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História Hemlock Groove - Bennoda - Capítulo 3


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Notas do Autor


Olá meus amores, como estão nessa quarentena chata? Bom, no capítulo de hoje vamos ter alguém gravida. Kleuda agindo estranho como se soubesse de algo. E também Chester e Mike vão ter um alto momento da ligação que os une. Espero que gostem e boa leitura a todos!

Capítulo 3 - O Baile


Fanfic / Fanfiction Hemlock Groove - Bennoda - Capítulo 3 - O Baile

MIKE P.O.V

Nós encarávamos quando decidi falar alguma coisa quebrando aquele clima gelado que tinha se formado ali entre nós mais a atração e a ligação era perfeita.

— Eu não a matei, pensei que tivesse sido você — digo para ele que estava a uns 10 passos distantes de mim.

— Eu e, porque eu faria isso? — Ele responde cerrando os punhos e percebo isso.

-E, porque EU faria isso?

— As pessoas estão dizendo que você é um lobo — ele aponta o dedo indicador na minha direção.

— Você acredita em tudo o que ouve por aí? — falo debochado mais à vontade era pular em cima dele e cheira-lo inteiro.

— Por que estamos aqui? — ele fala se aproximando de mim e olho em volta.

— Quando viu todas essas pessoas, ouviu falar em coincidência? — Pergunto e ele me olhava com um olhar misturado de desconfiança e algo mais que eu não pude identificar.

— Você pode por favor tentar conter sua decepção? — falo muito irritado para ele.

— Então quem foi que fez isso? — ele só poderia estar brincando comigo.

— Um urso, um pulma… um suicídio criativo — falo indicando a casinha do cachorro com a mão.

Ficamos ali analisando a cena e nos encarávamos sem parar e sem perceber o que fazíamos.

— É estranho… eu conhecia ela, eu a via em festas e boates. Ela gostava do meu carro.

Fico pensando se deveria falar para ele que eu também gostava do carro dele e decido dizer mesmo assim.

— É um carro maneiro — digo envergonhado e corando e ele percebe isso mais resolve quebrar o clima com um olhar estranho.

— Eu também conhecia o seu avô Muto ele fazia uns trabalhos para minha mãe. Ela nega mais ela está sempre dizendo mentiras. Eu gostava das histórias dele… as garotas se assustavam mais são garotas né hehehe — Vejo um traço amarelado passar por seus olhos mais logo some e eu não digo nada.

— É isso era a cara do Muto — digo e olho as estrelas e ele me olhava com uma cara de dor mais parecia não perceber isso.

— Como é, sabe… viver como o seu povo? — ele pergunta muito interessado no assunto e percebo que era sincero.

-Acho que sempre tem alguma coisa do outro lado que tenho que ver — digo e os olhos dele brilham de novo amarelos e some.

— Qual a história da sua irmã? — também queria saber mais sobre ele — MERDA

Infelizmente somos distraídos pela chegada da polícia e fico apreensivo com isso.

— Calma esta, tranquilo resolvo isso. Não corre que é pior — ele fala e vai falar com os policiais.

Ele desce um pouco de onde estávamos e chega até a viatura onde dois policiais estavam e eram os mesmos que me interrogaram aquela manhã. Chester olhava concentrado para eles quando dizem…

— Chester Bennington amanhã tem aula — fala um dos policiais.

— Eu estava sem sono — ele diz para o policial que mantinha uma lanterna em seu rosto.

— O que está fazendo aqui?

— Eu estou perturbando alguém policial? — sinto uma sensação estranha vindo de Chester.

— Além do local da morte da menina? Olha só quem está aqui com você é aquele bandidinho cigano — eles me iluminam de longe e coloco a mão no rosto evitando a claridade da lanterna deles — Agora o que os dois rapazinhos estão fazendo aqui que poderíamos encarar como uma coisa aceitável?

— Estávamos conversando, policiais! — eu podia sentir uma aura escura vindo de Chester.

— Sobre o que? — Zacky, o gorducho pergunta para mim.

— Os mistérios da mortalidade — Chester diz debochado e o policial magro se irrita e tenta me prender, mas não sei o que acontece quando vejo Chester estava olhando para eles como se estivesse os hipnotizando e fala — Minha mãe vai encher o seu saco… você quer isso?

O policial olhava como se não tivesse mais controle sobre o próprio corpo e um olhar vidrado para Chester…

— Sabe a coroa dele vai encher o nosso saco — o policial magrelo diz e percebo que o nariz de Chester sangrava enquanto ele fazia aquilo mais os dois patetas não percebiam isso.

