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História Help me - Capítulo 13


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Notas do Autor


Boa leitura.

Capítulo 13 - Twelve


- Tzuyu! - Nayeon gritou da sala para que a jovem taiwanesa fosse até lá. 

Estranhamente nessa manhã de sábado está até um sol bonito, mesmo estando muito frio, sem esse fato daria até para tomar um bom banho de piscina, mas com o clima atual isso seria extremamente fatal hoje. 

- Oi Nayeon. - Tzuyu disse chegando na sala, lá também estava Mina e senhora Hirai junto com as malas o que indicava que já estavam de partida. 

- Vem cá. - Nayeon falou a convidando para um abraço. - Nós já estamos te partida para o Japão, se cuida, não coloca fogo na casa... - Nayeon disse ainda no abraço mais foi interrompida pela própria taiwanesa. 

- Pode deixar, não vou dar uma festa sem você aqui. - Tzuyu disse rindo um pouco do próprio comentário. 

- Acho muito bom isso. - Nayeon realmente estava confiando nela para ficar sozinha em sua casa, nesse momento as duas já estavam separadas. - Tchau e mais uma vez se cuida. - Nayeon realmente estava preocupada com ela sozinha em casa, mas não com a casa e sim em como ela ficaria.  

- Tchau, também se cuida. - Tzuyu não via grandes problemas em ficar ali sozinha pros alguns poucos dias. 

- Tchau tia Tzuyu. - Mina disse com um sorriso fofo e infantil de uma boa criança. 

- Tchau pequena. - Tzuyu disse dando leveis tapinha na cabeça dela, que tentou pulando alcançar a cabeça da mais alta, mas não conseguiu. 

- Tchau jovem, foi muito bom ter te conhecido. - Senhora Hirai disse apertando a mão da mais nova. 

- Também foi muito bom ter te conhecido, tchau senhorita Hirai. - Tzuyu disse e reverenciou a mais velha que surpreendente a abraçou por um curto tempo. 

Depois de todas terminarem de se despedirem as três partiram para o aeroporto deixando a taiwanesa sozinha naquela verdadeira mansão. 

Faltava pouco para dar meio dia quando elas saíram, Tzuyu estava meio sem ideia do que fazer para almoçar e muito menos do que fazer nesse ano novo, não é muito comum se comemorar esse ano novo na Coreia, bem diferente das tradições do ano novo lunar e de como são as comemorações japonesas que incluem até fogos artifícios no horário da virada no cruzamento de Shibuya, o que faz para a taiwanesa faz muito sentido elas irem para o Japão nessa época. 

Enquanto Tzuyu estava olhando para o teto sentada no sofá da sala ela ouviu seu celular tocar do seu quarto, o que é incomum já que são cômodos bem longe um do outro, mas mesmo assim ela foi ver o que era.  

Sana S2: Oi baby. 

Ainda está de pé o nosso cinema hoje?      

Tzuyu leu as mensagens na tela do celular e instantaneamente sorriu, mesmo que sem perceber. 

 Tzuyu: Oi. 

Claro que está. 

Sana S2: Que bom. 

Estava pensando em a gente ver o novo filme do Star Wars, já que você gosta dos outros filmes. 

Pode ser? 

Tzuyu: Claro que pode ser. 

Você está me conhecendo bem em. 

Sana S2: Não acho. 

Acho que tenho que te conhecer mais. 

Tzuyu: Também quero te conhecer mais. 

Sana: Isso é muito bom. 

Começando a minha pesquisa sobre quem é a Tzuyu. 

Está fazendo o que agora? 

Tzuyu: No momento só falando com você. 

Sana S2: Nossa, não está nem esperando o almoço ficar pronto? 

Tzuyu: Não. 

Nayeon acabou de sair para ir passar o ano novo no Japão, 

Então estou sozinha em casa e responsável em fazer o almoço. 

Sana S2: Pelo o que você disse, 

Acho que não está nem um pouco afim de preparar o almoço. 

Topa ir almoçar comigo no shopping? 

Aí depois a gente vai ver o filme. 

