ou combinar, os dois se conheciam e quando sentiram que estava chegando o momento, eles aceleram os movimentos e instantes depois gozam juntos, gritando o nome um do outro. Tremendo, convulsionando até que nenhum dos dois têm mais forças, quando as sensações explosivas passam.
Stenio cai sobre ela que havia soltado o brinquedo e agora estava quase desmaiada na cama, extasiada depois daquele clímax alucinante.



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