— Garoto estranho — o gorducho fala e os dois entram na viatura indo embora dali.

Me aproximo de Chester e seu nariz estava sangrando muito e eu o olhava assustado…

— Como você faz isso? — falo já mais perto dele e ele sorri para mim.

— Faço o que? — ele não percebia que o nariz dele sangrava até sentir o gosto na boca.

Ele coloca as mãos no nariz e vê que sangrava muito e me viro e vou embora dali. Aquilo me assustou muito.

CHESTER P.O.V

No outro dia na escola durante a aula de biologia olho pela classe quando vejo que uma das minhas colegas de sala estava menstruada pelo absorvente O.B. que estava pendurado na ponta de sua bolsa e ela não percebeu isso. Ela pede para o professor deixá-la ir ao banheiro e ele deixa logo depois de 2 minutos peço também e vou atrás dela no banheiro feminino sem que ninguém visse.

Eu não queria, transa com ela, eu queria era o sangue dela que eu não sei por que, mas eu estava com sede e queria sangue e como ela estava menstruada seria a oportunidade perfeita para ter o que eu queria. Nós trancamos em uma das cabines do banheiro da escola e eu fazia um sexo oral maravilhoso nela e aproveitava para sugar seu sangue quente e fresco. Eu sugava com vontade e força enquanto ela gemia de prazer com aquilo.

— ISSO AHNNNNNNN ISSO AI MESMO AIIIIIII QUE DELICIA!

Eu estava ajoelhado no chão da cabine chupando aquela buceta sangrenta mais não pelo ato sexual em si e sim pela minha fome de sangue. Minhas mãos também estavam vermelhas com aquele líquido carmesim que saia de sua intimidade… depois que engolir tudo o que eu queria me levanto lavo meu rosto e minhas mãos e sigo para a aula tranquilamente.

 

MIKE P.O.V

Estava saindo da sala de aula que ficava ao lado da sala de Chester quando passo pelo banheiro das meninas e escuto gemidos altos demais e sinceramente eu não sabia como os outros alunos e professores não escutavam aquilo. Tinha uma garota e um garoto transando ali? Ou eram duas garotas? Coloco meu ouvido na porta para escutar melhor e sinto o cheiro de Chester de longe e aquilo me causou uma sensação de muita raiva.

A prima de Chester Talinda passava por ali e me pegou no flagra ouvindo a transa do primo dela que ela não sabia que era ELE ali.

— AH Isso é exatamente o que parece — digo para ela que me olhava com a maior cara de pervertido do mundo e ela passa por mim sem dizer mais nada me olhando com cara de nojo.

 

KLEUDA P.O.V

Eu estava em um bar chique da cidade tomando um Martini quando vejo Synyster entrar no local e, ele vem, até mim se sentando do meu lado no bar.

— Você tem alguma coisa a ver com isso? — ele me diz baixinho.

— Bom você tem que ser mais específico — digo dando um gole no meu Martini seco e ele retira seus óculos de grau e os, joga em cima do balcão do bar a minha frente.

— Talinda esta gravida e quero saber se você e aquele projeto de Deus ambulante estão por trás disso.

- É… bom você vai me achar inadequada para esta tarefa e quanto ao Dr Hahn nós sabemos que seus interesses estão em outro lugar — digo sarcástica.

— EU NÃO ESTOU DE BRINCADEIRA — Ele grita e o bar inteiro olha na nossa direção e eu o olho, irritada.

— Abaixa a voz e senta aí — digo e ele se senta de novo ao meu lado — E não eu não tenho nada a ver com isso e nem que eu saiba o Dr Hahn e francamente você se sentir compelido a me perguntar seria mais que revoltante se não fosse tão confuso. Já te ocorreu que ela deve estar relutante em dividir com o pai os ocorridos da formicação?

— Relutante? Não, não ela disse que — Ele começa a tossir e responde — Ela disse que COF, COF ainda é virgem e foi um anjo. Ela disse que ele a visitou no verão e ela não contou nada antes porque não queria que a gente ficasse com minhocas na cabeça, mas ela viu que chegou a hora e vai precisar de ajuda com uma criança e ela fez testes de gravidez então essa parte não é alucinação.

Ele dizia agora com uma carinha de cachorro que caiu da mudança e tinha se machucado feio.

— Ela tem namorado? — pergunto pouco interessada nisso.

— Pouco provável.

— Ela tem ido à igreja? — pergunto.