Tzuyu: Gosto dessa ideia. 

Vamos em qual shopping? 

Sana S2: Surpresa. 

Me encontra daqui a uma hora na porta do seu condomínio. 

Te pego de moto aí. 

Tzuyu: Não sou fã de surpresas, 

Mas essa parece legal. 

Então até daqui a uma hora. 

Sana S2: Até daqui a pouco.  

Tzuyu deixou o celular de lado e foi tomar o seu banho para sair com ela, não demorou muito nele, pois não queria deixa-la esperando, mas foi pega pela indecisão na hora de escolher a roupa que ia usar, ela gostaria de usar algo um pouco mais ousado do que normalmente usa, mas o frio lá fora não a deixa fazer isso, o que a deixa indecisa entre duas roupas suas, um vestido de manga cumprida com cola alta que é extremamente colado na sua parte de cima e um pouco rodado na parte de baixo, a sua ousadia vem de ela ser bem mais curto do que os que ela usa normalmente, isso acontece já que ela o comprou antes de crescer para o seu tamanho atual, já a outra roupa é o seu sobretudo cinza com uma calça jeans, com certeza essa roupa é bem mais confortável e quentinha que a outra, mas não tem nenhum pouco da ousadia que ela quer colocar nesse look, como ela ainda não sabia qual usar foi primeiro fazer sua maquiagem e pentear o cabelo antes de decidir qual usaria nesse passeio. 

Acabou por escolher o sobretudo já que lembrou que sairia de moto com ela e andar de moto com um vestido muito curto não daria muito certo, sem falar que enquanto ela se arrumava começou a cair uma fina neve lá fora, mesmo ainda estando um sol bem bonito no céu, ela demorou um pouco mais de uma hora para se arrumar, mas assim que ficou pronta saiu em direção a portaria do condomínio, hoje ela estava com um lindo e verdadeiro sorriso no rosto, algo em Sana faz com que ela esqueça seus problemas e consiga sorrir mesmo que ela só tenha a enviado um simples bom dia, o que para muitos significa que ela está se apaixonando pela japonesa, mas ela diria que só está gostando de passar o tempo com ela e não apaixonada já que a própria acha que não conseguiria se apaixonar nesse momento de sua vida. 

Sana demorou um pouco mais que a taiwanesa a sair de casa, ela usa uma calça legging preta, que só realçava as pernas torneadas de uma dançarina, uma jaqueta de couro sintético de mesma cor e uma blusa branca de uma banda genérica de pop rock americana que ela mesma não conhece, mas achou o logotipo bonito e por isso a comprou a uns anos atrás, ela acabou por deixar a mais nova a esperando por um curto tempo. 

Assim que a japonesa chegou Tzuyu não conseguiu não reparar nas belas pernas dela e em como aquela roupa que ela usa a deixa sex mesmo não mostrando quase nenhuma parte do se corpo, já Sana achou fofa com o seu look, ele fazia a querer saber o que estava por debaixo daquele sobretudo, mas não falou nada disso a mais nova e tentou pensar só na parte fofa do look. 

- Oi baby. - Sana disse tirando o capacete e se levantando da moto. 

- Oi. - Tzuyu não conseguia não demostrar como estava impressionada com a beleza da mais velha, Sana gosta de perceber isso e por isso a puxou para mais perto de si, fazendo os seus corpos colarem. 

- Estava com saudade do seu abraço. - Sana disse inalando o doce perfume da taiwanesa em meio aquele abraço que para ambas estava sendo extremamente gostoso. 

- Também estava. - Realmente Sana conseguia deixa a jovem Tzuyu mais feliz com simples palavras, o que só aumentava o sorriso dela naquele sábado dia 28 de dezembro. 

- Vamos. - Sana disse se separando do abraço e entregando uns dos capacetes para ela e colocando o outro. 

As duas saíram com a moto em direção a um shopping não muito longe dali, mas não era o mais próximo, ele havia sido aberto recentemente e por isso foi escolhido pela japonesa como o lugar do passeio das duas. 

