História Helpless Rabbit - Capítulo 14


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Categorias Amor Doce
Personagens Ambre, Armin, Castiel, Dakota, Debrah, Dimitry, Kentin, Leigh, Lysandre, Nathaniel, Personagens Originais, Professor Faraize, Professora Delanay, Rosalya
Tags Amor, Beijos, Castiel, Comedia, Drama, Professora, Romance
Visualizações 60
Palavras 1.196
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Aventura, Comédia, Drama (Tragédia), Famí­lia, Ficção Adolescente, Hentai, Literatura Feminina, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Violência
Avisos: Álcool, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Olá povo magnífico que habita no planeta terra.
Espero que estejam ansiosos para este capítulo emocionante.
Sem mais enrolação.
Boa leitura !!!

Capítulo 14 - Secret to the tomb


Fanfic / Fanfiction Helpless Rabbit - Capítulo 14 - Secret to the tomb

O dia tão ensolarado, fez com que eu optasse em colocar um vestido, super solto no corpo e rodado.

Peguei algumas fichas que eu havia deixado pronto na noite passada e enfiei em uma mochila qualquer.

Pronto, agora só falta saber onde enfiei a chave do carro. Continuei olhando pelo apartamento todo e o encontrei jogado na mesinha de centro, perto do sofá. Coloquei na mochila e depois fechei o apartamento todo, e desci pela escada até o estacionamento.

Sim, era super distante do estacionamento e mesmo assim a opção pareceu tentadora, já que fazia eu esquecer aquela mula denominada "Lobo maldito".

Desliguei o alarme do carro, e entrei em seguida. Então bati o olhar de relance para a moto que ficava do lado do meu carro, então percebi aquela silhueta, que conhecia até mesmo agora de longe.

Castiel, com aquele sorriso debochado, e a cara fechada me secando como se eu tivesse feito algo de errado.

-Bom dia para você também!

Soltei em disparada, e o mesmo bufou como se eu tivesse o insultado.

Então ele colocou o capacete, e saiu sem ao menos me responder.

E como sempre, Alícia não podia ficar para trás.

Liguei o carro e sai em disparada.

Consegui alcançar Castiel em umas das avenidas onde o semáforo estava parado, e o mesmo estava respeitando o sinal.

Parei o carro ao seu lado, e dei uma buzinada, entao ele olhou. Ele soltou uma risada abafada e apertou o acelerador.

- Isso é um desafio? -Gritei enquanto a janela do meu lado estava aberta.

- Entenda como quiser, coelhinha. - ele disse, e em seguida, baixou o vidro do capacete.

É desafio que ele quer? É isso que ele vai ter.

O sinal então abriu, e ele saiu em disparada, e em seguida eu alcancei ele. Ficamos brigando para ver quem ficava na pista, quando ultrapassei ele, consegui chegar na escola e o mesmo chegou 3 min depois.

Ele estacionou a moto, e desceu como uma reta vindo em minha direção.

- ALÍCIA.- ele gritou e pegou em meus braços.

- Pois não? - disse desviando meu olhar do seu.

- Você me fechou cinco vezes, eu poderia ter morrido. - Ele falo extremamente zangado.

- Mas que exagerado, morrer não, mas alguns machucados fazem parte da vida. Ajuda á amadurecer. -Brinquei, dando uma piscada pra ele e soltando meu braços.

Ele saiu zangado para dentro da escola, enquanto alguns alunos observavam aquilo.

- Mas o que foi isso? - Rosa disse, se aproximando de mim, junto com Lys.

- Ele quis brincar, e não soube perder.- Falei alto, torcendo para ele ouvir.

-Voce está bem? - Lys falou, e em seguida me entregou uma rosa e apenas coloquei no cabelo, já que estava em um coque.

- Acho que sim, e obrigada ela é linda, bem gente tenho que ir, vejo vocês depois? - brinquei saindo do local, e ambos acenaram com a cabeça.

Caminhei sentindo para o grêmio, logo que entrei avistei a diretora dando uma baita bronca em Nathaniel.

- Olha essa mesa bagunçada, isso é exemplo de compostura que você quer dar para os outros Nathaniel? Você acha que vai conseguir transmitir algo para os demais de comportando assim.

A bruxa apenas acusava o pobre menino, e isso me fez lembrar a minha antiga professora de química.

A mesa não era dele, e sim á minha e ele estava levando culpa sem questionar nada.

Entrei na sala como um urso, e ambos me olharam chocados.