— Quando viu alguém dessa família ir à igreja sem que alguém tenha morrido? — ele pergunta debochado.

— Qual é sua avaliação profissional? — pergunto parecendo demonstrar interesse que, na verdade, eu não tinha.

— Abusada… ela foi abusada e a mente dela bloqueou essa ou criou essa fantasia e o termo clínico é amnesia psicogênica.

— Entrou em contato com a polícia? — digo agora não demonstrando que eu estava irritada com aquilo.

— Com o que? A minha suspeita de injurio e que ela não vai confirmar? — ele disse agora bebendo seu copo de whisky duplo com gelo — Nesse momento, minha esperança é convence-la a não ficar com ele.

— É a melhor escolha? — pergunto agora sim ficando MUITO interessada naquilo.

— Ao invés de encoraja-la a carregar um bebe que ela está convencida de que foi gerado na coisa imaculada aos 17 anos — Synyster agora chorava como criança — Quando a qualquer minuto ela pode se lembrar desse terrível evento depois que essa decisão tenha sido tomada.

Olho para ele e tento o convencer a fazer o que quero.

— Agora tenho que perguntar o que poderia te dar a ideia de que estou envolvida nisso?

— Por que honestamente eu não sei do que você seria capaz de fazer se estivesse com medo de me perder.

Sem ele perceber eu pego uma azeitona no palito que estava dentro do meu Martini e a mordo sorrindo confiante de que as coisas iam funcionar do jeito que eu queria. Depois disso tivemos uma ótima noite de muito sexo e prazer numa cama luxuosa de hotel 5 estrelas.

 

Eu estava deitada na cama de barriga para baixo com Synyster amarrando meu espartilho e ele fazia isso com força e de aparente má vontade.

— Onde está minha… — Interrompo ele, pois sabia que ele queria sua gravata que estava pendurada na ponta do meu salto agulha. Estico a perna a ele e tira a gravata de lá a colocando em seguida.

Me viro na cama e o encaro parecendo estar chateada com alguma coisa.

— Da última vez pensei que ia ser… sério — digo me virando de lado para ele na cama enquanto ele terminava de se vestir.

— Eu falei sério eu não queria que isso acontecesse — ele diz arrumando sua gravata no espelho — Isso foi…

-Vingativo

 

— Fraco.

— Concordo… história assustadora dessa tal de Lissa a garota que morreu — digo tentando passar minhas pernas pelo seu membro.

— Sua filha acha que foi um lobo — ele diz achando aquilo ridículo.

— Bom eu penso que nossas filhas têm imaginações impressionantes — digo sendo sarcástica — Mas mesmo assim não deixa de ter um apelo erótico. Ser caçada e devorada por uma besta selvagem.

Digo provocando ele que me olhava irritado e colocava agora seu blazer conferindo se não estava esquecendo de nada.

— Eu falei sério Kleuda — ele fala e sai pela porta sem dizer mais nada.

— O que te faz pensar que eu não sei disso. — Ele bate à porta e não o vejo mais aquele dia.

 

MIKE P.O.V

O sinal da escola toca e logo o anúncio da diretora soa para todos ouvirem.

*Atenção será expressamente proibido fantasias exageradas no baile de hoje a noite devido à morte de uma de nossas alunas a Lissa. *

Escuto aquilo e dou risada, pois eu não pretendia ir a esse baile mesmo. Vejo Chester em frente ao aquário de uma cobra que era usada na aula de ciências e ele brincava com ela passando os dedos pelo vidro. Logo minha atenção é roupada por Dheia que saia de uma sala de aula com a cabeça baixa e tristinha.

— Espera — digo levantando a mão para que ela me visse e tiro um pedaço de papel higiênico dos sapatos dela que estava grudado ali — Prontinho.

Ela me olha lá de cima e sorri um sorriso azul para mim e fico alegre com isso.

— Então você vai a esse baile? — pergunto a ela que balança a cabeça dizendo não. Como ela não falava então sua cabeça tinha que fazer movimentos para que as pessoas a intendessem — sendo assim eu também não vou.

Um garoto esbarra em mim, derrubando meus livros no chão e eu me abaixo para pegar quando ele fala.

— Comedor de lobos AUAUAUAUUUUUUUU — e sai sem dizer mais nada.

Dheia pega seu celular eletrônico e escreve uma mensagem que fala em voz alta…

— Sinto muito — o som era a voz de uma garota que deveria soar como se fosse a voz dela.

— Não se preocupe você é muito bonita — falo passando a mão no cabelo dela tentando ser amigável.