- Esse shopping abriu tem pouco tempo né? - Tzuyu perguntou ao entrar nele junto com a japonesa, as duas andavam de mãos dadas, o que fazia elas parecerem mais ainda um casal, mesmo para ambas elas só estarem se conhecendo, mas hoje as duas estavam nem aí para a opinião dos outros só queriam ter um dia feliz. 

- Sim, por isso o escolhi. - Sana estava realmente feliz em passar aquela tarde com a mais nova o que ela não conseguia esconder de ninguém naquele shopping. 

- Isso não é um bom motivo para ser uma surpresa. - As duas caminhavam em direção a praça de alimentação ambas com um sorriso no rosto. 

- Eu sei, mas não me lembrava do nome desse shopping e estava com preguiça de procurar então disse que era surpresa. - A fala de Sana fez com que Tzuyu acabace rindo dela por um curto tempo. 

- Só você, Sana, para fazer isso. - Tzuyu disse já não rindo mais. 

- O importante é que estamos juntas aqui e não o motivo de eu ter dito que ia ser uma surpresa. - Sana disse com um tom de voz um pouco mais sério que fez a voz dela sair mais fina que o normal. 

- Concordo e gosto de saber que você também pensa assim. - Tzuyu disse sorrindo para ela que acabou sorrindo junto ao ver aquele belo sorriso na sua frente. 

- Olá miss Taiwan. - Dahyun disse assustando as duas ao aparecer ali, tanto Sana como ela sabiam que já haviam se visto, mas não lembravam de onde. 

- Oi Dahyun, o que está fazendo aqui? - Tzuyu perguntou um pouco envergonhada pela aparição da amiga daquele jeito naquele momento. 

- Vim almoçar com os meus pais no shopping e você miss Taiwan? - Dahyun perguntou mesmo imaginado o que ela estava fazendo ali com aquela outra garota. 

- Vim almoçar junto com a Sana. - Tzuyu disse, mas logo lembrou que as duas não se conheciam. - Em falar nisso, Sana essa é Dahyun, uma amiga da escola e Dahyun essa é Sana. - Tzuyu não soube muito bem o que dizer sobre o tipo de relacionamento que tem com a japonesa e acabou optando por não falar nada.  

- Oi Tzuyu, está tudo bem. - Senhor Kim disse chegando no local era nítido sua preocupação com a mais nova e Tzuyu imaginava o porquê disso, já para a senhora agora era nítido as chances de ela e a outra jovem de cabelos loiros serem um casal, o que em parte a deixava feliz já que ela tinha um pouco de medo de sua filha ter mentido quando disse que só era amiga dela e ver que ela estava nem aí para isso mostrava que ela havia sido sincera. 

- Oi senhora kim, está sim tudo bem. - Tzuyu respondeu com um simples sorriso no rosto um pouco mais fraco já que isso fez a lembra de coisas que ela não queria lembra nesse momento. 

- Que bom, vamos filha seu pai está nos esperando. - A mais velha ali disse, ela não queria atrapalhar o dia das duas. - Tchau Tzuyu. 

- Tchau, até depois. - Dahyun disse sendo puxada para longe pela sua mãe. 

- Por que ela de chamou de miss Taiwan? - Sana perguntou assim que as duas saíram, ela ficou um pouco curiosa sobre isso, mesmo negando ela teve sim um pouco de ciúmes da intimidade das duas. 

- Ela diz que o motivo desse apelido é ela ter certeza de que se eu participasse de um concurso de miss eu ganhava. - Tzuyu respondeu, mesmo não reparando o pouco de ciúmes que deve nessa pergunta. 

- Ela está certa nesse ponto. - Sana não podia em hipótese nenhuma negar aquilo, pois com toda certeza do mundo ela a achava muito bonita.  

- Então você me acha bonita senhorita Sana? - Tzuyu perguntou a olhando com um olhar meio malicioso para ela. 

- Acho, mas também acho que todo mundo que te conhece acha isso. - Sana realmente achava isso tanto que esse foi o motivo dela der puxado assunto com ela naquela balada. 