- Olha diretora, essa mesa é minha! Se você tiver que falar algo, que seja comigo e não com ele.

Soltei a frase toda de uma vez, e em seguida a culpa e a consciência voltaram.

A mulher apenas arqueou a sobrancelha e se retirou da sala sem argumentar nada.

- Você perdeu a cabeça Alícia? Ela poderia te mandar embora. - O rapaz soltou vindo em minha direção.

- Eu não achei certo o que ela estava fazendo Nath, isso me lembro uns acontecimentos do meu passado e então apenas agi.

-Voce está bem? Está meio pálida! - ele colocou a mão em minha testa.

- Nada, eu só me preocupei.- falei colocando minha mochila em uma das mesas, e indo em direção às papeladas totalmente bagunçadas.

- Eu te ajudo.

O loiro se aproximou de mim e começou a ajeitar as papeladas comigo.

Ficamos arrumando o grêmio e então Nath foi para sua aula.

E então minha rotina de trabalho começou, fiquei colocando observações por absorções nas fichas dos alunos conforme o computador dizia, e então a ficha de Castiel parou em minha mão.

A curiosidade de mexer naquela pasta, foi bem maior que minha consciência dizendo que não deveria.

Abri então a pasta, e pude observar notas razoáveis, e vários relatórios dos professores informando sua personalidade dura e rígida diante os demais colegas. Nada que eu não soubesse.

- Bonito Dona Alícia.

A voz de Castiel soou em meus ouvidos e então vi ele sentado na janela.

Não teve como eu esconder que estava olhando sua pasta, então paguei de sonsa.

- Não sei do que você está falando.

Babulciei enquanto colocava sua ficha debaixo das outras.

- Sua boca pode mentir, mas seus olhos sempre dizem a verdade pequena coelha.

Ele pulou da janela e veio em minha direção, eu estava na cadeira e ele em pé, diante de mim seu sorriso tentador e aquela cara safada dele estava me atiçando, e isso deveria ser errado.

Mas porque era tão bom, provocar ele?

- Então o que meus olhos dizem?

Perguntei me levantando e ficando a sua altura.

- Eles dizem que você não precisa desta rosa, e não precisa destas roupas.

Ele jogou a rosa que estava no meu cabelo no chão, enquanto me pegou praticamente como uma boneca e me coloco sentada na mesa e se posicionou no meio das minhas pernas.

Seus lábios tocavam delicadamente a pele do meu pescoço, causando leves arrepios em mim.

- Tenho certeza que meu olhar não diz apenas isso.

Um sorriso sacana brotou em minha boca, enquanto eu mordia a parte inferior dos meus lábios.

- Realmente, eles dizem que me querem.

Então em uma velocidade, ele me beijou.

Sua mão foi em minha cintura, enquanto as minhas ficaram em sua barriga.

Eu não tentei afastar ele.Na realidade eu realmente queria aquilo.

Mordi levemente seus lábios enquanto ele apertava forte minha cintura, provávelmente a marca de seus dedos ficariam ali a semana toda.

Comecei à arranhar levemente sua barriga, e ouvi um gemido abafado dele, entre nossos beijos.

Eu então me lembrei que estávamos na sala do grêmio e que qualquer um poderia entrar.

Então empurrei ele, na realidade essa era a única coisa que eu mais sabia fazer com ele.

O mesmo saiu da sala sem dizer nada, enquanto eu tentava assimilar o que tinha acabado de acontecer.

Será que eu estava ficando apaixonada por ele?

Não, jamais!

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Já havia terminado meu horário e estava no carro eu e Rosalya, eu levaria ela para a casa de Leigh e aproveitaria para fazer uma visita novamente.

- Você está estranha Alí, está me escondendo algo.

A platinada falou, enquanto eu virava o volante entrando em uma rua que o gps havia informado.

- Porque você acha isso?

Percebi que minha mão começará a suar.

Se caísse no ouvido da diretora que eu estava dando carona para uma aluna, ou que havia beijado um ser em especial eu seria demitida na hora e poderia perder até mesmo às licenças para dar aula.

Então preferi manter segredo.

O segredo que eu levaria para o túmulo.


Notas Finais


Galerinha espero que tenham gostado, favor me informa o que estão achando para eu ter noção do que vocês pensam a respeito da história.
Obrigada pelo carinho e por sempre comentarem, isso me deixa realmente muito feliz.
Não esqueçam de favoritar lá em cima e comentar aqui em baixo.
Ate o próximo capítulo.
Beijinhos de luz 💋


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