Termino de pegar os livros do chão enquanto ela sorria para mim e sinto a mão de Chester quase tocar a minha e não sei de onde ele surgiu.

— Tira suas mãos da minha irmã cara — ele fala e sorrio para Dheia que sorri para mim.

— Isso é engraçado para você? — ele fala e parecia estar com raiva e balanço a cabeça em sinal negativo e ele começa a rir de mim — Brincadeira Mike — O sorriso dele era a coisa mais linda que meus olhos tinham visto — Quer carona?

— Por quê? — pergunto irritado me lembrando da cena no banheiro mais cedo e ele dá de ombros.

— Sei lá porque não né — ele sai na minha frente e sigo ele.

 

 

Andando pela cidade com Chester no lindo Jaguar vermelho dele que era lindo e potente. Estávamos num clima muito gostoso e descontraído meus cabelos voavam com o vento e ele sorria para mim, adorando aquilo.

— Meu avô deve ter tido a maior ereção no céu agora — eu disse e ele me olhou estranho. — Eu e meu avô, gostamos de carro, na verdade, meu avô gostava ne hehe.

— É meu pai costumava passear comigo nele — Chester dizia batendo no volante do carro mais sorrindo para mim. — Minha mãe o mataria se soubesse como ele corria mais ele se matou antes. E o seu pai?

É sério que ele falou aquilo com toda aquela calmaria e sem demonstrar nenhum tipo de saudade naquilo? Chester me dava medo às vezes.

— Ainda tentando comprar um pacote de cigarros acho — digo e ele balança a cabeça negativamente.

— Olha já ouvi falar que ser criado por uma mãe solteira te deixa mais sensível com as garotas — ele debochava de mim só pode mais entro no jogo dele.

— É? — Ele balança a cabeça que sim — Eu sou um, cara bem sensível.

Riamos e corríamos pela estrada naquele carro sem pensar em polícias na nossa cola. Tudo estava ótimo mais chegamos na minha casa e ele para em frente dela e estaciona. Quando vou pegar minha mochila para sair do carro deixo um caderno com desenhos que fiz noite passada cair em meu colo e ele me olha estranho e também olhava os desenhos ali feitos.

— Que estranho — ele diz.

— O que é estranho.

— Eu sonhei com isso noite passada — ele dizia apontando para a cobra que comia seu próprio rabo no desenho. — Você consegue sentir né Mike?

— O que? — Falo cravando minhas unhas na palma da mão sem que ele veja, pois, eu sentia aquela ligação entre mim e ele cada vez mais forte.

— Consegue sentir o que tem lá embaixo da terra — ele diz indicando o solo.

— A fossa séptica? — tento desconversar mais ele insiste.

— Mais fundo que isso, sinto isso de vez enquanto como se algo realmente importante fosse acontecer. — Nós encarávamos nos olhos e era olhares profundos tanto, meu para ele quanto dele para mim. Nossos olhares se ligavam e se queriam como se estivéssemos sendo chamados um para o outro atrás de imas que não conseguíamos ver. Me aproximo dele lentamente e beijo seus lábios dando um selinho rápido mais que serviu para desencadear um incêndio no meu corpo e sei que no dele também.

— Valeu pela carona — digo e saio do carro sem dizer mais nada descendo as escadas para chegar no trailer enquanto Chester me observava mais logo arrancou com o carro.

 

 

Era noite eu tomava uma cerveja, sentado no sofá da sala do trailer enquanto Iza minha mãe olhava meus desenhos.

— Como artista precisa de mais desenvolvimento — ela diz e sorrimos um para o outro olhando depois a tela da tv. Que passava um filme de terror desses antigos. Ela acha o panfleto do baile da escola no meio dos meus desenhos.

— Oba! Baile da escola você vai? — ela diz abrindo e olhando aquilo.

— Ah já estou num baile — me ajeito melhor no sofá e continuo bebendo minha cerveja e vendo o filme quando do nada aparece um comercial das indústrias farmacêuticas Bennington. Eu e Iza prestávamos atenção aquilo agora concentrados.

 

TALINDA P.O.V

Era noite e eu me fantasiei de bailarina burlesca dos anos 60 para ir ao baile da escola. Chego na sala e lá estavam meu pai e minha mãe.

— Como estou? — pergunto e minha mãe para o que fazia para me olhar bem.

— Você realmente vai a esse baile Tali — meu pai pergunta bebendo seu whisky.

— Eu ainda sou eu pai — respondo e escutamos Chester buzinar lá fora.