- Também de acho bonita. - Tzuyu não podia negar isso, já que desde a primeira vez que a viu já se impressionou com sua beleza.  

- Que bom que nós duas achamos uma a outra bonita. - Sana disse sorrindo com ela, as duas estavam felizes em terem se conhecido. 

- Isso é realmente bom. - Nesse momento as duas já estavam sentadas em uma mesa na praça de alimentação. 

- Vai querer almoçar o que? – Sana perguntou e Tzuyu olhou em volta para ter uma ideia das opções ali. 

- Não sei, mas fiquei com vontade de comer comida japonesa. – Tzuyu disse e só depois reparou o duplo sentido da frase e ficou igual a um tomate por isso. 

- Gosto dessa ideia, sempre é bom comer a minha comida natal. – Sana entendeu muito bem os dois sentidos que aquela frase podia ter, mas imaginava que não era esse o sentido daquela frase então fingiu não ter entendido o duplo sentido. 

- Então já que você é a japonesa aqui, o que recomenda para o almoço de hoje? – Tzuyu se sentiu aliviada quando Sana não falou nada em relação ao duplo sentido da sua frase anterior. 

- Podemos comer algo que não seja o óbvio da culinária japonesa, que tal lamen? – Sana odiava pessoa que quando falavam de comida japonesa só pensam em peixe cru. 

- Por mim tudo bem, nunca comi um lamen de verdade então pode ser uma boa nova experiência. – Tzuyu realmente gostou dela ter pensado em algo diferente já que ela até gosta de sushi mas não é tão fã assim. 

- Certo, sei que aquele restaurante costuma ser conhecido por ser bom, mas nunca comi nele, assim nos duas vamos estar experimentando algo novo. – Sana disse apontando para o restaurante em questão. 

- Gostei dessa ideia. – Tzuyu disse e as duas foram para o restaurante, onde pediram uma mesa e se sentaram nela. - Já que você aqui que entende da culinária japonesa, o que indica para experimentar? - Tzuyu perguntou olhando o não muito grande nem muito pequeno cardápio do local. 

- Um bom prato para começar a provar lamens é o lamen de tonkotsu. - Sana e acabou rindo da cara da mais nova de confusão por ela ter usado palavras em japonês que ela não conhece. 

- Eu até pediria ele, se eu soubesse o que significa tonguzu. - Sana não consegui não rir já que Tzuyu falou bem erado a palavra tonkotsu o que deixou a taiwanesa um pouco brava. 

- Se fala tonkotsu não tongozu. - Sana explicou a mais nova que decidiu relevar isso. - tonkotsu significa carne de porco, no caso a sopa do lamen e feita com o osso de porco, mas isso só deixa o gosto, na minha opinião é um dos melhores entre todos os sabores e um muito bom para o começo. - Sana explicou o pouco de que ela sabe da cozinha, mas aparentemente Tzuyu entendeu. 

- Desculpa por ter falado errado. - Tzuyu agora entende o motivo dos risos dela, mas decidiu relevar eles. 

- Tudo bem, nada de obriga a ter que saber falar japonês, mas foi engraçado. - Sana realmente só achou engraçado o erro dela. 

- Esquecendo isso a ideia do lamen de tonkotsu é uma boa. - Tzuyu no final consegui falar certo. 

- Ok, já que você vai nesse eu vou no de tori que no caso é o de frango. - Sana disse e logo depois fez o pedido a um dos garçons que sem demorar muito já troce os pratos.       

 Tzuyu experimentou uma vez, mais não consegui ter uma opinião sobre e teve que prova algumas vezes para saber o que tinha achado. 

- E aí gostou? - Sana que não consegui esperar ela experimentar todas as vezes necessária para ela saber e já foi logo perguntando. 

- É bem mais gostoso do que eu pensei, mas acho que tenho que o conhece-lo melhor para saber se é realmente bom. - Tzuyu respondeu depois de alguns segundos pensando. 

- Normal, acho que não tem como saber se algo é bom sem provar dele várias vezes e isso pode ser usado não só pra comida. - Sana concordou pois realmente sempre achou isso. 

