História Hematomania - Capítulo 1


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Categorias Naruto
Personagens Hinata Hyuuga, Naruto Uzumaki
Tags Naruhina
Visualizações 89
Palavras 629
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Comédia, Drama (Tragédia), Ecchi, Hentai, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Suspense, Terror e Horror, Violência
Avisos: Álcool, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sadomasoquismo, Spoilers, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Oie pessoal, quero dizer que sejam bem-vindos a minha outra fic! E quero deixar um alerta: a fic será narrada em primeira pessoa, pra demostrar como Hinata vai desenvolver seu fetiches e ser dominada pelos transtornos.

Capítulo 1 - Prólogo


Meu pai sempre mencionava como era importante ser uma mulher perfeita. Necessitava ter modos, me vestir bem, sempre se manter na mesma postura, sorri e responder quando tiver a permissão.  No início, implorei que parassem, implorei por ajuda. Por dias, semanas e até mesmo anos, mas todos ignoravam o que acontecia ao redor de mim.

Fui obrigada por anos passar por ensinamentos estranhos. Caso eu falhasse em algum, era severamente punida. Essas cicatrizes estão cravadas em minha alma, mesmo quando tomo banho, sinto as elas estampadas em minha pele, mas a dor... não sinto mais.

Depois de tanto tempo, houve uma denúncia de dentro da nossa família. Meu pai foi sentenciado a prisão perpétua e eu fui morar com uma antiga amiga de minha mãe.

Dias atuais...

-Hinata? –Uma garrafa de iogurte surgiu diante de meus olhos. –Hora de tomar café! –Ela balançava a garrafa.

-Obrigada. –Não estava com fome, mas aceitei por educação.

-Hoje você vai para o psiquiatra. –Sentou ao meu lado no sofá, eu ofereci o controle a ela. De manhã cedo, costumamos tomar o café no sofá e assistir alguns desenhos animados.

-Psiquiatra? Mas estou bem.

-Sei que está bem, mas sabe é bom ter alguém para conversar, pedi conselhos, essas coisas.

-E por que não pode ser você?

-Bom, o ideal é ser um “terceiro”. A pessoa que está de fora, consegue ver melhor de quem está envolvido. Consegue entender?

-Acho que sim.

Eu sei o motivo dela querer me mandar para um psiquiatra, mas não consigo compreender a necessidade de consultar um. Kurenai-sama deseja devolver o que foi arrancado de mim, mas sinto... que não tem o que fazer...

-Não precisa ter medo ou ficar tímida. Apenas vá lá e converse. –Sempre com aquele jeito de acariciar meu rosto e o meu cabelo.

-Tudo bem...

-Boa menina! Vou buscar teu cereal.

[...]

Dessa vez saímos com o carro, mesmo Kurenai-sama sempre reclamar do transito hoje ela se encontrava um pouco mais calma, mas dava para notar que estava ficando nervosa com os outros motoristas.

Por mais alguns minutos finalmente chegamos no prédio onde ficava o consultório do tal psiquiatra. Tivemos que ficar na sala de espera, havia outras pessoas na minha frente.

-Lugar aconchegante, não é mesmo? –Como sempre ela tentava puxar algum assunto comigo.

-Hum? –Olhei ao redor, procurando algo que seja relevante no local, mas nada era atraente para mim. –Normal para mim.

-Normal? Mas não notou na decoração? –Sinto que por mais que ela tente, eu não consigo sentir.

-Decoração? –Voltei a observar, tentei fingir que estava realmente interessar em encontrar algo. –Até que é bom o sofá. –Como sempre, eu minto.

-Verdade! Achei ele bem macio e não afunda como o nosso! –Ela riu.

-Mas gosto do nosso.

-Eu também, querida. –Novamente ela me abraçou, as vezes perco a conta dos abraços que costuma me dá. –Nervosa?

-Estou calma. –Forcei um sorriso.

-Que bom!

A cada segundo que passava, olhava sempre para meu relógio e nada do tempo passar. Estava me sentindo estranha, minha perna direita estava balançando muito enquanto sentia uma vontade imensa de beber agua. Minha boca estava seca, passei a língua e senti meus lábios rachados, até mesmo um gosto de sangue por ter tentado retirar a pele com os dentes.

-Oh, olha só Hinata! Tem pessoas de várias idades aqui no consultório. Viu? Não precisa se sentir estranha por vir aqui.

-Mas não me sinto assim.

-Sério?

-Estou tentando dizer desde que entramos no carro.

-Eu sei querida. Às vezes acho que sua vontade é sair correndo daqui, mas se sente bem aqui já é um começo! –Me abraçou novamente, dessa vez com mais força.

-Hinata Hyuuga? –A secretária gritou meu nome, provável que seja minha vez.

-Sim?

-Pode passar. O doutor está te esperando! 


Notas Finais


Posso capitulo é a consulta com o psiquiatra!
Quem é o psiquiatra?


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