História Help Us - Capítulo 2


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Categorias Camila Cabello, Shawn Mendes
Personagens Camila Cabello, Shawn Mendes
Visualizações 8
Palavras 1.095
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Crossover, Romance e Novela
Avisos: Álcool, Drogas, Estupro, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Voltei!!!
Qq erro...
Beijinhos!!!

Capítulo 2 - Capítulo 2


Shawn P.O.V 

Você já sentiu como se estivesse no final de sua vida e que por mais que você quisesse continuar lá, lutando, não é mais possível porque todas suas forças foram arrancadas de você, como se mais nada te pertencesse!? Eu me sinto assim!! Incapaz de lutar pela minha própria vida, por exaustão, simplesmente não consigo mais!! 

Camila P.O.V 

“Vamos, reage! Não vou deixar você morrer” eu era a médica responsável pelo Shawn Mendes, e eu ia fazer de tudo para manter ele vivo “afastem” gritei e administrei o choque mais uma vez e graças a Deus ele voltou. 

“O que fazemos agora, doutora? Ele tem várias hemorragias internas” um dos meus internos que estavam tão desesperados quanto eu.

“Ligue para o centro cirúrgico e avise que estamos subindo. Peça bolsas de sangue, ele já perdeu bastante. Agora vamos se não vamos perde-lo” saímos correndo com a maca para chegarmos o quanto antes.

É horrível pensar que um acidente do porte desse possa ter me ajudado, mas é exatamente isso o que aconteceu, me fez esquecer os problemas pelos quais eu venho passando. Passei 12 horas sem nem sequer lembrar.

A cirurgia foi um sucesso, apesar de demorada, ficamos 12 horas em cirurgia, meus pés doíam. Fiquei sentada perto do leito dele, precisava assegurar que tudo desse certo. Quer dizer, havia um ponto da cirurgia que estava me deixando preocupada o dano foi gigante, tentei o máximo que pude mas não sei se fui capaz. 

Ouvi dizer que dos 12 pacientes, perdemos apenas um deles, o motorista, que de certa forma salvou a vida do meu paciente, doando sangue. Dos sobreviventes, o mais grave é o meu. A família me ligou a pouco pedindo informações dele e que liberasse um Boletim para a imprensa, assim o fiz e logo retornei para o seu lado. Sentada observando ele, eu comecei a sentir coisas estranhas, como se nós tivéssemos uma conexão, não consigo explicar, fiquei toda arrepiada ao notar isso.

Meus pensamentos retornaram para minha própria vida, e comecei a pensar em como é tudo tão frágil, que de repente tudo pode acabar. Vinha vivendo um inferno há dois anos, durante esse tempo, pensei diversas vezes em acabar com a minha vida, mas fui covarde todas as vezes. Comecei a chorar por pensar em tudo, foi quando senti uma mão em meu ombro. Olhei pra trás e vi a minha melhor amiga. 

“Fiquei sabendo que você deu show hoje, Camilinha” ela disse toda sorridente.

“É, dei sim, graças a Deus, consegui salva-lo” disse secando minhas lágrimas.

“mas algo está errado, estou vendo em seus olhos e você estava chorando, me conta o que te atormenta”

“Estou grávida!” dizer isso em voz alta só me fez ter mais vontade de chorar, meus olhos completamente cheios de água.

“Isso deveria ser motivo para comemorarmos, você sabe que pode me contar o que você quiser, não sabe!?” fiz que sim com a cabeça. “Não vou te pressionar, mas saiba que estarei aqui pra quando você precisar, só quero te ver feliz” ela me deu um abraço e me deixou sozinha novamente.

Mais uma vez perdida em meus pensamentos, ouvi algo diferente vindo do meu paciente, vi que ele estava acordado, me levantei para checar.

"O que aconteceu? Cadê todo mundo? Onde eu tô?" a voz dele, sonolenta por conta das drogas, mexeu comigo, não sei explicar, mas teve efeito em mim. Tá, tudo bem, o cara ganha a vida com a voz dele mas é diferente.

"A confusão é normal, você e sua equipe estavam chegando aqui em Miami, estava chovendo e um animal pulou na pista, seu motorista tentou desviar mas perdeu o controle do ônibus e vocês capotaram" expliquei com calma verificando seus sinais.

“Estão todos bem? Qual foi estrago em mim?” 

“Shawn, estão todos em recuperação, não vai ser fácil pra ninguém, principalmente pra você, mas quero que saiba que estarei aqui para ajudá-los” ele fez que sim com a cabeça, não podia dizer toda a verdade agora, preciso dele mais forte. “Certo, agora preciso que você descanse para se recuperar o mais rápido, preciso ir pra casa descansar, mas qualquer coisa peça que me liguem” tudo o que eu queria era um banho e uma boa noite de sono, mas não sabia se seria possível.

Shawn P.O.V 

“Qual o seu nome?” podia estar dopado mas de uma coisa eu tinha certeza, aquela era a mulher mais bonita que eu tinha visto na vida. 

“Ah sim, desculpe, sou a Dra. Camila Cabello.” Camila, delicado e forte igual ela.

“Obrigado por tudo, descanse também” sua mão estava perto da minha, consegui segurar e comecei a fazer um carinho de leve, vi um sorriso escapar mas logo sumiu. Seu olhar encontrou o meu e algo intenso aconteceu ali, meu dedo roçou em um anel em sua mão esquerda, não queria desviar o olhar, porém constatei uma aliança, ela balançou a cabeça negativamente, como se dissesse que aquilo não era nada. Sorri pra ela e ela tirou a mão devagar, retribuiu o sorriso e saiu.

O tempo que os remédios me permitiram ficar acordado, eu pensei nela, seu olhar era sem brilho como se alguém tivesse arrancado, ela parecia uma menininha indefesa que precisava de ajuda, mas ao mesmo tempo a mulher mais forte e determinada do mundo. Ela era linda, linda mesmo. Talvez o marido fosse quem arrancou o brilho dela, se fosse eu iria atrás dele, ou de quem quer que tenha feito isso. Eu queria poder abraça-la e bom, beija-la... Por Deus, ela é minha médica. Devem ser os remédios, com certeza, acho melhor eu dormir. 

Já pela manhã, minha família chegou, estavam todos preocupados, minha irmã, Aaliyah, foi a primeira que eu vi, ela como sempre fez várias brincadeiras mas pude perceber que era apenas para disfarçar o que ela estava realmente sentindo. Minha mãe só sabia chorar.

“Calma, dona Karen! Estou em ótimas mãos e não sou tão fraco assim! Vaso ruim não quebra, viu!? Agora vamos parar de chorar e vem me dar um beijo porque abraço não vai rolar” ela depositou um beijo bem demorado em minha testa.

“A sua médica nos ligou ontem, explicou um pouco da situação e que ela tinha tudo sob controle que logo você estaria de volta, ela disse que passaria aqui logo cedo para termos uma conversa e ela explicar melhor, ela não passou ainda, né!?” 

“Não passou não” disse isso e ouvimos batidas na porta. Devia ser ela.

“Bom dia, prazer, sou a Dra. Cabello!” ah meu coração.


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Notas Finais


E aí?


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