As duas continuaram a conversa enquanto comiam, para as duas foi muito bom esse momento juntas, para Sana poder estar com a mais nova sempre é algo bom, já para Tzuyu foi bom já que junto dela ela consegui esquecer todos os problemas que anda enfrentando e só se concentra em como o memento em si está sendo divertido. 

Depois do almoço inteiramente divertido as duas ainda tiveram tempo para dar uma volta pelo shopping antes de irem ver  filme que também foi um pouco divertido, mas não tanto já que Tzuyu não gostou tanto assim do filme e Sana não queria bem ver o filme, mesmo assim as duas se divertiram em ter passado aquela tarde juntas. 

Depois de Sana deixar Tzuyu e casa a mais nova ia voltar a estudar para a prova da faculdade, mas ela sentiu seu celular vibrando muito o que indicava um grande número de mensagens chegando e com a sua curiosidade de adolescente ela foi logo ver o que era. 

Dahyun: Sabe irene a sua amiga Tzuyu anda saindo com outra menina e deixa a gente aqui achando que ela está não querendo nada? 

Irene: Não sabia,  

ela anda falando quase nada para a gente recentemente. 

Mas como você sabe disso? 

Dahyun: Hoje encontrei com ela e essa menina misteriosa no shopping. 

 As duas andando de mãos dadas pelo shopping inteiro. 

Nem parece a mesma Tzuyu que conhecemos. 

Até minha mãe desconfiou delas serem um casal. 

Irene: Nossa. 

Sabe quem é essa garota? 

Dahyn: Não. 

Mas tenho a estranha sensação de já te visto ela em algum lugar. 

Sei lá em alguma balada da vida 

Aí eu estava bêbada demais para saber se essa memória é verdade. 

Irene: Bem você isso. 

Já que você não sabe quem é, descreve a aparência dela aí. 

Fiquei curiosa. 

Dahyun: É uma menina pouca coisa mais baixa que ela, loira tem cara de não ser coreana, parece até modelo, e isso me assusta. 

Irene: Porque ela parecer modelo de assusta? 

Dahyun: Não sei 

 Para quem tinha medo de flertar com alguém ela foi logo tentar com possivelmente a pessoa mais bonita que ela conhece. 

Depois de mim é claro.  

Irene: Agora fiquei curiosa sobre ela. 

E como sempre você se achando Dahyn. 

Dahyun: Espera! 

Acho que eu sei de onde conheço ela. 

Depois de ler todas as mensagens Tzuyu não consegui não rir e caiu na gargalhada por como as amigas estavam reagindo a isso e então resolveu ir responder. 

Tzuyu: Tem dois lugares de onde você pode conhecer ela. 

Um: da última balada que todas nós fomos. 

Dois: De algum MV de K-pop, já que ela é dançarina da JN. 

Irene: acho mais provável do segundo no caso da Dahyn. 

Dahyun: Verdade. 

Mas senhorita Tzuyu vamos logo falando o que está rolando aí. 

Tzuyu: Eu não 

Estou sem vontade de falar. 

Dahyun: Não tem essa não. 

Pode falando. 

Tzuyu: Eu não. 

Essa história é grande demais para eu escrever. 

Dahyun: Pode mandar áudio mesmo. 

Tzuyu: Estou com preguiça. 

Irene: Mudando de assunto. 

Meus pais vão viajar no ano novo. 

Eles me deixaram chamar algumas poucas amigas para passarem a virada aqui. 

Então pensei em vocês. 

Tzuyu: Gosto dessa ideia. 

Não tenho nada mesmo para fazer nesse dia. 

Dahyun: Também gosto. 

Mas sem mudar de assunto Tzuyu pode falando do que você e essa garota misteriosa tem. 

Tzuyu: Eu não. 

Conto na casa da Irene. 

Não aqui. 

Irene: Então vocês duas vão vir? 

Tzuyu: Eu vou. 

Dahyun: Eu vou também 

Mas Tzuyu pode falando aqui e agora. 