— Você está bonita filha — minha mãe diz e eu saio de casa e entro no carro de Chester.

 

— Escuta aqui sua prostituta eu não sei o que fez com minha prima mais não saio daqui até você me contar — Chester dizia brincando e engrossando a voz que ficava engraçado nele. Rimos disso.

— Bom te ver também Chester — o abraço forte — E você do que está fantasiado?

— Indiscutível — ele fala arrancando com o carro enquanto meu pai nos observava da janela.

THE REV P.O.V.

— Merda de agulhas, não existe uma agulha desse tamanho não existe.

Digo para mim mesmo andando pela floresta onde a Lissa foi morta quando meu estomago embrulha e vomito tudo no meio do mato.

— Filhos da mãe eles não podem pegar isso e depois devolver… EU NÃO CONCORDEI COM ISSO.

Eu gritava sozinho para a floresta me ouvir já que não tinha mais ninguém ali além de mim. Me levanto vendo a torre branca das indústrias Bennington e fico ali admirando aquela maldição gigante.

 

MARIA ELENA P.O.V

Euronymous para a caminhonete da polícia em frente à escola e eu e as filhas dele descemos do carro.

— Cuidado com seu tutu — dizia Lila para Lily.

— Que seja estamos gatas de qualquer jeito — diz Lily para mim agora.

— 10H em ponto em casa meninas — fala Euronymous para nós três.

— Aí está bom pai — respondem as gêmeas que estavam aprontando alguma coisa que eu não sabia o que era.

— Entenderam? Mostrem para mim que entenderam — ele fala e elas batem continência, ele agradeceu e sai dali.

— Eu vou transar hoje — Lila fala saltitante.

— Eu também — respondi Lily e entramos na escola para o baile.

La dentro tinha o pessoal e você podia ver todo tipo de fantasia possível desde putas até marinheiros com uma perna só. Nós espalhamos pela pista de dança improvisada no ginásio da escola. Todo mundo bebia, comia e dançava ao som da música eletrônica bem forte que rolava ali àquela hora.

— Está procurando seu namorado o Fenriz? — pergunta Lila para mim.

— Ele não é meu namorado — respondo ficando sem graça.

— Ah! É verdade você deve estar procurando o outro, o que todos acham que é lobisomem. — Elas eram umas vadias mesmo essas duas.

Elas saem dali me deixando sozinha e vou andando e trombando nas pessoas até encontrar Fenriz que estava sozinho do outro lado da pista.

— Oi! Tudo bem? — digo me aproximando dele mais Talinda Bennington chega na hora e saio dali arrasada.

 

TALINDA P.O.V.

-Oi! Eu soube que você e Lissa eram bem próximos — chego falando para Fenriz que estava sozinho num canto isolado da pista de dança. Eu mal o conhecia mais resolvi ser simpática enquanto Chester sumiu sem que eu visse.

— É um saco mesmo — ele diz triste.

— Bom se quiser conversar estou aqui — disse simpática para eles.

 

CHESTER P.O.V

Observava de longe Talinda e Fenriz conversando e achava aquele garoto uma perda TOTAL de tempo.

— É impressão minha ou Fenriz é uma grande perda de tempo? — digo e Sally uma das minhas amigas nem tão amigas assim responde.

— Então você veio para cá para falar sobre caras bonitos a noite toda ou você quer dançar? — ela me olhava com desejo, mas eu não estava afim daquilo.

— Não — sou curto e grosso com ela.

— Você é o verdadeiro sociopata sabia disso Chester? — ela falava com desdém na voz — Eu nem sei como isso é definido exatamente mais acho que estou completamente certa. É como aqueles psicopatas que não tem coragem que irem, até o final.

Ela dá, um peteleco na minha gravata e sai dali com a amiga dela enquanto eu não dava a mínima e observava ainda Talinda conversando com aquele sem graça. Mais não era um ciúme de HOMEM, apenas não estava gostando da minha prima conversando com um sem sal. Meus pensamentos estavam aqueles olhos puxados e negros que me faziam derreter só de olha-los. Se eu era mesmo um sociopata como Sally disse, com certeza era por causa de Mike agora.

Me canso daquela festa idiota e vou até à saída para fumar um cigarro.


Notas Finais


Eita! Essa Kleuda mãe do Chester está muito estranha, e ela sabe de alguma coisa! Finalmente esses dois se beijaram e perceberam que essa ligação entre eles, é mais forte do que tudo. Quem será o pai do filho da Talinda? Isso e muito mais nos próximos capítulos. Espero que tenham gostado, bjos e até mais.


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