História Her Teacher (Muke Clemmings) - Capítulo 68


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Categorias 5 Seconds Of Summer
Personagens Ashton Irwin, Calum Hood, Luke Hemmings, Michael Clifford, Personagens Originais
Tags 5 Seconds Of Summer, 5sos, Álcool, Amor, Ashton Irwin, Boyxboy, Calum Hood, Cashton, Drama, Gay, Love, Luke Hemmings, Michael Clifford, Muke Clemmings, Professor, Suspense, Teacher, Traição, Yaoi, Yuri
Visualizações 98
Palavras 1.392
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Aventura, Comédia, Drama (Tragédia), Esporte, Famí­lia, Fantasia, Festa, Ficção, Ficção Adolescente, LGBT, Mistério, Musical (Songfic), Poesias, Policial, Romance e Novela, Suspense, Universo Alternativo, Violência, Yaoi (Gay), Yuri (Lésbica)
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Spoilers, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Capítulo 68 - As Possibilidades São Infinitas...


Narradora On...

Ao chegar na empresa, Luke passa pela recepção avisando que está lá a pedido de Michael. Sua passagem é liberada. O loiro segue para a sala de seu marido.

-Michael! O que houve com você meu amor? - Luke olha para seu marido sentado no divã do seu escritório que está todo destruído no momento.

-Meu pai mentiu pra mim por todos esses anos. Como ele pode? - Hemmings não diz nada, apenas abraça Clifford que está sério.

-Sobre o que ele mentiu, querido? - Michael suspira olhando o seu marido nos olhos.

-Eu tenho uma irmã. Ela trabalha aqui na empresa. - Luke presta a atenção em cada palavra de Michael, em tudo o que ele fala sobre o que seu pai lhe disse e sobre o que aconteceu depois. - E eu acabei vindo para sala e destruindo tudo. Mas pode ter certeza que o meu psicológico está bem pior do que essa sala.

-Queria poder dizer que te entendo, mas desta vez eu realmente não entendo. - o mais velho suspira. - Vem, vou te levar pra casa e cuidar de você.

-E a Mabel? - Michael pergunta e Luke logo responde.

-Ela está bem, não se preocupe. - ele diz seguindo para fora da sala segurando o braço de Michael tendo passar segurança para o mesmo.

No caminho para casa, Clifford acaba adormecendo sentado no banco do carro, ele havia passado por mais um momento de estresse, estava tudo uma bagunça em sua mente.

Ao chegar em casa, Luke carrega um Michael adormecido no colo para dentro, o deitando no sofá de um jeito que ele se sentisse confortável. Mas isso seria um pouco difícil.

Enquanto isso, Mabel tenta a todo custo ligar para Charlie que não atende o celular.

-Char, assim que ouvir isso me liga. Estou preocupada com você. Eu te amo. - ela diz gravando a mensagem na caixa postal.

-Você deveria se acalmar um pouco. - Liz fala cortando mais uma fatia do bolo de laranja que havia feito para neta.

-Não tem como, vovó. Primeiro tem um problema com o meu pai, segundo o meu avô aprontou mais uma vez, e terceiro, a Charlie não me responde. - a garota suspira ligando mais uma vez para sua amada. - Caixa postal de novo.

-Não quer que eu te leve na casa dela? - Jack aparece na porta da cozinha junto de Lenny, o seu cão.

-Jack, não dá ideia pra quem não tem juízo. - Liz fala olhando sério para seu filho.

-Qual é mãe? Ela é a minha sobrinha, estou apenas tentando ajudar ela. - ele pisca para a garota. - Então, Bel, o que me diz?

-Eu posso ir no banco da frente? - Jack assente rindo. Mabel se levanta da cadeira, dá um beijo na bochecha da avó e saí junto de seu tio direto para casa de Charlie. - Agora vira a esquerda. É na casa verde.

-Tem certeza que é aqui? - Jack pergunta não gostando nem um pouco do lugar.

-É claro. Eu venho seguido aqui. - o loiro para o carro e a menina desce do mesmo.

-Qual quer coisa me liga que eu te busco. - ele fala abaixando o vidro.

-Está bem. Valeu, Tio Jack. - ela agradece indo até a porta da casa onde aperta a campainha. Mabel treina o que pretende falar para Charlie. - Eu sei que sou uma estúpida as vezes, mas não é minha culpa. Eu te amo de mais e... - mas é interrompida quando a porta é aberta por um garoto magro e barbudo.

-A Charlie não está. - o garoto diz.

-Aonde ela está então? - A pequena Clifford questiona nervosa.