Tzuyu: Só na casa da Irene. 

Dahyun: Aqui. 

Tzuyu: Na casa da Irene. 

Dahyun: Aqui 

Tzuyu: Na casa da Irene. 

Dahyun: Aqui 

Tzuyu: Na casa da Irene. 

Dahyun: Aqui 

Irene: CHEGA! 

Vão fazer outra coisa da vida! 

No ano novo ela conta! 

Estou com preguiça de ler ou ouvir áudio! 

Dahyun: Depois dessa vou ficar até quieta. 

Tzuyu: Eu também. 

Os restos dos dias para a jovem Tzuyu até o ano novo foram bem parecidos, hora ela conversava com a Sana, hora ela estudava para a prova, nesse momento da sua vida essas são as únicas coisas que tiram sua mente dos problemas, apesar de só uma delas ela realmente gostar de fazer. 

Enquanto isso em um arquipélago de ilhas não muito longe dali conhecida como a terra do sol nascente ou melhor Japão a família Im se divertia muito nesse encontro com a família Hirai, uma tradição de poucos anos que cada vez vem ganhando mais força, já nem toda a família Hirai estava realmente se divertindo nesse momento em principal pela filha mais nova Hirai Momo que estava em muito sentindo o afastamento da Nayeon dela, antes das festas de fim de ano as duas pareciam muito próximas como nunca estiveram em toda a vida, mas já a alguns dias a mais velha das duas parece quer estar distante o que Momo não gostava em nada, ela conhece bem a amiga para saber que isso pode significar coisas que ela não quer. 

- Posso ficar aqui com você? - Momo entrou no quarto de hospede onde Nayeon está hospedada na casa de sua mãe em Tóquio. 

- Poder pode, mas eu tenho que terminar de me arrumar, então não tenho tempo de te dar atenção. - Nayeon respondeu terminando de fazer a sua maquiagem para essa noite de virada de ano. 

- Nayeon, por que você anda estranha e distante de mim? - Momo enfim consegui ter coragem de perguntar a ela isso, mesmo ainda morrendo de modo da resposta. 

- Não quero falar sobre isso agora Momo. - Nayeon ainda mantinha a sua atenção na maquiagem, mas ela tinha medo de acabar magoando a japonesa com sua resposta. 

- Por que você não quer falar sobre isso? - Momo agora que já perguntou quer a sua resposta. 

- Por que se nem falando mesmo, nós já estamos brigando, não quero brigar com você. - Nayeon disse olhando para ela pelo reflexo do espelho dela e dando um leve sorriso no fim de sua fala.  

- Tudo bem, depois a gente conversa sobe isso. - Momo disse tento que concordar que hoje não é um bom dia para essa conversa. 

- Mãe! - Mina disse entrando no quarto já com o seu kimono verde, mas ainda toda descabelada. - Penteia o meu cabelo. - Mina pediu chegando perto da mãe que ainda focava na sua maquiagem. 

 - No momento estou ocupada, pede para a sua dinda. - Nayeon realmente só queria se arrumar e não ser mais atrapalhada por mais ninguém. 

- Não sei pentear cabelo de criança não, mau sei o meu. - Momo falou ao ouvir Nayeon falar o que em parte era verdade e parte era só preguiça mesmo. 

 - Dinda pendei por favor o meu cabelo. - Mina pediu do seu jeito fofo que para a Dinda é impossível dizer não. 

- Ok, pega as coisas. - Momo falou e ela logo pegou o pente e o enfeite de cabelo para a dinda. 

Todos na casa terminaram de se arrumar, para enfim fazerem a tradição de ano novo japonesa, que inclui um jantar em família nessa última noite do ano e uma visita a um templo ou santuário nas vidada ou primeiras horas do ano novo. 

A casa da senhora Hirai por fora tem uma arquitetura tradicional japonesa, o que pode ser considerado o grande charme da casa já que por dentro ela se parece com uma casa comum nipônica de um bairro residencial de Tóquio, a considerável família que já a alguns anos comemora essa data de fim de ano ali, de o costume de após o jantar ir passar a virada em um santuário não muito conhecido do bairro, por ser uns dos poucos santuário que não fica realmente cheio de gente nesse dia, o jantar em si foi bem calmo e divertido e agora todos na casa já estavam saindo em direção ao santuário. 

- Já está todo mundo aqui? - Nayeon perguntou recontando mentalmente as pessoas ali. 

- Aparentemente sim. - Momo disse tendo certeza disso mesmo falando com um ar de dúvida. 

- Então vamos. - Senhora Hirai disse e todos saíram em da casa. 

- Mãe, porque todo ano novo a gente vai no santuário? - Mina perguntou enquanto andava do lado de sua mãe. 

- Boa pergunta, essa é uma tradição japonesa que sua avó sempre cumpriu, agora o porquê dessa tradição eu não sei, pergunta para ela. -Nayeon respondeu a filha que foi logo falar com a avó. 

- Vó porque é tradição no Japão ir a um santuário no ano novo? - Mina perguntou com uma serta curiosidade disso. 

- Para que a gente possa agradecer pelo ano que está indo embora e poder pedir coisas boas para o próximo ano, essa é uma tradição bem antiga do Japão, lembro deu mais nova que você indo fazer isso com os meus pais e os meus avós. - Senhora Hirai disse explicando a situação a pequena, ela gosta de ver a curiosidade dela pelas tradições do seu país natal.  

- Nossa, então todo ano a gente vai fazer isso? - Mina perguntou mantendo a conversa com a avó. 

- Sim a intenção é você chegar na minha idade ainda fazendo isso. - Ela realmente gosta de simplesmente passar esses momentos em família. 

O santuário que a família acaba de chegar ficar no alto de uma colina o que possibilita ver a queima de fogos que ocorre em Shibuya ali e chega até a ser mais bonito que no local, nesse momento já se aproximava da hora da virada todos da família foram para perto de um banco onde a matriarca da família se sentou já que para ela que já tem uma certa idade foi relativamente cansativo essa pequena caminhada. 

Então que as luzes do santuário se apagaram indicando que faltava pouco para o novo ano. 

- 10, 9, 8 – Mina, Nayeon e Momo começaram a contagem regressiva. - 7, 6, 5. - Nesse momento todos ali já contavam juntas. - 4, 3, 2, 1 FELIZ ANO NOVO! - Enfim o novo ano chegou e certamente todas elas só querem coisas boas para esse 2020.   

Eram por volta de seis e meia da manhã do primeiro dia do ano, só Nayeon estava acordada bebendo um copo de leite puro na cozinha e pensando em como será esse ano. 

- Bom dia Nayeon. - Momo disse entrando na cozinha, ela ia dar um leve selinho na coreana, mas logo reparou que ela não queria isso. 

- Bom dia Momo. - Nayeon falou ainda bebendo o seu copo de leite. 

- Podemos conversar agora? - Momo perguntou pois ela não aguenta mais ver ela agindo estranha assim. 

- Já que você quer, podemos. - Realmente Nayeon não queria falar com ela agora, mas preferiu logo falar a verdade do que continuar escondendo isso.  

- Porque você anda mais distante de mim? - Momo logo perguntou o que ela realmente queria saber. 

- Sendo sincera com você, Momo, quando a gente começou o que temos agora, eu sabia que gostava como ainda gosto de você como amiga e não podia negar a sua beleza, mas eu não sentia realmente o mesmo que você disse sentir naquele dia, eu deixei ver o que isso daria, mas eu continuo só sentido que sou sua amiga, só sua amiga e depois que eu percebi isso comecei a me sentir culpada, em estar brincando com seus sentimentos, não quero e nunca quis isso, acho que foi isso que fez eu me distanciar, não falei antes porque não quero magoar você. - Nayeon enfim falou a verdade que ela já sabia a um tempo, mas não tinha coragem de contar, já Momo ao ouvir isso não conseguiu não segurar as lágrimas que já escorriam pelo rosto.


Notas Finais


Obrigada por lerem.


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