-Em qualquer lugar menos aqui. - ele dá de ombros, mas Mabel pode ver Charlie passando atrás do garoto.

-Sério, Arthur? - ele assente. - Então quem é aquela passando atrás de você? - mais uma vez ele dá de ombros. Mabel passa por ele sem pedir licença.

-Qual é, Clifford? Você não pode chegar assim invadindo a casa dos outros. - Arthur fala e Mabel mostra o dedo do meio para ele. Ela segue para o segundo andar indo até o quarto de Charlie.

-A gente precisa conversar agora. - ela fala ao abrir a porta do quarto de Charlie.

-Ei maninha, você precisa ensinar a sua namorada a ser mais educada. - ele aparece atrás de Mabel.

-Cala a boca, Arthur. Vai pro seu quarto fumar a merda da sua maconha. - a morena fala sem desviar o olhar da garota a sua frente. Seu irmão saí batendo os pés pelo corredor e gritando alguns palavrões. - O que você quer aqui?

-Por que não atende as minhas ligações? - Mabel entra no quarto e fecha a porta.

-Porque eu não quero. - Charlie revira os olhos. - Como foi lá com a Payton? Ouvi dizer que vocês estavam juntas no corredor.

-Agora você acredita no que os outros falam? - a morena dá de ombros. - Sabe, eu não acredito nas merdas que aquela gente fala. Você se lembra de quando o Gabriel mentiu sobre vocês terem ficado daquele jeito e tal? - ela assente e Mabel continua a falar. - Então, não tem que acreditar no que aquela gente fala.

-Eu não sei, Bel. Você saiu junto com ela da sala e ainda volto pra buscar os seus materiais. - Charlie já tem o rosto molhado pelas lágrimas.

-A mãe dela foi atropelada e o meu pai destruíu o escritório dele. - Joseph arregala os olhos assustada. - Eles estão bem.

-Me desculpe. - a morena sussurra.

-Pelo o que? - Mabel se aproxima secando suas lágrimas.

-Por ser uma boba e achar que você teve algo com a Payton. - Mabel ri de leve e beija a testa de Charlie.

-Está tudo bem, princesa. - elas se abraçam. - Eu te amo. Nunca teria nada com ninguém que não fosse você.

Elas se beijam como nunca antes. Charlie se deita sem separar seus lábios dos de Mabel. O beijo começa a ficar intenso, tudo parece melhorar. Elas ficam ali, deitadas na cama de Charlie apenas se beijando, amando uma a outra.

Michael On...

Acordo e pego meu celular, vendo que já passa das seis horas da tarde. Luke está sentado no chão com sua cabeça apoiada no sofá segurando minha mão. Ele está dormindo. Me mexo com calma para não o acordar, mas é em vão. Luke acorda e me encara com seus olhos azuis e as pupilas dilatadas.

-Você está bem? - ele pergunta se aproximando de mim.

-Hum... Estou. - me sento e sinto minha cabeça doer.

-Vem, vamos comer alguma coisa. Eu sei que você não comeu nada desde o café da manhã. - sua voz é rouca e preocupada. Me levanto devagar e o sigo até a cozinha. Luke pega uma jarra de suco na geladeira e algumas coisas para fazer alguns sanduíches para nós dois.

Pego meu celular mais uma vez e o desbloqueio discando o número de Mabel logo em seguida. Ela atende depois do quarto toque.

-Pai? - ela diz rapidamente. Ouço alguém rir do outro lado da chamada.

-Bel, você está bem? - pergunto antes de beber o suco que está servido no copo a minha frente.

-Sim, estou muito bem. E o senhor? Está melhor? - percebo que há mais pessoas junto dela.

-Estou melhorando. Como está a vovó? - ela demora pra responder. - Você não está na sua avó, não é?

-Eu estou na Charlie com os meninos. O Tio Jack me trouxe aqui. - ela diz. Suspiro fundo, mas é de alivio. - Me desculpa não ter dito antes.

-Não, tudo bem. Eu e o papai vamos no hospital ver a Rose e depois vamos te buscar aí na Charlie, tá bom? - logo Mabel começa a falar.

-Deixa eu dormir aqui hoje? Por favor. O senhor precisa descansar e também, amanhã é aniversário dela. - consulto Luke para ver o que ele acha da ideia e ele concorda.

Converso mais um pouco com minha filha e logo desligo a chamada. Meu marido me abraça acariciando meu cabelo.

-Será que as coisas vão se acertar? - pergunto para ele que dá a mesma resposta de sempre.

-As possibilidades são infinitas. - Luke diz. Ele está certo.


Notas Finais


CONTINUA?


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